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	<title>Máfia do Lixo &#187; Rio Iguaçu</title>
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	<description>Editor: Adm. Enio Noronha Raffin</description>
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		<title>Presidente do Instituto Ambiental do Paraná comparece hoje na Assembléia Legislativa para falar sobre os ‘lixões’ paranaenses</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 10:04:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/vito-hugo-burko_1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2342];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-2343" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/vito-hugo-burko_1.jpg" alt="" width="294" height="209" /></a>Entidades paranaenses não podem deixar de comparecerem hoje, terça-feira, na Assembléia Legislativa, no horário das 14h30, para ouvir o que tem a dizer o presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) sobre o Meio Ambiente. O objetivo principal do encontro na Assembléia Legislativa é apresentar a questão do lixo urbano e as soluções encontradas no Paraná, para resolver os problemas dos aterros sanitários. O IAP vem propondo aos municípios do Estado do Paraná a assinatura de um protocolo de intenções que prevê o apoio técnico de gestão em resíduos para resolver os problemas comuns relacionados ao lixo. Certamente as entidades e interessados que se fizerem presente hoje na Assembléia Legislativa vão escutar detalhes sobre o imbróglio do aterro sanitário da Caximba. Esse empreendimento da Prefetura de Curitiba, instalado na capital paranaense, funciona sem uma licença ambiental de operação do IAP e o seu Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado em 2003 e renovado em 2004, não é cumprido até hoje. Basta que o presidente Burko leia, para conhecimento dos deputados estaduais e demais presentes no evento dessa tarde, o seu Ofício Circular de abril de 2009, onde declara as irregularidades que se fazem presentes no “Lixão da Caximba”. Burko pode iniciar pelo chorume derramado em corpo hídrico (Rio Iguaçu). Espera-se a presença no evento de hoje do senhor Leonardo Morelli, ex-representante da CNBB para assuntos do meio ambiente, que via panfleto apócrifo distribuido em diversos municípios paranaenses, fez incontáveis denuncias contra o presidente do IAP. </p>
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		<title>Entidade ingressou com representação por ‘crime ambiental’ no rio Iguaçu em Curitiba</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 16:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ontem, terça-feira (04/08), a entidade Aliança para o Desenvolvimento Comunitário da Caximba – ADECOM, uma associação civil, sem fins lucrativos, com sede no Bairro da Caximba, na cidade de Curitiba, ingressou com uma representação na Polícia Civil paranaense, junto ao COPE, contra diversos agentes públicos e empresa privada, requerendo a instauração de inquérito policial para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2203" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/08/representacao_cope_04-08-2009_protocolo.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2202];player=img;"><img class="size-medium wp-image-2203" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/08/representacao_cope_04-08-2009_protocolo-300x205.jpg" alt="Liderança da ADECOM do bairro da Caximba em Curitiba registra a representação no COPE" width="300" height="205" /></a><p class="wp-caption-text">Liderança da ADECOM do bairro da Caximba em Curitiba registra a representação no COPE</p></div>
<p style="text-align: justify;">Ontem, terça-feira (04/08), a entidade Aliança para o Desenvolvimento Comunitário da Caximba – ADECOM, uma associação civil, sem fins lucrativos, com sede no Bairro da Caximba, na cidade de Curitiba, ingressou com uma representação na Polícia Civil paranaense, junto ao COPE, contra diversos agentes públicos e empresa privada, requerendo a instauração de inquérito policial para investigar crime ambiental cometido no rio Iguaçu. Trata-se de fortíssimos indícios, por derrame de chorume do aterro sanitário da Caximba em corpo hídrico (rio Iguaçu). Consta ainda no documento que em 15 de abril de 2009, o senhor Vitor Hugo Ribeiro Burko, Diretor Presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), expediu o Ofício Circular no. 002/2009/IAP/GP onde diz o seguinte: “Após nova análise ao Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta firmado em 2003 e aditado em 2004, para o licenciamento ambiental de Ampliação do Aterro Sanitário da Cachimba (o diretor escreve Caximba com “CH”) sob protocolo SID no. 9.929.122-2 referente a solicitação de Licença de Operação para aquele empreendimento, e tendo por base as ações fiscalizatórias realizadas em 2007, 2008 e 2009 por este IAP; considerando o já comunicado via Ofício no. 193/IAP/DIRAM/DLP, de 22/11/2007, e pelo Ofício Circular no.003/2008/IAP/GP, constamos o seguinte: [...] “De acordo com as análises realizadas pelos laboratórios do IAP, não estão sendo atendidos os parâmetros de lançamentos de efluente líquido (CHORUME), principalmente nos parâmetros de DBO e DQO, conforme item 5 da Cláusula Segunda do TAC.” E mais: “Pelo até aqui exposto, e considerando que: [...] “A solicitação de Licença de Operação para o Aterro Sanitário da Cachimba não pode ser deferida em função de deficiência na operação, e no sistema de tratamento de efluentes líquidos (CHORUME)”.</p>
<div id="attachment_2204" class="wp-caption alignright" style="width: 215px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/08/representacao_cope_04-08-2009.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2202];player=img;"><img class="size-medium wp-image-2204" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/08/representacao_cope_04-08-2009-205x300.jpg" alt="Representação com o protocolo do COPE da Polícia Civil do Paraná" width="205" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Representação com o protocolo do COPE da Polícia Civil do Paraná</p></div>
<p style="text-align: justify;">Esse documento do IAP por si só aponta que está se causando poluição com o lançamento em corpo hídrico (RIO IGUAÇU) do efluente líquido (CHORUME) do aterro sanitário da Caximba. Causar poluição é crime ambiental. A Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, é bem clara. Na Seção III &#8211; Da Poluição e outros Crimes Ambientais, diz o item V do Art. 54 que “ocorrer por lançamento de resíduos sólidos, líquidos ou gasosos, ou detritos, óleos ou substâncias oleosas, em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou regulamentos está sujeito a Pena &#8211; reclusão, de um a cinco anos.”  E mais, o § 3º do item V do mesmo Art. 54 diz que “incorre nas mesmas penas previstas no parágrafo anterior quem deixar de adotar, quando assim o exigir a autoridade competente, medidas de precaução em caso de risco de dano ambiental grave ou irreversível.” A Cláusula Sexta – Do Inadimplemento, referente ao TAC, diz que “o não cumprimento parcial ou integral das obrigações assumidas, dentro dos prazos estabelecidos, sujeitara o COMPROMISSÁRIO, além da perda do direito à continuidade do processo de licenciamento ambiental, à aplicação das penalidades e sanções cabíveis nos termos da Lei Federal no. 9.605/98 – Lei de Crimes Ambientais e de seu Decreto no, 3.179/99, sem prejuízo da reparação do dano ambiental causado, com multa no valor de R$ 10.000,00 por dia.” A representação da ADECOM repleta de anexos e recheada com fotos do chorume correndo para o corpo hídrico, trazem a tona o tema da poluição ambiental do rio Iguaçu, em Curitiba.</p>
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		<title>Ingressa hoje no COPE e MPE uma representação contra agentes públicos e empresa por ‘crime ambiental no rio Iguaçu’ em Curitiba</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 09:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nessa terça-feira (04/08) a Aliança para o Desenvolvimento Comunitário da Caximba – ADECOM, uma associação civil, sem fins lucrativos, com sede no Bairro da Caximba, na cidade de Curitiba, vai ingressar com uma representação na Polícia Civil paranaense, junto ao COPE, e no Ministério Público Estadual (MPE), contra diversos agentes públicos e empresa privada, requerendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nessa terça-feira (04/08) a Aliança para o Desenvolvimento Comunitário da Caximba – ADECOM, uma associação civil, sem fins lucrativos, com sede no Bairro da Caximba, na cidade de Curitiba, vai ingressar com uma representação na Polícia Civil paranaense, junto ao COPE, e no Ministério Público Estadual (MPE), contra diversos agentes públicos e empresa privada, requerendo a instauração de inquérito policial e civil para investigar crime ambiental cometido no rio Iguaçu. Trata-se de fortíssimos indícios de crime ambiental, por derrame de chorume do aterro sanitário da Caximba em corpo hídrico. Consta ainda no documento que em 15 de abril de 2009, o senhor Vitor Hugo Ribeiro Burko, Diretor Presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), expediu o Ofício Circular no. 002/2009/IAP/GP onde diz o seguinte: “Após nova análise ao Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta firmado em 2003 e aditado em 2004, para o licenciamento ambiental de Ampliação do Aterro Sanitário da Cachimba (o diretor escreve Caximba com “CH”) sob protocolo SID no. 9.929.122-2 referente a solicitação de Licença de Operação para aquele empreendimento, e tendo por base as ações fiscalizatórias realizadas em 2007, 2008 e 2009 por este IAP; considerando o já comunicado via Ofício no. 193/IAP/DIRAM/DLP, de 22/11/2007, e pelo Ofício Circular no.003/2008/IAP/GP, constamos o seguinte: [...] “De acordo com as análises realizadas pelos laboratórios do IAP, não estão sendo atendidos os parâmetros de lançamentos de efluente líquido (CHORUME), principalmente nos parâmetros de DBO e DQO, conforme item 5 da Cláusula Segunda do TAC.” E mais: “Pelo até aqui exposto, e considerando que: [...] “A solicitação de Licença de Operação para o Aterro Sanitário da Cachimba não pode ser deferida em função de deficiência na operação, e no sistema de tratamento de efluentes líquidos (CHORUME)”. Esse documento do IAP por si só aponta que está se causando poluição com o lançamento em corpo hídrico (RIO IGUAÇU) do efluente líquido (CHORUME) do aterro sanitário da Caximba. Causar poluição é crime ambiental. <span id="more-2197"></span>A Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, é bem clara. Na Seção III &#8211; Da Poluição e outros Crimes Ambientais, diz o item V do Art. 54 que “ocorrer por lançamento de resíduos sólidos, líquidos ou gasosos, ou detritos, óleos ou substâncias oleosas, em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou regulamentos está sujeito a Pena &#8211; reclusão, de um a cinco anos.”  E mais, o § 3º do item V do mesmo Art. 54 diz que “incorre nas mesmas penas previstas no parágrafo anterior quem deixar de adotar, quando assim o exigir a autoridade competente, medidas de precaução em caso de risco de dano ambiental grave ou irreversível.” A Cláusula Sexta – Do Inadimplemento, referente ao TAC, diz que “o não cumprimento parcial ou integral das obrigações assumidas, dentro dos prazos estabelecidos, sujeitara o COMPROMISSÁRIO, além da perda do direito à continuidade do processo de licenciamento ambiental, à aplicação das penalidades e sanções cabíveis nos termos da Lei Federal no. 9.605/98 – Lei de Crimes Ambientais e de seu Decreto no, 3.179/99, sem prejuízo da reparação do dano ambiental causado, com multa no valor de R$ 10.000,00 por dia.” A representação da ADECOM repleta de anexos e recheada com fotos do chorume correndo para o corpo hídrico, vai trazer a tona o tema da poluição ambiental do rio Iguaçu, corpo hídrico que está presente em dois estados brasileiros.</p>
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		<title>Entidade da Caximba em Curitiba ingressa com representação na Polícia Civil e MPE requerendo instauração de inquéritos por crime ambiental</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 15:53:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na próxima semana a Aliança para o Desenvolvimento Comunitário da Caximba – ADECOM, uma associação civil, sem fins lucrativos, com sede no Bairro da Caximba, na cidade de Curitiba, vai ingressar com representação na Polícia Civil paranaense e no Ministério Público Estadual, contra diversos agentes públicos, requerendo a instauração de inquérito policial e civil para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na próxima semana a Aliança para o Desenvolvimento Comunitário da Caximba – ADECOM, uma associação civil, sem fins lucrativos, com sede no Bairro da Caximba, na cidade de Curitiba, vai ingressar com representação na Polícia Civil paranaense e no Ministério Público Estadual, contra diversos agentes públicos, requerendo a instauração de inquérito policial e civil para investigar crime ambiental cometido no rio Iguaçu. Trata-se de fortíssimos indícios de crime ambiental, por derrame de chorume do aterro sanitário da Caximba em corpo hídrico. A representação pede que “após trâmites legais, sejam tomadas as providências para instauração do competente inquérito policial e civil a fim de que, afinal, sejam os indiciados condenados na forma da Lei”. Consta ainda no documento que em 15 de abril de 2009, o senhor Vitor Hugo Ribeiro Burko, Diretor Presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), expediu o Ofício Circular no. 002/2009/IAP/GP onde diz o seguinte: “Após nova análise ao Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta firmado em 2003 e aditado em 2004, para o licenciamento ambiental de Ampliação do Aterro Sanitário da Cachimba (o diretor escreve Caximba com “CH”) sob protocolo SID no. 9.929.122-2 referente a solicitação de Licença de Operação para aquele empreendimento, e tendo por base as ações fiscalizatórias realizadas em 2007, 2008 e 2009 por este IAP; considerando o já comunicado via Ofício no. 193/IAP/DIRAM/DLP, de 22/11/2007, e pelo Ofício Circular no.003/2008/IAP/GP, constamos o seguinte: [...] “De acordo com as análises realizadas pelos laboratórios do IAP, não estão sendo atendidos os parâmetros de lançamentos de efluente líquido (CHORUME), principalmente nos parâmetros de DBO e DQO, conforme item 5 da Cláusula Segunda do TAC.” E mais: “Pelo até aqui exposto, e considerando que: [...] “A solicitação de Licença de Operação para o Aterro Sanitário da Cachimba não pode ser deferida em função de deficiência na operação, e no sistema de tratamento de efluentes líquidos (CHORUME)”. Esse documento do IAP por si só aponta que está se causando poluição com o lançamento em corpo hídrico (RIO IGUAÇU) do efluente líquido (CHORUME) do aterro sanitário da Caximba. Causar poluição é crime ambiental. A Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, é bem clara. Na Seção III &#8211; Da Poluição e outros Crimes Ambientais, diz o item V do Art. 54 que “ocorrer por lançamento de resíduos sólidos, líquidos ou gasosos, ou detritos, óleos ou substâncias oleosas, em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou regulamentos está sujeito a Pena &#8211; reclusão, de um a cinco anos.”  E mais, o § 3º do item V do mesmo Art. 54 diz que “incorre nas mesmas penas previstas no parágrafo anterior quem deixar de adotar, quando assim o exigir a autoridade competente, medidas de precaução em caso de risco de dano ambiental grave ou irreversível.” A Cláusula Sexta – Do Inadimplemento, referente ao TAC, diz que “o não cumprimento parcial ou integral das obrigações assumidas, dentro dos prazos estabelecidos, sujeitara o COMPROMISSÁRIO, além da perda do direito à continuidade do processo de licenciamento ambiental, à aplicação das penalidades e sanções cabíveis nos termos da Lei Federal no. 9.605/98 – Lei de Crimes Ambientais e de seu Decreto no, 3.179/99, sem prejuízo da reparação do dano ambiental causado, com multa no valor de R$ 10.000,00 por dia.” A representação da ADECOM repleta de anexos e recheada com fotos do chorume correndo para o corpo hídrico vai trazer a tona o tema da poluição ambiental do rio Iguaçu, que corta as cidades de Fazenda Rio Grande e Curitiba e abastece, via SANEPAR (companhia de saneamento), diversos municípios paranaenses.</p>
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		<title>Moradores do bairro da Caximba em Curitiba estão organizados para viabilizar o encerramento do aterro sanitário municipal</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 02:09:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cidade de Curitiba, capital do estado do Paraná, tem aproximadamente 1.800.000 habitantes, distribuídos em 78 bairros. Um dos setenta e oito bairros de Curitiba leva o nome de Caximba, palavra de origem tupi-guarani, que significa “mato que gruda”. Caximba é um dos bairros mais antigos de Curitiba. Lá existem trabalhadores, aposentados, comerciantes, crianças, adolescentes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/06/caximba_igreja.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2110];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2111" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/06/caximba_igreja-300x181.jpg" alt="" width="300" height="181" /></a>A cidade de Curitiba, capital do estado do Paraná, tem aproximadamente 1.800.000 habitantes, distribuídos em 78 bairros. Um dos setenta e oito bairros de Curitiba leva o nome de Caximba, palavra de origem tupi-guarani, que significa “mato que gruda”. Caximba é um dos bairros mais antigos de Curitiba. Lá existem trabalhadores, aposentados, comerciantes, crianças, adolescentes, casas, igreja, creche e posto de saúde, assim como ocorre em centenas de outros bairros das 5.562 cidades brasileiras. A diferença gritante entre Caximba e os 77 bairros de Curitiba é que no primeiro está instalado o aterro sanitário municipal. Diariamente o aterro sanitário da Caximba recebe perto de 2.400 toneladas de lixo da cidade de Curitiba e de mais 15 municípios paranaenses. A igreja católica construída nesse bairro está localizada bem próxima ao aterro sanitário da Caximba. A creche comunitária, para onde vão os filhos de moradores do bairro da Caximba, está localizada também próxima ao aterro sanitário. A frente da creche comunitária está o posto de saúde do bairro da Cachimba, ou seja, também se situa próximo ao aterro sanitário. Casas de moradores estão nas proximidades do aterro municipal. Isso por si só já é mais do que uma motivação para que os moradores se organizem e busquem o fechamento do aterro sanitário da Caximba. Em 1721, o ouvidor Raphael Pires Pardinho foi, provavelmente, a primeira autoridade a se preocupar com o meio ambiente de Curitiba. Hoje são os moradores do bairro da Caximba que buscam pelos seus direitos e lutam na defesa do meio ambiente de Curitiba.</p>
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