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	<title>Máfia do Lixo &#187; Policia Federal</title>
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	<description>Editor: Adm. Enio Noronha Raffin</description>
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		<title>Empresa Trusher que atua com tratamento de lixo hospitalar no Rio de Janeiro é lacrada pela Polícia Federal</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 13:54:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na última terça-feira (29/11), a empresa Trusher que presta serviços de tratamento de lixo hospitalar, localizada na rua Prefeito Olímpio Melo, em Benfica, na Zona do Rio de Janeiro, recebeu uma inspeção da Polícia Federal e do Batalhão Ambiental. Nessa inspeção de surpresa, a Polícia Federal (PF) e o Batalhão Ambiental lacraram a usina de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última terça-feira (29/11), a empresa Trusher que presta serviços de tratamento de lixo hospitalar, localizada na rua Prefeito Olímpio Melo, em Benfica, na Zona do Rio de Janeiro, recebeu uma inspeção da Polícia Federal e do Batalhão Ambiental.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/11/PF-FECHA-TRUSHER-EM-BENFICA-NA-ZONA-NORTE-DO-RIO-DE-JANEIRO.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4129];player=img;" title="PF FECHA TRUSHER EM BENFICA NA ZONA NORTE DO RIO DE JANEIRO"><img class="alignleft size-full wp-image-4130" title="PF FECHA TRUSHER EM BENFICA NA ZONA NORTE DO RIO DE JANEIRO" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/11/PF-FECHA-TRUSHER-EM-BENFICA-NA-ZONA-NORTE-DO-RIO-DE-JANEIRO.jpg" alt="" width="352" height="445" /></a>Nessa inspeção de surpresa, a Polícia Federal (PF) e o Batalhão Ambiental lacraram a usina de tratamento da empresa Trusher, após constatar diversas irregularidades, entre elas a falha no sistema de filtro de águas.</p>
<p>O delegado da PF responsável pela operação disse que encontrou na usina água contaminada vazando para a rua. “Encontrei uma situação lamentável, ainda mais se tratando de uma das principais empresas que oferecem o serviço de tratamento de lixo hospitalar”, argumentou o delegado Fabio Scliar.</p>
<p>Dois funcionários da Trusher foram presos e encaminhados para prestar esclarecimentos na Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente e o Patrimônio Histórico, na Praça Mauá, na Zona Portuária do Rio de Janeiro.</p>
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		<title>Lixo infectante do Rio de Janeiro ingressa no Lixão de Gramacho sem qualquer intervenção da Comlurb</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Oct 2011 13:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A legislação brasileira que trata do lixo hospitalar é clara. Cabe a responsabilidade da coleta, transporte, tratamento e destinação final do lixo hospitalar, ao estabelecimento de saúde que o produz. Ainda determina a legislação brasileira, que os resíduos de saúde devem ser tratados e a seguir destinados em empreendimento devidamente licenciado, capaz de receber o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A legislação brasileira que trata do lixo hospitalar é clara. Cabe a responsabilidade da coleta, transporte, tratamento e destinação final do lixo hospitalar, ao estabelecimento de saúde que o produz.</p>
<p>Ainda determina a legislação brasileira, que os resíduos de saúde devem ser tratados e a seguir destinados em empreendimento devidamente licenciado, capaz de receber o lixo sem comprometer o meio ambiente.</p>
<p>Mas essa LEI brasileira não vale para o Governo do Estado do Rio de Janeiro, para a Prefeitura do RIO e para a COMLURB. Ou seja, eles não se submetem a legislação brasileira que trata do lixo hospitalar. Inacreditável, logo as autoridades que devem preservar o meio ambiente. Porque será? Vejamos.</p>
<p>O município de Duque de Caxias, distante 15 km da cidade do Rio de Janeiro, situado na Baixada Fluminense, possui uma população estimada em 855.046 habitantes. Lá está incrustado de lixo o maior passivo ambiental da América do Sul e certamente um dos maiores do mundo.</p>
<p>Vale destacar no município de Duque de Caxias, a presença do maior aterro sanitário da América Latina: o de Jardim Gramacho. Conhecido por Lixão de Gramacho. Ou ainda, a “Torneira de Chorume da Baía da Guanabara”.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/LIXÃO-DE-GRAMACHO.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4060];player=img;" title="LIXÃO DE GRAMACHO - Duque de Caxias - Rio de Janeiro"><img class="alignleft size-full wp-image-4061" title="LIXÃO DE GRAMACHO - Duque de Caxias - Rio de Janeiro" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/LIXÃO-DE-GRAMACHO.jpg" alt="" width="586" height="608" /></a></p>
<p>O empreendimento em Duque de Caxias constitui-se em meio de subsistência de grande número de famílias de catadores, que separam o material suscetível de reciclagem, porém encontra-se há muito tempo o aterro sanitário no limite de sua vida operacional para recebimento de resíduos urbanos. Lá não pode ser enterrado o lixo hospitalar. Não pode?</p>
<p>Os governos estadual e municipal planejam o fechamento do lixão para 2012.</p>
<p>Isso é o que hoje as autoridades do Rio de Janeiro declaram. Mas se consideramos o passado, algo me diz que a sociedade deve pressionar pelo encerramento do lixão, que a cada dia aumenta mais o seu passivo ambiental, e compromete ainda mais a Baía da Guanabara, um dos cartões postais da “Cidade Maravilhosa”.</p>
<p>Ao lermos na internet as declarações dessas autoridades, em anos passados, vamos nos deparar com os sucessivos erros em seus planejamentos no tempo. Prometeram o encerramento para 2010, depois para 2011, e agora falam que o fechamento do “Lixão de Gramacho” deve ocorrer em 2012. Dá para acreditar?</p>
<p>Centenas de milhares de toneladas de resíduos do Rio de Janeiro são enterradas no empreendimento de titularidade da Prefeitura do Rio, que está sob a gestão da COMLURB.</p>
<p>Recentemente alguns cidadãos do Rio de Janeiro, indignados com o que acontece a beira da Baía da Guanabara, fizeram uma fiscalização a frente da entrada do Lixão de Gramacho.</p>
<p>Lá entra o lixo hospitalar sem qualquer tratamento. Na cara da COMLURB. As fotos mostram uma camionete da própria COMLURB, abarrotada com lixo infectante, passa pelo portão de acesso do Lixão de Gramacho.<a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/VEICULO-DA-COMLURB-ENTRA-NO-LIXÃO-DE-GRAMACHO-RIO.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4060];player=img;" title="VEICULO DA COMLURB ENTRA NO LIXÃO DE GRAMACHO  COM LIXO INFECTANTE"><img class="alignright size-full wp-image-4062" title="VEICULO DA COMLURB ENTRA NO LIXÃO DE GRAMACHO  COM LIXO INFECTANTE" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/VEICULO-DA-COMLURB-ENTRA-NO-LIXÃO-DE-GRAMACHO-RIO.jpg" alt="" width="648" height="380" /></a></p>
<p>Dá para o leitor imaginar que a COMLURB (órgão público de titularidade da Prefeitura do RIO) descumpre a legislação brasileira com referência ao seu lixo infectante?</p>
<p>As fotos dizem tudo. A Polícia Federal deveria vistoriar o Lixão de Gramacho (por dentro, já fizeram por fora) e ver onde enterram o lixo hospitalar misturado aos resíduos domiciliares. Fotos aéreas coletadas no empreendimento mostram o local que está cercado apenas por um fio de arame farpado.</p>
<p>Entende certamente a gestora do aterro sanitário, que com essa cerca de arame farpado, o lixo hospitalar está “separado” dos resíduos domiciliares que lá estão sendo enterrados diariamente.</p>
<p>Um crime ambiental na cara do povo brasileiro com a conivência da COMLURB. Isso por si só já deveria com que o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro promovesse a abertura de Inquérito Civil e a seguir propor uma ação de improbidade e criminal contra essas autoridades.</p>
<p>A COMLURB, que é a gestora do empreendimento de Duque de Caxias, permite que lá ingresse lixo infectante, contrariando o que está previsto na Licença de Operação do Lixão de Gramacho. Mas não é só a COMLURB que lá destina o lixo infectante.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/CAMINHAO-FACILITY-ENTRANDO-NO-LIXÃO-DE-GRAMACHO-RIO.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4060];player=img;" title="CAMINHAO FACILITY ENTRANDO COM LIXO INFECTANTE NO LIXÃO DE GRAMACHO"><img class="alignleft size-large wp-image-4063" title="CAMINHAO FACILITY ENTRANDO COM LIXO INFECTANTE NO LIXÃO DE GRAMACHO" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/CAMINHAO-FACILITY-ENTRANDO-NO-LIXÃO-DE-GRAMACHO-RIO-1024x575.jpg" alt="" width="489" height="218" /></a>Empresas privadas, entre elas as contratadas sem licitação pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, também lá destinam o lixo hospitalar infectante, com o consentimento da COMLURB, o qual não barra a entrada no seu Aterro Sanitário de Gramacho. Inacreditável.</p>
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		<title>PF flagra fraude na coleta e transporte de lixo hospitalar na cidade do Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 22:12:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Comlurb]]></category>
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		<description><![CDATA[Na última quinta-feira (20/10) a Polícia Federal (PF), por meio da Delegacia de Meio Ambiente, compareceu no Hospital Quinta D´Or na “Cidade Maravilhosa”. O estabelecimento de saúde Quinta D&#8217;Or é um hospital geral privado, localizado na zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, que tem reconhecimento pelo tratamento em casos de alta complexidade e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última quinta-feira (20/10) a Polícia Federal (PF), por meio da Delegacia de Meio Ambiente, compareceu no Hospital Quinta D´Or na “Cidade Maravilhosa”.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-4055" title="" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/FOTO-HOSPITAL-QUINTA-DOR-RIO-300x300.jpg" alt="" width="230" height="228" />O estabelecimento de saúde Quinta D&#8217;Or é um hospital geral privado, localizado na zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, que tem reconhecimento pelo tratamento em casos de alta complexidade e por sua completa emergência, funcionando 24 horas do dia.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/CAMINHÃO-DA-MULTIAMBIENTAL-APREENDIDO-NO-RIO.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4054];player=img;" title="CAMINHÃO DA MULTIAMBIENTAL"><img class="alignleft size-medium wp-image-4057" title="CAMINHÃO DA MULTIAMBIENTAL" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/CAMINHÃO-DA-MULTIAMBIENTAL-APREENDIDO-NO-RIO-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>No Hospital Quinta D´Or, os agentes da PF localizaram um caminhão coletor de lixo da empresa MULTIAMBIENTAL Coletas e Transportes Ltda, carregando lixo hospitalar do estabelecimento privado.</p>
<p> A empresa MULTIAMBIENTAL Coletas e Transportes Ltda possui licença de operação (L.O. NO. IN017155), concedida pelo Instituto Estadual do Ambiente (INEA), órgão vinculado a Secretaria do Ambiente do Governo do Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/IMAGEM-LO-MULTIAMBIENTAL-RIO-VERMELHO.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4054];player=img;" title="LO-MULTIAMBIENTAL"><img class="alignleft size-medium wp-image-4056" title="LO-MULTIAMBIENTAL" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/IMAGEM-LO-MULTIAMBIENTAL-RIO-VERMELHO-300x294.jpg" alt="" width="300" height="294" /></a>Conforme a L.O. NO. IN017155, a MULTIAMBIENTAL está habilitada “para realizar as atividades de coleta e transporte de resíduos de saúde e de resíduos sólidos urbanos”.</p>
<p>Essa empresa possui ainda o Certificado de Credenciamento no.28. fornecido pela Comlurb, órgão responsável pela limpeza urbana do Rio, que a permite realizar “os serviços de coleta e transporte de Resíduos Extraordinários, Infectantes e Inertes no município do Rio de Janeiro”.</p>
<p>Em outras palavras, a MULTIAMBIENTAL não pode fazer o tratamento do “lixo hospitalar”, apenas coletar e transportar os resíduos de saúde no Estado do Rio de Janeiro e na cidade do Rio.</p>
<p>A PF comprovou que o lixo hospitalar do Quinta D´Or estava sendo carregado em um caminhão coletor da MULTIAMBIENTAL. Esse lixo hospitalar dentro do caminhão coletor era compactado junto com os resíduos sólidos urbanos que já se encontravam no veículo. Tal disposição configura fraude e crime ambiental. A legislação brasileira determina como proceder com os resíduos de estabelecimentos de saúde do País. Esses devem ser coletados e  tratados (autoclave ou incineração) e depois destinados adequadamente em empreendimento devidamente licenciado.</p>
<p>Segundo o delegado federal Fábio Scliar, três funcionários da empresa de lixo extraordinário e um funcionário do hospital foram detidos e levados à sede da PF para prestar esclarecimentos.</p>
<p>De acordo com o delegado Sciliar, outros estabelecimentos de saúde do Rio de Janeiro são suspeitos de participação no esquema.<span id="more-4054"></span></p>
<p>A PF deve fazer uma operação nos serviços de coleta e transporte de resíduos da MULTIAMBIENTAL junto aos estabelecimentos de saúde do Governo do Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>A MULTIAMBIENTAL, flagrada pela PF misturando lixo hospitalar do Quinta D´Or aos resíduos sólidos urbanos de um caminhão compactador, de propriedade da empresa privada coletora, também presta serviços de coleta e transporte de resíduos hospitalares para o Governo do Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Conforme o Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro (DOERJ), de 12 de Julho de 2011, Pg. 9. Parte I &#8211; Poder Executivo, se tem conhecimento público que foram aprovados diversos processos da MULTIAMBIENTAL COLETAS E TRANSPORTES LTDA para os serviços de coleta e transporte de resíduos comum, infectante e químico dos estabelecimentos do estado do Rio de Janeiro. Vejamos.</p>
<p>Proc. nº E-08/72352/2011 &#8211; APROVO a despesa referente a Termo de Ajuste de contas para prestação de serviços de coleta e transporte de resíduos comum, infectante e químico, no mês de abril/2011, em favor de MULTIAMBIENTAL COLETAS E TRANSPORTES LTDA, no valor de R$ 40.806,80 (quarenta mil oitocentos e seis reais e oitenta centavos), não sujeita a Lei Federal nº 8666/93.</p>
<p>Proc. nº E-08/71762/2011 &#8211; APROVO a despesa referente a Termo de Ajuste de contas para prestação de serviços de coleta e transporte de resíduos comum, infectante e químico, no mês de março/2011, em favor de MULTIAMBIENTAL COLETAS E TRANSPORTES LTDA, no valor de R$ 136.051,84 (cento e trinta e seis mil cinqüenta e um reais e oitenta e quatro centavos), não sujeita a Lei Federal nº 8666/93.</p>
<p>Proc. nº E-08/71762/2011 &#8211; APROVO a despesa referente a Termo de Ajuste de contas para prestação de serviços de coleta e transporte de resíduos comum, infectante e químico, no mês de março/2011, em favor de MULTIAMBIENTAL COLETAS E TRANSPORTES LTDA, no valor de R$ 42.973,68 (quarenta e dois mil novecentos e setenta e três reais e sessenta e oito centavos), não sujeita a Lei Federal nº 8666/93.</p>
<p>Proc. nº E-08/70507/2011 &#8211; APROVO a despesa referente a Termo de Ajuste de contas para prestação de serviços de coleta e transporte de resíduos comum, infectante e químico, no mês de janeiro/2011, em favor de MULTIAMBIENTAL COLETAS E TRANSPORTES LTDA, no valor de R$ 39.172,34 (trinta e nove mil cento e setenta e dois reais e trinta e quatro centavos), não sujeita a Lei Federal nº 8666/93.</p>
<p>Proc. nº E-08/70507/2011 &#8211; APROVO a despesa referente a Termo de Ajuste de contas para prestação de serviços de coleta e transporte de resíduos comum, infectante e químico, no mês de janeiro/2011, em favor de MULTIAMBIENTAL COLETAS E TRANSPORTES LTDA, no valor de R$ 30.978,96 (trinta mil novecentos e setenta e oito reais e noventa e seis centavos), não sujeita a Lei Federal nº 8666/93.</p>
<p>Proc. nº E-08/71133/2011 &#8211; APROVO a despesa referente a Termo de Ajuste de contas para prestação de serviços de coleta e transporte de resíduos comum, infectante e químico, no mês de fevereiro/2011, em favor de MULTIAMBIENTAL COLETAS E TRANSPORTES LTDA, no valor de R$ 29.473,69 (vinte e nove mil quatrocentos e setenta e três reais e sessenta e nove centavos), não sujeita a Lei Federal nº 8666/93.</p>
<p>Proc. nº E-08/71133/2011 &#8211; APROVO a despesa referente a Termo de Ajuste de contas para prestação de serviços de coleta e transporte de resíduos comum, infectante e químico, no mês de fevereiro/2011, em favor de MULTIAMBIENTAL COLETAS E TRANSPORTES LTDA, no valor de R$ 5.596,42 (cinco mil quinhentos e noventa e seis reais e quarenta e dois centavos), não sujeita a Lei Federal nº 8666/93.</p>
<p>Somente entre janeiro e abril de 2011, a empresa MULTIAMBIENTAL faturou R$ 325.053,73 com a coleta e transporte de lixo hospitalar infectante da rede de saúde do Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro mantém, sem licitação pública, diversos contratos com empresas privadas para os serviços de coleta e transporte de seus resíduos de serviços de saúde (lixo hospitalar), os quais acabam sendo enterrados no Aterro Sanitário de Gramacho, conhecido por “Lixão de Gramacho”, sem qualquer tratamento.</p>
<p>Por sua vez o órgão ambiental estadual que deveria impedir que isso acontecesse (enterrar lixo hospitalar sem tratamento no Gramacho), se omite. Permite que o lixo hospitalar estadual continue a ser destinado no maior lixão da América do Sul em total descumprimento da legislação ambiental brasileira.</p>
<p>Porque o governo do Rio de Janeiro está mantendo empresas privadas, contratadas sem licitação, para a realização desses serviços de coleta, transporte, tratamento e destino final do lixo hospitalar? Quais as empresas que se beneficiam das condições atuais? Quanto é pago para cada uma dessas empresas privadas? Quanto de lixo hospitalar é produzido nos estabelecimentos de saúde do Estado do Rio de Janeiro?</p>
<p>Porque a pasta de Saúde do governo do Estado do Rio de Janeiro ainda não promoveu uma concorrência pública (de acordo com a Lei Federal 8666/93), tendo por objeto a coleta, transporte, tratamento e destino final do lixo hospitalar de seus estabelecimentos de saúde de acordo com as normas do CONAMA?</p>
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		<title>Brasil pode estar sendo o destino do lixo hospitalar dos Estados Unidos há pelo menos 10 anos</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 17:01:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na semana passada a Receita Federal descobriu no porto de Suape um container oriundo dos Estados Unidos que continha uma irregularidade na documentação de importação. Suape é um porto brasileiro localizado no estado de Pernambuco, entre os municípios de Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho, mais exatamente na Foz do Rio Massangana. Conectado a 160 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada a Receita Federal descobriu no porto de Suape um container oriundo dos Estados Unidos que continha uma irregularidade na documentação de importação. Suape é um porto brasileiro localizado no estado de Pernambuco, entre os municípios de Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho, mais exatamente na Foz do Rio Massangana. Conectado a 160 portos em todos os continentes, o porto de Suape está localizado a 35 km da cidade de Recife e já movimenta hoje mais de 5 milhões de toneladas de carga por ano. Dotado de Porto Externo, Porto Interno, Terminais de Granéis Líquidos, Cais de Múltiplos Usos, além de um Terminal de Contêineres, Suape está preparado para atender navios de grande porte. <a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/PORTO-DE-SUAPE-EM-PERNAMBUCO.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4038];player=img;" title="PORTO DE SUAPE EM PERNAMBUCO"><img class="alignright size-full wp-image-4039" title="PORTO DE SUAPE EM PERNAMBUCO" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/PORTO-DE-SUAPE-EM-PERNAMBUCO.jpg" alt="" width="640" height="284" /></a></p>
<p>Fiscais da Receita Federal na Aduana do porto de Suape, ao manusearem o documento de importação desse container, notaram que o valor declarado do produto importado era incompatível com os custos de transporte do navio de propriedade de uma agência marítima responsável pela descarga da caixa metálica no Brasil.</p>
<p>Com o alerta vermelho, fiscais no porto de Suape abriram o container (caixa metálica) vindo dos Estados Unidos e encontraram 23,3 toneladas de lixo hospitalar. Certamente se não tivessem notada a irregularidade na documentação de importação, o container não seria vistoriado pelos fiscais da Aduana da Receita Federal no porto de Suape e o mesmo passaria despercebido.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/CONTAINER-COM-LIXO-HOSPITALAR-PORTO-DE-SUAPE.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4038];player=img;" title="CONTAINER COM LIXO HOSPITALAR - PORTO DE SUAPE"><img class="alignleft size-medium wp-image-4040" title="CONTAINER COM LIXO HOSPITALAR - PORTO DE SUAPE" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/CONTAINER-COM-LIXO-HOSPITALAR-PORTO-DE-SUAPE-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>A empresa importadora desse container com 23,3 toneladas de lixo hospitalar possui a razão social “Na Intimidade Ltda”, que conforme comprovante de inscrição e de situação cadastral na Receita Federal, tem a sua sede localizada na rua Severina Lopes do Nascimento no. 30 &#8211; Santa Cruz do Capibaribe, em Pernambuco.</p>
<p>Apenas dois dias após essa descoberta no porto de Suape, fiscais da Receita Federal encontram um segundo container importado pela empresa Na Intimidade Ltda. Esse também carregado com 23,3 toneladas de lixo hospitalar vindo dos Estados Unidos. Para a empresa eram “tecidos de algodão com defeito”.<a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/TECIDOS-DE-ALGODÃO-COM-DEFEITO-PORTO-SUAPE.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4038];player=img;" title="TECIDOS DE ALGODÃO COM DEFEITO-PORTO SUAPE"><img class="alignright size-medium wp-image-4042" title="TECIDOS DE ALGODÃO COM DEFEITO-PORTO SUAPE" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/TECIDOS-DE-ALGODÃO-COM-DEFEITO-PORTO-SUAPE-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Em uma semana de fiscalização no porto de Suape foram localizados dois containeres contendo o total de 46,6 toneladas de lixo hospitalar dos Estados Unidos.<a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/LIXO-HOSPITLAR-PORTO-SUAPE-FOTO-02.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4038];player=img;" title=""><img class="alignright size-medium wp-image-4041" title="" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/LIXO-HOSPITLAR-PORTO-SUAPE-FOTO-02-300x199.jpg" alt="" width="336" height="215" /></a></p>
<p>A empresa pernambucana Na Intimidade Ltda tem em seu portfólio as lojas denominadas “Império do Forro de Bolso” (o leitor pode consultar o registro do domínio forrodebolso.com.br e conhecer que o titular é Altair Teixeira de Moura – 2103482).</p>
<p>O site “Império do Forro de Bolso” publicado na internet no endereço <a href="http://www.forrodebolso.com.br/">www.forrodebolso.com.br</a>  diz que são duas, uma sede que fica no centro da cidade de Santa Cruz do Capibaribe (PE) e outra no município de Toritama (PE). <a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/FACHADA-DA-LOJA-FORRO-DE-BOLSO.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4038];player=img;" title="FACHADA DA LOJA FORRO DE BOLSO"><img class="alignleft size-medium wp-image-4043" title="FACHADA DA LOJA FORRO DE BOLSO" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/FACHADA-DA-LOJA-FORRO-DE-BOLSO-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a></p>
<p>Santa Cruz do Capibaribe é um município brasileiro do estado de Pernambuco. É a terceira maior cidade pernambucana em população, possuindo  87.582 habitantes segundo o censo do IBGE/2010.</p>
<p>Considerada a maior produtora de confecções de Pernambuco e a segunda maior produtora de confecções do Brasil, Santa Cruz do Capibaribe é o principal ponto de escoação e vendas de confecções pernambucanas, que junto com Toritama (população estimada de 35.554 habitantes – IBGE/2010) e Caruaru (população de 314.312 habitantes – IBGE/2010) formam o destacado “Triângulo das Confecções”.</p>
<p>O empresário Altair Teixeira de Moura comanda a Na Intimidade Ltda, tendo sido sócio também na Forrozão dos Retalhos Ltda, empresa essa que possui a sua sede no município pernambucano de Santa Cruz do Capibaribe.</p>
<p>Desde 2001 o empresário Altair Moura faz importações de “tecidos de algodão com defeito” dos Estados Unidos. Moura possui mais de 10 anos de experiência na importação de “tecidos de algodão com defeito” dos Estados Unidos.</p>
<p>Primeiramente, Moura fez negócios nos Estados Unidos por meio da empresa Forrozão dos Retalhos Ltda, onde era sócio, importando “tecidos de algodão com defeito” entre os anos de 2001 e 2009 (nove anos de importação). Quando deixou a sociedade da Forrozão dos Retalhos Ltda, o empresário pernambucano passou a importar dos Estados Unidos, por meio da empresa Na Intimidade Ltda. A data início das operações internacionais dessa empresa ocorreu em 2009. A empresa pernambucana, conforme dados do governo federal descritos no site do Ministério da Industria e Comércio, está entre as empresas brasileiras que importam até 1 milhão de dólares por ano.</p>
<p>Santa Cruz do Capibaripe recebe “tecidos de algodão com defeito” dos Estados Unidos há mais de 10 anos. Consta nos dados estatísticos do Ministério de Industria e Comércio do Governo Federal que somente duas empresa importaram “tecidos de algodão com defeito”:  a empresa Na Intimidade Ltda e a Forrozão dos Retalhos Ltda.</p>
<p>Ambas tiveram o comando do empresário Altair Moura.Ainda nessa semana passada, foram rastreadas as importações da empresa Na Intimidade Ltda.</p>
<p>Conforme informações públicas, a empresa Na Intimidade Ltda já havia importado nesse ano o total de seis (6) containeres com “tecidos de algodão com defeito” dos Estados Unidos.Essas seis unidades passaram pelo porto de Suape, e fiscais da Receita Federal na Aduana local não vistoriaram a meia dúzia de containeres com “tecidos de algodão com defeito”. Os seis containeres foram entregues na empresa importadora em Santa Cruz do Capibaripe.</p>
<p>A empresa pernambucana Na Intimidade Ltda,  responsável pelos dois contêineres com lixo hospitalar apreendidos na última semana no Porto de Suape, vai receber nessa semana outros 14 contêineres vindos também dos Estados Unidos. A carga de “tecidos de algodão com defeito” chegará no porto de Suape no próximo sábado (22/10). A agência marítima responsável por transportar a carga de “tecidos de algodão com defeito”, empresa essa que já havia transportado os dois primeiros containeres com lixo hospitalar dos Estados Unidos, informou à Receita Federal e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária que os 14 contêineres foram despachados pela mesma empresa exportadora norte-americana, a qual enviou as primeiras 46,6 toneladas de lixo hospitalar (resíduos de saúde classificados como potencialmente infectantes pela legislação sanitária brasileira). A cidade da empresa exportadora do lixo hospitalar tem sede na Carolina do Sul, nos Estados Unidos.</p>
<p>Então podemos concluir, em tese, que a empresa Na Intimidade Ltda negociou 22 containeres com “tecidos de algodão com defeito”, todos oriundos dos Estados Unidos. Vejamos.</p>
<p>Seis unidades já foram recebidas pela empresa Na Intimidade Ltda. Duas outras unidades de containeres foram apreendidas contendo lixo hospitalar dos Estados Unidos. E quatorze novos containeres estão prestes de desembarcarem no Brasil. Somando dá 22 containeres, cada um com 23,3 toneladas de carga.</p>
<p>Ao serem descarregados esses 14 containeres, os mesmos vão ser abertos e vistoriados pelos fiscais da Receita Federal, que terão acompanhamento da Polícia Federal, membros do Ministério Público Federal, fiscais do Ibama, da Anvisa e jornalistas.</p>
<p>Certamente o leitor vai ficar surpreso com a carga dos novos 14 containeres. Serão mais 368,2 toneladas de “tecidos de algodão com defeito” e deverão desembarcar  no porto de Suape em Pernambuco.</p>
<p>No total esse ano a empresa Na Intimidade Ltda importou mais de 500 toneladas de “tecidos de algodão com defeito” dos Estados Unidos.</p>
<p>Na última sexta-feira (14/10), fiscais do Ibama e da Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária foram a Santa Cruz do Capibaribe, à procura da empresa que estaria importando lixo hospitalar dos Estados Unidos. </p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/MODELOS-DE-FORRO-DE-BOLSO-E-SEUS-PREÇOS.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4038];player=img;" title="MODELOS DE FORRO DE BOLSO E SEUS PREÇOS"><img class="alignright size-medium wp-image-4044" title="MODELOS DE FORRO DE BOLSO E SEUS PREÇOS" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/MODELOS-DE-FORRO-DE-BOLSO-E-SEUS-PREÇOS-300x219.jpg" alt="" width="300" height="219" /></a>Os agentes chegaram de surpresa na loja “Império do Forro de Bolso”, de titularidade do empresário Altair Moura. A loja da empresa Na intimidade Ltda é especializada na venda de tecidos e panos de chão. Ela ainda fabrica forros de roupas e bolsos que são aplicados em calças jeans, bermudas e calças de ternos de executivos. O leitor pode se perguntar se o bolso de sua calça jeans ou de seu terno não é produzido em Santa Cruz do Capibaripe. Pode estar usando um dos forros de bolso feitos a partir do lixo hospitalar. Dá para imaginar?</p>
<p>Na loja vistoriada, os fiscais encontraram lençóis e fronhas de unidades de saúde militar com manchas marrons, que as autoridades acreditam ser de sangue, e batas com palavras em inglês impressas no tecido.</p>
<p>Esse lixo hospitalar dos Estados Unidos (iguais aos apreendidos pela Receita Federal no porto de Suape) era vendido por quilo em Santa Cruz do Capibaribe.</p>
<p>A suspeita das autoridades é de que o empresário pernambucano reutilizava o “lixo hospitalar” (tecidos de algodão com defeito) importado dos Estados Unidos na fabricação das peças que vendia na loja “Império do Forro de Bolso” em Santa Cruz do Capibaripe e Toritama.</p>
<p>Para o leitor ter uma dimensão do que acontecia com os “tecidos de algodão com defeito” importados dos hospitais dos Estados Unidos, na empresa Na Intimidade, tanto em Santa Cruz do Capibaripe como em Toritama, haviam mesas de corte de tecidos.</p>
<p>“Eles descartavam a parte que tinham o nome dos hospitais e faziam os moldes para os bolsos com o restante do tecido”, explica Jaime Brito, gerente geral da Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária.</p>
<p>De acordo com depoimento de funcionários, o tecido de algodão importado era cortado e vendido para fábricas de confecção.  Estima-se que só na loja na cidade de Toritama havia 23 toneladas do lixo hospitalar, ou seja, um container inteiro importado dos Estados Unidos, esperando para entrar na linha de corte, cujos produtos seriam vendidos no Brasil.</p>
<p>As lojas da empresa têxtil, localizadas nas cidades de Santa Cruz do Capibaribe e de Toritama, foram interditadas pela Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) e pelo Ibama.</p>
<p>Se considerarmos somente o preço do kilo do forro de bolso anunciado na loja pernambucana &#8221;Império do Forro de Bolso&#8221;, a empresa Na Intimidade Ltda poderia faturar nesse carregamento de 22 containeres (500 toneladas de &#8220;tecido de algodão com defeito&#8221;), o montante de R$ 7 milhões.</p>
<p>Certamente a Receita Federal vai ainda verificar se existe ou não a sonegação fiscal.</p>
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		<title>Polícia Federal faz operação na Caenge S/A que atua na área do lixo em Brasília</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 20:40:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3135" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/06/caenge-lixo.jpg" alt="" width="601" height="107" />Em cumprimento a uma determinação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF–1ª), a Polícia Federal (PF) fez na manhã desta segunda-feira (14/6) uma operação de busca e apreensão na sede da empresa Caenge S.A, em Brasília. A Caenge S/A atua na área do lixo. Um dos objetivos da ação seria apurar ligações entre a promotora de Justiça Deborah Guerner em contratos executados pela empresa. Deborah responde a processo administrativo no Conselho Nacional do Ministério Público por suposta participação em esquema de tráfego de influência que teria beneficiado o ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa. Em depoimento à Polícia Federal, Durval Barbosa, afirmou que Bandarra e Guerner teriam recebido R$ 1,6 milhão para que fizessem vista grossa aos contratos emergenciais do GDF com empresas de coleta de lixo. Durval Barbosa disse que o procurador-geral de Justiça Leonardo Bandarra e Deborah Guerner recebiam pagamento de empresas prestadores do serviço de coleta de lixo. De acordo com a assessoria de imprensa da PF, o processamento do conteúdo do material apreendido está sendo avaliado.</p>
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		<title>Polícia Federal começa a investigar a ‘máfia do lixo internacional’ no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 15:14:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Era de se esperar que em um fato gravíssimo que envolve a “máfia do lixo internacional” tivesse a investigação da Polícia Federal (PF). Ontem, quarta-feira (08/07) a “Força-Tarefa” criada no Rio Grande do Sul para investigar o caso do lixo industrial, tóxico e doméstico que foi descarregado no Porto de Rio Grande e no Porto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2155" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/07/container_lixo_rio_grande.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2153];player=img;"><img class="size-medium wp-image-2155" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/07/container_lixo_rio_grande-300x268.jpg" alt="Máfia internacional envia lixo industrial, tóxico e doméstico para o Brasil " width="300" height="268" /></a><p class="wp-caption-text">Máfia internacional envia lixo industrial, tóxico e doméstico para o Brasil </p></div>
<p style="text-align: justify;">Era de se esperar que em um fato gravíssimo que envolve a “máfia do lixo internacional” tivesse a investigação da Polícia Federal (PF). Ontem, quarta-feira (08/07) a “Força-Tarefa” criada no Rio Grande do Sul para investigar o caso do lixo industrial, tóxico e doméstico que foi descarregado no Porto de Rio Grande e no Porto de Santos, em São Paulo, recebeu informação de que a Polícia Federal começou atuar. Atendendo solicitação da Procuradoria da República, a Polícia Federal abriu inquérito para apurar as responsabilidades sobre a transferência do lixo, algo em torno de 64 containeres repletos de lixo (seriam aproximadamente 1.200 toneladas). Nos próximos 30 dias, a equipe comandada pelo delegado João Manoel Vieira Filho deve ouvir todos os envolvidos. A apuração terá início a partir dos documentos pertinentes à carga, enviados pela Procuradoria e Receita Federal. “As investigações devem levar tempo, porque há empresas estrangeiras envolvidas”, prevê o delegado da PF. Antes da abertura do inquérito, uma reunião preliminar entre o Ministério Público Federal (MPF), a PF e a Receita Federal definiu a articulação do trabalho conjunto entre os órgãos públicos. O lixo, que chegou criminosamente ao Brasil entre fevereiro e maio deste ano, foi embarcado no porto de Felixtowe, na Inglaterra, fazendo escala em Antuérpia, na Bélgica. A carga foi identificada nos documentos de importação, de forma fraudulenta, como polímeros de etileno. Em nota oficial, a Procuradoria da República divulgou que a carga deve retornar à Europa. A procuradora Anelise Becker, de Rio Grande, no RS, remeteu ofício ao Ministério das Relações Exteriores. O órgão federal deve solicitar ao Reino Unido para que providencie o retorno do lixo à sua origem. Até o momento, as investigações apontam que o lixo foi enviado por uma exportadora inglesa. O material levado a Rio Grande (RS) tinha como destino uma empresa da cidade de Bento Gonçalves (RS). Cinco empresas (quatro com sede no Rio Grande do Sul e uma em São Paulo) importaram o lixo do exterior. Cada uma foi autuada em R$ 408,8 mil pelo Ibama. As investigações da Polícia Federal também apuram que benefícios as empresas teriam em trazer a carga de lixo ao Brasil. “Já existe todo um histórico de uma prática da máfia na Itália de desviar o lixo do descarte e colocar em outros países. A gente já tinha informação de que esse tipo de prática acontecia nos países africanos. Agora, infelizmente, acontece aqui no Brasil”, afirmou Marco Medeiros, inspetor da Receita Federal.</p>
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		<title>PF identifica 17 pontos de entradas de armas ilegais no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 12:28:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um levantamento da Polícia Federal identificou pelo menos 17 cidades de fronteira usadas como ponto de entrada de armas ilegais no Brasil. Entre as cidades usadas pelos traficantes de armas, seis estão na fronteira do Mato Grosso do Sul com o Paraguai, Bela Vista, Ponta Porã, Coronel Sapucaia, Paranhos, Sete Quedas e Mundo Novo. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um levantamento da Polícia Federal identificou pelo menos 17 cidades de fronteira usadas como ponto de entrada de armas ilegais no Brasil. Entre as cidades usadas pelos traficantes de armas, seis estão na fronteira do Mato Grosso do Sul com o Paraguai, Bela Vista, Ponta Porã, Coronel Sapucaia, Paranhos, Sete Quedas e Mundo Novo. O Rio Grande do Sul figura como ponto de entrada de armas, por meio da fronteira argentina, pela cidade de Uruguaiana, e da fronteira uruguaia, pelas cidades de Quaraí e Santana do Livramento. Armas vindas do Paraguai também entram em território brasileiro por duas cidades paranaenses: Foz do Iguaçu e Guaíra. Na Amazônia, a cidade de Tabatinga, na fronteira com a Colômbia, é outro ponto usado por traficantes de armas. Já as armas vindas da Bolívia entram por pelo menos cinco cidades em quatro estados: Corumbá, em Mato Grosso do Sul, Cáceres, no Mato Grosso, Guajará-Mirim, em Rondônia e Brasiléia e Plácido de Castro, no Acre. O principal desafio enfrentado pela Polícia Federal é a grande extensão da fronteira terrestre brasileira, com mais 16.800 quilômetros. Diante da impossibilidade de vigiar toda a faixa de fronteira, a Polícia Federal vem investindo no trabalho de inteligência e em ações conjuntas com os países vizinhos, para evitar a entrada dessas armas no Brasil. Além das 17 cidades de fronteira, o levantamento da Polícia Federal identificou os portos de Santos, em São Paulo, de Sepetiba, no Rio de Janeiro, e de Paranaguá, no Paraná, como pontos vulneráveis para a entrada de armas. Apesar de não constar especificamente nesse levantamento, o Lago de Itaipu, localizado entre as cidades de Foz do Iguaçu e Guaíra, no Paraná, vem sendo usado cada vez mais como rota por traficantes e contrabandistas, segundo informações da própria Polícia Federal.</p>
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		<title>PF usa máquina de contar cédulas para calcular o montante do dinheiro apreendido na casa de desembargador do Espírito Santo</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 12:46:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Vitória]]></category>

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		<description><![CDATA[A Polícia Federal apreendeu R$ 500 mil em dinheiro que estava estocado na residência do desembargador do Tribunal de Justiça do Espírito Santo, Elpídio José Duque, localizada no bairro de Santa Cecília, em Vitória. Fontes que acompanharam a operação disseram que a PF precisou pedir uma máquina de contar dinheiro do Banco do Brasil para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal apreendeu R$ 500 mil em dinheiro que estava estocado na residência do desembargador do Tribunal de Justiça do Espírito Santo, Elpídio José Duque, localizada no bairro de Santa Cecília, em Vitória. Fontes que acompanharam a operação disseram que a PF precisou pedir uma máquina de contar dinheiro do Banco do Brasil para mensurar o valor da apreensão.<img class="alignright size-medium wp-image-571" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2008/12/maquina_dinheiro_2-282x300.jpg" alt="" width="282" height="300" /> A apreensão de R$ 500 mil ocorreu durante a Operação Naufrágio, que prendeu oito pessoas no Espírito Santo. As prisões foram determinadas pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça). Durante as investigações, surgiram ainda evidências de nepotismo no Tribunal de Justiça capixaba. A Polícia Federal prendeu o presidente do Tribunal de Justiça do Espírito Santo, Frederico Guilherme Pimentel, o desembargador Elpídio José Duque, o desembargador Josenider Varejão Tavares, o filho do presidente do TJ-ES, o juiz de Cariacica, Frederico Luís Schaider Pimentel, a cunhada dele, Bárbara Pignaton Sarcinelli, diretora de Registro do tribunal, e o advogado Paulo Duque sob a acusação de envolvimento no esquema. O sétimo mandado de prisão foi cumprido contra outro advogado, Pedro Celso Pereira. <span id="more-570"></span>A oitava prisão ocorrida em Vitória foi por flagrante de porte de arma de uso privativo das Forças Armadas. De acordo com a Polícia Federal, a quadrilha negociava decisões judiciais. Por envolver desembargadores, que têm foro privilegiado, o caso foi encaminhado para o Supremo Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, e foi presidido pela ministra Laurita Vaz. Além dos mandados de prisão, a Justiça autorizou 24 ações de busca e apreensão. Foram feitas também diversas buscas em gabinetes do Tribunal. A PF e o Ministério Público Federal pediram ao STJ a prisão de outros desembargadores, mas a ministra Laurita Vaz não as concedeu. Batizada de Operação Naufrágio, a ação foi coordenada pela Diretoria de Inteligência Policial (DIP) da PF, em Brasília. A investigação começou logo após a Operação Titanic, que, em abril deste ano, desmontou um esquema de fraudes em importações de veículos que envolvia os crimes de falsidade ideológica, evasão de divisas, sonegação fiscal, tráfico de influência e quadrilha. Ontem, às 17h30, todos os presos foram enviados para Brasília num avião da Força Aérea Brasileira (FAB). A operação foi comanda por um delegado da DIP, com o apoio de 20 policiais de Brasília em suporte aos agentes capixabas.</p>
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		<title>PF apreende borboletas em residência particular de Belo Horizonte</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 09:59:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[Crime ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>

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		<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) apreendeu na última quarta-feira grande quantidade de borboletas, casulos, pupas e material de coleta de insetos, em uma residência de Belo Horizonte, Minas Gerais. A apreensão, fruto de um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça, comprovará um crime ambiental que vinha sendo investigado desde 2000. A delegada Cristina Amaral, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-367" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2008/12/borboleta-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" />A Polícia Federal (PF) apreendeu na última quarta-feira grande quantidade de borboletas, casulos, pupas e material de coleta de insetos, em uma residência de Belo Horizonte, Minas Gerais. A apreensão, fruto de um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça, comprovará um crime ambiental que vinha sendo investigado desde 2000. A delegada Cristina Amaral, da Delegacia de Crimes Ambientais, não forneceu mais dados sobre o suspeito, que se encontra viajando com a esposa. Ele deve ser intimado para prestar esclarecimentos sobre o material. O Ibama lavrou notificação contra o dono do material, que responderá por crime contra a fauna, previsto no artigo 29 da lei 9605/98, com pena prevista de 6 meses a 1 ano: ‘Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida’. De acordo com a investigação da Justiça, há suspeita de que os animais eram enviados até para o exterior sem possuir autorização legal do Ibama. Se comprovado, o suspeito também será acusado por contrabando.</p>
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