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	<title>Máfia do Lixo &#187; Meio Ambiente</title>
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	<description>Editor: Adm. Enio Noronha Raffin</description>
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		<title>Pró-Ambiente faz terraplenagem para construção de novas células de resíduos industriais sem licenciamento ambiental</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 12:18:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Central de Resíduos Industriais]]></category>
		<category><![CDATA[Gravataí]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[PRÓ-AMBIENTE INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS E RESÍDUOS INDUSTRIAIS LTDA]]></category>
		<category><![CDATA[professor Marco Antonio Dexheimer]]></category>
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		<description><![CDATA[Em despacho no Processo 015/1.11.0017394-5 que tramita na Justiça do RS, o juiz Rodrigo de Souza Allem, da 1ª Vara Cível da Comarca de Gravataí, deferiu “os pedidos de tutela antecipada articulados pelo MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, para o fim de determinar a imediata suspensão das atividades de recebimento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em despacho no Processo 015/1.11.0017394-5 que tramita na Justiça do RS, o juiz Rodrigo de Souza Allem, da 1ª Vara Cível da Comarca de Gravataí, deferiu “os pedidos de tutela antecipada articulados pelo MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, para o fim de determinar a imediata suspensão das atividades de recebimento de resíduos industriais e hospitalares (da empresa PRÓ-AMBIENTE INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS E RESÍDUOS INDUSTRIAIS LTDA), sob pena de multa diária de R$ 5.000,00 (cinco mil reais)”.</p>
<p>Tal despacho decorreu da AÇÃO CIVIL PÚBLICA EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE contra a PRÓ-AMBIENTE, onde o Ministério Público Estadual alegou, em apertada síntese, que teria apurado através do Inquérito Civil nº 00783.00047/2009 que a demandada (leia-se Pró-Ambiente) ao desenvolver sua principal atividade de armazenamento e tratamento de resíduos industriais e de serviços de saúde, vem provocando danos ambientais de grande monta ao meio ambiente, razão pela qual postulou, em sede de tutela antecipada, a suspensão das atividades de recebimento de resíduos industriais e hospitalares pela ré, sob pena de incidência de multa diária por descumprimento”.</p>
<p>Em sua decisão, o juiz da 1ª Vara Cível da Comarca de Gravataí, diz que “compulsando os autos e, principalmente, a farta prova documental acostada, tenho que há fortes indícios de que a requerida vem desenvolvendo sua atividade sem atentar à preservação do meio ambiente”.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/12/OBRAS-DE-AMPLIAÇÃO-DE-CÉLULAS-NA-PRÓ-AMBIENTE-EM-GRAVATAÍ-FOTO-3.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4221];player=img;" title="OBRAS DE AMPLIAÇÃO DE CÉLULAS NA PRÓ-AMBIENTE EM GRAVATAÍ - FOTO - 3"><img class="alignleft  wp-image-4224" title="OBRAS DE AMPLIAÇÃO DE CÉLULAS NA PRÓ-AMBIENTE EM GRAVATAÍ - FOTO - 3" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/12/OBRAS-DE-AMPLIAÇÃO-DE-CÉLULAS-NA-PRÓ-AMBIENTE-EM-GRAVATAÍ-FOTO-3-300x180.jpg" alt="" width="679" height="332" /></a></p>
<p>O que o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul ainda não sabe, e que não consta nessa ação civil pública, é que o dono da empresa PRÓ-AMBIENTE, o professor Marco Antonio Dexheimer continua infringindo a legislação ambiental, ao realizar terraplenagem na central de recebimento de resíduos, localizada em Gravataí (RS), com vistas a ampliação do empreendimento, sem que tenha licenciamento ambiental para a construção de novas células de armazenamento de “lixo industrial e hospitalar” naquele local.<a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/12/Marco-Dexheimer1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4221];player=img;" title="Marco Antonio Dexheimer"><img class="alignleft  wp-image-4222" title="Marco Antonio Dexheimer" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/12/Marco-Dexheimer1-231x300.jpg" alt="" width="180" height="230" /></a></p>
<p>As fotografias digitais coletadas nessa quinta-feira (29/12) mostram as obras das novas células de recebimento de lixo industrial e hospitalar, em fase adiantada de construção, tudo sem qualquer autorização legal da FEPAM e conhecimento do MPE-RS e da Justiça gaúcha.<a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/12/OBRAS-DE-AMPLIAÇÃO-DE-CÉLULAS-NA-PRÓ-AMBIENTE-EM-GRAVATAÍ-FOTO-2.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4221];player=img;" title="OBRAS DE AMPLIAÇÃO DE CÉLULAS NA PRÓ-AMBIENTE EM GRAVATAÍ - FOTO - 2"><img class="alignright  wp-image-4225" title="OBRAS DE AMPLIAÇÃO DE CÉLULAS NA PRÓ-AMBIENTE EM GRAVATAÍ - FOTO - 2" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/12/OBRAS-DE-AMPLIAÇÃO-DE-CÉLULAS-NA-PRÓ-AMBIENTE-EM-GRAVATAÍ-FOTO-2-300x199.jpg" alt="" width="389" height="263" /></a></p>
<p>O MPE-RS também não sabe que há duas semanas passadas, ocorreu mais um incêndio, dessa vez em duas células da central de resíduos industriais da empresa PRÓ-AMBIENTE em Gravataí.</p>
<p>E tudo isso acontece na “cara” das autoridades responsáveis pelo meio ambiente de Gravataí e do Rio Grande do Sul.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/12/OBRAS-DE-AMPLIAÇÃO-DE-CÉLULAS-NA-PRÓ-AMBIENTE-EM-GRAVATAÍ-FOTO-1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4221];player=img;" title="OBRAS DE AMPLIAÇÃO DE CÉLULAS NA PRÓ-AMBIENTE EM GRAVATAÍ - FOTO - 1"><img class="alignleft size-full wp-image-4223" title="OBRAS DE AMPLIAÇÃO DE CÉLULAS NA PRÓ-AMBIENTE EM GRAVATAÍ - FOTO - 1" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/12/OBRAS-DE-AMPLIAÇÃO-DE-CÉLULAS-NA-PRÓ-AMBIENTE-EM-GRAVATAÍ-FOTO-1.jpg" alt="" width="362" height="602" /></a>Mesmo suspensa às atividades de recebimento de lixo industrial e hospitalar pela PRÓ-AMBIENTE, determinada pela Justiça gaúcha, ontem, quinta-feira, a empresa operava normalmente, e as obras de ampliação do empreendimento estão sendo “tocadas” nas 24 horas do dia. Inacreditável!</p>
<p>Certamente o leitor do site Máfia do Lixo, o promotor de Justiça Daniel Martini, ao tomar conhecimento do tema em questão, deverá requerer providências para a imediata realização de uma inspeção na central de resíduos da PRÓ-AMBIENTE.</p>
<p>Por muito menos um empresário do município de Canoas foi preso por infringir a legislação ambiental do Rio Grande do Sul.</p>
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		<title>Lixo hospitalar da `Cidade Maravilhosa´ deve ser auditado pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jun 2011 23:43:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aborgama do Brasil Ltda]]></category>
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		<description><![CDATA[Rio de Janeiro é a segunda maior metrópole do Brasil. A sua população corresponde ao total de 6.323.037 habitantes (IBGE-2010). A “Cidade Maravilhosa”, como é conhecida a capital do Rio de Janeiro, é um dos principais centros econômicos, culturais e financeiros do Brasil. Tudo no setor público deveria ser transparente. Mesmo com todo esse potencial, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rio de Janeiro é a segunda maior metrópole do Brasil. A sua população corresponde ao total de 6.323.037 habitantes (IBGE-2010).</p>
<p>A “Cidade Maravilhosa”, como é conhecida a capital do Rio de Janeiro, é um dos principais centros econômicos, culturais e financeiros do Brasil.</p>
<p>Tudo no setor público deveria ser transparente. Mesmo com todo esse potencial, a cidade do Rio de Janeiro tenta esconder a sua “conta em aberto” com o meio ambiente e a saúde pública.</p>
<p>É inadmissível, que a Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da Companhia Municipal de Limpeza Urbana – Comlurb (sociedade anônima de economia mista que tem o Município como acionista majoritário, cujo objetivo é a limpeza urbana), descumpra a legislação ambiental brasileira e decisão contida em sentença judicial do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/06/RIO-DE-JANEIRO-CIDADE-MARAVILHOSA-LIXÃO-GRAMACHO.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3787];player=img;" title="RIO DE JANEIRO-CIDADE MARAVILHOSA-LIXÃO GRAMACHO"><img class="alignleft size-full wp-image-3788" title="RIO DE JANEIRO-CIDADE MARAVILHOSA-LIXÃO GRAMACHO" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/06/RIO-DE-JANEIRO-CIDADE-MARAVILHOSA-LIXÃO-GRAMACHO.jpg" alt="" width="586" height="539" /></a>O principal ingrediente de um monumental passivo ambiental existente em empreendimento de responsabilidade da Companhia Municipal de Limpeza Urbana – Comlurb, nada mais é do que o LIXO HOSPITALAR, conhecido também por “Resíduo de Serviço de Saúde” (RSS).</p>
<p>Para o leitor ter uma ideia concreta do volume de “lixo hospitalar” produzido na cidade do Rio de Janeiro, basta consultar o site do Ministério da Saúde do Governo Federal.</p>
<p>Lá o leitor vai ficar surpreso em saber que a cidade do Rio de Janeiro tem 3.466 estabelecimentos de saúde cadastrados no Ministério da Saúde do Governo Federal, e outros 102 processos em análise. Todos esses dados integram o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde.</p>
<p>São 3.568 Consultórios Médicos, Consultórios Odontológicos, Clínicas Veterinárias, Laboratórios de Análises Clínicas, Farmácias, Clínicas de Estética, Hospitais e Centros de Estudos e de Pesquisas Médicas, entre outros tantos estabelecimentos, que produzem diariamente algo perto de 70 toneladas de “Resíduos Sólidos de Saúde” (RSS). Representantes de entidades de saúde do RJ, em 2007, diziam que eram produzidas diariamente 60 toneladas de lixo hospitalar na cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>Poderíamos então dizer ainda, que anualmente a cidade do Rio de Janeiro produz algo em torno de 25 mil toneladas de “lixo hospitalar”.</p>
<p>Na visita ao site da Companhia Municipal de Limpeza Urbana &#8211; Comlurb, da Prefeitura do Rio de Janeiro, no endereço <a href="http://comlurb.rio.rj.gov.br/informa_duvidas.htm#q8">http://comlurb.rio.rj.gov.br/informa_duvidas.htm#q8</a>, o leitor poderá conhecer o “espaço dedicado ao esclarecimento das dúvidas mais frequentes da população, em relação à limpeza urbana, meio ambiente entre outros assuntos relacionados à Comlurb”.</p>
<p>Naquele espaço a Companhia Municipal de Limpeza Urbana &#8211; Comlurb responde a diversas perguntas de interesse público, entre elas consta “Qual o destino correto para resíduos hospitalares?”.</p>
<p>A esse questionamento, em sua resposta, diz a Comlurb que “os resíduos de serviços de saúde são depositados numa área isolada, exclusiva para lixo infectante, no Aterro Metropolitano de Gramacho”.</p>
<p>Nem todos os resíduos de serviços de saúde são “resíduos infectantes”. Técnico da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) diz que “apenas 16% do lixo hospitalar representa algum risco a população. O resto é igual a lixo doméstico”.</p>
<p>Mas o que a Companhia Municipal de Limpeza Urbana &#8211; Comlurb não diz nesse espaço público em seu site, é que os “resíduos de serviços de saúde depositados numa área isolada, exclusiva para lixo infectante, no Aterro Metropolitano de Gramacho” deverão sofrer tratamento prévio, como determina a legislação.</p>
<p>Isso significa que estão enterrando lixo hospitalar infectante, sem o devido tratamento prévio, no “Lixão de Gramacho”. Se fosse tratado o lixo hospitalar infectante, seria como disse técnico da Anvisa “igual a lixo doméstico”. Como o Aterro Sanitário de Gramacho tem licença ambiental apenas para receber lixo doméstico, não estaria o órgão público infringindo a legislação ambiental se fossem esses resíduos de serviços de saúde, lá enterrados, tratados previamente. Mas não é o que acontece.</p>
<p>Não diz ainda a Comlurb em seu site, que o seu “Aterro Sanitário de Gramacho” não tem licenciamento ambiental da Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (FEEMA), órgão subordinado a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) do Governo do Estado do Rio de Janeiro, para operar com os resíduos de serviços de saúde (RSS).</p>
<p>Em outras palavras, a Comlurb não pode enterrar LIXO HOSPITALAR INFECTANTE no “Lixão de Gramacho”, que fica localizado no município carioca de Duque de Caxias.</p>
<p>Ao receber os resíduos de serviços de saúde, mesmo que numa área isolada, exclusiva para lixo infectante, no Aterro Metropolitano de Gramacho, a Comlurb está cometendo um crime ambiental e contribuindo para que a “Cidade Maravilhosa” aumente o passivo a beira da Baía da Guanabara e coloque ainda em risco a saúde pública.</p>
<p>Então como se vê o Aterro Sanitário de Gramacho é o destino final de parte dos 3.568 Consultórios Médicos, Consultórios Odontológicos, Clínicas Veterinárias, Laboratórios de Análises Clínicas, Farmácias, Clínicas de Estética, Hospitais e Centros de Estudos e de Pesquisas Médicas, que produzem diariamente algo perto de 70 toneladas de “Resíduos Sólidos de Saúde” (RSS), entre eles os estão estabelecimentos de saúde do Município, do Estado e da União.</p>
<p>Por sua fez a Justiça do Rio de Janeiro sentenciou que os estabelecimentos de saúde não enviem seus resíduos ao Aterro Sanitário do Jardim Gramacho.<span id="more-3787"></span></p>
<p>Em 21/03/2007, o SINDICATO DOS HOSPITAIS E ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO e a ASSOCIAÇÃO DE HOSPITAIS E CLÍNICAS DO RIO DE JANEIRO ingressaram com uma ação ordinária no Tribunal de Justiça do RJ, Processo no. 0033012-56.2007.8.19.0001, que tem por réus a COMPANHIA MUNICIPAL DE LIMPEZA URBANA &#8211; COMLUB, a FUNDAÇÃO ESTADUAL DE ENGENHARIA AMBIENTAL &#8211; FEEMA e o ESTADO DO RIO DE JANEIRO.</p>
<p>Diz na decisão que os autores, com atuação no município e no estado do Rio de Janeiro, argumentam “que as entidades que representam produzem cerca de 60 toneladas de lixo infectante por dia, sendo o material depositado no aterro sanitário de Gramacho, que se encontra sob a administração da Comlurb. Contudo, no dia 16/03/2007, a ré comunicou que não mais receberia no mencionado aterro os resíduos provenientes dos estabelecimentos prestadores de serviços de saúde. Argumentam que não há outro aterro sanitário ou Central de Tratamento de Resíduos, licenciadas pelos órgãos ambientais competentes para receber o volume de lixo hospitalar produzido pelas instituições privadas de saúde. Requerem, em sede de antecipação da tutela, que a ré mantenha o regular recebimento do lixo infectante proveniente das instituições privadas de saúde no aterro sanitário até que sejam licenciados aterros sanitários ou centrais de tratamento de resíduos alternativos”.</p>
<p>A sentença proferida no ano passado (05/08/10), pelo juízo da 7ª Vara da Fazenda Pública, nos autos da ação ordinária, Processo no. 0033012-56.2007.8.19.0001, diz que “não há qualquer justificativa para que os autores continuem encaminhando o lixo infectante por eles produzido ao Aterro Sanitário do Jardim Gramacho, quer seja pela total incapacidade técnica e impossibilidade legal da 1ª ré, quer seja pela existência de outras empresas privadas habilitadas para a realização de operações envolvendo os resíduos sólidos especiais. Isto posto, JULGO IMPROCEDENTE o pedido autoral, na forma do art.269, I do CPC, tornando definitiva a decisão que revogou a antecipação da tutela”.</p>
<p>Assim a Comlurb não tem porque continuar recebendo lixo hospitalar infectante. Pode a empresa de economia mista imediatamente fechar a área isolada, exclusiva para lixo infectante, no Aterro Metropolitano de Gramacho. Caso contrário estará descumprindo decisão da Justiça do RJ.</p>
<p>Veja o leitor que a decisão judicial ocorreu no ano passado e ainda hoje a Comlurb continua recebendo lixo infectante em “área cercada com arames farpados” no “Lixão de Gramacho”, como se pode constatar na fiscalização realizada em dezembro de 2010, cujas fotos mostram o lixo hospitalar a céu aberto no empreendimento.</p>
<p>O que faz com que a Comlurb não tome as providências para que o Lixão de Gramacho não continue a ser o destino final de parte do lixo de saúde dos 3.568 Consultórios Médicos, Consultórios Odontológicos, Clínicas Veterinárias, Laboratórios de Análises Clínicas, Farmácias, Clínicas de Estética, Hospitais e Centros de Estudos e de Pesquisas Médicas, que produzem diariamente algo perto de 70 toneladas de “Resíduos Sólidos de Saúde” (RSS), entre eles os estão estabelecimentos de saúde do Município, do Estado e da União?</p>
<p>Recentemente a Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), visitou três empresas privadas que atuam com resíduos hospitalares. O objetivo da CMA da Alerj foi verificar se a gestão de lixo hospitalar, que contém resíduos infectantes, está sendo feita de maneira adequada. Gustavo Berna, membro da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), classificou a visita que técnicos do colegiado, presidido pelo deputado Átila Nunes (PSL), fizeram à empresa Aborgama do Brasil Ltda como “um belo exemplo de como tratar o lixo hospitalar e o meio ambiente”.</p>
<p>No Estado do Rio de Janeiro já existem empreendimentos que podem receber o resíduo de serviço de saúde (RSS) da iniciativa privada e da pública, após o mesmo ter sido submetido ao tratamento exigido pela legislação ambiental.</p>
<p>Então não há porque a Comlurb continue recebendo lixo hospitalar infectante no seu Aterro Sanitário de Gramacho.</p>
<p>O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro deve fazer uma auditoria no lixo hospitalar da “Cidade Maravilhosa”.</p>
<p>Pode requerer na Comlurb os dados enviados mensalmente pelas empresas que prestam serviços de coleta e transporte de resíduos de saúde, incluindo o lixo infectante. Conhecer as planilhas de controle de entrada do lixo hospitalar infectante no empreendimento de Gramacho. Ver as pesagens de cada um dos estabelecimentos de saúde cariocas que estão cadastrados pelo Ministério da Saúde do Governo Federal e pelo Município do Rio de Janeiro. Conhecer ainda o caminho do lixo infectante, desde a sua produção no estabelecimento de saúde, a sua coleta e transporte, o seu tratamento (são poucas as empresas que tratam do lixo infectante) e o destino final. Certamente o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro terá uma monumental surpresa.</p>
<p>ACORDA CIDADE MARAVILHOSA, NÃO TE AFOGA NO LIXO HOSPITALAR.</p>
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		<title>Central de resíduos industriais em Gravataí sofre desmoronamento de vala em construção no meio de duas células com resíduos perigosos</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 13:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No município de Gravataí o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul está atento ao que acontece na área de resíduos. O competente promotor de Justiça Daniel Martini é experiente em resíduos sólidos urbanos e industriais. Isso porque Daniel Martini já conheceu o “caos” no lixo da cidade de Nápoli (Itália), acompanhou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2441" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_4.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2440];player=img;"><img class="size-medium wp-image-2441" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_4-300x267.jpg" alt="Vala em construção desmorona no meio de duas outras que possuem toneladas de lixo industriais perigosos" width="300" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">Vala em construção desmorona no meio de duas outras que possuem toneladas de lixo industriais perigosos</p></div>
<p style="text-align: justify;">No município de Gravataí o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul está atento ao que acontece na área de resíduos. O competente promotor de Justiça Daniel Martini é experiente em resíduos sólidos urbanos e industriais. Isso porque Daniel Martini já conheceu o “caos” no lixo da cidade de Nápoli (Itália), acompanhou a tentativa frustrada de instalação de um lixão privado na cidade gaúcha de Gravataí e luta pelo fechamento do aterro sanitário de Santa Tecla, o qual opera sem licenciamento ambiental. Agora certamente o promotor de Justiça Daniel Martini vai investigar o desmoronamento de uma vala de resíduos industriais perigosos na cidade de Gravataí. O acidente ambiental ocorreu na central de resíduos Pró-Ambiente Indústria e Comércio Ltda, que fica na Estrada Abel de Souza 3.700 em Gravataí (RS). Consta que no final de semana uma vala de resíduos industriais perigosos, que já possuía telhado, acabou sofrendo um desmoronamento. Essa vala estava sendo construída no meio de outras duas valas que possuem toneladas de lixo industriais perigosos enterradas. <a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2440];player=img;"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-2442" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Após o desmoronamento ocorrido no final de semana em vala de disposição de resíduos, verifica-se várias atividades para reverter o quadro gerado. As características do terreno em Gravataí, com afloramentos de água superficiais tornam as construções de alta fragilidade. O desmoronamento das laterais de outras duas valas em construção revelam as fragilidades. As fotos obtidas com exclusividade pelo portal Máfia do Lixo revelam que as laterais de duas valas já seladas escorregaram para o interior daquela que estava em construção. Resta a dúvida de que não houve rompimento do isolamento de argila compactada e geomembrana. Nas imagens é possível observar partes das lonas de cobertura das valas de resíduos perigosos que foram expostas, bem como as estruturas de suporte do telhado foram abaladas. Telhas foram removidas. Solo foi colocado com urgência sobre a base da vala em construção. <a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_2.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2440];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2443" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_2-300x292.jpg" alt="" width="300" height="292" /></a>O emprendedor informou a FEPAM e a Fundação Municipal de Meio Ambiente de Gravataí o acidente? Com o desmoronamento da célula em construção, no meio de duas células existentes, comprometeu a integridade das demais células? Como a empresa consegue receber resíduos perigosos classe 1 se a Lei Orgânica do Município de Gravataí não permite transitar com cargas perigosas em seu território? Perguntas essas que devem ser respondidas pelo Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul em Gravataí.<a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_3.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2440];player=img;"><img class="alignright size-medium wp-image-2444" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_3-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
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		<title>Emails de leitores do portal Máfia do Lixo serão respondidos</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 20:05:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Limpeza Urbana]]></category>
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		<description><![CDATA[Todos os emails enviados pelos leitores do portal Máfia do Lixo serão devidamente respondidos. São centenas de emails enviados ao portal e que estão na caixa de correspondências. Muitos desses emails fazem denuncias. Outros emails relatam experiências e sugestões importantes. Com o significativo aumento de leitores no portal, se faz necessária maior velocidade nas respostas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todos os emails enviados pelos leitores do portal Máfia do Lixo serão devidamente respondidos. São centenas de emails enviados ao portal e que estão na caixa de correspondências. Muitos desses emails fazem denuncias. Outros emails relatam experiências e sugestões importantes. Com o significativo aumento de leitores no portal, se faz necessária maior velocidade nas respostas, as quais exigem contatos, investigações, pesquisas e estratégias. O leitor pode ter a certeza que o portal Máfia do Lixo tem o máximo interesse em receber o email. Vamos manter esse canal aberto para que se possa aproveitar o conteúdo de cada um dos emails enviados. A fonte do email encaminhado ao portal Máfia do Lixo sempre será preservada.</p>
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		<title>Solvente causou morte de peixes em Lauro de Freitas</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 09:03:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A morte de peixes que aconteceu na última semana de dezembro na foz do Rio Joanes, em Lauro de Freitas, Bahia, foi causada pelo lançamento criminoso de solvente orgânico, segundo laudo divulgado ontem, quarta-feira, pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA). Cerca de 700 quilos de peixes apareceram boiando nas águas do rio perto da praia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A morte de peixes que aconteceu na última semana de dezembro na foz do Rio Joanes, em Lauro de Freitas, Bahia, foi causada pelo lançamento criminoso de solvente orgânico, segundo laudo divulgado ontem, quarta-feira, pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA). Cerca de 700 quilos de peixes apareceram boiando nas águas do rio perto da praia de Buraquinho. De acordo com a análise realizada pelo IMA e pelo Departamento de Gestão Ambiental (DGA) da Prefeitura de Lauro de Freitas, identificou-se que o produto foi lançado na rio Ipitanga, afluente do Joanes. O solvente encontrado nas amostras analisadas é semelhante ao utilizado na fabricação de tintas e combustíveis automotivos. Segundo a Prefeitura de Lauro de Freitas, na próxima semana serão recolhidas dez amostras, cinco nos locais onde foram coletados em dezembro e outras cinco em outros pontos dos rios, com o objetivo de acompanhar a qualidade da água do rio. Além disso, essa segunda análise tem o intuito de tentar identificar o agente responsável pelo descarte do material. Isso é caso de cadeia para o autor do crime ambiental.</p>
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		<title>Prefeitura de Mauá se livra de penalidade por aterro clandestino de resíduos industriais</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 10:01:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apesar de o lixão industrial desativado estar no território de Mauá, a Prefeitura não foi sequer notificada após a área irregular vir à tona. A lei estadual que regula a instalação e funcionamento de fontes poluidoras, como os aterros, existe desde 1976. A classificação das infrações variam em leves, graves e gravíssimas e as penalidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Apesar de o lixão industrial desativado estar no território de Mauá, a Prefeitura não foi sequer notificada após a área irregular vir à tona. A lei estadual que regula a instalação e funcionamento de fontes poluidoras, como os aterros, existe desde 1976. A classificação das infrações variam em leves, graves e gravíssimas e as penalidades vão da advertência à pesadas multas diárias. Mas, no caso do lixão sob o Rodoanel, a responsabilidade de remover os resíduos ficou para o Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) que coordena as obras. A Cetesb (Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo) alega que a área estava entregue à estatal, que também não foi penalizada. O Dersa recebeu apenas um Cadri (Certificado de Aprovação de Destinação de Resíduos Industriais), que estabeleceu o encaminhamento da areia de fundição para aterro apropriado. O descarte de areia de fundição é um problema ambiental enfrentado em todo Estado. As indústrias metalúrgicas em São Paulo produzem anualmente um milhão de toneladas desse resíduo. O total representa a metade do que é gerado no País. O custo elevado para o descarte correto culmina na clandestinidade. Os aterros cobram de R$ 40 a 160 por tonelada.</p>
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		<title>Prefeitura de Tapes concede a consórcio uma área de escola agrícola para a construção do aterro sanitário intermunicipal</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Jan 2009 02:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os municípios de Tapes, Amaral Ferrador, Arambaré, Barra do Ribeiro, Camaquã, Cerro Grande do Sul, Chuvisca, Cristal, Dom Feliciano, Guaíba, Mariana Pimentel, Sentinela do Sul e Sertão Santana, formam o Consórcio Intermunicipal Centro-Sul (CIM CENTRO-SUL). O objetivo do CIM CENTRO-SUL é a construção de um aterro sanitário em uma área da Escola Agrícola Municipal M. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os municípios de Tapes, Amaral Ferrador, Arambaré, Barra do Ribeiro, Camaquã, Cerro Grande do Sul, Chuvisca, Cristal, Dom Feliciano, Guaíba, Mariana Pimentel, Sentinela do Sul e Sertão Santana, formam o Consórcio Intermunicipal Centro-Sul (CIM CENTRO-SUL). O objetivo do CIM CENTRO-SUL é a construção de um aterro sanitário em uma área da Escola Agrícola Municipal M. Kalil, que fica localizada em Capão Alto, no município de Tapes, a 103 km de Porto Alegre (RS). Diz uma autoridade municipal de Tapes, que o “processo está em fase adiantada de autorização para implantação de uma unidade de tratamento de resíduos sólidos (Central de Triagem, Usina de Reciclagem, Compostagem e Aterro Sanitário).” O CIM CENTRO-SUL fez publicar no jornal Gazeta edição no. 1141, de 19/12/2008, um aviso de realização de “Audiência Pública”, com vistas a implantação de uma unidade de tratamento de resíduos sólidos &#8211; Central de Triagem, Usina de Reciclagem, Compostagem e Aterro Sanitário – na localidade de Capão Alto, no município de Tapes. A audiência pública está marcada inicialmente para a data de 27 de janeiro de 2009, terça-feira, às 14 horas, no Plenário da Câmara de Vereadores de Tapes.</p>
<div id="attachment_855" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/01/aterro_tapes.jpg" rel="shadowbox[sbpost-854];player=img;"><img class="size-medium wp-image-855" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/01/aterro_tapes-300x163.jpg" alt="Localização do aterro sanitário dentro da área da Escola Agrícola Municipal M. Kalil em Tapes" width="300" height="163" /></a><p class="wp-caption-text">Localização do aterro sanitário dentro da área da Escola Agrícola Municipal M. Kalil em Tapes</p></div>
<p style="text-align: justify;">A área escolhida em Tapes é parte (22 hectares) de um imóvel onde fica a Escola Agrícola Municipal M. Kalil. Ou seja, o empreendimento que se pretende instalar (aterro sanitário) está dentro da área da Escola Agrícola Municipal, a alguns metros da sua sede. Isso a prefeitura de Tapes nada fala, assim como o Consórcio Intermunicipal Centro-Sul. O aterro sanitário que os 13 municípios gaúchos desejam instalar fica também dentro do perímetro da ASA. Bem ao lado dessa área escolhida pelo CIM CENTRO-SUL em Tapes, está instalado a 200 metros, um aeródromo, para uso da aviação agrícola. A lei é bem clara quanto a empreendimentos que desejam se instalar nas proximidades de aeródromos e aeroportos. Recentemente o Ministério Público Federal (MPF) pediu para a Justiça interditar definitivamente o aterro sanitário de Marabá, no Pará. O MPF alegou que os urubus representam um risco de acidente, já que o empreendimento fica a 5 km do aeroporto. Segundo a resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) 004/95, a distância mínima deveria ser de 20 km, contando a partir do centro geométrico do aeroporto, quando operam com regras de vôo por instrumento. Situação semelhante ocorre no município de Sabará, em Minas Gerais, onde há um aterro sanitário nas proximidades do aeroporto da Pampulha. Uma flagrante irregularidade quanto ao que consta na Resolução 004/95 do CONAMA, com referência a distância mínima do empreendimento privado (aterro sanitário) ao aeroporto. E Tapes não é diferente dos demais municípios brasileiros que pretendem ver instalados seus aterros sanitários. <span id="more-854"></span>A área onde se pretende construir o aterro sanitário intermunicipal, com certeza já sabia a autoridade ou o consórcio, ou deveria saber, que aquele imóvel, sofre também restrições de uso para certas atividades, mormente para “depósito de lixo”, eis que a Lei n.º 7.565, de 19 de dezembro de 1986, em seu art. 43 comanda: Art. 43. As propriedades vizinhas dos aeródromos e das instalações de auxílio à navegação aérea estão sujeitas a restrições especiais. Parágrafo único. As restrições a que se refere este artigo são relativas ao uso das propriedades quanto a edificações, instalações, culturas agrícolas e objetos de natureza permanente ou temporária, e tudo mais que possa embaraçar as operações de aeronaves ou causar interferência nos sinais dos auxílios à radionavegação ou dificultar a visibilidade de auxílios visuais. E mais. Há dois outros aeródromos em Tapes. Um primeiro fica distante 2.900 metros e um segundo aeródromo está a 11.500 m da área que se deseja ver instalado o aterro sanitário intermunicipal. As coordenadas do aterro sanitário são: S 30 39 575 e W 51 29 967. Faltam 23 dias para a audiência pública em Tapes.</p>
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		<title>Projeto da Embrapa Solos pode reduzir dependência externa de nutrientes do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 11:22:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[Em parceria com empresas do setor privado, a Embrapa Solos está desenvolvendo fertilizantes orgânicos à base de resíduos industriais. Com isso, o Brasil poderá reduzir a importação de nutrientes, que representam atualmente 75% do total de 30 milhões de toneladas consumidas por ano. Atualmente o Brasil importa 75% dos nutrientes que consome na agricultura, seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em parceria com empresas do setor privado, a Embrapa Solos está desenvolvendo fertilizantes orgânicos à base de resíduos industriais. Com isso, o Brasil poderá reduzir a importação de nutrientes, que representam atualmente 75% do total de 30 milhões de toneladas consumidas por ano. Atualmente o Brasil importa 75% dos nutrientes que consome na agricultura, seja em resíduos orgânicos ou minerais, o que corresponde a um total de 22 milhões a 24 milhões de toneladas por ano. Quanto ao potássio, o país importa anualmente 92% do volume consumido. “E a tendência é aumentar.” O objetivo da Embrapa Solos é estimula empresas nacionais que já produzem fertilizantes orgânicos por processos não-tecnológicos, baseados na simples compostagem de resíduos orgânicos, oferecendo apoio tecnológico para que seus produtos tenham garantias técnicas mínimas que substituam o produto importado. A Embrapa busca usar sua tecnologia para colocar no mercado um fertilizante em condições de competir com o importado. Outro aspecto positivo é a proteção do meio ambiente por intermédio do reaproveitamento de resíduos na produção do fertilizante. O uso de fertilizantes adequados é um dos fatores necessários para a agricultura orgânica brasileira alcançar alta produtividade com baixo impacto ambiental.</p>
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		<title>Material tóxico de represa matou milhares de peixes em Buraquinho na Bahia</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Dec 2008 13:49:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais de meia tonelada de diversas espécies de peixes e crustáceos mortos já foram coletadas pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos (Sesp), na Praia de Buraquinho no município de Lauro de Freitas. A mortandade, ocorrida no último final de semana, continua sob investigação do Instituto do Meio Ambiente (IMA) e de Gestão das Águas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mais de meia tonelada de diversas espécies de peixes e crustáceos mortos já foram coletadas pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos (Sesp), na Praia de Buraquinho no município de Lauro de Freitas. A mortandade, ocorrida no último final de semana, continua sob investigação do Instituto do Meio Ambiente (IMA) e de Gestão das Águas e Clima (Ingá), que devem divulgar os resultados da análise nos próximos 15 dias. Assustados com o fenômeno, moradores da região culpam a represa de Joanes I, localizada em Areia Branca, pelas mortes. Técnicos do Instituto do Meio Ambiente e de Gestão das Águas e Clima estiveram no local e diagnosticaram o alto nível de poluição nas águas do Rio Ipitanga, afluente do Rio Joanes, que se encontra com o mar, na Praia de Buraquinho. As primeiras análises reforçaram a hipótese de que o excesso de matéria orgânica lançada nos rios tenha reduzido o oxigênio dissolvido na água e provocado a morte dos organismos aquáticos, mas ainda não se conhece a origem do resíduo tóxico. As prefeituras de Lauro de Freitas e Camaçari, municípios banhados pelo Joanes, acompanharam as avaliações e garantiram que a ação criminosa não partiu destas cidades.</p>
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		<title>Fortaleza: MPF ajuíza ação de improbidade administrativa e requer o afastamento da secretária municipal de Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Dec 2008 13:12:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério Público Federal no Ceará ajuíza ação de improbidade administrativa pedindo o afastamento imediato da secretária municipal de Meio Ambiente da Prefeitura de Fortaleza (CE), Daniela Valente Martins do exercício de suas funções. Segundo a ação, Daniela teria concedido, de forma ilegal, licenças ambientais para a construção de condomínio residenciais na Praia do Futuro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Ministério Público Federal no Ceará ajuíza ação de improbidade administrativa pedindo o afastamento imediato da secretária municipal de Meio Ambiente da Prefeitura de Fortaleza (CE), Daniela Valente Martins do exercício de suas funções. Segundo a ação, Daniela teria concedido, de forma ilegal, licenças ambientais para a construção de condomínio residenciais na Praia do Futuro em Fortaleza, em área de preservação permanente, sem a exigência de EIA-RIMA e em casos em que a competência para o licenciamento seria do IBAMA, por se tratar de edificações realizadas na Zona Costeira. A iniciativa do procurador da República Alessander Sales tem por objetivo evitar a concessão de novas licenças ilegais na área, bem como impossibilitar que a demandada, no exercício de suas funções, possa interferir na produção das provas enquanto tramitar a ação. São também réus na presente ação as empresas Showcolate Comércio Ltda e Fine Factoring Fomento Comercial Ltda por serem beneficiárias das licenças indevidamente deferidas pela SEMAM. O MPF pede ainda a quebra do sigilo bancário e fiscal, bem como a indisponibilidade de bens dos demandados com o objetivo de verificar a ocorrência de possível enriquecimento ilícito em razão da prática dos atos de improbidade imputados. Por fim, o MPF requer que sejam trazidas para esta ação de improbidade cópias de todos os documentos e dados coletados pela “Operação Marambaia”, realizada pela Polícia Federal, e que resultou na prisão temporária da demandada Daniela Valente Martins, para que se possa verificar se existe qualquer relação com as licenças concedidas para os empreendimentos demandados.</p>
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		<title>Dinheiro em forma de lata de alumínio</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 13:05:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alumínio]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>

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		<description><![CDATA[No Brasil, a reciclagem de latas de alumínio envolve mais de 2.000 empresas entre sucatarias, fundições secundária de metais e transportadoras. A cada quilo de alumínio reciclado, cinco quilos de bauxita são poupados. Para se reciclar uma tonelada de alumínio, gasta-se somente 5% da energia que seria necessária para se produzir a mesma quantidade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No Brasil, a reciclagem de latas de alumínio envolve mais de 2.000 empresas entre sucatarias, fundições secundária de metais e transportadoras. A cada quilo de alumínio reciclado, cinco quilos de bauxita são poupados. Para se reciclar uma tonelada de alumínio, gasta-se somente 5% da energia que seria necessária para se produzir a mesma quantidade de alumínio primário. Trata-se, também, de um processo muito rápido. Hoje, segundo dados da Associação Brasileira do Aluminio (Abal) em apenas 30 dias uma latinha pode ser comprada no supermercado, jogada fora, reciclada e voltar às prateleiras para o consumo. Em 2007, o Brasil bateu novamente o recorde mundial de reciclagem de latas de alumínio para bebidas, com o índice de 96,5%. Foram 160,6 mil toneladas de sucata de latas recicladas, o que corresponde a 11,9 bilhões de unidades, 32,6 milhões por dia ou 1,4 milhão por hora. Somente na etapa de coleta essa indústria de reciclagem injetou cerca de R$ 523 milhões na economia nacional gerando emprego e renda para 180 mil pessoas.</p>
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