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	<title>Máfia do Lixo &#187; Mário Sergio Gabardo</title>
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	<description>Editor: Adm. Enio Noronha Raffin</description>
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		<title>Assassinato do empresário cegonheiro Mário Gabardo completa 76 meses sem solução</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 00:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Sergio Gabardo]]></category>
		<category><![CDATA[Sergio Mário Gabardo]]></category>
		<category><![CDATA[TransGabardo]]></category>
		<category><![CDATA[Transportadora cegonheira]]></category>

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		<description><![CDATA[Um caso ainda sem solução pela Polícia Civil gaúcha. A Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul até hoje ainda não conseguiu colocar na cadeia os assassinos do empresário cegonheiro Mário Sérgio Gabardo. O caso completa hoje 76 meses sem solução e os assassinos continuam impunes. Em 29 de setembro de 2005, o jovem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um caso ainda sem solução pela Polícia Civil gaúcha.</p>
<p>A Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul até hoje ainda não conseguiu colocar na cadeia os assassinos do empresário cegonheiro Mário Sérgio Gabardo.<a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/Mário-Sergio-Gabardo.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4260];player=img;" title="Mário Sergio Gabardo"><img class="alignright size-full wp-image-4263" title="Mário Sergio Gabardo" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/Mário-Sergio-Gabardo.jpg" alt="" width="175" height="300" /></a></p>
<p>O caso completa hoje 76 meses sem solução e os assassinos continuam impunes.</p>
<p>Em 29 de setembro de 2005, o jovem Mário Sérgio Gabardo, com apenas 20 anos, hoje teria 26 anos, estava ingressando em uma residência de amigos na cidade gaúcha de Canoas, quando foi alvejado por um tiro. Mesmo mortalmente ferido, Gabardo colocou o seu automóvel em fuga. Os dois assassinos perseguiram o empresário, por três quadras. Novos tiros no trajeto de fuga do empresário foram disparados pelos bandidos, conforme testemunha.  Na fuga Gabardo acabou tendo o seu automóvel colidido contra uma árvore. Um dos assassinos foi lá conferir se Gabardo estava morto. A seguir, se colocaram em fuga. Mário Sérgio Gabardo deu entrada no hospital da cidade de Canoas, onde veio a falecer.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/Inquérito-Caso-Mário-Gabardo.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4260];player=img;" title="Inquérito Caso Mário Gabardo"><img class="alignleft size-full wp-image-4261" title="Inquérito Caso Mário Gabardo" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/Inquérito-Caso-Mário-Gabardo.jpg" alt="" width="208" height="300" /></a>O processo policial de Mário Sérgio Gabardo está na prateleira dos “crimes não solucionados” pela Secretaria de Segurança Pública gaúcha.</p>
<p>Dizem pessoas experientes em casos policiais que só um milagre para encontrar os assassinos do jovem empresário.</p>
<p>O pai de Mário Sérgio Gabardo, o empresário Sergio Mário Gabardo é um homem de sucesso no mercado nacional de transporte de veículos novos. Sérgio Gabardo é dono da TransGabardo, uma transportadora cegonheira que atua no Brasil e no Exterior.<a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/Sergio-Mário-Gabardo.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4260];player=img;" title="Sergio Mário Gabardo"><img class="alignright size-full wp-image-4262" title="Sergio Mário Gabardo" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/Sergio-Mário-Gabardo.jpg" alt="" width="348" height="326" /></a></p>
<p>O empresário Sergio Gabardo é incansável. Jamais irá descansar se não encontrar os assassinos de seu filho Mário.</p>
<p>Nessa domingo (29/01/2012) será um dia comum para qualquer pessoa. Mas não para o pai do Mário. É mais um dia 29 em que a amargura e a saudade bate no fundo do coração da família Gabardo. Bate mais forte no peito de um Pai que perdeu o seu filho amado, seu amigo e seu companheiro de todas as horas, aos 20 anos, 2 meses e 20 dias de vida.</p>
<p>Dia em que vai recordar do descaso com que o assassinato foi tratado ao longo desses 76 meses. Dia de lembrar dos erros cometidos pelos agentes públicos nos trabalhos de investigação a respeito da morte brutal e abrupta do filho Mário.</p>
<p>Até hoje Sergio Gabardo, como Pai, continua sem saber o que realmente aconteceu naquela trágica noite de 29 de setembro de 2005.</p>
<p>Passaram-se 76 meses e o Pai não sabe quem matou o seu único filho (à época) e, pior, quem foram os mandantes (se ouve mandantes) e qual o motivo que tiveram para ceifar uma vida tão linda e com um futuro promissor, como vinha se desenhando. É doloroso demais para um Pai perder o filho amado e ser tratado com tamanho descaso por quem deveria garantir a segurança dos cidadãos.</p>
<p>O Pai, Sergio Gabardo, vai prosseguir o seu caminho, em mais uma missão de cobrar publicamente o que lhe é de direito como cidadão comum. Sergio Gabardo continuará escrevendo todo o dia 29, diretamente ou por meio de seus amigos exigindo das autoridades públicas da área de Segurança, a identificação dos assassinos e as suas prisões. Vai esperar que se faça Justiça nesse Brasil, e que os culpados sejam punidos.</p>
<p>Nesse domingo (29/01/2012) recebi do empresário Sérgio Gabardo um email o qual transcrevo a seguir na sua íntegra.<span id="more-4260"></span></p>
<p>Amigo Enio,</p>
<p style="color: #f92205;"><strong><em>“Quando morrem os pais, perde-se o passado, mas quando morre um filho perde-se o futuro”.</em></strong></p>
<p>A campanha “Justiça Seja Feita”, da organização não-governamental Brasil Sem Grades, que se assiste na televisão, mostra a verdade nua e crua vivida por milhares de pessoas de nosso país.<br />
Fruto, naturalmente, da inoperância ou descaso das autoridades constituídas que tem a obrigação constitucional de investigar toda a espécie de crime que diariamente assola nossas vidas.<br />
 <br />
E o assassinato do meu filho Mário, ocorrido na noite de 29 de setembro de 2005, se enquadra perfeitamente nessa dolorosa, mas necessária campanha. E a indagação persiste mesmo 76 meses depois da sua brutal morte; “cadê a Justiça?”</p>
<p>Hoje domingo, está completando 2.250 dias em que meu filho Mário, um jovem de apenas 20 anos, foi assassinado momentos antes de chegar à casa de amigos de infância, onde estava marcada uma confraternização. Nunca se conseguiu descobrir o que realmente aconteceu naquela noite na cidade de Canoas (ao lado de Porto Alegre) e tampouco quem o assassinou, quem mandou e os motivos pelos quais meu filho Mário, estudante de Direito, teve sua vida ceifada tão precocemente.</p>
<p>Durante esse período todo, tenho me esforçado sobremaneira para conseguir conviver sem a presença física do meu filho Mário, um jovem que nunca cultivou inimizades, jamais teve envolvimento com qualquer tipo de droga e era querido por todos aqueles que de alguma forma o conheciam.</p>
<p>Debrucei-me centenas de noites para tentar encontrar uma explicação. Cobrei (e continuo cobrando) das autoridades da chamada área de segurança pública, resultados. Fui tratado com o mais hediondo descaso de que já tive notícias. Passei horas e horas tentando contato com os inúmeros secretários de segurança que ocuparam o cargo ao longo desses 75 meses (e não foram poucos os que já sentaram naquela cadeira), mas nenhum teve a vontade política sequer de me receber.</p>
<p>Por anos tenho convivido com essa dor intensa que me atinge o peito e que faz brotar lágrimas a qualquer hora do dia ou da noite. É o choro de um pai que perdeu o filho amado, mas que não encontrou em nenhum ente público, a forma certa para sensibilizar as autoridades constituídas. Falta-me, quem sabe, votos suficientes para conseguir convencer essas autoridades a acabarem de vez com o descaso e me apresentarem o resultado que um cidadão de bem exige do poder público.</p>
<p>Polícia Civil, Prefeitura de Canoas (onde ocorreu o homicídio), Ministério Público, o guardião da sociedade, secretaria da segurança e poder Judiciário. Onde estão todos?</p>
<p>Por que ninguém consegue dar a um pai que perdeu seu filho, uma explicação razoável? Simples: preferem tratar o assassinato do meu filho Mário apenas como mais um número na gigantesca estatística dos crimes não solucionados. Decisão simplória, porque o Mário não é parente de nenhuma autoridade. Se fosse, certamente a história seria outra e seus assassinos já teriam sido identificados e encaminhados para julgamento na Justiça.</p>
<p>O descaso (hediondo, repito) com que essas autoridades trataram o assassinato do meu filho Mário, tem a nítida conotação de tentarem, em vão, calar-me. Jamais conseguirão, pois enquanto restar um sopro de vida em mim, estarei cobrando o que me é de direito: saber o que realmente aconteceu com o meu filho Mário, quem o assassinou, porque, e a mando de quem. Esse direito que tenho, como Pai, ninguém conseguirá tirar de mim. Sérgio, Pai do Mário.</p>
<p><em><strong>Relembre nesse dia 29 de janeiro de 2012 o assassinato do empresário Mário Sérgio Gabardo.</strong></em></p>
<p>O jovem empresário Mário Sérgio Gabardo, aos 20 anos, não tinha motivo para desconfiar que vivia suas últimas horas, ao entardecer do dia 29 de setembro de 2005, quando saiu da empresa em que era sócio com seu pai, a Transportadora Gabardo Ltda, por volta das 18h30. Mário Sérgio tinha dois compromissos para a noite dessa quinta-feira de primavera. A Transportadora Gabardo fica localizada no bairro Anchieta, próximo ao Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, no RS. Mário Sérgio saiu dali e se dirigiu para a PUC, localizada na Avenida Ipiranga, onde deveria prestar prova no curso de Direito. Ele estava cursando o 8º. semestre. Concluída a prova, o jovem diretor de frota de caminhões cegonheiros da TransGabardo dirigiu-se para a cidade de Canoas, situada na região metropolitana de Porto Alegre, colada a capital gaúcha, onde morava. Mário Sérgio tinha por hábito, nas noites de quinta-feiras, realizar um churrasco com amigos, em uma casa particular na rua Tomé de Souza no.258, em Canoas, sempre que sua agenda lhe permitia. <a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/Automóvel-crivado-de-balas.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4260];player=img;" title="Automóvel dirigido pelo empresário assassinado"><img class="alignright size-full wp-image-4264" title="Automóvel dirigido pelo empresário assassinado" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/Automóvel-crivado-de-balas.jpg" alt="" width="640" height="391" /></a>Na noite de 29 de setembro de 2005, por volta das 20h50m, o jovem empresário Mário Sérgio, já havia deixado o seu automóvel Peugeot 307, cor cinza, automático, ano 2005, placas IXX 0307, no estacionamento do Shopping Bourbon Zaffari Canoas. Nesse momento Mário falava ao telefone celular com o Anderson, um amigo pessoal. Mário disse a Anderson que estava no supermercado e que fazia as compras para o churrasco daquela quinta-feira. Conforme a nota fiscal da Companhia Zaffari Comércio e Indústria, encontrada posteriormente entre seus pertences no carro Peugeot 307, Mário Sérgio passou pelo caixa do supermercado às 21h18m. A nota fiscal discrimina as suas compras: coxa de frango, costela bovina, costela de ovino, lingüiça toscana, pão, alho, carvão, cerveja e refrigerantes. A atendente de nome Tatiane realizou a operação de registro dessas compras, encerrando exatamente às 21h20m. Mário Sérgio gastou apenas dois minutos para passar as suas compras no caixa do supermercado e realizar o pagamento no valor de R$ 66,77. Depois ele se desloca para o estacionamento do shopping. Descarrega as compras do carrinho do supermercado e as coloca no porta-malas de seu automóvel Peugeot 307. Mário Sérgio ficou entre 20h50 e 21h30 na área do Shopping Bourbon Zaffari Canoas. Ele estava a poucos minutos de sua morte. A seguir o empresário Mário Sérgio tomou o rumo da casa do amigo, que mora na rua Tomé de Souza, no bairro Niterói, onde seria realizado o churrasco. A distância percorrida entre o Shopping Bourbon Zaffari Canoas e a casa de número 258 da rua Tomé de Souza, possui em linha reta, não mais do que dois quilômetros. Mário Sérgio, como morador de Canoas sabia que a cidade era dividida pela BR 116. Com toda a certeza escolheu um caminho seguro entre os dois pontos (shopping e o local do churrasco) para trafegar com seu Peugeot 307 naquele horário da noite. Do shopping chegou à rua Humaitá e a seguir ingressou na rua Venâncio Aires, percorrendo-a no sentido centro-bairro. Pela rua Venâncio Aires, o empresário Mário Sérgio, em seu automóvel Peugeot 307, passou por cinco quadras até alcançar a esquina da rua Tomé de Souza. Mário quase na esquina da rua Venâncio Aires com a rua Tomé de Souza, exatamente às 21h37m38,  faz uma ligação de seu telefone celular para o aparelho celular de seu amigo Anderson que está no local da confraternização. A ligação durou 30 segundos, tempo suficiente para que o amigo Anderson soubesse de que ele estava nas imediações da casa de no. 258 da rua Tomé de Souza e que fosse aberto o portão da garagem de acesso ao interior do imóvel, onde ingressaria com seu carro (como sempre fazia rotineiramente nas quinta-feiras a noite).  O Peugeot 307 parou na esquina da rua Venâncio Aires com a rua Tomé de Souza. O empresário Mário Sérgio deu o sinal de que ingressaria com seu carro a sua esquerda, na rua Tomé de Souza. Ao realizar a manobra com o Peugeot 307, dobrando a esquerda na Tomé de Souza, Mário Sérgio cumprimentou o manobrista da Galeteria Piatto Bello, que estava postado a frente dos veículos estacionados na área do restaurante. Esse lhe retribuiu com um aceno de mão. O funcionário da Piatto Bello viu o Peugeot 307 de Mário dobrar na rua Tomé de Souza. Também viu que atrás do Peugeot 307 vinha um automóvel Ford KA, cor prata, o qual realizou a mesma manobra. Até essa altura, Mário Sérgio não dava indicativo de se sentir ameaçado ou perseguido, tanto que acenou para o manobrista do restaurante Piatto Bello. Mário estava a poucos metros da casa particular onde se realizaria a confraternização habitual com seu grupo de amigos. Mário Sérgio, dirigindo o seu Peugeot 307 trafega mais alguns metros na rua Tomé de Souza, não mais de 30 metros, e vira o carro para a esquerda, após uma árvore, embicando-o em direção ao portão da casa de número 258, para ingressar na área interna do imóvel, onde se encontraria com os amigos para o churrasco semanal habitual. Dentro de seu carro, Mário aguardou por algumas frações de segundos para que fosse aberto o portão da casa de no.258. Nesse momento, encosta em perpendicular ao carro de Mário e paralelo a rua, de forma repentina, com luzes apagadas, por meio de uma manobra brusca, o automóvel Ford KA prata, que o estava perseguindo, sem que tivesse desconfiado do que estava prestes a acontecer. O veículo Ford KA prata parou na contra mão da rua Tomé de Souza, junto à calçada do lado esquerdo, muito próximo do Peugeot 307 de Mário Sérgio. Do automóvel Ford Ka prata, saltou pela porta dianteira do lado direito (a do carona), um homem de 1m80 de altura, com uma arma na mão direita, gritando para que Mário Sérgio saísse do carro. “Desce do carro, desce do carro”, gritava o assassino. Ato imediato, segurando a arma do crime, agora com as duas mãos, como se fosse um experiente atirador e executor, o assassino dispara dois tiros. Um desses tiros disparados realiza a trajetória de “fora para dentro do Peugeot 307, da esquerda para a direita, de trás para a frente”, vindo a destroçar o vidro da porta lateral esquerda traseira. Esse projétil penetra no corpo de Mário Sérgio, na “região escapular esquerda, acaba lacerando o lobo superior do pulmão esquerdo, ventrículo esquerdo, e se aloja no interior do saco pericárdico” (tecido fibroso que envolve o coração) do jovem empresário. Gravemente ferido, o empresário Mário Sérgio consegue, inacreditavelmente, engatar uma marcha a ré no seu Peugeot 307, e a seguir acelera o veículo para a frente, percorrendo alguns metros pela rua Tomé de Souza e entrando à esquerda na rua Conde de Porto Alegre, no sentido do centro da cidade de Canoas. O automóvel Ford KA prata, de luzes apagadas, já com o assassino dentro do veículo, sai correndo atrás do Peugeot 307 de Mário Sérgio, fazendo o mesmo percurso, perseguindo-o a uma pequena distância. Os dois carros percorrem duas quadras da rua Conde de Porto Alegre, sentido bairro-centro. Ainda na rua Conde de Porto Alegre, esquina com a rua da Figueira (segunda rua paralela com a rua Tomé de Souza), uma testemunha declarou ter ouvido três disparos de arma de fogo e a seguir novamente mais tiros. Essa mesma testemunha recorda de um barulho de uma colisão de carro. O Peugeot 307 acabou subindo a calçada e colidindo com uma árvore na rua Conde de Porto Alegre, quase esquina com a rua da Figueira. Mário Sérgio dentro do Peugeot 307 estava afivelado ao seu cinto de segurança, desmaiado, sem qualquer reação. Consta que o veículo Ford KA prata, parou junto ao Peugeot 307, e dele desceu o assassino, o qual se aproximou de Mário Sérgio, observou sua vítima por alguns instantes, e então voltou para o carro. A seguir se colocaram em fuga. O veículo Ford KA prata, onde estava o assassino e seu comparsa motorista, desceu a rua Conde de Porto Alegre de ré, com as luzes apagadas, tendo entrado também de ré na rua FAB (Força Aérea Brasileira), uma abaixo da rua da Figueira. Em seguida, engataram marcha a frente pela mesma rua FAB e saíram, duas quadras depois, na avenida Getúlio Vargas que margeia a BR 116 (estrada federal que atravessa a cidade e a corta em duas), sentido para o centro de Canoas. Imediatamente juntaram-se vários moradores em volta do Peugeot 307, cuja atenção foi despertada pelos tiros, pela freada de pneus e pelo barulho da colisão com a árvore. Passaram essas pessoas a serem testemunhas dos fatos ali ocorridos. Uma delas pediu socorro por telefone, chegaram brigada militar, uma ambulância e policiais civis. O jovem empresário Mário Sérgio Gabardo foi transferido nessa ambulância para o Hospital Nossa Senhora das Graças, em Canoas, e lá declarado morto.</p>
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		<title>`Brasil é mesmo o país da impunidade´, diz pai que teve filho assassinado</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 19:22:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Denúncias]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Sergio Gabardo]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Gabardo]]></category>
		<category><![CDATA[Transportadora Gabardo]]></category>

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		<description><![CDATA[“Lamentavelmente a cada dia que passa, firmo mais ainda minha convicção de que o nosso Brasil é mesmo o país da impunidade. E não são poucos os exemplos. Naturalmente se quisesse enumerá-los, faltaria espaço para tanta coisa. Por isso me atenho ao caso (descaso) do assassinato do meu filho Mário, ocorrido na noite de 29 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Lamentavelmente a cada dia que passa, firmo mais ainda minha convicção de que o nosso Brasil é mesmo o país da impunidade. E não são poucos os exemplos. Naturalmente se quisesse enumerá-los, faltaria espaço para tanta coisa. Por isso me atenho ao caso (descaso) do assassinato do meu filho Mário, ocorrido na noite de 29 de setembro de 2005, quando, aos 20 anos, se dirigia para uma confraternização com amigos de infância.</p>
<p>Acabou assassinado de maneira estúpida e até hoje, passados nada menos do que 69 meses, ou 2.070 dias, nunca se ficou sabendo o que realmente aconteceu naquela noite. Muito menos quem foram os responsáveis por sua morte.</p>
<p>Pasmem!</p>
<p>A falha terrível das nossas chamadas autoridades da área da segurança pública, que jamais conseguiram explicar o que aconteceu, acabou premiando os assassinos com o tão conhecido de nós, Instituto da Impunidade.</p>
<p>Desde aquela terrível noite, tenho me debatido, cobrado, bradado aos quatro ventos para que alguém consiga justificar tamanho descaso. E nada! Ninguém consegue me dar uma explicação plausível. Há tantas autoridades da área da segurança pública&#8230; políticos, inclusive de carreira, gente grande que passou pela secretaria da Segurança Pública, e que jamais consegui me dar sequer, um minuto de atenção. Nunca quiseram ouvir o clamor deste Pai que, desesperado para saber o que efetivamente aconteceu com o seu Filho, clama por Justiça!</p>
<p>Inaceitável. Talvez queiram, essas pessoas que detem cargos importantes, que eu seja vencido pelo cansaço. Mas isso nunca acontecerá, porque enquanto tiver um sopro de vida do meu peito, estarei cobrando o que me é de direito, como um cidadão que paga regiamente seus impostos e cumpre fielmente com suas obrigações cívicas. Essas autoridades me devem isso e precisam fazer jus aos altos salários que percebem, oriundos da sociedade e também para honrarem o juramento que fazem quando assumem esses cargos.</p>
<p>Ou será que tudo é para cumprir estatuto legal e não tem razão de ser?</p>
<p>Há mais de cinco anos que meu peito sangra; que a dor toma conta do meu coração e me enche os olhos de lágrimas por não saber o que aconteceu com meu filho Mário, por não saber quem foram os seus executores e por qual motivo lhe abreviaram a vida de maneira tão ardilosa.</p>
<p>Mas essas autoridades preferem fazer o tradicional “olho branco” frente ao descaso inexplicável. Não conseguem explicar simplesmente porque não há como justificar tamanha falta de consideração humana, talvez porque eu não seja tão importante quanto essas autoridades. Certamente se um caso semelhante tivesse ocorrido com um familiar seu, as coisas seriam bem diferentes, haveria sim, desfecho e os criminosos estariam pagando pelo crime que cometeram.</p>
<p>É este apenas o meu anseio: o sentimento de Justiça pulsa em mim e apenas em mim, porque para essas autoridades o assassinato cruel do Mário, aos 20 anos de idade, é somente mais um número da hedionda estatística dos crimes insolúveis.</p>
<p>Basta. Quero respeito pelo cidadão que sou. Pelo Pai do Mário que morreu cruelmente pelas mãos de assassinos impunes por conta do descaso oficial. Mãos assassinas que continuam a ceifar vidas, tendo como maior incentivo, a impunidade que pessoas investidas em cargos oficiais lhes asseguram.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-3796" title="MARIO-SERGIO-GABARDO" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/06/MARIO-SERGIO-GABARDO.jpg" alt="" width="195" height="333" />Quero sim, saber quem matou meu filho Mário e se houve algum mandante para identificá-los e encaminhar ao poder Judiciário, a fim de que sejam punidos com a atual legislação.</p>
<p>O poder público me deve isso e, como Pai, vou continuar cobrando, distribuindo correspondências eletrônicas até que essas autoridades façam a sua parte, pois esse direito ninguém pode me negar. Sérgio, Pai do Mário&#8221;<span id="more-3795"></span></p>
<p>Sérgio Gabardo teve seu filho assassinado. Um jovem empresário morto com um tiro pelas costas. Qualquer leigo no Brasil diria que o crime tem indícios de uma execução.</p>
<p>Mário Gabardo era diretor da empresa gaúcha Transportadora Gabardo, a qual presta serviços de transportes de veículos por meio de caminhões “cegonha”. O jovem empresário detinha informações estratégicas do mercado de transporte cegonheiro e de sua empresa onde era diretor de operações. Detalhes no processo de investigação do crime mostram que logo após o assassinato do empresário o “notebook” de Mário Gabardo foi roubado de dentro de sua sala na TransGabardo.</p>
<p>O crime tem testemunhas que declararam que ocorreu uma perseguição dos assassinos ao veículo de Mário Gabardo. Após o tiro pelas costas, Mário ainda conseguiu fazer manobras no seu veículo e se colocar em fuga dos assassinos. O veículo percorreu pelo menos três quadras e logo se chocou com uma árvore e seu motorista, o empresário Mário Gabardo, acabou falecendo. Essas testemunhas do crime disseram que do veículo dos bandidos, um deles desceu com arma em punho e foi conferir se o empresário estava morto. Nada foi roubado. Esses detalhes constam do processo criminal aberto na Polícia Civil Gaúcha.</p>
<p>A Polícia Federal também andou investigando o assassinato de Mário Gabardo.</p>
<p>Duas áreas de segurança pública, uma estadual e outra federal, atuaram na tentativa de elucidação do assassinato do jovem empresário gaúcho. E até hoje os assassinos ainda não foram sequer identificados.</p>
<p>O pai, o empresário Sérgio Gabardo continua investigando a morte de seu filho. Todos os meses envia email as autoridades públicas cobrando a elucidação do assassinato de Mário.</p>
<p>Hoje (29/06) é mais um desses dias em que Sérgio Gabardo andou cobrando uma resposta das autoridades gaúchas que cuidam da segurança pública. E adivinhem se os bandidos ainda continuam impunes? Temos que lembrar os leitores que estamos no Brasil.</p>
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		<title>Assassinos do empresário Mário Sérgio Gabardo estão impunes há 2.038 dias</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 15:14:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nessa sexta-feira (29/04/2011) acordei cedo pela manhã como sempre faço. O relógio digital em cima da mesa de cabeceira marcava 5h. Abri a janela e notei o lindo dia. O sol forte e o céu azul com nuvens brancas mostravam o esplendor da natureza. São inúmeras as maneiras com que a natureza contempla nosso cotidiano, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: small;">Nessa sexta-feira (29/04/2011) acordei cedo pela manhã como sempre faço. O relógio digital em cima da mesa de cabeceira marcava 5h. Abri a janela e notei o lindo dia. O sol forte e o céu azul com nuvens brancas mostravam o esplendor da natureza.</span></div>
<div><span style="font-size: small;">São inúmeras as maneiras com que a natureza contempla nosso cotidiano, por vezes, monótono, vazio, corriqueiro, sem muitas novidades.</span></div>
<div><span style="font-size: small;">Mas hoje 29 de abril é transbordado de noticias. Entre as milhares novidades no Planeta Terra, há pelo menos uma que não será noticiada nos veículos de comunicação do Brasil.</span></div>
<p><span style="font-size: small;"> </p>
<p></span></p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/04/MARIO-SERGIO-GABARDO.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3664];player=img;"></a><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/04/MARIO-SERGIO-GABARDO.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3664];player=img;" title="MARIO-SERGIO-GABARDO"><img class="alignleft size-full wp-image-3666" title="MARIO-SERGIO-GABARDO" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/04/MARIO-SERGIO-GABARDO.jpg" alt="" width="195" height="333" /></a>A notícia da imensa saudade que toma conta dos pais de Mário Sérgio Gabardo, que enche os olhos de uma Pai e de uma Mãe, com lágrimas de emoção, de revolta e de indignação, frente ao gigantesco descaso com que as autoridades da área da segurança pública do Rio Grande do Sul tratam o assassinato de seu único filho, um jovem de apenas 20 anos, que tinha certamente um futuro brilhante pela frente, e que foi brutalmente assassinado na noite de 29 de setembro de 2005.</p>
<p>São 2.038 dias de saudades do jovem empresário Mário Sérgio Gabardo.</p>
<p>Um caso policial ainda sem solução pela polícia civil gaúcha.</p>
<p>A Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul até a presente data ainda não conseguiu colocar na cadeia os assassinos de Mário Sérgio Gabardo.</p>
<p>Os assassinos continuam impunes.</p>
<p>Na noite de 29 de setembro de 2005, o jovem Mário Sérgio Gabardo, com apenas 20 anos, estava ingressando em uma residência de amigos na cidade gaúcha de Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, quando foi alvejado por um tiro.</p>
<p>Mesmo mortalmente ferido, Mário Sérgio colocou o seu automóvel em fuga.</p>
<p>Os dois assassinos perseguiram o jovem empresário, por três quadras. Novos tiros no trajeto de fuga do empresário foram disparados pelos bandidos, conforme testemunha.</p>
<p>Na fuga Mário Sérgio acabou tendo o seu automóvel colidido contra uma árvore.</p>
<p>Um dos assassinos desceu do veículo em que se encontrava e foi lá conferir se Mário Sérgio estava morto.</p>
<p>A seguir, se colocaram os dois assassinos em fuga.</p>
<p>Mário Sérgio Gabardo deu entrada no hospital da cidade de Canoas, onde veio a falecer.</p>
<p>Declaração de testemunha aponta para uma execução.</p>
<p>Mário Sérgio Gabardo era diretor da empresa TransGabardo, uma das maiores transportadoras cegonehiras do Brasil. Atende a empresa, com exclusividade, a Hyundai em todo o país.</p>
<p>Por ser um jovem empresário de sucesso na TransGabardo, Mário Sérgio detinha estratégicas informações sobre a empresa e o mercado de transporte de veículos novos.</p>
<p>O processo policial de Mário Sérgio Gabardo está na prateleira dos &#8220;crimes não solucionados&#8221; pela Secretaria de Segurança Pública gaúcha.</p>
<p>Dizem pessoas experientes em casos policiais que só um milagre para encontrar os assassinos do jovem empresário.</p>
<p>O pai de Mário Sérgio Gabardo, o empresário Sergio Mário Gabardo é incansável.</p>
<p>Jamais irá descansar se não encontrar os assassinos de seu filho Mário Sérgio.</p>
<p>Talvez nessa sexta-feira (29/04) será mais um dia comum para muitas pessoas.</p>
<p>Certamente hoje não será um dia qualquer para o pai do Mário Sérgio, que tem em seu coração cravado o 29.</p>
<p>Hoje, 29 de abril, a saudade bate no fundo do coração da família Gabardo.</p>
<p>Bate mais forte no peito de um Pai que perdeu o seu filho amado, seu amigo e seu companheiro de todas as horas.</p>
<p>É mais um dia para lembrar os erros cometidos pelos agentes públicos nos trabalhos de investigação do assassinato de Mário Sérgio.</p>
<p>Sergio Mário Gabardo, Pai de Mário Sérgio, continua sem saber o que realmente aconteceu naquela trágica noite de 29 de setembro de 2005.</p>
<p>Passaram-se 68 meses e Sérgio Mário ainda não sabe quem matou o seu único filho e, pior, quem foram os mandantes e os dois assassinos, e por qual o motivo decidiram ceifar a vida de Mário Sérgio.</p>
<p>É doloroso demais para um Pai perder o filho amado e ser tratado com tamanho descaso por quem deveria garantir a segurança dos cidadãos. Sergio Mário Gabardo vai prosseguir o seu caminho, em mais uma missão de cobrar publicamente o que lhe é de direito como cidadão comum. Sergio Mário Gabardo continuará escrevendo todo o dia 29, diretamente ou por meio de seus amigos, como faço agora.</p>
<p>Relembre nesse dia 29 o Caso Mário Sérgio Gabardo.<span id="more-3664"></span></p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/04/PROCESSO-MARIO-SERGIO-GABARDO.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3664];player=img;" title="PROCESSO-MARIO-SERGIO-GABARDO"><img class="alignleft size-full wp-image-3667" title="PROCESSO-MARIO-SERGIO-GABARDO" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/04/PROCESSO-MARIO-SERGIO-GABARDO.jpg" alt="" width="298" height="448" /></a>O jovem empresário Mário Sérgio Gabardo, aos 20 anos, não tinha motivo para desconfiar que vivia suas últimas horas, ao entardecer do dia 29 de setembro de 2005, quando saiu da empresa em que era sócio com seu pai, a Transportadora Gabardo Ltda, por volta das 18h30.</p>
<p>Mário Sérgio tinha dois compromissos para a noite dessa quinta-feira de primavera.</p>
<p>A Transportadora Gabardo fica localizada no bairro Anchieta, próximo ao Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, no RS.</p>
<p>Mário Sérgio saiu dali e se dirigiu para a faculdade que cursava na universidade PUCRS, localizada na Avenida Ipiranga, onde deveria prestar prova no curso de Direito. Ele estava cursando o 8º. semestre.</p>
<p>Concluída a prova, o jovem diretor de frota de caminhões cegonheiros da TransGabardo dirigiu-se para a cidade de Canoas, situada na região metropolitana de Porto Alegre, colada a capital gaúcha, onde morava.</p>
<p>Mário Sérgio tinha por hábito, nas noites de quinta-feiras, realizar um churrasco com amigos, em uma casa particular na rua Tomé de Souza, em Canoas, sempre que sua agenda lhe permitia.</p>
<p>Na noite de 29 de setembro de 2005, por volta das 20h50m, o jovem empresário Mário Sérgio, já havia deixado o seu automóvel Peugeot 307, cor cinza, automático, ano 2005, placas IXX 0307, no estacionamento do Shopping Bourbon Zaffari Canoas.</p>
<p>Nesse momento Mário Sérgio falava ao telefone celular com o Anderson, um amigo pessoal.</p>
<p>Mário Sérgio disse a Anderson que estava no supermercado e que fazia as compras para o churrasco daquela quinta-feira.</p>
<p>Conforme a nota fiscal da Companhia Zaffari Comércio e Indústria, encontrada posteriormente entre seus pertences no carro Peugeot 307, Mário Sérgio passou pelo caixa do supermercado às 21h18m.</p>
<p>A nota fiscal discrimina as suas compras: coxa de frango, costela bovina, costela de ovino, lingüiça toscana, pão, alho, carvão, cerveja e refrigerantes.</p>
<p>A atendente de nome Tatiane realizou a operação de registro dessas compras, encerrando exatamente às 21h20m.</p>
<p>Mário Sérgio gastou apenas dois minutos para passar as suas compras no caixa do supermercado e realizar o pagamento no valor de R$ 66,77 (em setembro de 2005).</p>
<p>Depois Mário Sérgio se desloca para o estacionamento do shopping. Descarrega as compras do carrinho do supermercado e as coloca no porta-malas de seu automóvel Peugeot 307.</p>
<p>Mário Sérgio ficou entre 20h50 e 21h30 na área do Shopping Bourbon Zaffari Canoas. Ele estava a poucos minutos de sua morte.</p>
<p>A seguir o jovem empresário Mário Sérgio tomou o rumo da casa do amigo, que mora na rua Tomé de Souza, no bairro Niterói, em Canoas, onde seria realizado o churrasco.</p>
<p>A distância percorrida entre o Shopping Bourbon Zaffari Canoas e a casa da rua Tomé de Souza, possui em linha reta, não mais do que dois quilômetros.</p>
<p>Mário Sérgio, como morador de Canoas sabia que a cidade era dividida pela BR 116. Com toda a certeza escolheu um caminho seguro entre os dois pontos (shopping e o local do churrasco) para trafegar com seu Peugeot 307 naquele horário da noite.</p>
<p>Do shopping chegou à rua Humaitá e a seguir ingressou na rua Venâncio Aires, percorrendo-a no sentido centro-bairro. Pela rua Venâncio Aires, o empresário Mário Sérgio, em seu automóvel Peugeot 307, passou por cinco quadras até alcançar a esquina da rua Tomé de Souza.</p>
<p>Mário Sérgio quase na esquina da rua Venâncio Aires com a rua Tomé de Souza, exatamente às 21h37m38, faz uma ligação de seu telefone celular para o aparelho celular de seu amigo Anderson que está no local da confraternização.</p>
<p>A ligação durou 30 segundos, tempo suficiente para que o amigo Anderson soubesse de que ele estava nas imediações da casa da rua Tomé de Souza e que fosse aberto o portão da garagem de acesso ao interior do imóvel, onde ingressaria com seu carro (como sempre fazia rotineiramente nas quinta-feiras a noite).</p>
<p>O Peugeot 307 parou na esquina da rua Venâncio Aires com a rua Tomé de Souza.</p>
<p>O empresário Mário Sérgio deu o sinal de que ingressaria com seu carro a sua esquerda, na rua Tomé de Souza. Ao realizar a manobra com o Peugeot 307, dobrando a esquerda na Tomé de Souza, Mário Sérgio cumprimentou o manobrista da Galeteria Piatto Bello, que estava postado a frente dos veículos estacionados na área do restaurante. Esse lhe retribuiu com um aceno de mão.</p>
<p>O funcionário da Piatto Bello viu o Peugeot 307 de Mário Sérgio dobrar na rua Tomé de Souza. Também viu que atrás do Peugeot 307 vinha um automóvel Ford KA, cor prata, o qual realizou a mesma manobra.</p>
<p>Até essa altura, Mário Sérgio não dava indicativo de se sentir ameaçado ou perseguido, tanto que acenou para o manobrista do restaurante Piatto Bello.</p>
<p>O jovem empresário, diretor da TransGabardo, estava a poucos metros da casa particular onde se realizaria a confraternização habitual com seu grupo de amigos.</p>
<p>Mário Sérgio, dirigindo o seu Peugeot 307 trafega mais alguns metros na rua Tomé de Souza, não mais de 30 metros, e vira o carro para a esquerda, após uma árvore, embicando-o em direção ao portão da casa de número 258, para ingressar na área interna do imóvel, onde se encontraria com os amigos para o churrasco semanal habitual.</p>
<p>Dentro de seu carro, Mário Sérgio aguardou por algumas frações de segundos para que fosse aberto o portão da casa de no.258.</p>
<p>Nesse momento, encosta em perpendicular ao carro de Mário Sérgio e paralelo a rua, de forma repentina, com luzes apagadas, por meio de uma manobra brusca, o automóvel Ford KA prata, que o estava perseguindo, sem que tivesse desconfiado do que estava prestes a acontecer.</p>
<p>O veículo Ford KA prata parou na contra mão da rua Tomé de Souza, junto à calçada do lado esquerdo, muito próximo do Peugeot 307 de Mário Sérgio.</p>
<p>Do automóvel Ford Ka prata, saltou pela porta dianteira do lado direito (a do carona), um homem de 1m80 de altura, com uma arma na mão direita, gritando para que Mário Sérgio saísse do carro.</p>
<p>&#8220;Desce do carro, desce do carro&#8221;, gritava o homem, empunhando a arma na direção de Mário Sérgio.</p>
<p>Ato imediato, segurando a arma do crime, agora com as duas mãos, como se fosse um experiente atirador e executor, o assassino dispara dois tiros.</p>
<p>Um desses tiros disparados realiza a trajetória de &#8220;fora para dentro do Peugeot 307, da esquerda para a direita, de trás para a frente&#8221;, vindo a destroçar o vidro da porta lateral esquerda traseira.</p>
<p>Esse projétil penetra no corpo de Mário Sérgio, na &#8220;região escapular esquerda, acaba lacerando o lobo superior do pulmão esquerdo, ventrículo esquerdo, e se aloja no interior do saco pericárdico&#8221; (tecido fibroso que envolve o coração) do jovem empresário.</p>
<p>Gravemente ferido, o empresário Mário Sérgio consegue, inacreditavelmente, engatar uma marcha a ré no seu Peugeot 307, e a seguir acelera o veículo para a frente, percorrendo alguns metros pela rua Tomé de Souza e entrando à esquerda na rua Conde de Porto Alegre, no sentido do centro da cidade de Canoas.</p>
<p>O automóvel Ford KA prata, de luzes apagadas, com os dois assassinos dentro do veículo, sai correndo atrás do Peugeot 307 de Mário Sérgio, fazendo o mesmo percurso, perseguindo-o a uma pequena distância.</p>
<p>Os dois carros percorrem duas quadras da rua Conde de Porto Alegre, sentido bairro-centro em Canoas.</p>
<p>Ainda na rua Conde de Porto Alegre, esquina com a rua da Figueira (segunda rua paralela com a rua Tomé de Souza), uma testemunha declarou ter ouvido três disparos de arma de fogo e a seguir novamente mais tiros. Essa mesma testemunha recorda de um barulho de uma colisão de carro.</p>
<p>O Peugeot 307 acabou subindo a calçada e colidindo com uma árvore na rua Conde de Porto Alegre, quase esquina com a rua da Figueira.</p>
<p>Mário Sérgio dentro do Peugeot 307 estava afivelado ao seu cinto de segurança, desmaiado, sem qualquer reação.</p>
<p>Consta que o veículo Ford KA prata, parou junto ao Peugeot 307, e dele desceu o assassino que deu o tiro mortal, se aproximando de Mário Sérgio. O assassino observou sua vítima por alguns instantes, e então voltou para o carro Ford Ka.</p>
<p>A seguir se colocaram em fuga. O veículo Ford KA prata, onde estava o assassino e seu comparsa motorista, desceu a rua Conde de Porto Alegre de ré, com as luzes apagadas, tendo entrado a seguir, também de ré, na rua FAB (Força Aérea Brasileira), uma abaixo da rua da Figueira.</p>
<p>Em seguida, engataram marcha a frente pela mesma rua FAB e saíram, duas quadras depois, na avenida Getúlio Vargas que margeia a BR 116 (estrada federal que atravessa a cidade e a corta em duas), sentido para o centro de Canoas.</p>
<p>Imediatamente juntaram-se vários moradores em volta do Peugeot 307, cuja atenção foi despertada pelos tiros, pela freada de pneus e pelo barulho da colisão com a árvore.</p>
<p>Passaram essas pessoas a serem testemunhas dos fatos ali ocorridos.</p>
<p>Uma delas pediu socorro por telefone, e logo a brigada militar, uma ambulância e policiais civis se fizeram presentes no local.</p>
<p>O jovem empresário Mário Sérgio Gabardo foi transferido nessa ambulância para o Hospital Nossa Senhora das Graças, em Canoas, e lá declarado morto.</p>
<p>Isso aconteceu há 2.038 dias. E ainda hoje nada se sabe sobre os assassinos. Esses estão impunes, se não mortos, conforme dizem as estatísticas que &#8220;bandidos não vivem muito tempo&#8221;.</p>
<p>Certamente Sérgio Mário Gabardo está ainda hoje a procura dos assassinos de seu filho Mário Sérgio.</p>
<p>Sérgio Gabardo é admirado por todos que o conhecem. E por ser um &#8220;homem de fibra e incansável&#8221;, vai continuar cobrando das autoridades de segurança pública do Rio Grande do Sul a elucidação do assassinato de seu filho Mário Sérgio Gabardo.</p>
<p>Enquanto Sérgio Mário Gabardo não ver os assassinos de seu filho na cadeia, não se ouvirá de sua pessoa, dizer que &#8220;agora posso descansar, cumpri meu compromisso com a minha familia e com a sociedade brasileira&#8221;.</p>
<div><span style="font-size: small;">Deus é o Pai. Ele criou a natureza. Criou o Homem. E Deus, após a morte do jovem Mário Sérgio, deu a familia Gabardo um novo herdeiro.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<p><span style="font-size: small;"> </p>
<p></span></p>
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		<title>Revolta e indignação</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 10:57:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Canoas]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Sergio Gabardo]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, mais uma vez, a imensa saudade toma conta do meu peito e enche, como diariamente, meus olhos de lágrimas. São lágrimas de emoção, de revolta e de indignação, frente ao gigantesco descaso com que as autoridades da área da segurança pública tratam o assassinato do meu filho Mário. Um jovem de apenas 20 anos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-3321" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/09/Mario-Sergio-Gabardo-Datas.jpg" alt="" width="195" height="333" />Hoje, mais uma vez, a imensa saudade toma conta do meu peito e enche, como diariamente, meus olhos de lágrimas. São lágrimas de emoção, de revolta e de indignação, frente ao gigantesco descaso com que as autoridades da área da segurança pública tratam o assassinato do meu filho Mário. Um jovem de apenas 20 anos, que tinha, certamente, um futuro brilhante pela frente, e que foi brutalmente assassinado na noite de 29 de setembro de 2005.</p>
<p>E lá se vão cinco anos&#8230; 60 meses&#8230; 1.800 dias&#8230;</p>
<p>Nesse tempo todo, a única certeza que tenho, como Pai, é de que meu filho Mário nos deixou abruptamente e que essas autoridades, políticos carreiristas, nada fizeram para elucidar esse hediondo crime. Não tiveram profissionalismo e/ou vontade política para identificar os verdadeiros responsáveis ou mandantes e encaminhá-los para o julgamento da nossa Justiça (?).</p>
<p>É inaceitável que um Pai, como todo o direito que tem como cidadão comum, pagador dos seus impostos em dia, não tenha a resposta necessária que o caso exige. Não foram poucas as vezes em que mandei correspondências eletrônicas (centenas delas, milhares até) clamando para que essas autoridades, 99% delas políticas, fizessem alguma coisa: investigassem com isenção e profissionalismo o assassinato do meu filho Mário, que cursava (um orgulho para a família) Direito na PUC-RS.</p>
<p>Tudo em vão&#8230;.</p>
<p>Insensíveis&#8230;</p>
<p>Até correspondência de alto funcionário do Palácio Piratini, em nome da governadora (que está em busca de votos novamente) recebi, dando conta de que isso e aquilo seria feito, etc. e tal. Mas nada! Como se diz na linguagem popular, o papel aceita tudo, mas na prática, absolutamente nada foi feito.</p>
<p>Um escândalo!</p>
<p>E como eu, centenas de outros pais amargam a mesma desconsideração e descaso dessas autoridades, burocratas em sua essência, que por detrás de gabinetes suntuosos, ignoram o apelo, o clamor dos seus cocidadãos.</p>
<p>Insensíveis!</p>
<p>Agora, nesta quarta-feira em que se completa cinco anos do seu assassinato, talvez essas autoridades (políticos) estejam pensando e agindo para que a morte do meu filho Mário caia no esquecimento, voltando a ser apenas mais um número na escandalosa estatística dos crimes insolúveis pelo descaso e pela falta de vontade política, ausência de uma atuação eficaz.</p>
<p>Meu sentimento de Justiça continua latente e jamais se calará.</p>
<p>Estarei a cada dia, a cada minuto, clamando para que a Justiça seja feita, com a denúncia dos verdadeiros culpados pela morte do meu filho Mário.</p>
<p>Enquanto essa classe política prossegue sua caminhada, por vezes até desenfreada à caça de votos, minha missão é bem diferente: a busca da Justiça, bem distante de uma suposta vingança.</p>
<p>É meu direito de Pai, saber o que efetivamente aconteceu com meu filho naquela trágica noite de 29 de setembro de 2005, na cidade de Canoas, quando Mário se dirigia para encontrar colegas e amigos de infância, como fazia todas as quintas-feiras. Uma confraternização sadia, que foi suspensa por assassinos que até hoje estão sendo premiados com o instituto da Impunidade.</p>
<p>Com os olhos repletos de lágrimas de amor, estou mandando no anexo, o retrato da minha revolta e indignação, publicado nos principais jornais do estado do Rio Grande do Sul, deste dia 29 se setembro.</p>
<p>Obrigado novamente pelo apoio que sempre me deram.</p>
<p>Quisesse Deus que apenas uma dessas autoridades da Segurança Pública, me desse a atenção que cada um de vocês sempre me dispensaram.</p>
<p>Certamente a história seria outra..</p>
<p>Sergio, Pai do Mário</p>
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		<title>Assassinato do jovem empresário cegonheiro gaúcho completou 53 meses sem que as autoridades de segurança tenham identificados os bandidos</title>
		<link>http://www.mafiadolixo.com/2010/04/assassinato-do-jovem-empresario-cegonheiro-gaucho-completou-53-meses-sem-que-as-autoridades-de-seguranca-tenham-identificados-os-bandidos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=assassinato-do-jovem-empresario-cegonheiro-gaucho-completou-53-meses-sem-que-as-autoridades-de-seguranca-tenham-identificados-os-bandidos</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 02:14:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mário Sergio Gabardo]]></category>

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		<description><![CDATA[O empresário cegonheiro gaúcho Sergio Gabardo envia email onde lembra as autoridades de segurança do Rio Grande do Sul do bárbaro assassinato de seu único filho a época do fato. Diz o amigo Sergio Gabardo que “acompanhou o quanto pode o julgamento do casal Nardoni, acusado e finalmente condenado pelo assassinato da inocente Isabella. Decisão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2890" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/04/mario-175x300.jpg" alt="" width="175" height="300" />O empresário cegonheiro gaúcho Sergio Gabardo envia email onde lembra as autoridades de segurança do Rio Grande do Sul do bárbaro assassinato de seu único filho a época do fato. Diz o amigo Sergio Gabardo que “acompanhou o quanto pode o julgamento do casal Nardoni, acusado e finalmente condenado pelo assassinato da inocente Isabella. Decisão justa do júri, diz Gabardo. Mas o resultado foi fruto de um trabalho sério desde o início das investigações e, principalmente, do afinco dos profissionais responsáveis pela perícia. Entretanto, qual terá sido o peso desse trabalho tendo a mídia por trás, que, de forma exaustiva instigou as autoridades a trabalhar no caso? Técnicos altamente qualificados que utilizaram equipamentos e produtos de alta tecnologia para comprovar a autoria do assassinato, recursos estes nem sempre disponíveis a outros casos. Basta ver que não foi a única criança vítima de seus próprios pais ou madrasta. A polícia sem equipamentos e recursos e, porque não dizer, sem preparo para enfrentar esses bandidos que estão cada dia mais equipados em todos os sentidos e dando mostra de muita organização; sem a mídia para dar cobertura ao caso e desafiar os órgãos competentes a realizar o trabalho que deveria ser de sua competência; sem vontade dos órgãos competentes para investigar a real possibilidade do que possa ter acontecido? O diferencial entre o caso Isabella Nardoni e o do assassinato do meu filho Mário Sergio Gabardo, ocorrido na noite de 29 de setembro de 2005, em circunstâncias até hoje não esclarecidas pelos organismos de segurança pública do Rio Grande do Sul é justamente esse. Espero ansiosamente por Justiça! É um sentimento bem distante do de vingança. Desde que meu filho Mário, um jovem de apenas 20 anos foi assassinado, tenho lutado para que os verdadeiros culpados sejam identificados e punidos: também clamo por Justiça! O exemplo de bom trabalho policial, de respaldo e desafio da mídia é exatamente o que faltou no assassinato do meu filho, cuja autoria caiu no esquecimento dessas autoridades, responsáveis pelo mais hediondo descaso. Mas o descaso e o esquecimento premeditado e, portanto, intencional, não faz com que eu desista ou esmoreça na busca da Justiça! Continuarei na minha luta por Justiça, com o apoio dos amigos, como vocês, pessoas sensíveis, ao contrário dessas autoridades da segurança pública, que preferem tratar o assassinato do meu filho Mário, apenas como mais um caso insolúvel, nas suas vergonhosas estatísticas. Acordo todos os dias na esperança de ver a Justiça sendo feita! Meu filho merece isso! Enquanto a dor e a saudade me acompanham dia após dia; enquanto em minha vida persiste esse enorme vazio; enquanto minhas lágrimas brotam dos olhos, vou cobrar o fim desse descaso, até que essas autoridades identifiquem os executores e/ou mandantes da morte do meu filho Mário, para que sejam julgados pelo crime que cometeram. Como pai e cidadão que paga seus impostos em dia continuarei exigindo uma explicação e justiça! Afinal em março completou 53 MESES!!!!!” A Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul até a presente data ainda não conseguiu colocar na cadeia os assassinos do empresário Mário Sérgio Gabardo. O caso completou 53 meses sem solução e os assassinos continuam impunes. Em 29 de setembro de 2005, o jovem Mário Sérgio Gabardo, com apenas 20 anos, estava ingressando em uma residência de amigos na cidade gaúcha de Canoas, quando foi alvejado por um tiro. Mesmo mortalmente ferido, Mário colocou o seu automóvel em fuga. Os dois assassinos perseguiram o empresário cegonheiro, por três quadras na cidade de Canoas, que fica na região metropolitana. Novos tiros no trajeto de fuga do empresário foram disparados pelos bandidos, conforme testemunha. Na fuga Mário Sérgio Gabardo acabou tendo o seu automóvel colidido contra uma árvore. Um dos assassinos foi lá conferir se Mário estava morto. A seguir, se colocaram em fuga. Mário Sérgio Gabardo deu entrada no hospital da cidade de Canoas, onde veio a falecer. Declaração de testemunha aponta para uma execução. Mário era diretor da empresa TransGabardo. Jovem diretor e empresário, Mário Sérgio Gabardo detinha estratégicas informações sobre a empresa e o mercado de transporte de veículos novos. O processo policial de Mário Sérgio Gabardo está na prateleira dos “crimes não solucionados” pela Secretaria de Segurança Pública gaúcha. Dizem pessoas experientes em casos policiais que só um milagre para encontrar os assassinos do jovem empresário. O pai de Mário Sérgio Gabardo, o empresário Sergio Mário Gabardo é um homem de sucesso no mercado nacional de transporte de veículos novos. Sérgio Gabardo é dono da TransGabardo, uma transportadora cegonheira que atua no Brasil e no Exterior. O empresário Sergio Gabardo é incansável. Jamais irá descansar se não encontrar os assassinos de seu filho Mário.</p>
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		<title>Caso Mário Sérgio Gabardo completa 52 meses sem solução e assassinos do empresário não foram sequer identificados pela Polícia</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 11:06:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Sergio Gabardo]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2733" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/01/mario.jpg" alt="" width="195" height="333" />Um caso policial ainda sem solução pela polícia civil gaúcha. A Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul até a presente data ainda não conseguiu colocar na cadeia os assassinos do empresário Mário Sérgio Gabardo. O caso completa hoje 52 meses sem solução e os assassinos continuam impunes. Em 29 de setembro de 2005, o jovem Gabardo, com apenas 20 anos, estava ingressando em uma residência de amigos na cidade gaúcha de Canoas, quando foi alvejado por um tiro. Mesmo mortalmente ferido, Gabardo colocou o seu automóvel em fuga. Os dois assassinos perseguiram o empresário, por três quadras. Novos tiros no trajeto de fuga do empresário foram disparados pelos bandidos, conforme testemunha. Na fuga Gabardo acabou tendo o seu automóvel colidido contra uma árvore. Um dos assassinos foi lá conferir se Gabardo estava morto. A seguir, se colocaram em fuga. Mário Sérgio Gabardo deu entrada no hospital da cidade de Canoas, onde veio a falecer. Declaração de testemunha aponta para uma execução. Mário Sérgio Gabardo era diretor da empresa TransGabardo. Jovem diretor e empresário, Mário Sérgio Gabardo detinha estratégicas informações sobre a empresa e o mercado de transporte de veículos novos. O processo policial de Mário Sérgio Gabardo está na prateleira dos “crimes não solucionados” pela Secretaria de Segurança Pública gaúcha. Dizem pessoas experientes em casos policiais que só um milagre para encontrar os assassinos do jovem empresário. O pai de Mário Sérgio Gabardo, o empresário Sergio Mário Gabardo é um homem de sucesso no mercado nacional de transporte de veículos novos. Sérgio Gabardo é dono da TransGabardo, uma transportadora cegonheira que atua no Brasil e no Exterior. O empresário Sergio Gabardo é incansável. Jamais irá descansar se não encontrar os assassinos de seu filho Mário. Nesta sexta-feira (29/01/2010) será um dia comum para qualquer pessoa. Mas não para o pai do Mário. É mais um dia 29. Data em que a amargura e a saudade bate no fundo do coração da família Gabardo. Bate mais forte no peito de um Pai que perdeu o seu filho amado, seu amigo e seu companheiro de todas as horas, aos 20 anos, 2 meses e 20 dias de vida. Dia em que vai recordar do descaso com que o assunto foi tratado ao longo desses 52 meses pela segurança pública. Hoje é mais um Dia de lembrar os erros cometidos pelos agentes públicos nos trabalhos de investigação a respeito da morte brutal e abrupta do Mário. Até hoje Sergio Gabardo, como Pai, continua sem saber o que realmente aconteceu naquela trágica noite de 29 de setembro de 2005. Passaram-se 52 meses e não sabe quem matou o seu único filho (à época) e, pior, quem foram os mandantes e qual o motivo que tiveram para ceifar uma vida tão linda e com um futuro promissor, como vinha se desenhando. É doloroso demais para um Pai perder o filho amado e ser tratado com tamanho descaso por quem deveria garantir a segurança dos cidadãos. Sergio Gabardo vai prosseguir o seu caminho, em mais uma missão de cobrar publicamente o que lhe é de direito como cidadão comum. Sergio Gabardo continuará escrevendo todo o dia 29, diretamente ou por meio de seus amigos. Relembre nesse dia 29 o Caso Mário Sérgio Gabardo.<span id="more-2731"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O jovem empresário Mário Sérgio Gabardo, aos 20 anos, não tinha motivo para desconfiar que vivia suas últimas horas, ao entardecer do dia 29 de setembro de 2005, quando saiu da empresa em que era sócio com seu pai, a Transportadora Gabardo Ltda, por volta das 18h30. Mário Sérgio tinha dois compromissos para a noite dessa quinta-feira de primavera. A Transportadora Gabardo fica localizada no bairro Anchieta, próximo ao Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, no RS. Mário Sérgio saiu dali e se dirigiu para a PUC, localizada na Avenida Ipiranga, onde deveria prestar prova no curso de Direito. Ele estava cursando o 8º. semestre. Concluída a prova, o jovem diretor de frota de caminhões cegonheiros da TransGabardo dirigiu-se para a cidade de Canoas, situada na região metropolitana de Porto Alegre, colada a capital gaúcha, onde morava. Mário Sérgio tinha por hábito, nas noites de quinta-feiras, realizar um churrasco com amigos, em uma casa particular na rua Tomé de Souza no.258, em Canoas, sempre que sua agenda lhe permitia. Na noite de 29 de setembro de 2005, por volta das 20h50m, o jovem empresário Mário Sérgio, já havia deixado o seu automóvel Peugeot 307, cor cinza, automático, ano 2005, placas IXX 0307, no estacionamento do Shopping Bourbon Zaffari Canoas. Nesse momento Mário falava ao telefone celular com o Anderson, um amigo pessoal. Mário disse a Anderson que estava no supermercado e que fazia as compras para o churrasco daquela quinta-feira. Conforme a nota fiscal da Companhia Zaffari Comércio e Indústria, encontrada posteriormente entre seus pertences no carro Peugeot 307, Mário Sérgio passou pelo caixa do supermercado às 21h18m. A nota fiscal discrimina as suas compras: coxa de frango, costela bovina, costela de ovino, lingüiça toscana, pão, alho, carvão, cerveja e refrigerantes. A atendente de nome Tatiane realizou a operação de registro dessas compras, encerrando exatamente às 21h20m. Mário Sérgio gastou apenas dois minutos para passar as suas compras no caixa do supermercado e realizar o pagamento no valor de R$ 66,77. Depois ele se desloca para o estacionamento do shopping. Descarrega as compras do carrinho do supermercado e as coloca no porta-malas de seu automóvel Peugeot 307. Mário Sérgio ficou entre 20h50 e 21h30 na área do Shopping Bourbon Zaffari Canoas. Ele estava a poucos minutos de sua morte. A seguir o empresário Mário Sérgio tomou o rumo da casa do amigo, que mora na rua Tomé de Souza, no bairro Niterói, onde seria realizado o churrasco. A distância percorrida entre o Shopping Bourbon Zaffari Canoas e a casa de número 258 da rua Tomé de Souza, possui em linha reta, não mais do que dois quilômetros. Mário Sérgio, como morador de Canoas sabia que a cidade era dividida pela BR 116. Com toda a certeza escolheu um caminho seguro entre os dois pontos (shopping e o local do churrasco) para trafegar com seu Peugeot 307 naquele horário da noite. Do shopping chegou à rua Humaitá e a seguir ingressou na rua Venâncio Aires, percorrendo-a no sentido centro-bairro. Pela rua Venâncio Aires, o empresário Mário Sérgio, em seu automóvel Peugeot 307, passou por cinco quadras até alcançar a esquina da rua Tomé de Souza. Mário quase na esquina da rua Venâncio Aires com a rua Tomé de Souza, exatamente às 21h37m38,  faz uma ligação de seu telefone celular para o aparelho celular de seu amigo Anderson que está no local da confraternização. A ligação durou 30 segundos, tempo suficiente para que o amigo Anderson soubesse de que ele estava nas imediações da casa de no. 258 da rua Tomé de Souza e que fosse aberto o portão da garagem de acesso ao interior do imóvel, onde ingressaria com seu carro (como sempre fazia rotineiramente nas quinta-feiras a noite).  O Peugeot 307 parou na esquina da rua Venâncio Aires com a rua Tomé de Souza. O empresário Mário Sérgio deu o sinal de que ingressaria com seu carro a sua esquerda, na rua Tomé de Souza. Ao realizar a manobra com o Peugeot 307, dobrando a esquerda na Tomé de Souza, Mário Sérgio cumprimentou o manobrista da Galeteria Piatto Bello, que estava postado a frente dos veículos estacionados na área do restaurante. Esse lhe retribuiu com um aceno de mão. O funcionário da Piatto Bello viu o Peugeot 307 de Mário dobrar na rua Tomé de Souza. Também viu que atrás do Peugeot 307 vinha um automóvel Ford KA, cor prata, o qual realizou a mesma manobra. Até essa altura, Mário Sérgio não dava indicativo de se sentir ameaçado ou perseguido, tanto que acenou para o manobrista do restaurante Piatto Bello. Mário estava a poucos metros da casa particular onde se realizaria a confraternização habitual com seu grupo de amigos. Mário Sérgio, dirigindo o seu Peugeot 307 trafega mais alguns metros na rua Tomé de Souza, não mais de 30 metros, e vira o carro para a esquerda, após uma árvore, embicando-o em direção ao portão da casa de número 258, para ingressar na área interna do imóvel, onde se encontraria com os amigos para o churrasco semanal habitual. Dentro de seu carro, Mário aguardou por algumas frações de segundos para que fosse aberto o portão da casa de no.258. Nesse momento, encosta em perpendicular ao carro de Mário e paralelo a rua, de forma repentina, com luzes apagadas, por meio de uma manobra brusca, o automóvel Ford KA prata, que o estava perseguindo, sem que tivesse desconfiado do que estava prestes a acontecer. O veículo Ford KA prata parou na contra mão da rua Tomé de Souza, junto à calçada do lado esquerdo, muito próximo do Peugeot 307 de Mário Sérgio. Do automóvel Ford Ka prata, saltou pela porta dianteira do lado direito (a do carona), um homem de 1m80 de altura, com uma arma na mão direita, gritando para que Mário Sérgio saísse do carro. “Desce do carro, desce do carro”, gritava o assassino. Ato imediato, segurando a arma do crime, agora com as duas mãos, como se fosse um experiente atirador e executor, o assassino dispara dois tiros. Um desses tiros disparados realiza a trajetória de “fora para dentro do Peugeot 307, da esquerda para a direita, de trás para a frente”, vindo a destroçar o vidro da porta lateral esquerda traseira. Esse projétil penetra no corpo de Mário Sérgio, na “região escapular esquerda, acaba lacerando o lobo superior do pulmão esquerdo, ventrículo esquerdo, e se aloja no interior do saco pericárdico” (tecido fibroso que envolve o coração) do jovem empresário. Gravemente ferido, o empresário Mário Sérgio consegue, inacreditavelmente, engatar uma marcha a ré no seu Peugeot 307, e a seguir acelera o veículo para a frente, percorrendo alguns metros pela rua Tomé de Souza e entrando à esquerda na rua Conde de Porto Alegre, no sentido do centro da cidade de Canoas. O automóvel Ford KA prata, de luzes apagadas, já com o assassino dentro do veículo, sai correndo atrás do Peugeot 307 de Mário Sérgio, fazendo o mesmo percurso, perseguindo-o a uma pequena distância. Os dois carros percorrem duas quadras da rua Conde de Porto Alegre, sentido bairro-centro. Ainda na rua Conde de Porto Alegre, esquina com a rua da Figueira (segunda rua paralela com a rua Tomé de Souza), uma testemunha declarou ter ouvido três disparos de arma de fogo e a seguir novamente mais tiros. Essa mesma testemunha recorda de um barulho de uma colisão de carro. O Peugeot 307 acabou subindo a calçada e colidindo com uma árvore na rua Conde de Porto Alegre, quase esquina com a rua da Figueira. Mário Sérgio dentro do Peugeot 307 estava afivelado ao seu cinto de segurança, desmaiado, sem qualquer reação. Consta que o veículo Ford KA prata, parou junto ao Peugeot 307, e dele desceu o assassino, o qual se aproximou de Mário Sérgio, observou sua vítima por alguns instantes, e então voltou para o carro. A seguir se colocaram em fuga. O veículo Ford KA prata, onde estava o assassino e seu comparsa motorista, desceu a rua Conde de Porto Alegre de ré, com as luzes apagadas, tendo entrado também de ré na rua FAB (Força Aérea Brasileira), uma abaixo da rua da Figueira. Em seguida, engataram marcha a frente pela mesma rua FAB e saíram, duas quadras depois, na avenida Getúlio Vargas que margeia a BR 116 (estrada federal que atravessa a cidade e a corta em duas), sentido para o centro de Canoas. Imediatamente juntaram-se vários moradores em volta do Peugeot 307, cuja atenção foi despertada pelos tiros, pela freada de pneus e pelo barulho da colisão com a árvore. Passaram essas pessoas a serem testemunhas dos fatos ali ocorridos. Uma delas pediu socorro por telefone, chegaram brigada militar, uma ambulância e policiais civis. O jovem empresário Mário Sérgio Gabardo foi transferido nessa ambulância para o Hospital Nossa Senhora das Graças, em Canoas, e lá declarado morto.</p>
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		<title>Sergio, pai do Mário, luta para identificar e prender os assassinos de seu filho</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 14:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Canoas]]></category>
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		<description><![CDATA[Estamos em janeiro de 2005 (ano de dois mil e cinco). O cidadão brasileiro Sergio Mário Gabardo, é um homem honrado, trabalhador e empresário. Possui uma família, um único filho homem. O jovem Mário Sergio Gabardo, 20 anos, seu filho, é estudante do curso de Direito da PUCRS, também um homem honrado, trabalhador e empresário. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1100" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><img class="size-medium wp-image-1100 " title="Mário Sergio Gabardo" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/01/mario_sergio_gabardo_08-240x300.jpg" alt="Lista de crimes no Rio Grande do Sul: os assassinos do jovem Mário não forma identificados" width="240" height="300" /><p class="wp-caption-text">Lista de crimes no Rio Grande do Sul: os assassinos do jovem Mário não foram identificados pela polícia gaúcha</p></div>
<p style="text-align: justify;">Estamos em janeiro de 2005 (ano de dois mil e cinco). O cidadão brasileiro Sergio Mário Gabardo, é um homem honrado, trabalhador e empresário. Possui uma família, um único filho homem. O jovem Mário Sergio Gabardo, 20 anos, seu filho, é estudante do curso de Direito da PUCRS, também um homem honrado, trabalhador e empresário. O pai Sergio Mário Gabardo iniciou sua vida profissional transportando tomate. “Comeu poeira”. Mais tarde, Sergio Mário ingressou no ramo do transporte de automóveis. Formou a TransGabardo (uma das grandes empresas cegonheiras do Brasil). Sergio Mário é um empresário de sucesso, conhecido no Brasil. Naquele ano de 2005, podíamos ver uma família brasileira que venceu pelo trabalho, que contribuiu ano a ano com seus impostos para que o Brasil seguisse o seu caminho como um país. Tudo estava certo. Mas, Deus reservava para essa família algo que poucos brasileiros já vivenciaram. Na noite de 29 de setembro de 2005, o seu filho Mário Sergio Gabardo, diretor da frota de caminhões cegonheiras da TransGabardo, teve a sua vida interrompida. Mário Sergio é brutalmente assassinado. O crime ocorreu na cidade de Canoas, na região metropolitana do município de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Por volta das 21h30min naquela noite de 29 de setembro, Mário Sergio termina uma prova na Faculdade de Direito da PUCRS, em Porto Alegre, e logo se dirige para a cidade de Canoas, onde reside e possui muitos amigos. Mário Sergio faz compras para uma confraternização, um churrasco, onde estariam presentes os amigos. Chega então à rua Tomé de Souza na cidade de Canoas, em seu automóvel. Ao estacionar o veículo, o jovem é abordado por um homem portando uma arma de fogo. O bandido desceu de um Ford KA de cor prata. Mário Sergio está ainda dentro de seu automóvel. O assassino faz um único disparo com a arma de fogo. O projétil acerta o coração de Mário Sérgio. Na gíria se diria “coisa de profissional”. Mário Sergio ainda consegue arrancar o seu automóvel, em alta velocidade, tenta dobrar à sua esquerda, mas bate em uma árvore. Mário Sergio Gabardo está morto. Os assassinos fogem em alta velocidade. O assassinato de Mário Sergio Gabardo provavelmente ingressa na “Lista” da Secretaria Estadual de Segurança do RS como mais um “crime ainda não solucionado”. Uma vergonha para a sociedade. Hoje, 29 de janeiro de 2009, a família Gabardo ainda sofre com o assassinato de Mário Sergio. Nesta data completa 3 anos, três meses e 4 dias do assassinato de Mário Sergio Gabardo.</p>
<div id="attachment_1101" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/01/gabardo_ok_2.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1099];player=img;" title="Sergio Mário Gabardo"><img class="size-medium wp-image-1101" title="Sergio Mário Gabardo" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/01/gabardo_ok_2-300x281.jpg" alt="“Quem seriam esses assassinos? Teriam assassinado meu filho a mando de alguém?” " width="300" height="281" /></a><p class="wp-caption-text">“Quem seriam esses assassinos? Teriam assassinado meu filho a mando de alguém?” </p></div>
<p style="text-align: justify;">Um crime sem solução? “Quem seriam esses assassinos? Teriam assassinado meu filho a mando de alguém?” Apenas duas perguntas que até hoje Sergio Mário Gabardo ainda não tem as respostas. Sergio Mário Gabardo tem a forte convicção de que os assassinos serão presos pelas autoridades de Segurança Pública do Rio Grande do Sul. Mas não fica esperando pelas autoridades públicas. Como cidadão brasileiro e como pai, Sergio Mário Gabardo pressiona para que as autoridades de segurança pública cumpram o seu papel. Somente assim o assassinato de Mário Sergio Gabardo não passará definitivamente para o esquecimento público. Recebo hoje mais um email do meu amigo Sergio. Vamos ler. “Uma vez mais, venho à presença dos senhores para dizer que mais um mês se passou, sem que eu tenha notícias do ocorrido com meu filho Mário. Ele foi morto em 29 de setembro de 2005 e, até o momento, as autoridades envolvidas no caso não conseguiram identificar os autores ou mandantes. Ele tinha, apenas, 20 anos e era um filho como todos os pais gostariam de ter. Apesar da pouca idade, aliada à humildade e vontade de crescer, Mário destacou-se profissionalmente, conquistando o respeito de todos os funcionários e clientes da empresa. Estava pronto para assumir a empresa em janeiro de 2006. Isso tudo não era novidade no mercado e estávamos incomodando outras empresas do ramo. Eu recebi muitas ameaças dirigidas à minha pessoa e à empresa, muitas delas registradas, além de várias coincidências que eu poderia relacionar aqui, mas que não vem ao caso, pois estão tramitando em outra esfera. Como começou o processo: o assassinato do Mário foi tratado pelas autoridades que chamaram a perícia como “carro atingido por arma de fogo”, sem nenhuma referência a sua morte. Como esse é o início que desencadeou todo o processo, imaginem o desfecho. No dia seguinte, enquanto seu corpo estava sendo velado, o computador pessoal de Mário desapareceu misteriosamente de sua mesa de trabalho, mas isso foi considerado como outro caso, sem relação com a morte dele e simplesmente ignorado, apesar da empresa ter fornecido cópia da fita de filmagem e insistido para que fosse investigado. Se os senhores estão cansados de ler meus textos, um dia por mês, tentem se colocar no meu lugar. Como pai que teve seu então único filho assassinado, eu vejo relação entre todas as situações expostas acima. Mas estou sozinho nessa luta. <a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/01/mario_sergio_gabardo_local_assassinato.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1099];player=img;" title="Mapa da Cidade de Canoas no Rio Grande do Sul"><img class="alignright size-medium wp-image-1102" title="Mapa da Cidade de Canoas no Rio Grande do Sul" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/01/mario_sergio_gabardo_local_assassinato-300x193.jpg" alt="Mapa da Cidade de Canoas no Rio Grande do Sul" width="300" height="193" /></a>O Estado, representado pelas autoridades que se dizem competentes, não se fez presente, nem mesmo para dizer que compreendia a minha dor de pai, ou que sentia muito. E isso, mesmo depois de muito insistir para ser recebido por algumas dessas autoridades. Será que não há uma única autoridade, nessa imensa lista, que tenha poder para mandar investigar o assassinato do Mário com o respeito que ele, como cidadão, merecia? Sou um cidadão comum, não um político, nem autoridade nesse meio. Mas será que isso justifica o descaso com que venho sendo tratado? Onde estão os Ministérios Públicos Estadual e Federal ou a Polícia que sempre nos encheu de orgulho? Só percebe a situação real da segurança pública (que de segurança só tem o nome) quem enfrenta uma situação semelhante a minha. Não espere que chegue a sua vez para fazer alguma coisa. Nesse dia, pode não haver mais segurança, nem mesmo no nome, pois pode ter sido substituída por “impunidade pública”, como de fato já foi. Para mim, o dia é o 29. Qual será o de vocês, pais de família, que ainda acredita na força de nossa justiça, como eu acreditava? Peço a Deus que proteja suas famílias, na certeza de que Ele não nos abandona, pois a justiça dos homens já não merece a minha consideração e de nem um cidadão Brasileiro. Sérgio, pai do Mário.</p>
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