Um caso ainda sem solução pela Polícia Civil gaúcha.
A Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul até hoje ainda não conseguiu colocar na cadeia os assassinos do empresário cegonheiro Mário Sérgio Gabardo.
O caso completa hoje 76 meses sem solução e os assassinos continuam impunes.
Em 29 de setembro de 2005, o jovem Mário Sérgio Gabardo, com apenas 20 anos, hoje teria 26 anos, estava ingressando em uma residência de amigos na cidade gaúcha de Canoas, quando foi alvejado por um tiro. Mesmo mortalmente ferido, Gabardo colocou o seu automóvel em fuga. Os dois assassinos perseguiram o empresário, por três quadras. Novos tiros no trajeto de fuga do empresário foram disparados pelos bandidos, conforme testemunha. Na fuga Gabardo acabou tendo o seu automóvel colidido contra uma árvore. Um dos assassinos foi lá conferir se Gabardo estava morto. A seguir, se colocaram em fuga. Mário Sérgio Gabardo deu entrada no hospital da cidade de Canoas, onde veio a falecer.
O processo policial de Mário Sérgio Gabardo está na prateleira dos “crimes não solucionados” pela Secretaria de Segurança Pública gaúcha.
Dizem pessoas experientes em casos policiais que só um milagre para encontrar os assassinos do jovem empresário.
O pai de Mário Sérgio Gabardo, o empresário Sergio Mário Gabardo é um homem de sucesso no mercado nacional de transporte de veículos novos. Sérgio Gabardo é dono da TransGabardo, uma transportadora cegonheira que atua no Brasil e no Exterior.
O empresário Sergio Gabardo é incansável. Jamais irá descansar se não encontrar os assassinos de seu filho Mário.
Nessa domingo (29/01/2012) será um dia comum para qualquer pessoa. Mas não para o pai do Mário. É mais um dia 29 em que a amargura e a saudade bate no fundo do coração da família Gabardo. Bate mais forte no peito de um Pai que perdeu o seu filho amado, seu amigo e seu companheiro de todas as horas, aos 20 anos, 2 meses e 20 dias de vida.
Dia em que vai recordar do descaso com que o assassinato foi tratado ao longo desses 76 meses. Dia de lembrar dos erros cometidos pelos agentes públicos nos trabalhos de investigação a respeito da morte brutal e abrupta do filho Mário.
Até hoje Sergio Gabardo, como Pai, continua sem saber o que realmente aconteceu naquela trágica noite de 29 de setembro de 2005.
Passaram-se 76 meses e o Pai não sabe quem matou o seu único filho (à época) e, pior, quem foram os mandantes (se ouve mandantes) e qual o motivo que tiveram para ceifar uma vida tão linda e com um futuro promissor, como vinha se desenhando. É doloroso demais para um Pai perder o filho amado e ser tratado com tamanho descaso por quem deveria garantir a segurança dos cidadãos.
O Pai, Sergio Gabardo, vai prosseguir o seu caminho, em mais uma missão de cobrar publicamente o que lhe é de direito como cidadão comum. Sergio Gabardo continuará escrevendo todo o dia 29, diretamente ou por meio de seus amigos exigindo das autoridades públicas da área de Segurança, a identificação dos assassinos e as suas prisões. Vai esperar que se faça Justiça nesse Brasil, e que os culpados sejam punidos.
Nesse domingo (29/01/2012) recebi do empresário Sérgio Gabardo um email o qual transcrevo a seguir na sua íntegra. (mais…)
“Lamentavelmente a cada dia que passa, firmo mais ainda minha convicção de que o nosso Brasil é mesmo o país da impunidade. E não são poucos os exemplos. Naturalmente se quisesse enumerá-los, faltaria espaço para tanta coisa. Por isso me atenho ao caso (descaso) do assassinato do meu filho Mário, ocorrido na noite de 29 de setembro de 2005, quando, aos 20 anos, se dirigia para uma confraternização com amigos de infância.
Acabou assassinado de maneira estúpida e até hoje, passados nada menos do que 69 meses, ou 2.070 dias, nunca se ficou sabendo o que realmente aconteceu naquela noite. Muito menos quem foram os responsáveis por sua morte.
Pasmem!
A falha terrível das nossas chamadas autoridades da área da segurança pública, que jamais conseguiram explicar o que aconteceu, acabou premiando os assassinos com o tão conhecido de nós, Instituto da Impunidade.
Desde aquela terrível noite, tenho me debatido, cobrado, bradado aos quatro ventos para que alguém consiga justificar tamanho descaso. E nada! Ninguém consegue me dar uma explicação plausível. Há tantas autoridades da área da segurança pública… políticos, inclusive de carreira, gente grande que passou pela secretaria da Segurança Pública, e que jamais consegui me dar sequer, um minuto de atenção. Nunca quiseram ouvir o clamor deste Pai que, desesperado para saber o que efetivamente aconteceu com o seu Filho, clama por Justiça!
Inaceitável. Talvez queiram, essas pessoas que detem cargos importantes, que eu seja vencido pelo cansaço. Mas isso nunca acontecerá, porque enquanto tiver um sopro de vida do meu peito, estarei cobrando o que me é de direito, como um cidadão que paga regiamente seus impostos e cumpre fielmente com suas obrigações cívicas. Essas autoridades me devem isso e precisam fazer jus aos altos salários que percebem, oriundos da sociedade e também para honrarem o juramento que fazem quando assumem esses cargos.
Ou será que tudo é para cumprir estatuto legal e não tem razão de ser?
Há mais de cinco anos que meu peito sangra; que a dor toma conta do meu coração e me enche os olhos de lágrimas por não saber o que aconteceu com meu filho Mário, por não saber quem foram os seus executores e por qual motivo lhe abreviaram a vida de maneira tão ardilosa.
Mas essas autoridades preferem fazer o tradicional “olho branco” frente ao descaso inexplicável. Não conseguem explicar simplesmente porque não há como justificar tamanha falta de consideração humana, talvez porque eu não seja tão importante quanto essas autoridades. Certamente se um caso semelhante tivesse ocorrido com um familiar seu, as coisas seriam bem diferentes, haveria sim, desfecho e os criminosos estariam pagando pelo crime que cometeram.
É este apenas o meu anseio: o sentimento de Justiça pulsa em mim e apenas em mim, porque para essas autoridades o assassinato cruel do Mário, aos 20 anos de idade, é somente mais um número da hedionda estatística dos crimes insolúveis.
Basta. Quero respeito pelo cidadão que sou. Pelo Pai do Mário que morreu cruelmente pelas mãos de assassinos impunes por conta do descaso oficial. Mãos assassinas que continuam a ceifar vidas, tendo como maior incentivo, a impunidade que pessoas investidas em cargos oficiais lhes asseguram.
Quero sim, saber quem matou meu filho Mário e se houve algum mandante para identificá-los e encaminhar ao poder Judiciário, a fim de que sejam punidos com a atual legislação.
O poder público me deve isso e, como Pai, vou continuar cobrando, distribuindo correspondências eletrônicas até que essas autoridades façam a sua parte, pois esse direito ninguém pode me negar. Sérgio, Pai do Mário” (mais…)
A notícia da imensa saudade que toma conta dos pais de Mário Sérgio Gabardo, que enche os olhos de uma Pai e de uma Mãe, com lágrimas de emoção, de revolta e de indignação, frente ao gigantesco descaso com que as autoridades da área da segurança pública do Rio Grande do Sul tratam o assassinato de seu único filho, um jovem de apenas 20 anos, que tinha certamente um futuro brilhante pela frente, e que foi brutalmente assassinado na noite de 29 de setembro de 2005.
São 2.038 dias de saudades do jovem empresário Mário Sérgio Gabardo.
Um caso policial ainda sem solução pela polícia civil gaúcha.
A Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul até a presente data ainda não conseguiu colocar na cadeia os assassinos de Mário Sérgio Gabardo.
Os assassinos continuam impunes.
Na noite de 29 de setembro de 2005, o jovem Mário Sérgio Gabardo, com apenas 20 anos, estava ingressando em uma residência de amigos na cidade gaúcha de Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, quando foi alvejado por um tiro.
Mesmo mortalmente ferido, Mário Sérgio colocou o seu automóvel em fuga.
Os dois assassinos perseguiram o jovem empresário, por três quadras. Novos tiros no trajeto de fuga do empresário foram disparados pelos bandidos, conforme testemunha.
Na fuga Mário Sérgio acabou tendo o seu automóvel colidido contra uma árvore.
Um dos assassinos desceu do veículo em que se encontrava e foi lá conferir se Mário Sérgio estava morto.
A seguir, se colocaram os dois assassinos em fuga.
Mário Sérgio Gabardo deu entrada no hospital da cidade de Canoas, onde veio a falecer.
Declaração de testemunha aponta para uma execução.
Mário Sérgio Gabardo era diretor da empresa TransGabardo, uma das maiores transportadoras cegonehiras do Brasil. Atende a empresa, com exclusividade, a Hyundai em todo o país.
Por ser um jovem empresário de sucesso na TransGabardo, Mário Sérgio detinha estratégicas informações sobre a empresa e o mercado de transporte de veículos novos.
O processo policial de Mário Sérgio Gabardo está na prateleira dos “crimes não solucionados” pela Secretaria de Segurança Pública gaúcha.
Dizem pessoas experientes em casos policiais que só um milagre para encontrar os assassinos do jovem empresário.
O pai de Mário Sérgio Gabardo, o empresário Sergio Mário Gabardo é incansável.
Jamais irá descansar se não encontrar os assassinos de seu filho Mário Sérgio.
Talvez nessa sexta-feira (29/04) será mais um dia comum para muitas pessoas.
Certamente hoje não será um dia qualquer para o pai do Mário Sérgio, que tem em seu coração cravado o 29.
Hoje, 29 de abril, a saudade bate no fundo do coração da família Gabardo.
Bate mais forte no peito de um Pai que perdeu o seu filho amado, seu amigo e seu companheiro de todas as horas.
É mais um dia para lembrar os erros cometidos pelos agentes públicos nos trabalhos de investigação do assassinato de Mário Sérgio.
Sergio Mário Gabardo, Pai de Mário Sérgio, continua sem saber o que realmente aconteceu naquela trágica noite de 29 de setembro de 2005.
Passaram-se 68 meses e Sérgio Mário ainda não sabe quem matou o seu único filho e, pior, quem foram os mandantes e os dois assassinos, e por qual o motivo decidiram ceifar a vida de Mário Sérgio.
É doloroso demais para um Pai perder o filho amado e ser tratado com tamanho descaso por quem deveria garantir a segurança dos cidadãos. Sergio Mário Gabardo vai prosseguir o seu caminho, em mais uma missão de cobrar publicamente o que lhe é de direito como cidadão comum. Sergio Mário Gabardo continuará escrevendo todo o dia 29, diretamente ou por meio de seus amigos, como faço agora.
Relembre nesse dia 29 o Caso Mário Sérgio Gabardo. (mais…)
Hoje, mais uma vez, a imensa saudade toma conta do meu peito e enche, como diariamente, meus olhos de lágrimas. São lágrimas de emoção, de revolta e de indignação, frente ao gigantesco descaso com que as autoridades da área da segurança pública tratam o assassinato do meu filho Mário. Um jovem de apenas 20 anos, que tinha, certamente, um futuro brilhante pela frente, e que foi brutalmente assassinado na noite de 29 de setembro de 2005.
E lá se vão cinco anos… 60 meses… 1.800 dias…
Nesse tempo todo, a única certeza que tenho, como Pai, é de que meu filho Mário nos deixou abruptamente e que essas autoridades, políticos carreiristas, nada fizeram para elucidar esse hediondo crime. Não tiveram profissionalismo e/ou vontade política para identificar os verdadeiros responsáveis ou mandantes e encaminhá-los para o julgamento da nossa Justiça (?).
É inaceitável que um Pai, como todo o direito que tem como cidadão comum, pagador dos seus impostos em dia, não tenha a resposta necessária que o caso exige. Não foram poucas as vezes em que mandei correspondências eletrônicas (centenas delas, milhares até) clamando para que essas autoridades, 99% delas políticas, fizessem alguma coisa: investigassem com isenção e profissionalismo o assassinato do meu filho Mário, que cursava (um orgulho para a família) Direito na PUC-RS.
Tudo em vão….
Insensíveis…
Até correspondência de alto funcionário do Palácio Piratini, em nome da governadora (que está em busca de votos novamente) recebi, dando conta de que isso e aquilo seria feito, etc. e tal. Mas nada! Como se diz na linguagem popular, o papel aceita tudo, mas na prática, absolutamente nada foi feito.
Um escândalo!
E como eu, centenas de outros pais amargam a mesma desconsideração e descaso dessas autoridades, burocratas em sua essência, que por detrás de gabinetes suntuosos, ignoram o apelo, o clamor dos seus cocidadãos.
Insensíveis!
Agora, nesta quarta-feira em que se completa cinco anos do seu assassinato, talvez essas autoridades (políticos) estejam pensando e agindo para que a morte do meu filho Mário caia no esquecimento, voltando a ser apenas mais um número na escandalosa estatística dos crimes insolúveis pelo descaso e pela falta de vontade política, ausência de uma atuação eficaz.
Meu sentimento de Justiça continua latente e jamais se calará.
Estarei a cada dia, a cada minuto, clamando para que a Justiça seja feita, com a denúncia dos verdadeiros culpados pela morte do meu filho Mário.
Enquanto essa classe política prossegue sua caminhada, por vezes até desenfreada à caça de votos, minha missão é bem diferente: a busca da Justiça, bem distante de uma suposta vingança.
É meu direito de Pai, saber o que efetivamente aconteceu com meu filho naquela trágica noite de 29 de setembro de 2005, na cidade de Canoas, quando Mário se dirigia para encontrar colegas e amigos de infância, como fazia todas as quintas-feiras. Uma confraternização sadia, que foi suspensa por assassinos que até hoje estão sendo premiados com o instituto da Impunidade.
Com os olhos repletos de lágrimas de amor, estou mandando no anexo, o retrato da minha revolta e indignação, publicado nos principais jornais do estado do Rio Grande do Sul, deste dia 29 se setembro.
Obrigado novamente pelo apoio que sempre me deram.
Quisesse Deus que apenas uma dessas autoridades da Segurança Pública, me desse a atenção que cada um de vocês sempre me dispensaram.
Certamente a história seria outra..
Sergio, Pai do Mário
O empresário cegonheiro gaúcho Sergio Gabardo envia email onde lembra as autoridades de segurança do Rio Grande do Sul do bárbaro assassinato de seu único filho a época do fato. Diz o amigo Sergio Gabardo que “acompanhou o quanto pode o julgamento do casal Nardoni, acusado e finalmente condenado pelo assassinato da inocente Isabella. Decisão justa do júri, diz Gabardo. Mas o resultado foi fruto de um trabalho sério desde o início das investigações e, principalmente, do afinco dos profissionais responsáveis pela perícia. Entretanto, qual terá sido o peso desse trabalho tendo a mídia por trás, que, de forma exaustiva instigou as autoridades a trabalhar no caso? Técnicos altamente qualificados que utilizaram equipamentos e produtos de alta tecnologia para comprovar a autoria do assassinato, recursos estes nem sempre disponíveis a outros casos. Basta ver que não foi a única criança vítima de seus próprios pais ou madrasta. A polícia sem equipamentos e recursos e, porque não dizer, sem preparo para enfrentar esses bandidos que estão cada dia mais equipados em todos os sentidos e dando mostra de muita organização; sem a mídia para dar cobertura ao caso e desafiar os órgãos competentes a realizar o trabalho que deveria ser de sua competência; sem vontade dos órgãos competentes para investigar a real possibilidade do que possa ter acontecido? O diferencial entre o caso Isabella Nardoni e o do assassinato do meu filho Mário Sergio Gabardo, ocorrido na noite de 29 de setembro de 2005, em circunstâncias até hoje não esclarecidas pelos organismos de segurança pública do Rio Grande do Sul é justamente esse. Espero ansiosamente por Justiça! É um sentimento bem distante do de vingança. Desde que meu filho Mário, um jovem de apenas 20 anos foi assassinado, tenho lutado para que os verdadeiros culpados sejam identificados e punidos: também clamo por Justiça! O exemplo de bom trabalho policial, de respaldo e desafio da mídia é exatamente o que faltou no assassinato do meu filho, cuja autoria caiu no esquecimento dessas autoridades, responsáveis pelo mais hediondo descaso. Mas o descaso e o esquecimento premeditado e, portanto, intencional, não faz com que eu desista ou esmoreça na busca da Justiça! Continuarei na minha luta por Justiça, com o apoio dos amigos, como vocês, pessoas sensíveis, ao contrário dessas autoridades da segurança pública, que preferem tratar o assassinato do meu filho Mário, apenas como mais um caso insolúvel, nas suas vergonhosas estatísticas. Acordo todos os dias na esperança de ver a Justiça sendo feita! Meu filho merece isso! Enquanto a dor e a saudade me acompanham dia após dia; enquanto em minha vida persiste esse enorme vazio; enquanto minhas lágrimas brotam dos olhos, vou cobrar o fim desse descaso, até que essas autoridades identifiquem os executores e/ou mandantes da morte do meu filho Mário, para que sejam julgados pelo crime que cometeram. Como pai e cidadão que paga seus impostos em dia continuarei exigindo uma explicação e justiça! Afinal em março completou 53 MESES!!!!!” A Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul até a presente data ainda não conseguiu colocar na cadeia os assassinos do empresário Mário Sérgio Gabardo. O caso completou 53 meses sem solução e os assassinos continuam impunes. Em 29 de setembro de 2005, o jovem Mário Sérgio Gabardo, com apenas 20 anos, estava ingressando em uma residência de amigos na cidade gaúcha de Canoas, quando foi alvejado por um tiro. Mesmo mortalmente ferido, Mário colocou o seu automóvel em fuga. Os dois assassinos perseguiram o empresário cegonheiro, por três quadras na cidade de Canoas, que fica na região metropolitana. Novos tiros no trajeto de fuga do empresário foram disparados pelos bandidos, conforme testemunha. Na fuga Mário Sérgio Gabardo acabou tendo o seu automóvel colidido contra uma árvore. Um dos assassinos foi lá conferir se Mário estava morto. A seguir, se colocaram em fuga. Mário Sérgio Gabardo deu entrada no hospital da cidade de Canoas, onde veio a falecer. Declaração de testemunha aponta para uma execução. Mário era diretor da empresa TransGabardo. Jovem diretor e empresário, Mário Sérgio Gabardo detinha estratégicas informações sobre a empresa e o mercado de transporte de veículos novos. O processo policial de Mário Sérgio Gabardo está na prateleira dos “crimes não solucionados” pela Secretaria de Segurança Pública gaúcha. Dizem pessoas experientes em casos policiais que só um milagre para encontrar os assassinos do jovem empresário. O pai de Mário Sérgio Gabardo, o empresário Sergio Mário Gabardo é um homem de sucesso no mercado nacional de transporte de veículos novos. Sérgio Gabardo é dono da TransGabardo, uma transportadora cegonheira que atua no Brasil e no Exterior. O empresário Sergio Gabardo é incansável. Jamais irá descansar se não encontrar os assassinos de seu filho Mário.