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	<title>Máfia do Lixo &#187; Mandirituba</title>
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	<description>Editor: Adm. Enio Noronha Raffin</description>
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		<title>Câmara Municipal de Mandirituba dá marcha-a-ré na democracia local e mantém veto do prefeito ao plebiscito do ‘lixão’ privado</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2011 18:29:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Jair Barbosa (PSDB)]]></category>
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		<category><![CDATA[Plebiscito]]></category>
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		<description><![CDATA[Os moradores da pacata cidade de Mandirituba, que possui perto de 22.000 habitantes, não esquecerão jamais da noite dessa terça-feira 1º. de março de 2011. Os nove vereadores de Mandirituba, José Luiz de Oliveira (PCdoB), Valdir do Carmo Cruz (PDT), Antonio Jair Barbosa (PSDB), Antonio Piontecvicz (PDT), Marilia Segala Lourenço (PSDB), Manoel Airton Cruz (PP), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os moradores da pacata cidade de Mandirituba, que possui perto de 22.000 habitantes, não esquecerão jamais da noite dessa terça-feira 1º. de março de 2011.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/03/CAMARA-MANDIRITUBA-TODOS-VER.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3576];player=img;" title="VEREADORES DE MANDIRITUBA"><img class="alignleft size-full wp-image-3577" title="VEREADORES DE MANDIRITUBA" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/03/CAMARA-MANDIRITUBA-TODOS-VER.jpg" alt="" width="454" height="311" /></a>Os nove vereadores de Mandirituba, José Luiz de Oliveira (PCdoB), Valdir do Carmo Cruz (PDT), Antonio Jair Barbosa (PSDB), Antonio Piontecvicz (PDT), Marilia Segala Lourenço (PSDB), Manoel Airton Cruz (PP), José Zonete Pinheiro (DEM), Giumar Fernandes (PDT) e Diva Maria Palú de Freitas (PCB), presentes na Câmara Municipal na inesquecível noite passada, ouviram do presidente da “Casa do Povo” a recomendação para manter o veto do prefeito municipal ao Plebiscito que trata da instalação de aterro sanitário privado na cidade.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/03/CAMARA-MANDIRITUBA-VER-JOSE-LUIZ.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3576];player=img;" title="SAMSUNG DIGITAL CAMERA"><img class="alignright size-medium wp-image-3578" title="SAMSUNG DIGITAL CAMERA" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/03/CAMARA-MANDIRITUBA-VER-JOSE-LUIZ-300x173.jpg" alt="" width="497" height="318" /></a>O presidente da Câmara, vereador José Luiz de Oliveira (PCdoB) se antecipou a forma de votação daquela noite, definindo que a mesma fosse “secreta”. Dava ele nesse momento indícios de que o veto do prefeito do Mandirituba não seria derrubado.</p>
<p>E não deu outra, caro leitor. A votação “secreta” contabilizou cinco votos pela derrubada do veto do prefeito de Mandirituba. A legislação em Mandirituba obriga que para ser derrubado o veto se faz necessário que seis vereadores votem contra. Cinco é maioria simples e não atinge o que determina o Estatuto da Câmara Municipal para a derrubada do veto.</p>
<p>Mesmo secreta a votação, cinco vereadores Marilia Segala Lourenço (PSDB), Manoel Airton Cruz (PP), José Zonete Pinheiro (DEM), Giumar Fernandes (PDT) e Diva Maria Palú de Freitas (PCB) declararam que votaram contra o veto do prefeito de Mandirituba ao Plebiscito. Ou seja, esses cinco vereadores querem manter a democracia na cidade e são a favor do Plebiscito.</p>
<p>Marilia Segala Lourenço (PSDB), Manoel Airton Cruz (PP), José Zonete Pinheiro (DEM), Giumar Fernandes (PDT) e Diva Maria Palú de Freitas (PCB) querem ouvir o povo e saber o que pensam os seus moradores, com relação ao município mandituribense vir a receber lixo de outras localidades e lá se instalar um empreendimento de grande impacto ambiental.</p>
<p>Com a decisão dessa noite, a Câmara Municipal de Mandirituba deu marcha-a-ré a democracia local. A própria “Casa do Povo” no ano passado foi quem legislou e aprovou, POR UNANIMIDADE, o Projeto de Lei do Plebiscito, que agora foi arquivado.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/03/NEWS-02-03-2011_4.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3576];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-3580" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/03/NEWS-02-03-2011_4.jpg" alt="" width="733" height="329" /></a>Os moradores mandiritubenses durante todo o dia que antecedeu a votação promoveram atos de protesto ao veto do prefeito ao Plebiscito. Um trio elétrico percorria as ruas daquela pequena localidade convocando a população para comparecer à Câmara. Centenas de moradores compareceram nas imediações da sede da Câmara que teve a sua lotação completa ocupada por contribuintes de Mandirituba.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/03/NEWS-02-03-2011_6.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3576];player=img;"><img class="alignright size-full wp-image-3581" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/03/NEWS-02-03-2011_6.jpg" alt="" width="623" height="339" /></a>Decepcionados com os vereadores, que votaram pela manutenção do veto do prefeito (nos bastidores o povo inteiro sabe que foram os quatro parlamentares que não desejam o Plebiscito), os moradores daquela localidade prometeram continuar na luta contra o empreendimento da CAVO Serviços e Saneamento S/A.</p>
<p>Essa empresa está instalando um aterro sanitário na cidade de Mandirituba, com base em uma liminar concedida por juíza da Comarca de Fazenda Rio Grande, cuja decisão acabou gerando os pedidos de licenciamentos ambientais (prévio e de instalação) da CAVO junto ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP).</p>
<p>As entidades de Mandirituba já preparam uma nova estratégia para combater a instalação do aterro sanitário da CAVO que pode trazer diariamente 2.500 toneladas de lixo para Mandirituba.</p>
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		<title>Veto do prefeito de Mandirituba ao Projeto de Lei do Plebiscito para o SIM ou NÃO a instalação de aterro sanitário na cidade deverá ser derrubado</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 15:04:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aterro sanitário]]></category>
		<category><![CDATA[Mandirituba]]></category>

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		<description><![CDATA[A cidade paranaense de Mandirituba tem uma população de 22.123 habitantes, conforme censo registrado pelo IBGE em 2010. Mandirituba é vocábulo indígena que significa &#8220;lugar onde há muitas abelhas&#8221;, colmeal. Abelhas proporcionam a “polinização” que contribui para o aumento da produtividade das ameixas. Polinização é o ato da transferência de células reprodutivas masculinas (grãos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/02/MISSA-MANDIRITUBA-2.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3571];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-3572" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/02/MISSA-MANDIRITUBA-2.jpg" alt="" width="443" height="198" /></a>A cidade paranaense de Mandirituba tem uma população de 22.123 habitantes, conforme censo registrado pelo IBGE em 2010. Mandirituba é vocábulo indígena que significa &#8220;lugar onde há muitas abelhas&#8221;, colmeal. Abelhas proporcionam a “polinização” que contribui para o aumento da produtividade das ameixas. Polinização é o ato da transferência de células reprodutivas masculinas (grãos de pólen) que estão localizados nas anteras de uma flor para o receptor feminino (estigma) de outra flor, ou para o seu próprio estigma. Pode-se dizer que a polinização é o ato sexual das plantas espermatófitas, já que é através deste processo que o gameta masculino pode alcançar o gameta feminino e fecundá-lo. A transferência de pólen pode ser através de fatores bióticos, ou seja, com auxílio de seres vivos, ou abióticos, através de fatores ambientais. Aí se dá a importância das abelhas em Mandirituba, que até o início dos anos 80, essa cidade era conhecida como Capital da Ameixa.</p>
<p>Talvez a “ameixa” fique somente na lembrança dos moradores de Mandirituba, se nada fizerem para mudar o rumo da instalação de um aterro sanitário privado, em uma área de relevante com sítio arqueológico e uma monumental reserva de araucárias (Símbolo do Paraná).</p>
<p>A “Capital da Ameixa” poderá vir a ser conhecida popularmente como a cidade do “Lixão de Mandirituba”, assim como Curitiba ficou internacionalmente lembrada, via a internet, pelo famigerado “Lixão da Caximba”, que hoje tem os seus portões fechados, após lá ser enterrado os resíduos de 20 municípios paranaenses, por longos 20 anos. Imaginem os leitores o tamanho do passivo ambiental de Curitiba.</p>
<p>No ano passado os nove vereadores da Câmara Municipal de Mandirituba decidiram proporcionar aos moradores a realização de uma consulta popular (plebiscito), tendo por objetivo conhecer o que pensam os munícipes, sobre a cidade ser destino final de 2.500 toneladas diárias de lixo, vindo de Curitiba e de mais outros 19 municípios da região metropolitana da capital paranaense.</p>
<p>O Projeto de Lei do Plebiscito aprovado por todos os nove vereadores de Mandirituba, seguiu para manifestação do prefeito municipal. Esse por sua vez somente se manifestou no último dia que a lei lhe faculta aprovar ou vetar o Projeto de Lei do Plebiscito. O prefeito de Mandirituba, que diz ter compromisso com o governador do estado do Paraná e com os municípios da região metropolitana de Curitiba, acabou vetando o Projeto de Lei do Plebiscito.</p>
<p>Ora, respeitando o veto do prefeito de Mandirituba, o compromisso desse Executivo Municipal é com os eleitores do município que o elegeram para ser o gestor da cidade e não com a autoridade do governo do estado do Paraná.</p>
<p>E mais, o compromisso do prefeito de Mandirituba é com o lixo de sua cidade e não com os resíduos sólidos urbanos de outros 19 municípios paranaenses. O prefeito de Mandirituba é candidato a deputado estadual no Paraná? Se ainda assim o fosse, certamente não seria no uso de suas funções que poderia beneficiar os eleitores de outros municípios, trazendo para Mandirituba 2.500 toneladas diárias de lixo vindo de todo lugar da região metropolitana, e colocando em prejuízo os moradores da “Capital da Ameixa”.</p>
<p>Nessa terça-feira (1º. de março de 2011), certamente os nove vereadores de Mandirituba vão derrubar o veto do Executivo Municipal ao Projeto de Lei do Plebiscito.</p>
<p>Os eleitores de Mandirituba vão estar presentes na Câmara Municipal quando da derrubada do veto a esse Projeto de Lei do Plebiscito.</p>
<p>Certamente os moradores de Mandirituba vão cobrar dos vereadores que votarem pela manutenção do veto.</p>
<p>Nos bastidores da Câmara Municipal já há um consenso que será derrubado o veto ao Projeto de Lei do Plebiscito, e logo todos os moradores poderão se manifestar pela instalação ou não de aterro sanitário privado em Mandirituba.</p>
<p>Será que tem sócio da empresa privada que está instalando um aterro sanitário em Mandirituba que deseje morar ao lado do empreendimento que vai lembrar a Caximba?</p>
<p> A DEMOCRACIA deve ser respeitada até para a instalação de um “lixão”.</p>
<p>Os moradores é que devem dizer SIM ou NÃO. E todos a partir daí devem respeitar a decisão das urnas do Plebiscito. Ou estou errado?</p>
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		<title>Prefeito de Mandirituba vai vetar Plebiscito para a instalação de aterro sanitário na ‘capital da ameixa’</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 12:43:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aterro sanitário]]></category>
		<category><![CDATA[Mandirituba]]></category>

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		<description><![CDATA[No Paraná nessa terça-feira (15/02) a Câmara Municipal de Mandirituba iniciou os trabalhos legislativos de 2011. O plenário da Câmara estava completamente lotado. Presentes os moradores mandiritubenses interessados no Plebiscito que vai decidir o futuro da construção do aterro sanitário da empresa Cavo Serviços e Saneamento S/A na cidade. O projeto de Lei do Plebiscito que foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Paraná nessa terça-feira (15/02) a Câmara Municipal de Mandirituba iniciou os trabalhos legislativos de 2011.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/02/MORADORES-CAMARA-MANDIRITUBA-1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3534];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-3535" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/02/MORADORES-CAMARA-MANDIRITUBA-1.jpg" alt="" width="461" height="346" /></a>O plenário da Câmara estava completamente lotado. Presentes os moradores mandiritubenses interessados no Plebiscito que vai decidir o futuro da construção do aterro sanitário da empresa Cavo Serviços e Saneamento S/A na cidade.</p>
<p>O projeto de Lei do Plebiscito que foi aprovado o ano passado na Câmara Municipal de Mandirituba está para a sanção do prefeito Antonio Maciel Machado.</p>
<p>O prazo para promulgar a Lei do Plebiscito expira no dia de hoje.</p>
<p>Cidadãos lá presentes ouviram do prefeito Machadinho que a instalação do empreendimento em Mandirituba é um compromisso de sua administração para com os municípios da região metropolitana de Curitiba.<br />
 <br />
Pela primeira vez publicamente o prefeito Machadinho admitiu que é favorável a instalação do aterro sanitário em Mandirituba. Ou estou enganado?</p>
<p>Mas vale lembrar que o prefeito Machadinho pode ainda sancionar a Lei do Plebiscito até às 5 horas desta quarta-feira (16/02). Tudo aponta que o prefeito de Mandirituba irá vetar o projeto de lei aprovado na Câmara.</p>
<p>Vetado o projeto, a Câmara Municipal poderá derrubar o veto do prefeito Machadinho e proporcionar aos moradores de Mandirituba o pleito popular para decidir sobre a construção do aterro sanitário privado.</p>
<p>Tem morador apostando que políticos de Mandirituba não vão se reeleger em 2012.</p>
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		<title>OSCIP denuncia desmatamento de árvore símbolo do Paraná em área de empresa que está instalando um aterro sanitário em Mandirituba</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Jan 2011 13:34:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Aterro sanitário]]></category>
		<category><![CDATA[Cavo Serviços e Saneamento S/A]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Delegacia de Proteção do Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ionara Marcondes]]></category>
		<category><![CDATA[Mandirituba]]></category>
		<category><![CDATA[OSCIP]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público ou OSCIP é criada por iniciativa privada, que obtêm um certificado emitido pelo poder público federal, por meio do Ministério da Justiça do Brasil. A OSCIP é regulada pela Lei Federal nº 9.790, de 23 de março de 1999. Em Mandirituba, município brasileiro do estado do Paraná [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público ou OSCIP é criada por iniciativa privada, que obtêm um certificado emitido pelo poder público federal, por meio do Ministério da Justiça do Brasil. A OSCIP é regulada pela Lei Federal nº 9.790, de 23 de março de 1999.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;" title="CIDADE DE MANDIRITUBA - PARANÁ"><img class="size-full wp-image-3504 alignnone" title="CIDADE DE MANDIRITUBA - PARANÁ" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-1.jpg" alt="" width="538" height="357" /></a></p>
<p>Em Mandirituba, município brasileiro do estado do Paraná com uma população de 22.123 habitantes, a engenheira florestal Ionara Marcondes, conjuntamente com diversos membros da sociedade mandiritubense, criaram uma OSCIP e a denominaram de “Ação Ambiental”.</p>
<p>Hoje essa entidade, a OSCIP Ação Ambiental, tem por presidente a engenheira florestal Ionara Marcondes.</p>
<p>A OSCIP Ação Ambiental vem desde 2002 lutando contra a instalação de um aterro sanitário privado em uma área do município de Mandirituba, cidade essa que na década de 1970 era conhecida como Capital da Ameixa.</p>
<p>Mandirituba fica na região metropolitana de Curitiba.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-2.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;" title="AREA DA CAVO EM MANDIRITUBA"><img class="size-full wp-image-3505 alignnone" title="AREA DA CAVO EM MANDIRITUBA" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-2.jpg" alt="" width="538" height="357" /></a></p>
<p>Na última quarta-feira (26/01), a engenheira florestal Ionara Marcondes fez um sobrevôo de helicóptero na área privada da Cavo Serviços e Saneamento S/A (empresa essa que vem a ser a última sucessora da Companhia Auxiliar de Viação e Obras – CAVO) que está implantando um aterro sanitário na cidade de Mandirituba.</p>
<p>A Cavo Serviços e Saneamento S/A é a proprietária de uma área de terra na cidade de Mandirituba e recentemente essa empresa obteve duas licenças ambientais (a LP e LI) para a instalação de seu aterro sanitário privado.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-3.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;" title="AREA LOCALIZADA NO GOOGLE"><img class="size-large wp-image-3506 alignnone" title="AREA LOCALIZADA NO GOOGLE" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-3-1024x562.jpg" alt="" width="491" height="270" /></a></p>
<p>Os licenciamentos ambientais, prévio (LP) e de instalação (LI), para a área de Mandirituba, foram obtidos pela Cavo Serviços e Saneamento S/A fundamentado numa decisão judicial em caráter liminar, concedida pela Juíza de Direito Patrícia Bergonse da Comarca de Fazenda Rio Grande no Paraná.</p>
<p>Ou seja, os licenciamentos ambientais (LP e LI) fornecidos pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) a empresa Cavo Serviços e Saneamento S/A para a área do aterro sanitário na cidade de Mandirituba estão “sub judice”.<span id="more-3503"></span></p>
<p>Em Mandirituba há lei que proíbe a instalação de aterro sanitário.</p>
<p>E mais, o processo judicial ingressado em 2002 (número 239) pela OSCIP Ação Ambiental contra a Cavo, na Comarca de Fazenda Rio Grande, onde a entidade questiona o processo administrativo dessa empresa que tramita no Instituto Ambiental do Paraná (IAP), está em grau de recurso no Tribunal de Justiça do Paraná (TJ) para ser encaminhado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) em Brasília.</p>
<p>Nesse ação judicial (239/02) há uma denuncia dessa entidade que diz que o processo de licenciamento do aterro sanitário da empresa Cavo em Mandirituba foi conduzido pelo então diretor e funcionário do quadro do próprio instituto licenciador, o IAP.</p>
<p>Esse ex-diretor e funcionário do “quadro” do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) teria sido cedido por seu órgão público de origem, ainda em 2002, a um município paranaense.</p>
<p>Em 2002, o então diretor e funcionário do IAP era inacreditavelmente também sócio da empresa limitada, a qual mantinha um contrato privado com a Cavo, que vem a ser a titular empreendedora e interessada na obtenção das licenças ambientais, prévia (LP) e de instalação (LI) e de operação (LO) de seu aterro sanitário junto ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP).</p>
<p>Na verdade, a empresa do ex-diretor e funcionário do IAP mantinha uma relação profissional com a Cavo, cuja cópia do contrato particular está nos autos do processo de número 239/2002 da Comarca de Fazenda Rio Grande, e tudo aponta para improbidade administrativa.</p>
<p>É escandaloso esse contrato privado em questão, onde um funcionário público é sócio de empresa prestadora de serviço para terceiros interessados em obter licenciamentos ambientais no IAP local onde era diretor. Dá para acreditar que isso tenha acontecido? Mas caros leitores, acreditem, aconteceu!!!</p>
<p>Desconhece-se publicamente que o IAP tenha aberto qualquer sindicância interna para apurar a improbidade administrativa de seu funcionário.</p>
<p>O contrato particular entre esse ex-diretor e funcionário do IAP e a empresa Cavo é um escândalo.</p>
<p>Essa irregularidade administrativa passou por longe dos olhos da presidência do IAP. Ou estou enganado?</p>
<p>Esse tema será tratado aqui no site Máfia do Lixo na sua íntegra, cujo processo vai ser comentado e transcrito, folha por folha, para que o leitor possa acompanhar detalhadamente o andamento processual 239/2002 da Comarca de Fazenda Rio Grande e que envolve o licenciamento ambiental de aterro sanitário em Mandirituba.</p>
<p>Durante anos a engenheira florestal Ionara Marcondes manteve silenciosamente a fiscalização, como cidadã brasileira, na reserva ambiental de Mandirituba, em especial na área privada da Cavo, onde hoje se instala um aterro sanitário.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-4.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;" title="BOLETIM DE OCORRENCIA NA DELEGACIA DO MEIO AMBIENTE"><img class="alignleft size-full wp-image-3507" title="BOLETIM DE OCORRENCIA NA DELEGACIA DO MEIO AMBIENTE" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-4.jpg" alt="" width="357" height="491" /></a>Em sua ultima fiscalização na reserva de Mandirituba e na área da Cavo, a engenheira florestal Ionara Marcondes relata as irregularidades que apontou em sua denúncia registrada na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente do Estado do Paraná, conforme B.O. no. 2011/83002, de 28 de janeiro de 2001.</p>
<p>Lá na Delegacia de Proteção do Meio Ambiente do Estado do Paraná está transitando um processo de investigação civil, aberto por iniciativa do Ministério Público Estadual, cujo conteúdo trata da área da Cavo em Mandirituba.</p>
<p>Diz a engenheira florestal Ionara Marcondes que “em sobrevoo a área da Cavo em Mandirituba, no Paraná, no dia 26/01/2011, foram observados alguns crimes ambientais:</p>
<p>1. Derrubada de árvores de grande porte: Foi possível observar que a empresa Cavo, embora tendo somente a licença de instalação (LI), derruba árvores no terreno. O tronco da espécie que aparece na foto coletada pela própria engenheira florestal, na data acima, é uma Araucária/Pinheiro-do-paraná, e que se pode ver que esse “Símbolo do Paraná” está derrubado na área que já foi desmatada pela empresa.<br />
2. Em novembro de 2010 toda essa área privada estava coberta por capoeirinha, onde existiam presentes muitas espécies ameaçadas de extinção entre elas a “Cedrella fissilis” com 15cm de diâmetro, o que garantiria futuramente uma floresta como a de entorno dessa área, hoje o que se vê é solo exposto. A foto mostra a área privada antes do desmatamento – capoeirinha em regeneração natural com espécies da flora ameaçadas de extinção. P. ex.: Cedrella fissilis – cedro-rosa e Araucaria angustifolia – pinheiro-do-paraná.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-5.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;" title="ARAUCARIA DERRUBADA"><img class="size-full wp-image-3508 alignnone" title="ARAUCARIA DERRUBADA" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-5.jpg" alt="" width="553" height="293" /></a></p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-5.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;"></a><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-6.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;"><img class="size-full wp-image-3509 alignnone" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-6.jpg" alt="" width="531" height="398" /></a></p>
<p>3. Derrubada de vegetação em torno de várzeas/banhados: Segundo o Código Florestal (Lei 4771/1965) as áreas de banhados são consideradas Áreas de Preservação Permanente (APP) e a vegetação ao seu redor deve ser mantida intacta por um raio mínimo de 100m. O que se vê na imagem é que além de abrir uma estrada sobre o banhado foram derrubadas árvores e canalizado o curso da nascente. Em todas as áreas onde haviam nascentes o que se observa hoje é que o único grande objetivo é fazer as nascentes desaparecerem cobrindo-as com o solo e o resto da vegetação; expondo as nascentes à maior luminosidade e insolação, propiciando o assoreamento; canalizando as nascentes e cortando a vegetação de suas margens.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-7.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;" title="NASCENTES SENDO COBERTAS POR SOLO"><img class="size-full wp-image-3510 alignnone" title="NASCENTES SENDO COBERTAS POR SOLO" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-7.jpg" alt="" width="614" height="271" /></a></p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-8.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;"><img class="size-full wp-image-3511 alignnone" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-8.jpg" alt="" width="614" height="372" /></a></p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-8.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;"></a><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-9.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;"><img class="size-full wp-image-3512 alignnone" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-9.jpg" alt="" width="560" height="382" /></a></p>
<p>4. O solo outrora coberto por capoeirinha agora esta exposto dando espaço para erosão e arraste da camada superficial para as áreas mais baixas do relevo, causando também o assoreamento das nascentes. As nascentes que apresentavam águas límpidas e cristalinas hoje são vermelhas devido à terra que é levada pelas chuvas para dentro delas.<a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-10.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;"><img class="size-full wp-image-3513 alignnone" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-10.jpg" alt="" width="560" height="394" /></a></p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-11.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;" title="COMO ERA ANTES NA AREA DA CAVO"><img class="size-full wp-image-3514 alignnone" title="COMO ERA ANTES NA AREA DA CAVO" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-11.jpg" alt="" width="548" height="480" /></a></p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-12.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;"><img class="size-full wp-image-3515 alignnone" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-12.jpg" alt="" width="520" height="420" /></a></p>
<p>5. Nascentes com Águas cristalinas antes da destruição das florestas.</p>
<p>6. As exuberantes Florestas com Araucária, protegidas pela Lei da Mata Atlântica darão lugar ao Aterro Sanitário privado, que visa lucros, que receberá lixo de pelo menos vinte municípios paranaenses. O projeto da Cavo prevê a derrubada de vinte e nove hectares de Florestas com Araucária em Estágio Médio e Avançado de Sucessão Florestal.</p>
<p>7. Ao fundo da área da Cavo é possível observar um grande pesque e pague onde se localizam também as várzeas dos rios Maurício e dos Patos, dois importantes rios da Região, cuja qualidade das águas é Classe II.<a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-13.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;" title="PESQUE E PAGUE LINDEIRO A AREA DA CAVO"><img class="size-full wp-image-3516 alignnone" title="PESQUE E PAGUE LINDEIRO A AREA DA CAVO" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-13.jpg" alt="" width="538" height="357" /></a></p>
<p>Dois dias após ter fiscalizado a área da Cavo em Mandirituba, a presidente da OSCIP Ação Ambiental fez uma profunda análise nas fotos coletadas e comparou com fotografias que tem em sua posse e mostram o terreoo da empresa há dois e três anos passados.</p>
<p>Com as informações obtidas, a engenheira florestal Ionara Marcondes compareceu na data de 28 de janeiro desse ano na Delegacia de Proteção do Meio Ambiente do Paraná onde registrou o Boletim de Ocorrência no. 2011/83002.</p>
<p>Nessa segunda-feira (31/01) a OSCIP Ação Ambiental protocola representações em órgãos públicos federais, estaduais e municipais, requerendo providências das autoridades quanto ao denunciado na Delegacia de Proteção do Meio Ambiente do Paraná.</p>
<p>Na primeira semana de fevereiro desse ano termina o prazo para que o prefeito de Mandirituba sancione a “Lei do Plebiscito”, aprovada na Câmara Municipal, e que vai permitir que os moradores dessa cidade digam se são A FAVOR (SIM) ou CONTRA (NÃO) a instalação do aterro sanitário privado da Cavo.</p>
<p>Caso o prefeito de Mandirituba não se manifeste certamente a Câmara Municipal vai decidir.</p>
<p>Os moradores de Mandirituba estão atentos as decisões que envolvem a instalação do aterro sanitário da Cavo.</p>
<p>A “Capital da Ameixa” pode ficar conhecida como a “Capital do Lixo”.</p>
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		<title>Plebiscito em Mandirituba deverá dizer SIM ou NÃO para a instalação de aterro sanitário privado na cidade paranaense</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 12:09:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na quarta-feira da semana passada, dia 08 de dezembro de 2010, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Mandirituba em conjunto com o Conselho de Desenvolvimento Comunitário, via Notificação Extrajudicial, requereram a Câmara Municipal de Mandirituba (região metropolitana da capital do Paraná), que por meio de uma proposição fosse aprovado um “Plebiscito” para que os moradores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/12/SDC12691.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3400];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-3401" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/12/SDC12691.jpg" alt="" width="377" height="275" /></a>Na quarta-feira da semana passada, dia 08 de dezembro de 2010, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Mandirituba em conjunto com o Conselho de Desenvolvimento Comunitário, via Notificação Extrajudicial, requereram a Câmara Municipal de Mandirituba (região metropolitana da capital do Paraná), que por meio de uma proposição fosse aprovado um “Plebiscito” para que os moradores optassem por SIM ou NÃO para a instalação de um aterro sanitário privado naquela cidade. O aterro sanitário privado pertence a empresa Cavo Serviços e Saneamento S/A, do grupo Camargo Correa, que via judicial conquistou junto ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP) as licenças prévia e de instalação para iniciar as obras do empreendimento em Mandirituba.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/12/Scan0026.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3400];player=img;"><img class="alignright size-medium wp-image-3402" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/12/Scan0026-218x300.jpg" alt="" width="317" height="384" /></a>Ontem, segunda-feira (13/12), na Câmara Municipal de Mandirituba, os vereadores em número de sete, aprovaram em primeira votação o Projeto de Lei no. 027/2010 que &#8220;Dispõe Sobre Consulta Popular Sobre a Proibição da Instalação de Aterro Sanitário no Território do Município de Mandirituba para Recebimento de Resíduos Sólidos de Origem de Outros Municípios&#8221;.</p>
<p>Hoje terça-feira (14/12), a Câmara Municipal de Mandirituba vai realizar mais uma sessão, devendo colocar em pauta o Projeto de Lei no. 027/2010 para a segunda votação, o qual aprovado será a seguir encaminhado ao Prefeito Municipal.</p>
<p>Publicada a Lei do Plebiscito em Mandirituba, os moradores, eleitores no município, terão que se manifestar pelo SIM ou NÃO quanto a “Instalação de Aterro Sanitário no Território do Município de Mandirituba para Recebimento de Resíduos Sólidos de Origem de Outros Municípios”.</p>
<p>Caso a população de Mandirituba diga NÃO ao aterro sanitário privado, a vontade popular devera ser respeitada, e o Município terá que iniciar o processo de busca de uma solução para o seu “lixo”, certamente assim como fizeram Curitiba e outras cidades da Região Metropolitana, mesmo que dito de caráter emergencial.</p>
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		<title>`Símbolo do Paraná’ poderá vir a ser derrubado para dar lugar a um aterro sanitário privado</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 06:21:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cidade paranaense de Mandirituba, distante 43,1 km de Curitiba, possui uma população de 22.123 habitantes. Mandirituba já foi conhecida como a “Capital da Ameixa”. Hoje moradores de Mandirituba dizem que a “Capital da Ameixa” vai ficar na história por causa do aterro sanitário privado que estão instalando na cidade, em uma área repleta de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/12/araucaria.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3390];player=img;" title="ARAUCÁRIA"><img class="alignleft size-full wp-image-3391" title="ARAUCÁRIA" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/12/araucaria.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a>A cidade paranaense de Mandirituba, distante 43,1 km de Curitiba, possui uma população de 22.123 habitantes. Mandirituba já foi conhecida como a “Capital da Ameixa”. Hoje moradores de Mandirituba dizem que a “Capital da Ameixa” vai ficar na história por causa do aterro sanitário privado que estão instalando na cidade, em uma área repleta de “Araucaria angustifólia” (conhecida por pinheiro-do-paraná, sendo a única espécie do gênero Araucária encontrada no Brasil). A “Araucaria angustifólia” ou “pinheiro-do-paraná” é a árvore símbolo do estado do Paraná.</p>
<p>A floresta de araucária no Paraná não se resume apenas aos pinheiros. Ela constitui todo um bioma que inclui outras árvores e animais, hoje reduzida a apenas 0,8% do que era originalmente.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/12/AREA-CAVO-EM-MANDIRITUBA.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3390];player=img;" title="AREA DO ATERRO SANITÁRIO EM MANDIRITUBA"><img class="alignright size-medium wp-image-3392" title="AREA DO ATERRO SANITÁRIO EM MANDIRITUBA" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/12/AREA-CAVO-EM-MANDIRITUBA-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Na manhã do último sábado, dia 04/12/2010, moradores mandituribenses, representantes da Igreja Católica, o Prefeito de Mandirituba, diversos Vereadores e líderes comunitários, fizeram um ato contra a instalação do aterro sanitário da empresa Cavo Serviços e Saneamento S/A no município.</p>
<p>Na estrada que dá acesso a área do aterro sanitário, os representantes da Igreja Católica promoveram uma celebração religiosa para protestar contra a “licença prévia e de instalação” concedida pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) a Cavo Serviços e Saneamento S/A.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/12/MISSA-MANDIRITUBA-6.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3390];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-3393" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/12/MISSA-MANDIRITUBA-6.jpg" alt="" width="512" height="368" /></a>O evento, que foi acompanhado pela imprensa paranaense, marca o inicio de uma nova investida da sociedade mandiritubense para impedir a instalação e a operação do aterro sanitário da Cavo Serviços e Saneamento S/A, que pretende enviar diariamente para seu empreendimento em Mandirituba cerca de 3.000 toneladas de lixo.</p>
<p>Poucos sabem que a área em Mandirituba é repleta de araucárias. Para abrir as cavas do aterro sanitário, a empresa deverá derrubar algo próximo de 2.000 “pinheiros-do-paraná” que estão ameaçados de extinção.</p>
<p>A Cavo Serviços e Saneamento S/A possui uma área na cidade, desde 2002, e já conseguiu as licenças para implantar o aterro sanitário em Mandirituba.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/12/MISSA-MANDIRITUBA-4.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3390];player=img;"><img class="alignright size-medium wp-image-3394" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/12/MISSA-MANDIRITUBA-4-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a>As licenças ambientais (prévia e de instalação) foram obtidas pela Cavo junto ao IAP, a partir de liminar concedida por uma juíza da Comarca de Fazenda Rio Grande.</p>
<p>A Cavo ainda fez uso do Tribunal de Justiça do Paraná, por meio de ações judiciais, para viabilizar a concessão das licenças prévia e de instalação pelo Instituto Ambiental do Paraná. Ou seja, as licenças ambientais do aterro sanitário da Cavo em Mandirituba estão “sub judice”.</p>
<p>Em 2002, a ONG Ação Ambiental ingressou na Justiça do Paraná contra a implantação do aterro sanitário em Mandirituba. A ação está tramitando em grau de recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) em Brasília.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/12/MISSA-MANDIRITUBA-2.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3390];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-3396" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/12/MISSA-MANDIRITUBA-2.jpg" alt="" width="640" height="360" /></a>A presidente da ONG Ação Ambiental, a engenheira florestal Ionara Marcondes, diz que a instalação do aterro sanitário vai promover uma monumental agressão ambiental em Mandirituba, iniciando pela derrubada dos 2.000 pinheiros-do-paraná, e que não há compensação financeira que solucione o passivo de um aterro sanitário.<br />
 <br />
A luta pela defesa do Meio Ambiente do Paraná certamente terá novos desdobramentos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Moradores de Mandirituba se reúnem hoje no Ministério Público do Paraná para avaliar as licenças do aterro sanitário da empresa Cavo</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 09:49:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aterro sanitário]]></category>
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		<description><![CDATA[A empresa Cavo Serviços e Saneamento S/A, do grupo Camargo Correa, conseguiu por meio de três liminares na Justiça do Paraná iniciar o seu aterro sanitário no município de Mandirituba (PR). Por lá em Mandirituba já está se vendo movimento de máquinas e de homens que estão trabalhando com o objetivo de instalar o empreendimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-3360" title="mandirituba" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/10/mandirituba.jpg" alt="" width="235" height="180" />A empresa Cavo Serviços e Saneamento S/A, do grupo Camargo Correa, conseguiu por meio de três liminares na Justiça do Paraná iniciar o seu aterro sanitário no município de Mandirituba (PR). Por lá em Mandirituba já está se vendo movimento de máquinas e de homens que estão trabalhando com o objetivo de instalar o empreendimento privado. Cercas e limpeza da área é o registro da atividade que está sendo conduzida a uma velocidade de fazer inveja a qualquer piloto de fórmula 1 ou internacional. Isso porque a empresa Cavo quer o mercado do destino final dos resíduos sólidos urbanos produzidos na cidade de Curitiba e em mais 18 municípios da região metropolitana da capital paranaense. Estima-se que gira em torno de 4 milhões de reais o montante mensal para enterrar o lixo dessas cidades. A partir de 1º. de novembro desse ano a empresa Estre Ambiental S/A, em Fazenda Rio Grande,  vai passar a receber diariamente 2.400 toneladas de lixo que estavam sendo enterradas no “Lixão da Caximba”.</p>
<p>Acontece que os moradores do bairro Mandirituba, motivados nas experiências dos seus vizinhos moradores da Caximba, que recentemente obtiveram sucesso no fechamento do aterro sanitário municipal de titularidade da prefeitura de Curitiba, retomaram a mobilização popular, que iniciaram o ano passado, para enfrentar o aterro sanitário da empresa Cavo.</p>
<p>Os moradores comparecem nessa 3ª.feira (26/10) a uma reunião no Ministério Público do Estado do Paraná, onde vão avaliar as licenças ambientais do aterro sanitário da Cavo em Mandirituba.</p>
<p>Os representantes dos moradores de Mandirituba agendaram ainda reuniões no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília, onde vão protocolar uma representação que pede investigação de autoridade do município de Fazenda Rio Grande (PR).</p>
<p>Passam ainda, em Brasília, no Gabinete de um Senador do Paraná e vão ao Ministério Público Federal (MPF) e IBAMA, onde representam contra o aterro sanitário que se instala em Mandirituba.</p>
<p>Isso é apenas o início do combate que os moradores de Mandirituba estão preparando para evitar que a cidade tenha um aterro sanitário privado, empreendimento esse que vai contra os interesses da sociedade local.</p>
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		<title>Empresa Cavo quer que o seu aterro sanitário em Mandirituba seja o substituto da Caximba</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 11:13:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Aterro sanitário]]></category>
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		<description><![CDATA[A Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A, do grupo Camargo Correa, cujo contrato de limpeza urbana com a Prefeitura de Curitiba vence em 05 de abril de 2010 (completa 60 meses nessa data), em tese, não acredita na assinatura do instrumento público do Consórcio Intermunicipal de Gestão de Resíduos Sólidos – Conresol, formado por 19 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A, do grupo Camargo Correa, cujo contrato de limpeza urbana com a Prefeitura de Curitiba vence em 05 de abril de 2010 (completa 60 meses nessa data), em tese, não acredita na assinatura do instrumento público do Consórcio Intermunicipal de Gestão de Resíduos Sólidos – Conresol, formado por 19 municípios paranaenses, a ser firmado com o consórcio “RECIPAR”, vencedor da concorrência para a instalação do SIPAR (Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos de Curitiba e Região Metropolitana). Se acreditasse que isso viesse a ocorrer, a Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A não teria contratado uma empresa de consultoria para fazer as atualizações no Estudo de Impacto Ambiental e do Relatório de Impacto do Meio Ambiente do “Aterro Sanitário de Mandirituba”, cuja área está localizada na cidade paranaense de Mandirituba. A sinalização do interesse da empresa Cavo ocorreu em uma “reunião” na casa de um secretário de associação de moradores. O convite para o evento informal (a reunião deveria ter acontecido na sede da Câmara Municipal de Mandirituba) partiu de um representante da LCB, empresa contratada pela Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A. Estavam presentes alguns agricultores, representantes de associação de moradores, de uma OSCIP e o titular de associação dos empresários de Mandirituba (vereadores e demais interessados não foram convidados e nem havia espaço para isso). Não se fizeram presentes os integrantes da secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Mandirituba, os representantes do Executivo Municipal e do Ministério Público Estadual. E muito menos do IAP (Instituto Ambiental do Paraná). A LCB apresentou um estudo para a criação de quatro células para enterrar o lixo (algo perto de 3.000 toneladas por dia) com vida útil para vinte anos e a implantação de três lagoas de tratamento do chorume no empreendimento de Mandirituba. Estavam presentes ainda um geógrafo e uma socióloga da LCB. Essa é a proposta tecnológica da Cavo para Mandirituba. Como uma grande medida compensatória para a população de Mandirutuba, a empresa LCB comentou que a Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A pode “doar a parte do lixo que será separada para reciclagem e o dinheiro decorrente da receita da venda dos recicláveis deverá ser destinada as associações de moradores”. Quem sabe a empresa Cavo comece a investir esse capital na recuperação do passivo ambiental da Caximba em Curirtiba? Hoje é 11 de janeiro e o prazo até novembro desse ano é curto. Isso porque em 1º. de novembro de 2010 se esgota o prazo concedido pela Justiça do Paraná para a “reconformação geométrica” do aterro sanitário da Caximba. E se até lá não tiver onde colocar o lixo de 19 municípios paranaenses, a Prefeitura de Curitiba poderá retornar a Justiça do Paraná para manter o lixo na Caximba. Ou estou enganado?</p>
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		<title>Prefeito de Mandirituba assina ‘Decreto Municipal’ para permitir a instalação de ‘Usina do Lixo’ na cidade</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 00:36:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há uma Lei Municipal vigente em Mandirituba (PR) que impede o ingresso de lixo nessa cidade paranaense. A Lei Municipal no. 483/08 “proíbe a instituição de aterro sanitário na cidade de Mandirituba para recebimento de resíduos sólidos de outros municípios”. O prefeito Antonio Machado (PDT) sabe disse e tentou por diversas vezes alterar a Lei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Há uma Lei Municipal vigente em Mandirituba (PR) que impede o ingresso de lixo nessa cidade paranaense. A Lei Municipal no. 483/08 “proíbe a instituição de aterro sanitário na cidade de Mandirituba para recebimento de resíduos sólidos de outros municípios”. O prefeito Antonio Machado (PDT) sabe disse e tentou por diversas vezes alterar a Lei Municipal no. 483/08 para que Curitiba e outros 18 municípios destinassem seus resíduos sólidos urbanos em Mandirituba. O prefeito Machadinho não teve sucesso. O Projeto de Lei no. 004/2009 com origem no Executivo Municipal de Mandirituba não foi votado na Câmara Municipal. Isso porque, a grande maioria dos moradores de Mandirituba promoveu uma intensa campanha contra o ingresso de lixo na cidade. Derrotado quanto a promoção da alteração da Lei Municipal no. 438/08 restou ao prefeito Antonio Machado editar um decreto para permitir o ingresso no lixo em Mandirituba. O ”Decreto Municipal”, de 24 de novembro de 2009, visa regulamentar “o que pode e o que não pode em Mandirituba na área de resíduos urbanos”. A comunicação da assinatura desse decreto municipal ocorreu por meio do próprio prefeito Machado, nessa quarta-feira (09/12), durante a realização da assembléia do Consórcio Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos, conhecido pela sigla CONRESOL, do qual fazem parte os municípios de Mandirituba, Curitiba, Almirante Tamandaré, Balsa Nova, Bocaiúva do Sul, Campo Largo, Colombo, Quitandidnha, São José dos Pinhais, Araucária, Campina Grande do Sul, Campo Magro, Contenda, Fazenda Rio Grande, Quatro Barras, Pinhais, Piraquara, Agudos do Sul e Tijucas do Sul. O decreto municipal assinado pelo prefeito Antonio Machado visa permitir a implantação em Mandirituba do Sistema de Processamento e Aproveitamento de Resíduos (SIPAR), o qual está sendo licitado pelo CONRESOL e cujo processo concorrencial o Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) está analisando (o TCE concedeu uma liminar suspendendo a continuidade da concorrência do CONRESOL). Com a publicação do decreto municipal, uma área de Mandirituba fica supostamente liberada para que o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) venha a conceder o licenciamento ambiental prévio e de instalação para que o CONRESOL instale a “Usina de Lixo” via o consórcio vencedor da concorrência que está suspensa por decisão do TCE-PR. Em outras palavras populares, o “decreto municipal” do prefeito Machado trata de SIPAR e a Lei Municipal no. 483/08 trata de aterro sanitário. Esquecem os agentes públicos municipais e estaduais que o SIPAR terá que instalar um aterro sanitário para receber os resíduos decorrentes do sistema. Defensores do Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos de Curitiba e Região Metropolitana querem polemizar entre “SIPAR X ATERRO SANITÁRIO”. Sempre falaram a quatro ventos nos bastidores do lixo, que a Lei Municipal no. 483/08 de Mandirituba trata de aterro sanitário e não de SIPAR. Queriam até declarar a sua suposta inconstitucionalidade (precisam promover uma ADIN – Ação Direta de Inconstitucionalidade). Em uma matéria de jornal de Curitiba, a executiva do CONRESOL Marilza Dias, disse que “projetamos um sistema que contemple o máximo aproveitamento dos materiais e exija minimamente o uso de um aterro”. Ora, reconhece a secretária executiva do CONRESOL do uso de um aterro sanitário no SIPAR. Em outras palavras, o SIPAR não prevê o aproveitamento de 100% do lixo em seu primeiro ano de operação. A previsão do SIPAR é que isso aconteça em 6 anos. Logo, o SIPAR precisa se utilizar de um aterro sanitário para “enterrar” o lixo que não será aproveitado nos primeiros seis anos de operação. Ou mais ainda, para instalar o SIPAR o consórcio vencedor terá que construir um aterro sanitário na área a ser licenciada pelo IAP. E isso fere a Lei Municipal no. 483.08.</p>
<div id="attachment_2662" class="wp-caption alignleft" style="width: 572px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/12/quadro-do-lixo-que-vai-para-o-aterro-sanitário-do-SIPAR.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2661];player=img;"><img class="size-full wp-image-2662 " src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/12/quadro-do-lixo-que-vai-para-o-aterro-sanitário-do-SIPAR.jpg" alt="Quadro que prova a necessidade de construir um aterro sanitário no SIPAR" width="562" height="284" /></a><p class="wp-caption-text">Quadro que prova a necessidade de construir um aterro sanitário no SIPAR</p></div>
<p style="text-align: justify;"> Os documentos EIA/RIMA que estão arquivados no Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e que tratam das áreas licenciadas para instalação do SIPAR dizem tudo, entre elas está a de Mandirituba. A entidade “Ação Ambiental” que tem sede em Mandirituba, deve buscar a publicação do “Decreto&#8221; Municipal, de 24 de novembro de 2009, assinada pelo prefeito Antonio Machado e ingressar na Justiça do Paraná contra a “regulamentação” do &#8220;que pode ou não pode” na cidade. Os cinco vereadores que fazem oposição ao Executivo Municipal de Mandirituba também podem promover uma ação na Justiça do Paraná contra a assinatura desse “decreto municipal”. Afinal, já que sempre foram contras a alteração da Lei Municipal no. 483/08, os vereadores da oposição se nada fizerem imediatamente, vão ver no final do próximo ano (que logo vai nascer), o trânsito diário de centenas de caminhões de lixo descarregando os resíduos sólidos urbanos de 19 municípios, algo em torno de 2.400 toneladas de lixo por dia, na cidade de Mandirituba, onde estará instalada a “Usina de Lixo” e o “Aterro sanitário do SIPAR”.</p>
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		<title>Empresa do prefeito de Mandirituba financiou a campanha eleitoral em 2008 de quatro vereadores que hoje são a favor do ingresso de lixo na cidade</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 15:55:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em Mandirituba, a empresa do prefeito Antonio Machado (PDT), denominada Montema Montagem Eletromecanica Ltda, CNPJ 95369039000197, durante as Eleições de 2008 financiou as campanhas eleitorais de quatro vereadores, os quais nessa terça-feira (27/10) pretendem votar favoravelmente ao Projeto de Lei no. 004/2009 de iniciativa do Executivo Municipal. O referido Projeto de Lei é de interesse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2421" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/4-mosqueteiros-de-mandirituba.jpg" alt="" width="642" height="248" /></p>
<p style="text-align: justify;">Em Mandirituba, a empresa do prefeito Antonio Machado (PDT), denominada Montema Montagem Eletromecanica Ltda, CNPJ 95369039000197, durante as Eleições de 2008 financiou as campanhas eleitorais de quatro vereadores, os quais nessa terça-feira (27/10) pretendem votar favoravelmente ao Projeto de Lei no. 004/2009 de iniciativa do Executivo Municipal. O referido Projeto de Lei é de interesse do prefeito pedetista Antonio Machado, e caso aprovado, passa a permitir o ingresso do lixo de outros municípios na cidade de Mandirituba. Com a aprovação do Projeto de Lei no. 004/2009 a empresa Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A será beneficiada. Isso porque a Cavo Serviços e Meio Ambiente S./A, que hoje opera o “Lixão da Caximba”, em Curitiba, vem desde o ano de 2002 tentando instalar um aterro sanitário na cidade paranaense de Mandirituba. Com a aprovação do Projeto de Lei no. 004/2009, o aterro sanitário da Cavo em Mandirituba poderá passar a ser o destino final do lixo de Curitiba e de outros quinze municípios do Paraná. Serão 2.400 toneladas diárias de lixo, ou ainda, mais de 62.400 toneladas de resíduos sólidos urbanos por mês enterrados na cidade de Mandirituba. É lixo demais para um pequeno município que ainda está com o seu meio ambiente intocável e sem passivo ambiental para as futuras gerações. O Projeto de Lei no. 004/2009 está para ser votado na Câmara Municipal de Mandirutuba pelo menos há três sessões. Os parlamentares Giumar Fernandes (PDT), José Luiz de Oliveira (PCdoB), Valdir do Carmo Cruz (PDT) e Celso Luiz Machado (PDT), quando candidatos nas Eleições de 2008, receberam em sua campanha o financiamento eleitoral da empresa Montema Montagem Eletromecanica Ltda, que tem por dono o senhor Antonio Machado, hoje prefeito em Mandirituba. Está tudo descrito em suas declarações e nas prestações de contas desses candidatos junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p>
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		<title>Vereadores que apóiam o prefeito Machadinho em Mandirituba voltam a ‘faltar’ a sessão da Câmara</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 09:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na última terça-feira (20/10) os cinco vereadores da situação, Giumar Fernandes (PDT), José Luiz de Oliveira (PCdoB), Valdir do Carmo Cruz (PDT), Celso Luiz Machado (PDT) e Antonio Jair Barbosa (PSDB), que apóiam o prefeito Machadinho (PDT), faltaram a sessão da Câmara Municipal de Mandirituba. Essa é a repetição do que aconteceu na semana passada. Ou seja, esse “filminho” os eleitores, moradores e contribuintes de Mandirituba já viram. Como sempre, estava prevista a votação do Projeto de Lei no. 004/2009 que altera a Lei Municipal vigente em Mandirituba e passa a permitir o ingresso do lixo na cidade. Isso interessa a iniciativa privada. E ao Consórcio Intermunicipal do Lixo. Esse projeto de lei tem origem no Executivo Municipal de Mandiritubal, e é também de interesse dos vereadores da situação. Os quatro vereadores que fazem oposição ao prefeito Machadinho, o presidente da Câmara, vereador José Zonete Pinheiro (DEM), as vereadoras Marilia Segala Lourenço (PSDB) e Diva Maria Palú de Freitas (PCB) e o vereador Manoel Airton Cruz (PP), estiveram presentes na sessão. Esses não desejam que o lixo de outros municípios tenha destino a cidade de Mandirituba. Mais uma vez os parlamentares da situação redigiram antecipadamente um ofício dirigido ao presidente da Câmara, onde justificam as faltas na sessão dessa terça-feira (20/10). Dizem os vereadores da situação, Giumar Fernandes (PDT), José Luiz de Oliveira (PCdoB), Valdir do Carmo Cruz (PDT), Celso Luiz Machado (PDT) e Antonio Jair Barbosa (PSDB) que somente voltarão a Câmara Municipal de Mandirituba para votar, quando houver “segurança”. O que está por trás disso tudo na verdade é que o presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) Vitor Hugo Burko vai impedir que o lixo de Curitiba e de mais 15 cidades paranaenses da região metropolitana tenha por destino o lixão da Caximba, que fica na capital. O prazo final vai ocorrer no mês de dezembro desse ano. Burko já comunicou o prefeito Beto Richa (PSDB) e aos vereadores de Curitiba. O presidente do IAP teria recomendado que o lixo fosse enterrado em uma “vala”, em uma área que detenha o licenciamento ambiental. Diz agora o presidente do IAP que “quanto mais lixo é colocado na Caximba mais o lençol freático é contaminado”. Indicou cinco locais para a vala. Dois deles ficam em Mandirituba, locais que “possuem as condições necessárias”, diz Burko. Ou seja, de forma emergencial o lixo poderá ir para um “buraco”, bem diferente do que os vereadores da situação Giumar Fernandes (PDT), José Luiz de Oliveira (PCdoB), Valdir do Carmo Cruz (PDT), Celso Luiz Machado (PDT) e Antonio Jair Barbosa (PSDB) vem alardeando em Mandirituba. Dizem esses parlamentares, que os resíduos sólidos urbanos de outros municípios serão destinados ao SIPAR (Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos), de responsabilidade do Consorcio Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos – CONRESOL. Mandirituba é alvo da instalação do SIPAR em uma área a ser desapropriada, e outra, já licenciada pelo IAP, de propriedade da empresa Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A, onde está previsto um aterro sanitário. Quando a primeira tonelada de lixo entrar no aterro sanitário ninguém mais tira da cidade de Mandirituba. E quem votar pela aprovação do Projeto de Lei no. 004/2009 será responsável pelo ingresso de lixo em Mandirituba.</p>
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		<title>Vereadores de Curitiba ouvem do presidente do IAP que ‘quanto mais lixo é colocado na Caximba mais o lençol freático é contaminado’</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 13:36:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um escândalo a frase do presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP). É o reconhecimento público de que há contaminação do lençol freático na Caximba em Curitiba. Isso é gravíssimo. A frase foi ouvida pelos vereadores membros da Comissão Especial do Lixo da Câmara Municipal de Curitiba, Juliano Borghetti (PP), relator da comissão, Denilson Pires [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um escândalo a frase do presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP). É o reconhecimento público de que há contaminação do lençol freático na Caximba em Curitiba. Isso é gravíssimo. A frase foi ouvida pelos vereadores membros da Comissão Especial do Lixo da Câmara Municipal de Curitiba, Juliano Borghetti (PP), relator da comissão, Denilson Pires (DEM), João do Suco (PSDB), Noemia Rocha (PMDB), Pedro Paulo (PT) e Tico Kuzma (PSB) que estiveram na última sexta-feira (16/10) no gabinete do presidente do IAP Vitor Hugo Burko. O presidente do IAP na oportunidade reiterou o que já havia comunicado ao prefeito Beto Richa (PSDB). De que a decisão do IAP é não prorrogar o prazo de utilização do aterro sanitário da Caximba. O prazo dado pelo IAP vai até o final do mês de dezembro de 2009. Para o presidente do IAP, a prorrogação do uso do aterro sanitário da Caximba é tecnicamente possível, mas socialmente inaceitável. &#8220;O instituto não vai autorizar. Não licenciamos mais aterros sanitários, só aceitamos centrais de tratamento de resíduos cujo solo tenha sido impermeabilizado, em que haja controle de vetores, queima do gás e recobrimento diário. A Caximba não oferece essas condições&#8221;, explica Burko. Isso vem confirmar que o aterro sanitário da Caximba, além de contaminado o lençol freático, conforme declaração de Vitor Hugo Burko, está com o seu lixo a “céu aberto”, sem cobertura. E que lá existe uma criação de urubus (vetores). O presidente do IAP considera que esse é o momento para terminar com a sucessão do TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) assinado em 2003, renovado em 2004, e que tem possibilitado a continuidade da operação do aterro sanitário da Caximba. Cabe lembrar que o aterro sanitário da Caximba não possui licença de operação, se sustentando no TAC que não é cumprido. Burko surpreende quando diz que “tudo o que foi feito de melhoria no aterro sanitário da Caximba foi emergencial”. Em outras palavras não existiu planejamento no empreendimento municipal de Curitiba. “Quanto mais lixo é colocado ali, mais o lençol freático é contaminado”, declarou o presidente do IAP. Um escândalo!!! É Preciso conhecer o passivo ambiental do aterro sanitário da Caximba e responsabilizar os municípios que lá destinaram seu lixo. Empresas privadas também devem ser arroladas. Para Burko, se a prefeitura de Curitiba insistir na Caximba, ela pode declarar estado de calamidade pública após o fechamento do aterro sanitário. Assim, o governo de Beto Richa estará legalmente autorizado a escolher onde destinar o lixo da capital paranaense. E Burko já indicou os novos locais. &#8220;Eu autorizo as cinco áreas, pois todas possuem as pré-condições necessárias. A decisão, agora, está com o prefeito Beto Richa&#8221;, diz Burko. As áreas indicadas são a seguintes: (1) Uma área privada no município de Fazenda Rio Grande pertencente a empresa Estre Ambiental S/A; (2) Uma área privada no município de Fazenda Rio Grande de propriedade da PUC do Paraná onde é prevista a instalação do SIPAR (Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos) e que se faz necessária ser ainda desapropriada; (3) Uma área privada no município de Curitiba próxima ao aterro sanitário da Caximba, prevista para o SIPAR, que ainda não foi desapropriada; (4) Uma área privada no município de Mandirituba para instalar o SIPAR, que precisa ainda ser também desapropriada; e (5) Uma área privada no município de Mandirituba de propriedade da empresa Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A. Mas não cabe ao IAP definir qual o município e a área que irá receber o novo aterro sanitário ou o SIPAR. Sabe-se que a concorrência do SIPAR está com sérios problemas na sua continuidade. Uma delas é que o Tribunal de Contas do Estado do Paraná concedeu liminar que proíbe a continuidade desse certame. Isso significa que tão cedo não se terá uma solução dos problemas que são apontados pelo Tribunal de Contas do Paraná. E por conseqüência o Consórcio Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos – CONRESOL não irá assinar contrato com a vencedora do certame bilionário. Isso impede que sejam utilizadas as áreas de Mandirituba, Fazenda Rio Grande e Curitiba. Restam pela indicação do presidente do IAP somente as duas áreas privadas: a da Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A em Mandirituba e da empresa Estre Ambiental S/A em Fazenda Rio Grande. Burko disse que concede licenças ambientais para essas duas áreas e mais as três previstas para o SIPAR. E mais, que todas as áreas “possuem as pré-condições necessárias”. Hoje o lixo não pode ingressar em Mandirituba. Isso porque a Lei Municipal em vigor proíbe. Há uma tentativa de alterar a Lei Municipal em vigor e permitir o ingresso do lixo em Mandirituba. O administrador Enio Noronha Raffin, no último dia 13 de outubro, fez um sobrevôo nas áreas privadas e nas glebas de terras previstas para a instalação do SIPAR. Não há sinal de obras em nenhuma delas. E ninguém constrói uma “vala” com todos os itens exigidos pelo IAP em apenas dois meses. Ou estou enganado? Tudo indica que o problema da destinaçào final do lixo deverá se arrastar. O futuro é previsível.</p>
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		<title>Vereadores da situação em Mandirituba ‘não comparecem’ a sessão que iria votar a permissão de ingresso de lixo na cidade</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 03:42:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nessa terça-feira (13/10) estava prevista a votação do Projeto de Lei no. 004/2009 que altera a Lei Municipal vigente em Mandirituba e passa a permitir o ingresso do lixo na cidade. Esse projeto de lei com origem no Executivo Municipal, e de interesse dos vereadores da situação, está para ser votado há muito tempo. É a terceira tentativa frustrada. Compareceram na sessão dessa terça-feira apenas quatro vereadores da oposição: o presidente da Câmara, vereador José Zonete Pinheiro (DEM), as vereadoras Marilia Segala Lourenço (PSDB) e Diva Maria Palú de Freitas (PCB) e o vereador Manoel Airton Cruz (PP). Os cinco vereadores da situação, Giumar Fernandes (PDT), José Luiz de Oliveira (PCdoB), Valdir do Carmo Cruz (PDT), Celso Luiz Machado (PDT) e Antonio Jair Barbosa (PSDB) não compareceram a sessão da Câmara Municipal de Mandirituba, nesse dia tão importante para o destino final do lixo de outras cidades paranaenses. Os parlamentares da situação, que apóiam o prefeito Antônio Maciel Machado (PDT), redigiram antecipadamente um ofício dirigido ao presidente da Câmara, onde justificam as faltas na sessão dessa terça-feira (13/10). Dizem os vereadores da situação, Giumar Fernandes (PDT), José Luiz de Oliveira (PCdoB), Valdir do Carmo Cruz (PDT), Celso Luiz Machado (PDT) e Antonio Jair Barbosa (PSDB) que somente voltarão a Câmara Municipal de Mandirituba para votar, quando houver “segurança”. Acontece que o presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) Vitor Hugo Burko vai impedir que o lixo de 16 cidades paranaenses da região metropolitana de Curitiba ingresse no lixão da Caximba. A data final vai ocorrer no mês de dezembro desse ano. Burko já comunicou o prefeito Beto Richa (PSDB). Falta o IAP oficiar ao Executivo Municipal de Curitiba e demais municípios que descarregam o lixo na Caximba, o que deverá ocorrer logo. Na mesma oportunidade em que esteve com o prefeito Richa, o presidente do IAP teria recomendado que o lixo fosse enterrado em uma “vala”, em uma área que detenha o licenciamento ambiental. Ou seja, de forma emergencial o lixo poderá ir para um “buraco”, bem diferente do que os vereadores da situação vem alardeando em Mandirituba. Dizem esses parlamentares, que os resíduos sólidos urbanos de outros municípios serão destinados ao SIPAR (Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos), de responsabilidade do Consorcio Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos – CONRESOL. Mandirituba é alvo da instalação do SIPAR em uma área a ser desapropriada, e outra, já licenciada pelo IAP, de propriedade da empresa Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A está previsto um aterro sanitário. Em outras palavras, o presidente do IAP disse que o lixo pode ser enterrado na área da Cavo. Ou estou enganado? O que impede que isso aconteça hoje é a Lei Municipal vigente, a qual proíbe o ingresso de lixo de outros municípios em Mandirituba. E os vereadores da situação falam para seus eleitores que o lixo vai para o SIPAR em Mandirituba. Agora esse vereadores da situação vão ter que mudar o “slogam” da campanha. Vão ter que dizer ao povo, que se eles autorizarem o ingresso do lixo em Mandirituba, conforme o Projeto de Lei no. 004/2009, diariamente a cidade vai receber 2.400 toneladas de resíduos de outros 16 municípios para serem enterrados em uma “vala” na área da Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A. Basta ver que a empresa já encomendou a cerca.</p>
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		<title>Juiz Cleve Machado é encontrado morto na própria casa com indícios de acidente doméstico</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 22:57:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fazenda Rio Grande]]></category>
		<category><![CDATA[João Luiz Cleve Machado]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2362" class="wp-caption alignleft" style="width: 268px"><img class="size-medium wp-image-2362" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/joao-luiz-cleve-machado-2-258x300.jpg" alt="João Luiz Cleve Machado, Juiz de Direito em Fazenda Rio Grande" width="258" height="300" /><p class="wp-caption-text">João Luiz Cleve Machado, Juiz de Direito em Fazenda Rio Grande</p></div>
<p style="text-align: justify;">O Juiz de Direito João Luiz Cleve Machado, que foi encontrado morto na manhã deste sábado (10/10) em sua casa no bairro Pioneiros, na cidade de Fazenda Rio Grande, no Paraná, pode ter sofrido um acidente doméstico. É a primeira informação. Consta que Cleve Machado, que morava sozinho, teria morrido ao escorregar e bater a cabeça na escada. A polícia técnica passou a manhã de hoje e boa parte da tarde na casa da vítima coletando provas e fazendo a perícia. O Juiz de Direito Cleve Machado tinha posições polêmicas em relação às questões urbanas e recentemente  atuou em processos que envolvem a instalação de empreendimentos na área do lixo no Paraná. Na terça-feira (06/10) passada, o Juiz de Direito Cleve Machado esteve presente a sessão da Câmara Municipal de Mandirituba. Do Plenário da Câmara de Vereadores de Mandirituba, o juiz Cleve Machado deu o seu depoimento sobre a instalação do Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos (SIPAR) na cidade. Tal manifestação de Cleve Machado está registrada em vídeo. Talvez tenha sido o seu último depoimento sobre a questão do lixo na cidade de Mandirituba. Meses atrás, o Juiz de Direito Cleve Machado concedeu uma liminar em processo de interesse de um ex-prefeito da cidade de Fazenda Rio Grande, decisão que proibiu a realização de uma “audiência pública” a qual visava a apresentação de Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-RIMA) de um aterro sanitário. Essa liminar do Juiz de Direito Cleve Machado foi posteriormente cassada no Tribunal de Justiça do Paraná. E a audiência pública de apresentação do EIA-RIMA foi realizada posteriormente na cidade de Fazenda Rio Grande. João Luiz Cleve Machado era natural de Paranavaí, formado pela Universidade Federal do Paraná. Tinha 42 anos. De 1987 a 1990 exerceu o cargo de assessor parlamentar na Assembléia legislativa e de 1990 a 1992 foi assessor jurídico do Tribunal de Justiça do Paraná. Ainda em 1992 ingressou na magistratura, sendo Juiz de Direito substituto em Nova Esperança, titular nas comarcas de Altônia, Cianorte, Umuarama. João Luiz Cleve Machado em 29 de maio desse ano recebeu o título de cidadão honorário de Fazenda Rio Grande. A seguir o leitor pode ver o vídeo do discurso do Juiz de Direito João Luiz Cleve Machado na Câmara Municipal de Mandirituba.</p>
<p style="text-align: justify;"><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/gZL8F5ruc2A&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/gZL8F5ruc2A&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<title>Juiz de Direito que se manifestou em processos sobre o lixo de Fazenda Rio Grande e Mandirituba é encontrado morto em sua casa</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 17:21:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Juiz de Direito João Luiz Cleve Machado, titular no município de Fazenda Rio Grande, no Paraná, foi encontrado morto nesse sábado pela manhã. Ainda a pouco, por volta das 14h, o portal Máfia do Lixo manteve contato com a Delegacia de Polícia de Fazenda Rio Grande, telefone (41) 36048557 &#8211; Rua Tenente Sandro Luis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2358" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-2358" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/joao-luiz-cleve-machado-300x276.jpg" alt="João Luiz Cleve Machado, Juiz de Direito em Fazenda Rio Grande" width="300" height="276" /><p class="wp-caption-text">João Luiz Cleve Machado, Juiz de Direito em Fazenda Rio Grande</p></div>
<p style="text-align: justify;">O Juiz de Direito João Luiz Cleve Machado, titular no município de Fazenda Rio Grande, no Paraná, foi encontrado morto nesse sábado pela manhã. Ainda a pouco, por volta das 14h, o portal Máfia do Lixo manteve contato com a Delegacia de Polícia de Fazenda Rio Grande, telefone (41) 36048557 &#8211; Rua Tenente Sandro Luis Kampa, 114 &#8211; Jd. Iguaçu, e por meio do inspetor de plantão soube que a Polícia Civil está no local aguardando a realização de procedimento legal. Cleve Machado era natural de Paranavaí, formado pela Universidade Federal do Paraná. Tinha 42 anos. De 1987 a 1990 exerceu o cargo de assessor parlamentar na Assembléia legislativa e de 1990 a 1992 foi assessor jurídico do Tribunal de Justiça do Paraná. Ainda em 1992 ingressou na magistratura, sendo juiz de direito substituto em Nova Esperança, titular nas comarcas de Altônia, Cianorte, Umuarama, onde inclusive é cidadão honorário, Londrina e Umuarama. Exercia essa função há 17 anos. João Luiz Cleve Machado em 29 de maio desse ano recebeu o título de cidadão honorário de Fazenda Rio Grande. O Juiz de Direito Cleve Machado recentemente se manifestou em processos que envolvem a instalação de empreendimentos na área do lixo no Paraná. Informação de hoje a tarde consta que o Juiz de Direito Cleve Machado teria escorregado em uma escada e batido com a cabeça. A polícia ainda está no local. Aguardem novas informações.</p>
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		<title>Cronograma para ‘enterrar’ o lixo de Curitiba e de outros municípios na área da empresa Cavo em Mandirituba</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 10:47:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ontem, quinta-feira (08/10), representantes do Consorcio Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos – CONRESOL estiveram na cidade de Mandirituba (PR) para uma reunião com os vereadores. A pauta dessa reunião, entre vereadores e representantes do Consórcio Intermunicipal, tratou da instalação do Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos (SIPAR) na cidade de Mandirituba, em uma área a ser desapropriada e que já possui a licença ambiental prévia (LP) do Instituto Ambiental do Paraná (IAP). Isso ocorreu ontem, às vésperas da sessão de votação do Projeto de Lei no. 004/2009, que altera a Lei Municipal (em vigor) a qual proíbe o ingresso do lixo de outros municípios em Mandirituba. Ou seja, quatro dias antes da votação compareceram em Mandirituba para falar sobre o SIPAR. Dá para acreditar? A reunião em questão teve o registro em áudio e vídeo. A sessão na Câmara de Vereadores que vai votar o referido Projeto de Lei está marcada para ocorrer na próxima terça-feira (13/10). Será a terceira tentativa para que seja votado o Projeto de Lei no. 04/2009 de interesse dos vereadores Giumar Fernandes (PDT), José Luiz de Oliveira (PCdoB), Valdir do Carmo Cruz (PDT), Celso Luiz Machado (PDT) e Antonio Jair Barbosa (PSDB) e do prefeito Machadinho (PDT). É bastante interessante que se faça uma reunião para mais “esclarecimentos” sobre o SIPAR às vésperas dessa votação na Câmara de Vereadores de Mandirituba. Na quarta-feira (07/10), dia que antecedeu a essa reunião em Mandirituba, o presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) senhor Vitor Hugo Burko, comunicou ao prefeito de Curitiba Carlos Alberto Richa (PSDB) que, “em nenhuma hipótese será prorrogado o prazo para operação do aterro sanitário da Caximba”, e que esse empreendimento encerra a sua vida útil em 31 de dezembro desse ano.</p>
<div id="attachment_2355" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/lixao-caximba-1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2353];player=img;"><img class="size-medium wp-image-2355" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/lixao-caximba-1-300x199.jpg" alt="Lixão da Caximba em Curitiba" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Lixão da Caximba em Curitiba</p></div>
<p style="text-align: justify;">O presidente do IAP, ainda sugeriu ao prefeito Richa uma solução provisória para evitar o caos no lixo de Curitiba e de outros municípios da região metropolitana. A sugestão é a construção de uma célula em uma das áreas que já obtiveram licença ambiental prévia (LP) do IAP. Pelo que se sabe o IAP ainda não teria concedido a licença ambiental prévia ao empreendimento em Fazenda Rio Grande (PR). Isso significa, que o presidente Burko está indicando hoje a área da empresa Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A como solução para “enterrar” diariamente algo perto de 2.400 toneladas de lixo em Mandirituba. Desde o ano de 2002 a empresa Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A tenta instalar um aterro sanitário em Mandirituba. O presidente do IAP ainda teria recomendado ao prefeito Richa, se quiser evitar o caos no lixo, a assinatura de um decreto declarando “situação de emergência”, o que lhe permitiria (com a concordância dos demais prefeitos cujos municípios fazem parte do Consórcio Intermunicipal), entregar sem concorrência pública, o destino final do lixo de Curitiba, Araucaria, Almirante Tamandare, Balsa Nova, Bocaiuva do Sul, Campina Grande do Sul, Campo Largo, Campo Magro, Colombo, Contenda, Fazenda Rio Grande, Mandirituba, Pinhais, Piraquara, Quatro Barras, Quitandinha e São José dos Pinhais.</p>
<div id="attachment_2356" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/lixao-caximba-2.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2353];player=img;"><img class="size-medium wp-image-2356" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/lixao-caximba-2-300x199.jpg" alt="Lixo a &quot;céu aberto&quot; no Lixão da Caximba" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Lixo a &quot;céu aberto&quot; no Lixão da Caximba</p></div>
<p style="text-align: justify;">Como o SIPAR leva 12 meses ou mais para se instalar e obter as licenças ambientais do IAP, isso significa que próximo a 800.000 (oitocentas mil) toneladas de lixo na “situação de emergência” serão enterradas na cidade de Mandirituba. Uma coisa é certa: “depois que entrar a primeira tonelada de lixo em Mandirituba, jamais tiram de lá o aterro sanitário que vai substituir o lixão da Caximba”.</p>
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		<title>Cadeira ‘voa’ na Câmara de Vereadores de Mandirituba durante a sessão de votação de projeto de lei que permite o ingresso de lixo na cidade</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 13:27:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Mandirituba]]></category>

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		<description><![CDATA[Na última terça-feira o que se viu na Câmara Municipal de Mandirituba, no Paraná, passou dos limites da “democracia”. Um significativo número de moradores e contribuintes de Mandirituba, que são contra o ingresso de lixo de outros municípios na cidade, compareceu na Câmara de Vereadores. Lá dentro da Câmara, no Plenário, o povo se manifestava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2349" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/imagem1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2347];player=img;"><img class="size-medium wp-image-2349" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/imagem1-300x200.jpg" alt="Cadeira é arremessada na direção de moradores de Mandirituba" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Cadeira é arremessada na direção de moradores de Mandirituba</p></div>
<div class="mceTemp">Na última terça-feira o que se viu na Câmara Municipal de Mandirituba, no Paraná, passou dos limites da “democracia”. Um significativo número de moradores e contribuintes de Mandirituba, que são contra o ingresso de lixo de outros municípios na cidade, compareceu na Câmara de Vereadores. Lá dentro da Câmara, no Plenário, o povo se manifestava contrariamente aos interesses de cinco vereadores da situação que apóiam o prefeito Antônio Maciel Machado (PDT), conhecido por Machadinho. Os vereadores da situação almejam aprovar um projeto de lei que altera a Lei Municipal que proíbe hoje o ingresso de lixo na cidade de Mandirituba. A frente da sede da Câmara Municipal diversos veículos da Polícia Militar estavam estacionados e os policiais faziam a segurança pública. Ainda no interior da Câmara, alguém jogou uma cadeira em direção a um grupo de moradores e contribuintes. O ato antidemocrático foi o suficiente para que o presidente da Câmara, vereador José Zonette Pinheiro (DEM), determinasse o encerramento os trabalhos da sessão.</div>
<div id="attachment_2350" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/imagem2.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2347];player=img;" title="Homem arremessa cadeira"><img class="size-medium wp-image-2350 " title="Homem arremessa cadeira" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/imagem2-300x200.jpg" alt="Homem arremessa cadeira" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Homem arremessa a cadeira</p></div>
<p>Cabe lembrar que essa é a segunda vez que a Câmara Municipal de Mandirituba não consegue realizar a votação do projeto de lei de interesse dos vereadores Giumar Fernandes (PDT), José Luiz de Oliveira (PCdoB), Valdir do Carmo Cruz (PDT), Celso Luiz Machado (PDT) e Antonio Jair Barbosa (PSDB) e do prefeito Machadinho (PDT). Os cinco vereadores e o prefeito alardeiam que o dinheiro que o Município de Mandirituba vai receber da concessionária do lixo, que poderá vir a ser a responsável pelo SIPAR (Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos) na cidade, pode contribuir para aumentar o montante dos recursos no cofre público municipal. Acontece que esses mesmos cinco vereadores, Giumar Fernandes, José Luiz de Oliveira, Valdir do Carmo Cruz, Celso Luiz Machado e Antonio Jair Barbosa, e o prefeito Machadinho  nada falam do “passivo ambiental” que o SIPAR vai deixar em Mandirituba. E que para resolver o passivo ambiental será preciso muito mais dinheiro que Mandirituba possa vir a receber da concessionária do SIPAR. Não dizem aos moradores e contribuintes de Mandirituba que a concessionária do SIPAR terá que construir um aterro sanitário no município onde pretende instalar a “usina de lixo”, de acordo com o edital e contrato publicados. Outras informações não são repassadas. A empresa privada Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A (do grupo Camargo Correa) desde 2002 tenta instalar um aterro sanitário na cidade de Mandirituba. E que se esses cinco vereadores da situação aprovarem o projeto de lei que permite o ingresso de lixo de outros municípios na cidade de Mandirituba, a Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A será beneficiada com a legislação que pretendem aprovar. Isso porque hoje a Lei Municipal proíbe que o lixo de outros municípios ingresse em Mandirituba. Com a Lei Municipal em vigor, a empresa Cavo não pode levar o lixo de outros municípios para Mandirituba, por exemplo, os resíduos de Curitiba e da região metropolitana.</p>
<div id="attachment_2351" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/mandi_1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2347];player=img;"><img class="size-medium wp-image-2351" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/mandi_1-300x225.jpg" alt="Veículo militar e centenas de moradores na Câmara de Vereadores de Mandirituba" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Veículo militar e centenas de moradores na Câmara de Vereadores de Mandirituba</p></div>
<p style="text-align: justify;">O pior é que o projeto de lei dos vereadores Giumar Fernandes, José Luiz de Oliveira, Valdir do Carmo Cruz, Celso Luiz Machado e Antonio Jair Barbosa possibilita a instalação do SIPAR e de um aterro sanitário em Mandirituba. E isso é exatamente o que os vereadores José Zonete Pinheiro (DEM), Marilia Segala Lourenço (PSDB), Diva Maria Palú de Freitas (PCB) e Manoel Airton Cruz (PP) não desejam. Esses parlamentares não querem que Mandirituba venha a ter lixões, aterros e sistemas de tratamentos de resíduos urbanos. Marilia Segala Lourenço, Diva Maria Palú de Freitas, Manoel Airton Cruz e José Zonete Pinheiro, sabem que se Mandirituba vier a receber diariamente 2.400 toneladas de lixo de outros municípios, a cidade terá ali adiante um monumental “passivo ambiental”. Isso sem contar que mensalmente centenas de caminhões virão a circular pelas ruas e estradas de Mandirituba, o que aumenta consideravelmente o risco de acidentes. Se a Justiça do Paraná determinar a realização de uma “consulta popular” para ouvir os moradores de Mandirituba se terá a real situação local sobre o lixo. Após o resultado da “consulta popular” vai se conhecer se os  moradores de Mandirituba pretendem receber o lixo de outros municípios.</p>
<div id="attachment_2352" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/mandi_2.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2347];player=img;"><img class="size-medium wp-image-2352" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/mandi_2-300x225.jpg" alt="Moradores de Mandirituba lotaram a Câmara de Vereadores e centenas ficaram do lado de fora do prédio" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Moradores de Mandirituba lotaram a Câmara de Vereadores e centenas ficaram do lado de fora do prédio</p></div>
<p style="text-align: justify;">O projeto de lei dos vereadores Giumar Fernandes (PDT), José Luiz de Oliveira (PCdoB), Valdir do Carmo Cruz (PDT), Celso Luiz Machado (PDT) e Antonio Jair Barbosa (PSDB) não atende os interesses da população de Mandirituba, isso porque a proposta visa resolver o problema do lixo de 16 municípios paranaenses, os quais não possuem aterro sanitário e onde colocar o lixo a partir de dezembro de 2009.</p>
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		<title>Proposta de Emenda a legislação municipal em Mandirituba pode mudar o rumo do ingresso de lixo na cidade</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 10:06:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Aterro sanitário]]></category>
		<category><![CDATA[Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A vereadora Marília, assim como qualquer outro vereador do município de Mandirituba (PR), poderá alterar a legislação de ingresso de lixo na cidade. Na próxima terça-feira (06/10) a Câmara de Vereadores, a que tudo indica, fará realizar a sessão de votação de Projeto de Lei que visa derrubar a legislação vigente que impede o ingresso de lixo em Mandirituba. Isso já era para ter acontecido na semana passada, mas uma “barreira humana” formada por moradores de Mandirituba impediu que fosse realizada a sessão. Os moradores fizeram um inédito protesto e passaram uma corrente e cadeado no portão de acesso da sede da Câmara Municipal. Ninguém entrou nas dependências do legislativo municipal. O presidente da Câmara de Vereadores acabou cancelando naquela noite a sessão que iria votar a proposta contida no Projeto de Lei. Pelas informações públicas correntes em Mandirituba, os vereadores da “situação”, que somam quatro votos, poderão aprovar esse Projeto de Lei que visa liberar o ingresso de lixo de outros municípios na cidade. Isso significa que a cidade de Mandirituba poderá passar a ter uma Lei Municipal que permitirá o ingresso do lixo, diferente de hoje. A justificativa dos vereadores da “situação” para alterar a atual legislação do lixo, é que o Consorcio Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos – CONRESOL deve instalar o SIPAR em Mandirituba, tendo em vista que a cidade vai receber recursos, mas esquecem que a cidade passa a ter um monumental passivo ambiental. Hoje Mandirituba é refém do município de Curitiba. Isso porque o seu lixo urbano vai para o aterro sanitário da Caximba, em Curitiba, e a prefeitura de Mandirituba não paga a fatura do destino final dos resíduos sólidos urbanos há mais de nove meses. Esquece o prefeito Machadinho (PDT) que a cidade de Mandirituba ao enviar lixo para o aterro sanitário da Caximba é também responsável pelo passivo ambiental que existe naquela localidade da capital paranaense. Quando se comenta que uma empresa privada está se movimentando para instalar um aterro sanitário na cidade de Mandirituba, a Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A, o prefeito Machadinho e seus apoiadores logo tratam de dizer que são contra esse empreendimento. Ora, a proposta desse Projeto de Lei a ser votada na Câmara de Vereadores, assim como está, permite que todo o lixo do Brasil seja “enterrado” na cidade de Mandirituba. Um dos parlamentares da “oposição”, a vereadora Marília, pode fazer uso de seus direitos legislativos e apresentar uma “Emenda” para o ingresso de lixo na cidade de Mandirituba. Essa “Emenda” deve incluir a “permissão de ingresso de lixo em Mandirituba somente originado pelo Consorcio Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos – CONRESOL”. Ou seja, se o Consórcio Intermunicipal, por qualquer motivo não instalar o SIPAR em Mandirituba (há outras duas cidades licenciadas: Fazenda Rio Grande e Curitiba), o município estará livre do ingresso de lixo em aterro sanitário. Isso atende aos interesses dos vereadores da “situação” que são supostamente contra o aterro sanitário da Cavo em Mandirituba. Com essa proposta de “Emenda”, os vereadores da “situação” se não aceitarem que Mandirituba receba lixo somente do Consorcio Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos – CONRESOL, que tanto propagam como um “grande negócio para a cidade”, significa que estão legislando em favor da instalação de um aterro sanitário na cidade. Ou estou enganado? A vereadora Marília já recebeu a minuta da “Emenda” e pode submeter a Câmara Municipal de Mandirituba. Se os vereadores de Mandirituba desejam ficar livres da instalação de um aterro sanitário na cidade, a alternativa é a apresentação de uma “Emenda”.</p>
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		<title>Entidade ‘Ação Ambiental’ ingressa com um pedido de informações sobre o lixo de Mandirituba</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 10:04:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Aterro sanitário]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A presidenta da entidade “Ação Ambiental” ingressou com um “pedido de informações” sobre os resíduos sólidos urbanos da cidade de Mandirituba (PR). É de conhecimento público que o Município de Mandirituba é refém de Curitiba, pois possui uma dívida referente a destinação final do lixo no aterro da Caximba. Não cumpre com o compromisso financeiro pelo menos há mais de nove meses. Isso significa que são os contribuintes do Município de Curitiba que estão pagando pela destinação do lixo de Mandirituba no aterro sanitário da Caximba. Os itens requeridos pela entidade “Ação Ambiental” são quatro: (1) Fornecer as cópias das planilhas de pesagens dos resíduos sólidos urbanos do Município de Mandirituba (PR), que são destinados no aterro sanitário da Caximba, em Curitiba, mês a mês, referente aos anos de 2007, 2008 e 2009; (2) Fornecer cópias dos pagamentos realizados pelo Município de Mandirituba ao Município de Curitiba, referente ao destino final dos resíduos sólidos urbanos destinados no aterro sanitário da Caximba, em Curitiba, citando mês a mês cada valor e o peso, referente aos anos 2007, 2008 e 2009; (3) Informar se o município de Mandirituba se encontra inadimplente com o Município de Curitiba referente aos pagamentos dos resíduos sólidos urbanos destinados no aterro sanitário da Caximba, detalhando os valores e os meses, desde o ano de 2007 até o ano de 2009 e (4) Fornecer cópia do contrato e termos aditivos firmados entre o Município de Mandirituba e o Município de Curitiba tendo por objeto a destinação final dos resíduos sólidos urbanos no aterro sanitário da Caximba. Os dados vão contribuir para a entidade conhecer detalhadamente o que acontece com o lixo da cidade de Mandirituba.</p>
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		<title>‘Barreira humana’ impede que quatro vereadores aprovem o ingresso de lixo de Curitiba e de outros municípios na cidade de Mandirituba</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 17:32:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Paraná]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/09/camara-mandirituba_4.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2326];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2328" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/09/camara-mandirituba_4.jpg" alt="" width="703" height="223" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nessa terça-feira (29/09), uma “barreira humana” formada por moradores de Mandirituba, no Paraná, impediu que quatro vereadores (que apóiam o prefeito Machadinho/PDT) aprovassem um projeto de lei, o qual visa permitir que a cidade venha a receber diariamente algo em torno de 2.500 toneladas de lixo de Curitiba e de outros municípios paranaenses. Esse projeto de lei, que acabou não sendo votado, é de interesse do prefeito de Mandirituba e dos quatro vereadores da “situação”. Ele altera uma Lei existente, que hoje impede que a cidade seja o destino final do lixo de outros municípios. Um grande número de moradores de Mandirituba se postou a frente da Câmara de Vereadores, formando uma “parede”, a qual impediu que o portão da “Casa do Povo” fosse aberto. <a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/09/mandirituba3.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2326];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2329" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/09/mandirituba3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Era uma noite fria e úmida na cidade de Mandirituba. E o povo lacrou com corrente e cadeado o portão da Câmara de Vereadores, para assim evitar que o Projeto de Lei no. 004/09 fosse votado. Além de corrente e cadeado, formou-se uma “barreira humana” defronte da sede da Câmara Municipal. Ninguém conseguia acessar as dependências da Câmara de Vereadores. Isso impediu que quatro vereadores da “situação” tivessem êxito na votação do projeto de lei no. 004/09. Passado o tempo de tolerância para o inicio dos trabalhos referente a sessão dessa última terça-feira de setembro, o presidente da Câmara Municipal de Mandirituba resolveu cancelar o evento. Só assim, após o cancelamento dessa sessão é que os moradores de Mandirituba voltaram para os seus lares. Prometeram continuar protestando contra a lei de “ingresso de lixo” de outros municípios na cidade de Mandirituba.</p>
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