Sinop: Secretário critica ‘caos’ no lixão

Um novo local para o aterro sanitário está sendo avaliado pela prefeitura de Sinop, declarou o secretário de Desenvolvimento Urbano, Mauri Rodrigues de Lima. Ele explicou que no atual lixão estavam sendo destinados resíduos domésticos e hospitalares, mas a situação estava crítica porque muito lixo havia sido deixado no lado de fora da área. (mais…)

Campo de futebol deixa de ser usado pela Leão & Leão como ‘transbordo’ de lixo da cidade de Matinhos no litoral paranaense

O campo de futebol, que estava sendo utilizado pela empresa Leão & Leão Ltda, há duas semanas, como área de transbordo para o lixo da cidade de Matinhos, já não estaria mais recebendo as toneladas de resíduos domiciliares. Todo o lixo coletado na cidade de Matinhos era depositado atrás de uma das traves da “goleira” (conjunto das três traves que é chamado de gol no Brasil) durante o dia e depois era transportado ao aterro sanitário de Pontal do Paraná, no turno da noite. (mais…)

Obra do aterro sanitário de Campo Grande está parada

Aterro de Campo Grande poderá receber diariamente 600 toneladas de lixo

Aterro de Campo Grande poderá receber diariamente 600 toneladas de lixo

Em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, o lixão é um monumental problema para a administração municipal. “Ainda não sabemos o que fazer com os catadores”, disse o prefeito Nelson Trad Filho (PMDB). O primeiro prazo era de que em 2008 a situação estivesse resolvida, mas a complexidade do problema sócio-econômico, já que o lixão movimenta o comércio de toda a região do Dom Antônio, faz o impasse se arrastar para 2009. Ao lado do lixão em Campo Grande, a obra do aterro sanitário está parada. Orçada em R$ 8 milhões, sendo R$ 3 milhões recursos da Funasa (Fundação Nacional de Saúde). Na Funasa, em Brasília, há informação de que ainda faltam documentos para liberação dos recursos. A Funasa disse que ainda espera a escritura e o relatório da execução da primeira fase da obra do aterro sanitário com informações do percentual já construído para poder liberar o recurso. A Procuradoria Geral Federal barrou a continuidade da obra pela falta de escritura da área. O empreendimento ocupa 11,5 hectares de área destinada ao aterro sanitário, localizada entre o anel viário das saídas de São Paulo e Sidrolândia. Hoje, Campo Grande produz diariamente 600 toneladas de lixo. O primeiro prazo para a conclusão da obra do aterro sanitário expirou este mês.. Resultado de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) firmado entre Ministério Público Estadual e Prefeitura de Campo Grande, a obra estava prevista para ficar pronta em dezembro.

Lixão no município de Taquara no RS polui impunemente o Rio dos Sinos

Apesar do Governo do Estado do RS alardear a redução do número de processos do chamado “passivo administrativo” há um estoque acumulado por todos os lados na bacia do Rio dos Sinos de outros passivos, muito mais sérios e graves. Você leitor não precisa ir longe para encontrar diversos “passivos ambientais” que se avolumam naquele Vale tão pujante. Um desses passivos, e que se arrasta por vários anos e diversas administrações municipais sem solução situa-se junto a área de preservação permanente do Sinos, no município de Taquara (RS). Essa obra do descaso e falta de preocupação com o rio que abastece mais de 1.500.000 habitantes é fruto de um sistema ambiental obsoleto e arcaico que se mantém à custa da total falta de fiscalização daqueles que deveriam cuidar do meio ambiente, sem falar no tratamento diferenciado dado ao tema. O lixão de Taquara, outrora recebedor de todo o lixo gerado pela cidade de 53.000 habitantes, atualmente recebe, ainda, os resíduos da construção civil, das oficinas mecânicas e de diversas indústrias, que utilizam catadores e carroceiros para se livrar do seu lixo, o que agrava o quadro de poluição do rio, do solo e dos banhados próximos. Desde 2003 a área vem recebendo “melhorias”, como cobertura com areia de fundição – resíduos classe II, devidamente proibido pela FEPAM , mas que foi “tranquilamente” utilizada para “tapear” uma recuperação ambiental de efeito duvidoso. Duvidoso, pois brotam em diversos locais o famoso “chorume”. Como não há isolamento na base daquele depósito, os líquidos extravasam para o solo, banhados, e mais grave, para as águas do já poluído e degradado Sinos. Cobrir os resíduos com areia de fundição numa área de preservação permanente de um Rio Classe 4 (CONAMA 357/05), lembrando os leitores o grave episódio de mortandade registrado em 2006 é, no mínimo, um caso de Polícia. Foram vários Termos de Compromisso Ambiental, Termo de Ajustamentos de Conduta, autos de infração, Ajuizamento de ação e tudo continua como antes. O lixão de Taquara é um exemplo de como o Estado RS cuida do seu meio ambiente. A situação social do bairro e a poluição impune do Lixão de Taquara no Sinos deveriam gerar maior interesse dos órgãos ambientais competentes. O que se verifica, entretanto, é um quadro de abandono, onde o que conta é a redução do passivo administrativo. Cuidar do meio ambiente, por enquanto, é um engodo.

Estado do Rio de Janeiro lança projeto para resolver problema do lixo

O governo do estado do Rio de Janeiro visa erradicar os lixões com a construção de aterros sanitários o prazo de 10 anos. Recursos de aproximadamente 180 milhões por ano, além de investimentos do Orçamento Geral da União (OGU), de Parcerias Público Privadas e do Banco Mundial são as fontes. Um convênio com esse objetivo foi assinado ontem, quarta-feira pelo governador Sérgio Cabral, pela secretária estadual do Meio Ambiente, Marilene Ramos, e pelo presidente da Cedae, Wagner Victer. Na ocasião, a secretário de Meio Ambiente afirmou que o aterro sanitário de Gramacho, em Caxias, na Baixada Fluminense, será desativado em 2009. O governador Sérgio Cabral destacou a importância do projeto e assegurou que não medirá esforços para concretizar o objetivo. Para erradicar os lixões, Marilene Ramos afirmou que 10% do Fecam serão destinados, por ano, ao Programa Lixão Zero. (mais…)

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...