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	<title>Máfia do Lixo &#187; Gravataí</title>
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	<description>Editor: Adm. Enio Noronha Raffin</description>
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		<title>Google Street View flagra incineração de lixo hospitalar no município de Cachoeirinha no Rio Grande do Sul</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 13:18:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Google Street View flagrou a incineração de lixo hospitalar no município de Cachoeirinha no estado do Rio Grande do Sul. Cachoeirinha localiza-se junto ao rio Gravataí. A cidade fica situada em um ponto estratégico na Região Metropolitana da Capital gaúcha, com acesso facilitado aos municípios de Porto Alegre, Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul, Gravataí [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/VEÍCULO-Google-Street-View.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4250];player=img;" title="VEÍCULO Google Street View"><img class="alignleft size-full wp-image-4251" title="VEÍCULO Google Street View" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/VEÍCULO-Google-Street-View.jpg" alt="" width="602" height="400" /></a>O Google Street View flagrou a incineração de lixo hospitalar no município de Cachoeirinha no estado do Rio Grande do Sul.</p>
<p>Cachoeirinha localiza-se junto ao rio Gravataí. A cidade fica situada em um ponto estratégico na Região Metropolitana da Capital gaúcha, com acesso facilitado aos municípios de Porto Alegre, Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul, Gravataí e Alvorada.</p>
<p>Em julho do ano passado, o veículo da Google Street View mapeou as ruas e avenidas do município de Cachoeirinha.</p>
<p>As fotos coletadas na cidade foram incluídas no Street View permitindo ao usuário da internet fazer um passeio pelas artérias públicas desse município gaúcho.</p>
<p>O internauta ao usar o Google Street View consegue fazer um passeio pelas ruas de Cachoeirinha tendo uma visão de 360 graus. Se desejar poderá utilizar a ferramenta “zoom” para ver detalhadamente a fachada de uma empresa, ou qualquer ponto escolhido na imagem coletada pelo veículo da Google Street View.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/ESQUINA-FREDERICO-RITTER-EUCLIDES-GOMES-DE-OLIVEIRA-CACHOEIRINHA-RS.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4250];player=img;" title="ESQUINA FREDERICO RITTER - EUCLIDES GOMES DE OLIVEIRA - CACHOEIRINHA - RS"><img class="aligncenter  wp-image-4252" title="ESQUINA FREDERICO RITTER - EUCLIDES GOMES DE OLIVEIRA - CACHOEIRINHA - RS" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/ESQUINA-FREDERICO-RITTER-EUCLIDES-GOMES-DE-OLIVEIRA-CACHOEIRINHA-RS-1024x367.jpg" alt="" width="815" height="321" /></a>Em Cachoeirinha, o Google Street View percorreu a rua Frederico Augusto Ritter até chegar no cruzamento com as ruas Salseiro e Euclides Gomes de Oliveira, onde coletou uma imagem impressionante.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/CACHOEIRINHA-AO-FUNDO-INCINERAÇÃO-LIXO-HOSPITALAR.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4250];player=img;" title="CACHOEIRINHA - AO FUNDO INCINERAÇÃO DE LIXO HOSPITALAR"><img class="aligncenter  wp-image-4253" title="CACHOEIRINHA - AO FUNDO INCINERAÇÃO DE LIXO HOSPITALAR" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/CACHOEIRINHA-AO-FUNDO-INCINERAÇÃO-LIXO-HOSPITALAR-1024x575.jpg" alt="" width="809" height="462" /></a>Uma chaminé de um incinerador de lixo hospitalar expelindo uma fumaça preta e cinza. </p>
<p>O empreendimento é de titularidade da Ambientus Tecnologia Ambiental Ltda e fica localizado na rua Euclides Gomes de Oliveira, no. 60.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/FUMAÇA-PRETA-INCINERAÇÃO-LIXO-AMBIENTUS.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4250];player=img;" title="FUMAÇA PRETA - INCINERAÇÃO LIXO - AMBIENTUS"><img class="aligncenter  wp-image-4256" title="FUMAÇA PRETA - INCINERAÇÃO LIXO - AMBIENTUS" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/FUMAÇA-PRETA-INCINERAÇÃO-LIXO-AMBIENTUS-1024x575.jpg" alt="" width="809" height="443" /></a>A fumaça preta que é vista saindo da chaminé é proveniente de lixo hospitalar. Pode ser tóxica e prejudicial à saúde de moradores do condomínio da Bolognesi e do entorno do empreendimento da Ambientus.</p>
<p>O incinerador de lixo hospitalar está situado a menos de 100 metros da rua Frederico Augusto Ritter, onde está instalado um condomínio de casas da empresa Bolognesi Engenharia. <a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/CACHOEIRINHA-CONDOMÍNIO-BOLOGNESI.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4250];player=img;" title="CACHOEIRINHA - CONDOMÍNIO BOLOGNESI"><img class="aligncenter  wp-image-4254" title="CACHOEIRINHA - CONDOMÍNIO BOLOGNESI" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/CACHOEIRINHA-CONDOMÍNIO-BOLOGNESI-1024x575.jpg" alt="" width="803" height="424" /></a></p>
<p>De um lado da rua Frederico Augusto Ritter é área integrante do Distrito Industrial de Cachoeirinha, onde existe o incinerador de lixo hospitalar.</p>
<p>Do outro lado dessa rua, a Prefeitura de Cachoeirinha trata como residencial.</p>
<p>E quem sofre com isso são as famílias que moram no condomínio da Bolognesi.</p>
<p>Certamente as famílias que compram a “casa tão sonhada” na rua Frederico Augusto Ritter, em Cachoeirinha, desconhecem que a frente do imóvel há um incinerador de lixo hospitalar, cuja chaminé expele fumaça preta e cinza dia e noite.</p>
<p>O caso requer a inspeção da “Força Tarefa” do Meio Ambiente do Rio Grande do Sul, que tem a coordenação do competente promotor de Justiça Daniel Martini, do Ministério Público do Estado do RS.</p>
<p>A Força Tarefa comandada pelo promotor Daniel Martini é integrada pela Delegacia do Meio Ambiente do Governo do Rio Grande do Sul, pelo Batalhão Ambiental, entre outros órgãos públicos, e técnicos especialistas em empreendimentos poluidores, entre eles o biólogo professor Jackson Muller.</p>
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		<title>Pró-Ambiente faz terraplenagem para construção de novas células de resíduos industriais sem licenciamento ambiental</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 12:18:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Central de Resíduos Industriais]]></category>
		<category><![CDATA[Gravataí]]></category>
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		<category><![CDATA[PRÓ-AMBIENTE INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS E RESÍDUOS INDUSTRIAIS LTDA]]></category>
		<category><![CDATA[professor Marco Antonio Dexheimer]]></category>
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		<description><![CDATA[Em despacho no Processo 015/1.11.0017394-5 que tramita na Justiça do RS, o juiz Rodrigo de Souza Allem, da 1ª Vara Cível da Comarca de Gravataí, deferiu “os pedidos de tutela antecipada articulados pelo MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, para o fim de determinar a imediata suspensão das atividades de recebimento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em despacho no Processo 015/1.11.0017394-5 que tramita na Justiça do RS, o juiz Rodrigo de Souza Allem, da 1ª Vara Cível da Comarca de Gravataí, deferiu “os pedidos de tutela antecipada articulados pelo MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, para o fim de determinar a imediata suspensão das atividades de recebimento de resíduos industriais e hospitalares (da empresa PRÓ-AMBIENTE INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS E RESÍDUOS INDUSTRIAIS LTDA), sob pena de multa diária de R$ 5.000,00 (cinco mil reais)”.</p>
<p>Tal despacho decorreu da AÇÃO CIVIL PÚBLICA EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE contra a PRÓ-AMBIENTE, onde o Ministério Público Estadual alegou, em apertada síntese, que teria apurado através do Inquérito Civil nº 00783.00047/2009 que a demandada (leia-se Pró-Ambiente) ao desenvolver sua principal atividade de armazenamento e tratamento de resíduos industriais e de serviços de saúde, vem provocando danos ambientais de grande monta ao meio ambiente, razão pela qual postulou, em sede de tutela antecipada, a suspensão das atividades de recebimento de resíduos industriais e hospitalares pela ré, sob pena de incidência de multa diária por descumprimento”.</p>
<p>Em sua decisão, o juiz da 1ª Vara Cível da Comarca de Gravataí, diz que “compulsando os autos e, principalmente, a farta prova documental acostada, tenho que há fortes indícios de que a requerida vem desenvolvendo sua atividade sem atentar à preservação do meio ambiente”.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/12/OBRAS-DE-AMPLIAÇÃO-DE-CÉLULAS-NA-PRÓ-AMBIENTE-EM-GRAVATAÍ-FOTO-3.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4221];player=img;" title="OBRAS DE AMPLIAÇÃO DE CÉLULAS NA PRÓ-AMBIENTE EM GRAVATAÍ - FOTO - 3"><img class="alignleft  wp-image-4224" title="OBRAS DE AMPLIAÇÃO DE CÉLULAS NA PRÓ-AMBIENTE EM GRAVATAÍ - FOTO - 3" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/12/OBRAS-DE-AMPLIAÇÃO-DE-CÉLULAS-NA-PRÓ-AMBIENTE-EM-GRAVATAÍ-FOTO-3-300x180.jpg" alt="" width="679" height="332" /></a></p>
<p>O que o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul ainda não sabe, e que não consta nessa ação civil pública, é que o dono da empresa PRÓ-AMBIENTE, o professor Marco Antonio Dexheimer continua infringindo a legislação ambiental, ao realizar terraplenagem na central de recebimento de resíduos, localizada em Gravataí (RS), com vistas a ampliação do empreendimento, sem que tenha licenciamento ambiental para a construção de novas células de armazenamento de “lixo industrial e hospitalar” naquele local.<a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/12/Marco-Dexheimer1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4221];player=img;" title="Marco Antonio Dexheimer"><img class="alignleft  wp-image-4222" title="Marco Antonio Dexheimer" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/12/Marco-Dexheimer1-231x300.jpg" alt="" width="180" height="230" /></a></p>
<p>As fotografias digitais coletadas nessa quinta-feira (29/12) mostram as obras das novas células de recebimento de lixo industrial e hospitalar, em fase adiantada de construção, tudo sem qualquer autorização legal da FEPAM e conhecimento do MPE-RS e da Justiça gaúcha.<a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/12/OBRAS-DE-AMPLIAÇÃO-DE-CÉLULAS-NA-PRÓ-AMBIENTE-EM-GRAVATAÍ-FOTO-2.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4221];player=img;" title="OBRAS DE AMPLIAÇÃO DE CÉLULAS NA PRÓ-AMBIENTE EM GRAVATAÍ - FOTO - 2"><img class="alignright  wp-image-4225" title="OBRAS DE AMPLIAÇÃO DE CÉLULAS NA PRÓ-AMBIENTE EM GRAVATAÍ - FOTO - 2" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/12/OBRAS-DE-AMPLIAÇÃO-DE-CÉLULAS-NA-PRÓ-AMBIENTE-EM-GRAVATAÍ-FOTO-2-300x199.jpg" alt="" width="389" height="263" /></a></p>
<p>O MPE-RS também não sabe que há duas semanas passadas, ocorreu mais um incêndio, dessa vez em duas células da central de resíduos industriais da empresa PRÓ-AMBIENTE em Gravataí.</p>
<p>E tudo isso acontece na “cara” das autoridades responsáveis pelo meio ambiente de Gravataí e do Rio Grande do Sul.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/12/OBRAS-DE-AMPLIAÇÃO-DE-CÉLULAS-NA-PRÓ-AMBIENTE-EM-GRAVATAÍ-FOTO-1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4221];player=img;" title="OBRAS DE AMPLIAÇÃO DE CÉLULAS NA PRÓ-AMBIENTE EM GRAVATAÍ - FOTO - 1"><img class="alignleft size-full wp-image-4223" title="OBRAS DE AMPLIAÇÃO DE CÉLULAS NA PRÓ-AMBIENTE EM GRAVATAÍ - FOTO - 1" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/12/OBRAS-DE-AMPLIAÇÃO-DE-CÉLULAS-NA-PRÓ-AMBIENTE-EM-GRAVATAÍ-FOTO-1.jpg" alt="" width="362" height="602" /></a>Mesmo suspensa às atividades de recebimento de lixo industrial e hospitalar pela PRÓ-AMBIENTE, determinada pela Justiça gaúcha, ontem, quinta-feira, a empresa operava normalmente, e as obras de ampliação do empreendimento estão sendo “tocadas” nas 24 horas do dia. Inacreditável!</p>
<p>Certamente o leitor do site Máfia do Lixo, o promotor de Justiça Daniel Martini, ao tomar conhecimento do tema em questão, deverá requerer providências para a imediata realização de uma inspeção na central de resíduos da PRÓ-AMBIENTE.</p>
<p>Por muito menos um empresário do município de Canoas foi preso por infringir a legislação ambiental do Rio Grande do Sul.</p>
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		<title>Câmara Municipal de Gravataí instala processo de impeachment da prefeita petista Rita Sanco</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 13:53:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O município gaúcho de Gravataí, localizado na região metropolitana de Porto Alegre, viveu nessa quinta-feira (09/06) um dia conturbado na política local. Por volta do meio dia de ontem, manifestantes do PT acompanhados de líderes petistas do Rio Grande do Sul ocuparam a Praça Borges de Medeiros, em frente à Prefeitura de Gravataí, para levar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O município gaúcho de Gravataí, localizado na região metropolitana de Porto Alegre, viveu nessa quinta-feira (09/06) um dia conturbado na política local.</p>
<p>Por volta do meio dia de ontem, manifestantes do PT acompanhados de líderes petistas do Rio Grande do Sul ocuparam a Praça Borges de Medeiros, em frente à Prefeitura de Gravataí, para levar solidariedade a prefeita Rita Sanco (PT) e seu vice Cristiano Kingeski (PT).</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/06/CAMARA-GRAVATAI-em-09-06-2011-foto-3.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3751];player=img;" title="Deputado Estadual petista Raul Pont no ato que apoia a prefeita Rita Sanco"><img class="alignleft size-full wp-image-3752" title="Deputado Estadual petista Raul Pont no ato que apoia a prefeita Rita Sanco" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/06/CAMARA-GRAVATAI-em-09-06-2011-foto-3.jpg" alt="" width="274" height="190" /></a>O ato político ocorreu antes que a Câmara Municipal de Gravataí colocasse em votação o processo de abertura de cassação da prefeita Rita Sanco e o afastamento de seu vice. O presidente do PT gaúcho, deputado estadual Raul Pont esteve a frente do ato público.</p>
<p>No final da tarde ocorreu uma sessão ordinária na Câmara Municipal, a qual teve votação para a abertura de processo de &#8220;impeachment&#8221; da prefeita petista Rita Sanco.</p>
<p>A denúncia e pedido de &#8220;impeachment&#8221; foi protocolada na Câmara Municipal de Gravataí pelo Partido Verde (PV).</p>
<p>No documento de pedido de &#8220;impeachment&#8221; da prefeita Sanco constam as seguintes denúncias do Partido Verde :</p>
<p>01. A prefeita Rita Sanco prevaricou em nomear o procurador municipal, advogado da família e sócio de fato da própria filha, que continuou advogando no âmbito privado contra o público sem licenciar-se da advocacia, conforme estatuto da OAB e o Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos de Gravataí.</p>
<p>02. A prefeita Rita Sanco e o vice-prefeito Cristiano Kingeski que assinou, no exercício do cargo de prefeito, o contrato de operação de crédito junto ao Banrisul, sem autorização do Legislativo, caracterizando a contratação de operação de crédito irregular, ilegal e inconstitucional de valores cedidos pela CEEE sem autorização e verificação dos limites e condições junto ao Ministério da Fazenda, de forma lesiva ao patrimônio público que causam prejuízo ao erário e atentam contra os princípios da administração pública. Valor 24 milhões de reais.</p>
<p>03. A prefeita Rita Sanco, ao parcelar dívidas, que caracterizam despesas correntes junto a Corsan, induziu, de forma deliberada e irresponsável, o Legislativo municipal a aprovar a autorização de operação de crédito de forma irregular, ilegal e inconstitucional e lesiva ao patrimônio público, causando grave prejuízo ao erário e atentando contra os princípios da administração pública. Valor 2,3 milhões de reais.</p>
<p>04. A prefeita Rita Sanco induziu o Legislativo a autorizar operação de crédito irregular e ilegal com a RGE, de forma lesiva ao patrimônio público, que causam graves prejuízos ao erário e atentam contra os princípios da administração pública. Valor 43 milhões de reais.</p>
<p>05. A prefeita Rita Sanco autorizou operação de crédito interno, com inobservância de limite, condição ou montante estabelecido em lei ou em Resolução do Senado Federal e sem autorização do Ministério da Fazenda.</p>
<p>06. A prefeita Rita Sanco e o vice-prefeito Cristiano Kingeski legislaram e contrataram professores e especialistas para rede pública de educação, desrespeitando a lei de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público.</p>
<p>07. Atitudes arbitrárias que culminaram no processo de extinção da Escola Santa Rita de Cássia, sob alegação de que espaço seria utilizado para sediar uma Escola Técnica Federal.</p>
<p>No plenário da Câmara Muncipal de Gravataí estiveram presentes os 14 vereadores.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/06/Vereador-Nadir-Rocha-entrega-ao-presidente-da-Comissão-Processante-o-processo-de-abertura-de-impeachment-da-prefeita-Rita-Sanco.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3751];player=img;" title="Vereador Nadir Rocha entrega ao presidente da Comissão Processante o processo de abertura de impeachment da prefeita Rita Sanco"><img class="alignright size-full wp-image-3753" title="Vereador Nadir Rocha entrega ao presidente da Comissão Processante o processo de abertura de impeachment da prefeita Rita Sanco" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/06/Vereador-Nadir-Rocha-entrega-ao-presidente-da-Comissão-Processante-o-processo-de-abertura-de-impeachment-da-prefeita-Rita-Sanco.jpg" alt="" width="640" height="457" /></a>Concluída a leitura da denúncia que pedia a abertura do processo de cassação do mandato da prefeita Rita Sanco e do afastamento de seu vice Cristiano Kingeski, o presidente do Legislativo, vereador Nadir Rocha (PMDB), abriu a votação conforme determina a lei que regulamento o procedimento.</p>
<p>Às 20h45, o presidente da Câmara Municipal de Gravataí, vereador Nadir Rocha, anunciou o resultado: 10 votos a favor e 04 contrários.</p>
<p><span id="more-3751"></span>Portanto, 2/3 dos vereadores decidiram pela abertura do processo de cassação, o que deixou a bancada governista petista, manifestantes e simpatizantes da administração municipal, completamente espavoridos, isso porque tal fato (da Câmara ter aberto um processo de cassação de prefeito) nunca ocorreu antes no Legislativo Municipal e porque o PT governa há mais de 8 anos a prefeitura local.</p>
<p>Cumprindo a legislação, os 14 vereadores elegeram a Comissão Processante mediante sorteio. Pela ordem, o resultado elegeu Marcio Souza (PT), Acimar Silva (PMDB) e Vail Corrêa (PTB). A Presidência ficou a cargo do vereador petista Marcio Souza e a Relatoria ao vereador petebista Vail Corrêa.</p>
<p>A comissão tem agora cinco dias para abrir o processo, período no qual deverá notificar a prefeita petista Rita Sanco e o vice Cristiano Kingeski. Ambos terão dez dias para apresentar a defesa prévia. O processo todo leva 90 dias. No fim desse prazo a Câmara decide se cassa ou não a prefeita e afasta ou não o seu vice.</p>
<p>Gravataí tem sido palco de notícias do lixo. Lá está localizado o Aterro Sanitário Metropolitano de Santa Tecla que foi instalado durante a administração petista.</p>
<p>O popular &#8220;Lixão de Santa Tecla&#8221; é um dos maiores imbróglios que se tem conhecimento na área do lixo. Basta lembrar que moradores de Gravataí ingressaram com ação popular contra o &#8220;Lixão de Santa Tecla&#8221; e conseguiram que a Justiça do Rio Grande do Sul determinasse o seu fechamento. O empreendimento funciona ao arrepio do que determina a legislação.</p>
<p>O Aterro Sanitário Metropolitano de Santa Tecla opera sem a &#8220;Licença Ambiental de Operação&#8221; (LO), documento esse que permite o funcionamento de qualquer empreendimento na área ambiental gaúcha.</p>
<p>Daniel Martini, promotor de justiça do Ministério Público do Estado do RS em Gravataí, está a frente do fechamento do aterro sanitário municipal e na condução de Inquérito Civil que investiga uma central de resíduo industrial.</p>
<p>Essa central de resíduos industriais no ano passado teve uma de suas células desbarrancada e sinistrada por incêndio.</p>
<p>O Grupo Ambiental que analisa as operações das centrais de resíduos industriais no Rio Grande do Sul, formado pelo promotor de justiça Daniel Martini, pela delegada da Delegacia do Meio Ambiente do RS, por biólogos e Brigada Ambiental, estiveram nesse empreendimento privado, onde coletaram dados e material proveniente do lixo industrial armazenado, visando a promoção de análises químicas em laboratório.</p>
<p>Espera-se para breve a divulgação do resultado dessas análises laboratoriais e do relatório final sobre o funcionamento da empresa privada, a qual recebe centenas de toneladas de lixo industrial e as enterra no solo do município de Gravataí (RS).</p>
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		<title>Rio Grande do Sul teve três valas de centrais de resíduos industriais sinistradas no ano de 2010</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Dec 2010 00:42:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nessa sexta-feira (24/12), véspera de Natal, o Rio Grande do Sul registrou o terceiro sinistro em vala de resíduos industriais em empreendimento privado. Todos os três acontecimentos, negativos para o meio ambiente gaúcho, ocorreram por meio de incêndio em vala onde eram armazenados resíduos provenientes de empresas do setor coureiro-calçadista entre outras indústrias. O primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/12/UTRESA-1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3409];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-3410" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/12/UTRESA-1.jpg" alt="" width="573" height="331" /></a></p>
<p>Nessa sexta-feira (24/12), véspera de Natal, o Rio Grande do Sul registrou o terceiro sinistro em vala de resíduos industriais em empreendimento privado. Todos os três acontecimentos, negativos para o meio ambiente gaúcho, ocorreram por meio de incêndio em vala onde eram armazenados resíduos provenientes de empresas do setor coureiro-calçadista entre outras indústrias.</p>
<p>O primeiro incêndio ocorreu em 04 de fevereiro desse ano em uma vala da central de resíduos industriais localizada no município de Nova Santa Rita (RS). Matéria do jornal De Fato no endereço da internet <a href="http://www.newsflip.com.br/pub/defato/index.jsp?ipg=10953">www.newsflip.com.br/pub/defato/index.jsp?ipg=10953</a> conta a história do sinistro.</p>
<p>Dezenove dias após o incêndio em Nova Santa Rita, no dia 23 de fevereiro de 2010, a empresa Pró-Ambiente Indústria e Comércio de Produtos Químicos e Resíduos Industriais Ltda, localizada no bairro Costa do Ipiranga, município de Gravataí (RS), teve um incêndio em uma de suas valas de resíduos industriais, a mesma que no final do mês de outubro de 2009, já havia sofrido um desmoronamento. A matéria sobre o sinistro o leitor pode ler na íntegra no site Máfia do Lixo no endereço da internet <a href="http://www.mafiadolixo.com/2010/02/pro-ambiente-em-gravatai-sofre-um-segundo-acidente-em-menos-de-4-meses-sendo-que-dessa-vez-ocorreu-um-incendio-na-vala-que-recebia-lixo-industrial/">http://www.mafiadolixo.com/2010/02/pro-ambiente-em-gravatai-sofre-um-segundo-acidente-em-menos-de-4-meses-sendo-que-dessa-vez-ocorreu-um-incendio-na-vala-que-recebia-lixo-industrial/</a></p>
<p>Ontem, por volta das 13h, um incêndio consumiu uma vala de resíduos industriais da OSCIP Utresa, que possui a sua sede no município gaúcho de Estância Velha.</p>
<p>O incêndio na OSCIP Utresa, no bairro Campo Grande, foi controlado por abafamento, ou seja, foi jogada terra sobre o foco de incêndio que somente pela madrugada foi totalmente controlado. Vitimado um bombeiro que ficou intoxicado e foi atendido em hospital local.</p>
<p><span id="more-3409"></span>Lá no área do sinistro na OSCIP Utresa, em Estância Velha, esteve presente o representante da Emergência da Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler – RS (FEPAM), órgão do Governo do Rio Grande do Sul, subordinado a pasta de Meio Ambiente, que tem a responsabilidade da concessão das licenças ambientais de operação de empreendimentos que envolvem centrais de resíduos industriais. Relatório da FEPAM já apontava a causa do incêndio antes mesmo do sinistro.</p>
<p>O Corpo de Bombeiros da Brigada Militar do RS enviou duas viaturas para combater o incêndio da vala de resíduos industriais da OSCIP Utresa. Foram usados ainda reforços das cidades gaúchas de Portão e Novo Hamburgo. Os Bombeiros fizeram uso de caminhões pipas, jogando água nos tratores que trabalhavam sobre o foco de incêndio, os quais resfriados podiam assim empurrar a terra, descarregada por caminhões caçambas, e abafar o fogo na vala de resíduos industriais.</p>
<p>A área da vala da OSCIP Utresa, atingida pelo fogo, acumulava algo perto de 10 mil toneladas de resíduos industriais. Este é o terceiro incêndio em quatro anos que atinge a OSCIP Utresa.</p>
<p>O interventor da Justiça do Rio Grande do Sul na OSCIP Utresa, o biólogo Jackson Muller, acompanhou o sinistro desde o início do incêndio até as 4h desse domingo. Relatório pessoal do interventor deverá ser encaminhado a Polícia Civil e a Justiça do RS.</p>
<p>A Secretaria de Segurança do Rio Grande do Sul, por meio da Polícia Civil, esteve também presente na OSCIP Utresa, onde iniciou a investigação do incêndio na vala de resíduos industriais.</p>
<p>Lá esteve na área do sinistro a titular da Delegacia de Polícia de Proteção ao Meio Ambiente (DEMA) do Rio Grande do Sul, Elisangela Melo Reghelin.</p>
<p>A delegada Elisangela Reghelin descobriu que a vala que incendiou tinha licenciamento ambiental para armazenar resíduos industriais da “classe 1”, mas inacreditavelmente, na vala incendiada os bombeiros encontraram materiais inflamáveis pertencentes a “classe 2”. Um crime ambiental que tem também por responsabilidade as empresas rivadas que lá destinaram os seus resíduos.</p>
<p>Elisangela Reghelin revelou que a OSCIP Utresa teria solicitado junto a FEPAM a troca de classificação (da classe 1 para a classe 2) para a vala, mas o pedido foi negado pelo órgão ambiental estadual.</p>
<p>O presidente da OSCIP Utresa, o advogado Fernando Couto, que não esteve presente acompanhando o sinistro, conforme informação do interventor, é quem administra a central de resíduos industriais.</p>
<p>Cabe ao presidente da OSCIP a responsabilidade de determinar a construção de valas, em que local e que tipo de resíduos possam lá ser armazenados. É ainda de alçada requerer junto ao órgão de meio ambiente estadual, a FEPAM, o licenciamento para operação do empreendimento.</p>
<p>A delegada Elisangela Reghelin declarou, que a OSCIP Utresa estava ciente da real situação de risco de incêndio, e da irregularidade no licenciamento da vala. A OSCIP Utresa sabia que a vala que operava estava sem a licença ambiental da FEPAM.</p>
<p>Pelo que foi apurado pela delegada Reghelin também não existia o Plano de Combate a Incêndio para a vala de resíduos industriais “classe 2”. A falta de hidrantes e o não funcionamento de uma bomba de água que ficava perto do local onde ocorreu o incêndio também são algumas das irregularidades encontradas pela delegada de polícia civil.</p>
<p>A titular da Delegacia de Polícia de Proteção ao Meio Ambiente (DEMA) do Rio Grande do Sul, delegada Elisangela Melo Reghelin, determinou o encaminhamento de representantes da OSCIP Utresa para a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de São Leopoldo, onde acabou dando “voz de prisão em flagrante” ao responsável técnico, o engenheiro químico João Luis Bombarda.</p>
<p>Bombarda, contratado pela OSCIP Utresa, acompanhava o trabalho dos bombeiros e da polícia durante o incêndio na vala, antes de ser encaminhado à Delegacia de Polícia, por volta das 21 horas da última sexta-feira, onde foi preso.</p>
<p>Da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de São Leopoldo, o engenheiro João Luis Bombarda foi transferido para a Penitenciária Estadual Modulada Agente Penitenciário Jair Fiorin, de Montenegro, no início da tarde deste sábado (25/12).</p>
<p>De acordo com a delegada Elisangela, o engenheiro químico Bombarda detinha conhecimento das irregularidades no Plano de Prevenção e Combate à Incêndio e Licenciamento Ambiental da OSCIP Utresa.</p>
<p>A delegada destacou ainda que o responsável técnico da OSCIP Utresa deve responder pelos crimes de poluição, incêndio e descumprimento de licença ambiental. Se condenado, poderá pegar até cinco anos de prisão.</p>
<p>O presidente da OSCIP Utresa, Fernando Couto, é o advogado do engenheiro químico João Luís Bombarda, e nesse sábado, já em Porto Alegre, estava providenciando o pedido de relaxamento de prisão do funcionário.</p>
<p>Certamente esse sinistro da OSCIP Utresa, assim como os dois outros incêndios em centrais de resíduos industriais, vão servir para subsidiar a investigação que está em pleno curso, no Ministério Público de Contas, que atua junto ao Tribunal de Conta do RS, em conjunto com o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul.</p>
<p>Cabe lembrar que o Ministério Público de Contas recentemente conseguiu junto ao Tribunal de Contas do RS, que esse último promova uma “auditoria” nos processos de licenciamentos ambientais abertos na FEPAM e que tratam de centrais de resíduos industriais.</p>
<p>Pelo que se viu, com a atuação competente da delegada Elisangela Melo Reghelin, da Delegacia de Polícia de Proteção ao Meio Ambiente (DEMA) do Rio Grande do Sul, no caso do sinistro da vala de resíduos industriais da OSCIP Utresa, tudo aponta para um aprofundamento do processo de investigação dos licenciamentos ambientais da FEPAM e das operações desses empreendimentos privados.</p>
<p>Cabe ainda lembrar o leitor, que a FEPAM liberou esse ano algo perto de vinte novas valas de resíduos industriais para a empresa Pró-Ambiente em Gravataí, onde já ocorreram dois sinistros em menos de 4 meses.</p>
<p>Moradores do bairro da Costa do Ipiranga, em Gravataí, dizem que não tem conhecimento público da proposta empresarial da Pró-Ambiente e que não foi feita a “audiência pública” para a apresentação do Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-RIMA) da construção dessas vinte novas valas.</p>
<p>O promotor de justiça Daniel Martini, da promotoria de Gravataí (RS), acompanha o caso da central de resíduos industriais da Pró-Ambiente e certamente agora vai contar com o apoio da delegada Elisangela Melo Reghelin, da Delegacia de Polícia de Proteção ao Meio Ambiente (DEMA) do Rio Grande do Sul.</p>
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		<title>Aterro sanitário de Santa Tecla em Gravataí fecha o  portão para a entrada do lixo de Cachoeirinha por falta de pagamento</title>
		<link>http://www.mafiadolixo.com/2010/04/aterro-sanitario-de-santa-tecla-em-gravatai-fecha-o-portao-para-a-entrada-do-lixo-de-cachoeirinha-por-falta-de-pagamento/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=aterro-sanitario-de-santa-tecla-em-gravatai-fecha-o-portao-para-a-entrada-do-lixo-de-cachoeirinha-por-falta-de-pagamento</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 08:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Aterro Sanitário de Santa Tecla, conhecido da população da cidade de Gravataí (RS) por “Lixão de Santa Tecla”, é citado mais uma vez nas páginas de jornais gaúchos. Dessa vez o Aterro Sanitário de Santa Tecla, que possui a sua gestão em forma de consórcio metropolitano desde 1998, sinaliza a sua decadência. O empreendimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-3024" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/04/aterro-santa-tecla-300x167.jpg" alt="" width="300" height="167" />O Aterro Sanitário de Santa Tecla, conhecido da população da cidade de Gravataí (RS) por “Lixão de Santa Tecla”, é citado mais uma vez nas páginas de jornais gaúchos. Dessa vez o Aterro Sanitário de Santa Tecla, que possui a sua gestão em forma de consórcio metropolitano desde 1998, sinaliza a sua decadência. O empreendimento fica no município de Gravataí, cidade da região metropolitana de Porto Alegre. Esse empreendimento é de titularidade do município de Gravataí e funciona há muito tempo sem licença ambiental, ao arrepio do que determina a legislação ambiental. Uma ação promovida por entidade de moradores de Gravataí oportunizou ao Ministério Público do Rio Grande do Sul, por meio do competente promotor de justiça Daniel Martini, da promotoria de Gravataí, definir a data para o fechamento do aterro sanitário de Santa Tecla. Isso foi lá em dezembro do ano passado, após determinação da Justiça gaúcha para o encerramento do empreendimento, que agora tem menos de 2 anos para operar. Se não cumprirem com certeza será executado o termo assinado. A Prefeitura de Gravataí sonha em ampliar o “Lixão de Santa Tecla” o que não deverá acontecer, conforme declarações do promotor de Justiça Daniel Martini. O Departamento Municipal de Limpeza Urbana, da Prefeitura de Porto Alegre, se retirou da gestão do “consórcio metropolitano” do aterro sanitário Santa Tecla, em 2005, permanecendo apenas Gravataí, Esteio e Cachoeirinha. Na semana passada a Prefeitura de Gravataí, governo da prefeita Rita Sanco (PT), determinou a empresa Mecanicapina Limpeza Urbana Ltda, contratada sem licitação pública para operar o aterro sanitário de Santa Tecla, que o Município de Cachoeirinha não poderia mais enterrar lixo no empreendimento de sua titularidade, apesar de formarem um consórcio para a sua gestão. Isso porque a Prefeitura de Cachoeirinha não vem pagando ao Município de Gravataí a destinação final de seu lixo diário no aterro de Santa Tecla. Incluindo o tratamento de chorume e a descarga de 80 toneladas diárias de lixo no aterro, a Prefeitura de Cachoeirinha deve algo em torno de R$ 1.300.000,00. Já a Prefeitura de Cachoeirinha diz que são menos de R$ 500 mil. Cumprida a missão na última quinta-feira (22/04), um dia após o feriado de Tiradentes, os caminhões da empresa de coleta Transportes J. C. Lopes, que presta serviços a Prefeitura de Cachoeirinha, não conseguiram descarregar os resíduos sólidos urbanos no aterro sanitário de Santa Tecla. O caos na limpeza urbana do município de Cachoeirinha estava para acontecer. Impedido de enterrar o lixo diário de Cachoeirinha no aterro sanitário de Santa Tecla, o resultado foi enviar as 80 toneladas diárias de lixo para o aterro sanitário de Minas do Leão, que fica a 101 km da capital gaúcha e tem por titular a empresa SIL Soluções Ambientais Ltda. O que mais chama a atenção nesse episódio é que a Prefeitura de Cachoeirinha não tem dinheiro para pagar a Prefeitura de Gravataí. Mas tem agora dinheiro para pagar pelo lixo enterrado em Minas do Leão. A operação de substituição do Santa Tecla por Minas do Leão vai aumentar as despesas do Município de Cachoeirinha. E não será pouca coisa. Vejamos. Cachoeirinha produz 80 toneladas de lixo todo o dia. Deixa de pagar R$ 43,00 reais por tonelada de lixo a Prefeitura de Gravataí, mas vai ter que arcar com o valor de R$ 75,00 com a empresa SIL Soluções Ambientais Ltda, em Minas do Leão. E tem ainda o transporte diário do lixo entre Cachoeirinha e Minas do Leão, que entre ida e volta consome algo em torno de mais de 200 km por viagem. Tem ainda o passivo ambiental do aterro sanitário de Santa Tecla, os R$ 20 mil pelo tratamento do chorume. Certamente o leitor pode fazer as contas e vai comprovar que a transferência do lixo de Gravataí para Minas do Leão vai custar muito mais caro. O Ministério Público de Contas (MPC) que atua junto ao Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul deveria avaliar o que acontece com o lixo de Cachoeirinha. Deixar de pagar R$ 43,00 por tonelada de lixo e assumir com a iniciativa privada o valor de R$ 75,00 é algo que merece ser investigado pelo Ministério Público de Contas do RS. Ou estou enganado?</p>
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		<title>Pró-Ambiente em Gravataí sofre um segundo acidente em menos de 4 meses sendo que agora ocorreu um incêndio na vala de lixo industrial</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 12:08:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na última terça-feira (23/02) ocorreu um incêndio em uma célula da central de tratamento de resíduos industriais da empresa PRÓ-AMBIENTE Indústria e Comércio de Produtos Químicos e Resíduos Industriais Ltda, localizada em Gravataí, no Rio Grande do Sul. O incêndio teve grande emissão de poluentes no meio ambiente. O sinistro aconteceu na vala que recebe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2786" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/02/Fogo-na-Pro-A-1.jpg" alt="" width="578" height="403" /></p>
<p style="text-align: justify;">Na última terça-feira (23/02) ocorreu um incêndio em uma célula da central de tratamento de resíduos industriais da empresa PRÓ-AMBIENTE Indústria e Comércio de Produtos Químicos e Resíduos Industriais Ltda, localizada em Gravataí, no Rio Grande do Sul. O incêndio teve grande emissão de poluentes no meio ambiente. O sinistro aconteceu na vala que recebe os resíduos industriais de empresas gaúchas e que no ano passado, no final do mês de outubro, já havia sofrido um desmoronamento (<a href=" http://www.mafiadolixo.com/2009/10/central-de-residuos-industriais-em-gravatai-sofre-desmoronamento-de-vala-em-construcao-no-meio-de-duas-celulas-com-residuos-perigosos/" target="_blank">Leia aqui</a>). Além das Viaturas do Corpo de Bombeiros que compareceram na área da empresa Pro-Ambiente no município de Gravataí (RS) para combater o fogo, estiveram presentes na área sinistrada, a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (FEPAM) e a Fundação de Meio Ambiente de Gravataí. <a rel="attachment wp-att-2787" href="http://www.mafiadolixo.com/2010/02/pro-ambiente-em-gravatai-sofre-um-segundo-acidente-em-menos-de-4-meses-sendo-que-dessa-vez-ocorreu-um-incendio-na-vala-que-recebia-lixo-industrial/fogo-na-pro-a-2/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2787" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/02/Fogo-na-Pro-A-2.jpg" alt="" width="584" height="395" /></a>A fumaça da queima dos resíduos industriais podia ser vista a vários quilômetros de distância. As geomembranas de revestimento interno, de impermeabilização das valas, são de pead (poli etileno).  Este é um polímero plástico combustível, e mesmo que não esteja totalmente queimado, não suporta as altas temperaturas geradas por um incêndio deste porte como aconteceu na empresa Pro-Ambiente, o que implica no comprometimento imediato e ou futuro da estanqueidade da célula. Na mencionada licença de operação (L.O. 9032/2009-DL) do órgão estadual de controle, a FEPAM, só existe uma única vala licenciada na Pro-Ambiente, a de nº 15. Não existindo outra vala construída além da licenciada, significa que o empreendimento deverá ficar sem receber resíduos até que sejam elaborados os respectivos projetos de recomposição da estrutura de impermeabilização da célula. Mesmo que seja efetuada a troca da cobertura (telhado) é imprescindível a remoção de todo material residual contido na vala sinistrada para troca da impermeabilização. Assim a empresa somente poderá voltar a receber resíduos após a construção e licenciamento de uma nova vala para receber o material gerado pelas indústrias gaúchas, bem como para transferir o material da célula incendiada. No dia seguinte ao incêndio na empresa Pro-Ambiente, os focos de fumaça ainda eram visíveis no empreendimento.</p>
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		<title>Central de resíduos industriais em Gravataí sofre desmoronamento de vala em construção no meio de duas células com resíduos perigosos</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 13:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No município de Gravataí o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul está atento ao que acontece na área de resíduos. O competente promotor de Justiça Daniel Martini é experiente em resíduos sólidos urbanos e industriais. Isso porque Daniel Martini já conheceu o “caos” no lixo da cidade de Nápoli (Itália), acompanhou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2441" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_4.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2440];player=img;"><img class="size-medium wp-image-2441" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_4-300x267.jpg" alt="Vala em construção desmorona no meio de duas outras que possuem toneladas de lixo industriais perigosos" width="300" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">Vala em construção desmorona no meio de duas outras que possuem toneladas de lixo industriais perigosos</p></div>
<p style="text-align: justify;">No município de Gravataí o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul está atento ao que acontece na área de resíduos. O competente promotor de Justiça Daniel Martini é experiente em resíduos sólidos urbanos e industriais. Isso porque Daniel Martini já conheceu o “caos” no lixo da cidade de Nápoli (Itália), acompanhou a tentativa frustrada de instalação de um lixão privado na cidade gaúcha de Gravataí e luta pelo fechamento do aterro sanitário de Santa Tecla, o qual opera sem licenciamento ambiental. Agora certamente o promotor de Justiça Daniel Martini vai investigar o desmoronamento de uma vala de resíduos industriais perigosos na cidade de Gravataí. O acidente ambiental ocorreu na central de resíduos Pró-Ambiente Indústria e Comércio Ltda, que fica na Estrada Abel de Souza 3.700 em Gravataí (RS). Consta que no final de semana uma vala de resíduos industriais perigosos, que já possuía telhado, acabou sofrendo um desmoronamento. Essa vala estava sendo construída no meio de outras duas valas que possuem toneladas de lixo industriais perigosos enterradas. <a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2440];player=img;"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-2442" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Após o desmoronamento ocorrido no final de semana em vala de disposição de resíduos, verifica-se várias atividades para reverter o quadro gerado. As características do terreno em Gravataí, com afloramentos de água superficiais tornam as construções de alta fragilidade. O desmoronamento das laterais de outras duas valas em construção revelam as fragilidades. As fotos obtidas com exclusividade pelo portal Máfia do Lixo revelam que as laterais de duas valas já seladas escorregaram para o interior daquela que estava em construção. Resta a dúvida de que não houve rompimento do isolamento de argila compactada e geomembrana. Nas imagens é possível observar partes das lonas de cobertura das valas de resíduos perigosos que foram expostas, bem como as estruturas de suporte do telhado foram abaladas. Telhas foram removidas. Solo foi colocado com urgência sobre a base da vala em construção. <a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_2.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2440];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2443" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_2-300x292.jpg" alt="" width="300" height="292" /></a>O emprendedor informou a FEPAM e a Fundação Municipal de Meio Ambiente de Gravataí o acidente? Com o desmoronamento da célula em construção, no meio de duas células existentes, comprometeu a integridade das demais células? Como a empresa consegue receber resíduos perigosos classe 1 se a Lei Orgânica do Município de Gravataí não permite transitar com cargas perigosas em seu território? Perguntas essas que devem ser respondidas pelo Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul em Gravataí.<a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_3.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2440];player=img;"><img class="alignright size-medium wp-image-2444" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_3-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
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		<title>Justiça do Rio Grande do Sul determina o fechamento do ‘lixão’ de Santa Tecla em Gravataí</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 20:43:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Martini]]></category>
		<category><![CDATA[Gravataí]]></category>
		<category><![CDATA[Lixão]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Tecla]]></category>

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		<description><![CDATA[No último dia 18 de agosto a  Justiça do Rio Grande do Sul deferiu o pedido liminar apresentado pelo Ministério Público Estadual, por meio do promotor Daniel Martini, com o “fito de determinar ao Município de Gravataí, ao Município de Porto Alegre e ao Departamento Municipal da Limpeza Urbana (DMLU) que cessem o depósito de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2249" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/08/daniel_martini_mpe-gravatai.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2248];player=img;"><img class="size-thumbnail wp-image-2249 " src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/08/daniel_martini_mpe-gravatai-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Promotor de Justiça Daniel Martini</p></div>
<p style="text-align: justify;">No último dia 18 de agosto a  Justiça do Rio Grande do Sul deferiu o pedido liminar apresentado pelo Ministério Público Estadual, por meio do promotor Daniel Martini, com o “fito de determinar ao Município de Gravataí, ao Município de Porto Alegre e ao Departamento Municipal da Limpeza Urbana (DMLU) que cessem o depósito de lixo no Aterro Santa Tecla, no prazo de 06 (seis) meses, sob pena de multa diária de R$ 10.000,00 (dez mil reais), devendo os réus nesse ínterim encontrarem alternativa legal para depositar esses resíduos, através de licitação visando a destinação final em área já licenciada ou de licenciamento em nova área pela Municipalidade ou qualquer alternativa legal.” Em 11 de agosto de 2009, o promotor de Justiça Daniel Martini, do Ministério Público do RS, que atua na Comarca de Gravataí, ingressou com um “Pedido de Antecipação de Tutela”, no Processo n° 015/1.03.0018002-5 que trata de uma Ação Popular ajuizada por  Pedro Inácio dos Santos contra os Municípios de Gravataí e de Porto Alegre, visando anular ato lesivo ao meio ambiente, em decorrência do depósito irregular de lixo no Aterro Sanitário Metropolitano Santa Tecla. Em sua exposição a Juíza de Direito, o promotor Daniel Martini diz que “com efeito, após longo trâmite processual e realização de audiência conciliatória, restou o feito suspenso enquanto se aguarda notícias de duas ações (uma cautelar e uma principal) que tramitam ou tramitaram nas Varas da Fazenda Pública de Porto Alegre, onde, em tese, haveria decisão autorizando o funcionamento do aterro Santa Tecla independentemente de autorização (licença ambiental) do órgão competente. Estas notícias não aportaram, mas já é possível  historiar o feito, conforme segue. Nestas ações, o Município de Porto Alegre, o Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) e o Município de Gravataí demandam em face da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (FEPAM) visando à ampliação do Aterro Santa Tecla e à concessão de licença de operação do aterro já ampliado (processos n.ºs 001/1.05.0258100-3 e 001/1.05.0258416-9). Os autores visavam a obter judicialmente permissão para, em primeiro lugar, ampliar o Aterro e, em segundo, operá-lo, já que a FEPAM, responsável pela concessão das licenças necessárias para ambas as empreitadas, exigiu, para tanto, apresentação de Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-RIMA), o que consideraram descabido. Os requerentes alegaram, nas ações, que tal exigência não fora feita quando da criação do Aterro, não devendo, assim, ser feita quando da ampliação do mesmo.  Inicialmente, obraram êxito, pois obtiveram, liminarmente, permissão judicial para a realização das obras de ampliação e, em sede de antecipação de tutela, autorização de funcionamento da parte ampliada uma vez terminadas as obras.Instruído o feito, contudo, sobreveio sentença, a qual julgou improcedentes ambas as ações, revogando as liminares concedidas. Em sede de Apelação (n.º 70025170341), o Tribunal de Justiça decidiu que, quando se trata da criação de um aterro, o Relatório de Estudo de Impacto Ambiental é obrigatório e que, quando a hipótese é de ampliação de um aterro já existente, como é o caso presente, tal exigência deve ficar a critério da FEPAM, ou seja, a lei lhe faculta tal exigência. Prevalece, portanto, o poder discricionário da Administração Pública, que, no caso, entendeu pela necessidade de tal estudo antes de permitir que os autores ampliassem o Aterro e passassem, então, a nele operar. Assim, decidiu-se, à unanimidade, pela improcedência de ambas as ações, do que se concluir que o Aterro Metropolitano Santa Tecla está operando ilegalmente, vez que não possui nem licença que autorize seu funcionamento, nem decisão judicial que ampare a continuidade de suas atividades, porquanto, ainda que os requerentes tenham interposto Recurso Especial e Extraordinário contra o r. acórdão, tais recursos não possuem efeito suspensivo. Este o histórico de ambas as ações, o que, segundo a ótica do Município, lhe possibilitava (até o julgamento das ações) operar o Aterro Santa Tecla. Por conta da revogação da liminar que havia sido concedida nas ações ajuizadas em Porto Alegre , resta demonstrada a ausência de qualquer ato (judicial ou administrativo) que autorize o funcionamento do Aterro Santa Tecla, mostrando-se plenamente cabível – e necessária – a concessão de medida antecipatória, para determinar que cessem os depósitos – irregulares – de lixo no Aterro Metropolitano Santa Tecla. Tal cessação deveria ocorrer de forma imediata, contudo, diante da necessidade da continuidade do serviço público – essencial -, o Ministério Público propõe se conceda ao Município de Gravataí (e, por cautela, aos demais requeridos) o prazo de até 6 meses para o encerramento da deposição de resíduos no local, sob pena de multa diária, no valor de R$10.000,00 (dez mil reais), devendo os réus – sobretudo Município de Gravataí, que ainda deposita lixo no local &#8211; nesse período, encontrarem alternativa viável e legal para receber esses resíduos (seja processo licitatório para destinação final em área já licenciada, seja licenciamento de uma nova área pela Municipalidade ou qualquer alternativa legal à sua conveniência). Com efeito, o próprio Município de Gravataí reconheceu, inclusive, que a deposição de lixo no Aterro Santa Tecla apenas era possível, ainda, por conta da liminar que havia sido concedida nessas ações, ajuizadas em Porto Alegre. Veja-se que refere, à fl. 703, que “desta decisão [sentença que julgou improcedentes os pedidos formulados nas ações cautelar e principal] foi interposto recurso de apelação pelos autores, sendo este recebido em seu duplo efeito pelo juízo ‘a quo’. Em consequência, com a atribuição do efeito suspensivo ao recurso, foi restaurada a situação jurídica que vigorava anteriormente à prolação da sentença, estando amparada a continuidade da operação da Ampliação do Aterro Sanitário Santa Tecla”. Ora, uma vez desprovido o apelo interposto, não existe atualmente NADA que autorize o funcionamento do Aterro Santa Tecla, uma vez que as possibilidades de recurso ainda abertas, em face do julgamento da apelação, não contemplam efeito suspensivo.</p>
<div id="attachment_2251" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/08/lixao_santa-tecla_rs.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2248];player=img;"><img class="size-medium wp-image-2251 " src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/08/lixao_santa-tecla_rs-300x199.jpg" alt="Lixão de Santa Tecla em Gravataí " width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Lixão de Santa Tecla em Gravataí </p></div>
<p style="text-align: justify;">Trata-se, portanto, de empreendimento ABSOLUTAMENTE IRREGULAR. A FEPAM, ré nas ações ajuizadas em Porto Alegre, já referiu, em mais de uma oportunidade, que não vige qualquer licença para manutenção dos depósitos de lixo no local. À fl. 803 dos autos, em resposta a ofício encaminhado por este Juízo, aquela Fundação respondeu “que não há licenciamento ambiental em vigor, em qualquer de suas fases, relativamente ao empreendimento Aterro Sanitário Metropolitano Santa Tecla, no Município de Gravataí”. Informou, ainda, “que o último licenciamento emitido à atividade referida foi a Licença de Operação n° 3353/2004-DL, cuja validade expirou em 30/09/04”.Assim sendo, há quase cinco anos o Aterro Sanitário Metropolitano Santa Tecla funciona sem qualquer aval do órgão técnico que tem atribuição para fazer a análise de viabilidade do empreendimento. Atribuição essa, ressalte-se, que veio a ser reconhecida e confirmada perante o juízo que havia concedido a liminar nas demandas ajuizadas em Porto Alegre, por ocasião da sentença (cópia às fls. 505/511), e também reafirmada no julgamento da apelação (conforme cópia do acórdão, anexo a esta petição). E, como se não bastasse a irregularidade formal, há também o aspecto substancial a ser destacado: o empreendimento é manifestamente poluente, estando a degradar o meio ambiente e a adoecer a população local. Aliás, sobre isto, convém lembrar que constitui infração penal, segundo o artigo 68 da Lei n° 9.605/98, deixar, aquele que tiver o dever legal de fazê-lo, de cumprir obrigação de relevante interesse ambiental. Ora, não é obrigação do Município planejar adequadamente a sua disposição de resíduos sólidos? Seus gestores não estão obrigados a encontrar uma alternativa viável para os resíduos sólidos, ainda mais que o Ministério Público vem, de longa data (vide documentos nos autos), alertando o Município sobre a necessidade de buscar alternativas? O Batalhão Ambiental, a propósito, apontou a ocorrência de crime ambiental (art. 60 da Lei n° 9.605/98), por ocasião de vistoria realizada em outubro de 2005 no local. O Relatório das fls. 690/692 informou que “os resíduos sólidos urbanos estão sendo colocados irrregularmente em uma área que foi ampliada”, e que “o local onde ocorreu a ampliação do depósito exala um forte odor e fica próximo a residências e à Escola de Ensino Fundamental Humberto de Campos”. Sobre a situação da Escola de Ensino Fundamental em questão, chama-se a atenção para a petição das fls. 628/634, que retrata os danos que estão sendo impingidos aos alunos e à população que vive no local, sendo oportuna a transcrição do seguinte trecho: A Associação recebeu, agora, denuncia de várias mães que mantêm seus filhos na Escola Fundamental Humberto de Campos, que está localizada em frente ao lixão e dele recebe grande parte de emissão de gazes exalados de suas entranhas, de que seus filhos estão adoecendo pela ingestão da água servida na Escola. É a própria diretora da Escola, Sra. Rosane dos Santos, quem está recomendando aos alunos e aos pais que não bebam da água disponível na escola e que tragam de suas residências a água que seus filhos irão beber, pois a água do colégio está contaminada. Convém salientar, por outro lado, que o Colégio oferece merenda aos alunos. Merenda esta que consiste em um pequeno almoço onde são servidas saladas, legumes, verduras etc. É evidente que toda estas verduras são lavadas com a água existente no Colégio, que está contaminada, indo logicamente, contaminar o alimento que é fornecido às crianças.[...]. A mãe do menino Adrian Barbosa Flores, criança esta com sete anos de idade e que é aluna do referido educandário, vendo seu filho sofrer, doente por diarréia, o levou para atendimento médico no Hospital Dom João Becker. Ao ser efetuado o exame necessário foi detectada a presença de cistos de Giárdia Lamblia. Anexo cópia do Exame de Sangue efetuado pelo Laboratório do Hospital Dom João Becker. Abaixo texto explicativo sobre este protozoário. Foi registrada ocorrência policial na Primeira Delegacia de Gravataí, conforme comprovante anexo. Já se manifesta, assim, a ocorrência de doenças causadas pela má qualidade das águas que abastecem a população daquela localidade. <span id="more-2248"></span>A avaliação técnica realizada pela Divisão de Assessoramento Técnico do Ministério Público (fls. 643/678) concluiu (ainda em 2005), uma situação de extrema poluição das águas superficiais e subterrâneas da região localizada no entorno do Aterro Sanitário Metropolitano Santa Tecla. A respeito das águas superficiais, os técnicos relatam (fls. 650/651): Os gráficos dos resultados de monitoramento evidenciam contaminação de águas superficiais, sendo que este quadro é mais severo pra o ponto GS6, correspondente ao açude localizado em área do aterro. Alguns aspectos podem ser salientados:</p>
<p style="text-align: justify;">Carga Orgânica – A carga orgânica, medida através da DBO5, é elevada ao longo do tempo em todos os pontos de monitoramento. A DBO5 apresenta uma tendência crescente no ponto GS6, confirmada pelo decaimento de oxigênio dissolvido, a níveis bastante reduzidos. Este comportamento ocorre em função do aumento da decomposição da matéria orgânica exigir um consumo elevado de oxigênio dissolvido na água do meio.</p>
<p style="text-align: justify;">Coliformes – Os pontos GS4 e GS6 apresentam alta concentração ode coliformes totais e, particularmente em GS6, o residual de coliformes fecais é elevado.</p>
<p style="text-align: justify;">Nutrientes – Todos os pontos de monitoramento das águas superficiais apresentam valores elevados de nitrogênio e fósforo. Estes valores concentram-se bem acima do padrão estabelecido.</p>
<p style="text-align: justify;">Metais – Quanto aos metais podemos destacar residuais elevados para alumínio, ferro e manganês em todos os pontos de monitoramento. Chumbo e cobre foram analisados somente no ponto GS6, também apresentando valores elevados em relação aos padrões aceitáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">A análise desta contaminação evidencia que provavelmente ocorre o contato de líquido percolado da área do aterro com águas superficiais localizadas no entorno. A prática operacional de não executar o recobrimento diário das células é, possivelmente, uma das causas da contaminação observada. Quando existem resíduos expostos a céu aberto por algum período, a drenagem de águas da chuva, por exemplo, arrasta conteúdo altamente poluente, concentrado em matéria orgânica, nutrientes e bactérias. E melhor não é a situação das águas subterrâneas (fls. 651/652): O ponto ST5 evidencia um pH em torno do limite inferior (6,0), diferentemente da tendência natural observada pelo comportamento do ponto branco ST2. Outras características físico-químicas como turbidez, sólidos dissolvidos totais, dureza e cloretos evidenciam que, nos pontos ST4 e ST5, existe uma alteração do perfil natural das águas subterrâneas. Não é possível afirmar que existe uma contaminação com bactérias heterotróficas e coliformes totais/fecais. Apesar dos resultados apresentarem contagem superior aos padrões de potabilidade, o ponto branco (ST2) já evidencia contaminação, não sendo possível atribuí-la às atividades do aterro. Entretanto, é evidente a contaminação com nitrogênio amoniacal observada nos pontos ST4 e ST5. Nestes mesmos pontos também verifica-se uma concentração em metais como bário, ferro e manganês, acima dos limites de potabilidade. Metais como alumínio, chumbo e zinco apresentam um comportamento similar entre ponto branco (ST2) e os demais pontos de monitoramento. Em águas subterrâneas a contaminação é mais evidente nos pontos de monitoramento ST4 e ST5. O ponto ST5 localiza-se nas proximidades das lagoas de tratamento, enquanto o ponto ST4 encontra-se bastante afastado desta área. Sendo assim, não é possível ser conclusivo com relação às causas destes estarem apresentando uma maior contaminação. É possível, entretanto, que este comportamento seja resultante do perfil de escoamento das águas subterrâneas. Esta análise mostra que, nas condições atuais, não existe impermeabilização capaz de inibir a infiltração de poluentes através do solo. Esta conclusão demonstra necessidade de interromper-se a disposição de resíduos nas células atuais, implementando-se novas células de disposição com impermeabilização mais eficiente [grifo nosso]. No âmbito desta Promotoria Especializada, não cessam as notícias a respeito da poluição e dos danos que estão sendo gerados pelo Aterro Sanitário Metropolitano Santa Tecla. Como exemplo, cita-se o Inquérito Civil n° 148/2007, que tratou de derramamento de chorume do aterro nas águas do Arroio Martins. A notícia chegou à Promotoria por conta do Termo Circunstanciado n° 015/2070006444-5, tendo sido, após parecer da Divisão de Assessoramento Técnico do Ministério Público, firmado Termo de Ajustamento de Conduta em que se comprometeu o Município de Gravataí a cercar a área das lagoas de tratamento (cópias anexas). A situação ora retratada, portanto, revela estarem presentes, de modo contundente, os pressupostos da antecipação da tutela. As provas até o momento trazidas aos autos dão conta da verossimilhança da alegação de que o Aterro Sanitário Metropolitano Santa Tecla é um empreendimento irregular, seja sob o aspecto formal (pois não há qualquer ato – administrativo ou judicial – que atualmente ampare seu funcionamento), seja sob o aspecto material (pois já demonstrados os danos ao meio ambiente e à saúde da população, por conta da poluição gerada). Quanto ao requisito do inciso I do art. 273 do CPC, então, a situação mostra-se igualmente clara, ao ponto de já se poder falar em certeza (não apenas em fundado receio) de dano irreparável. A ausência de licença da FEPAM denota a nítida inadequação do Aterro frente às exigências da legislação pertinente, restando clara a fragilidade do empreendimento quanto ao aspecto fiscalizatório, uma vez que não é acompanhado pelo órgão técnico legalmente habilitado para tanto. Tal situação potencializa os riscos à saúde da população, seja pela probabilidade de proliferação de vetores e, com estes, doenças, seja pela péssima qualidade das águas, já impróprias para consumo humano. Além disso, incremento desse depósito irregular de lixo só faz crescerem os danos ambientais já experimentados no local. Desta forma é evidente a coexistência dos elementos autorizadores do pedido antecipatório, com cuja concessão se pretende tão-somente evitar a ocorrência de males ainda maiores que os já existentes. Convém, por fim, destacar que, dado ao clamor popular e, sobretudo, ao reconhecimento do nível crítico de afetação da área em questão, o Município de Gravataí fez aprovar, ainda em 2007, a Lei Municipal nº 2.643/07 (cópia anexa), em que, reconhecendo a vulnerabilidade do entorno (Santa Tecla e Costa do Ipiranga), proibiu a construção de novos aterros no local . Questão acessória que merece discussão é se a “ampliação” operada no Aterro Sanitário Santa Tecla não estaria compreendida nesta proibição legal. Contudo, neste momento tal discussão é até desnecessária, na medida em que os danos ambientais e à saúde da população são ainda mais graves do que se supõe de uma mera irregularidade formal. Ou seja, neste momento o Ministério Público nem se vale de tal proibição, senão dos fundamentos que ensejaram a proposição do projeto que culminou com a edição da lei municipal.”</p>
<p style="text-align: justify;">Processo Cível Número: 015/1.03.0018002-5 Processo Principal: 10300180017 <br />
PROCEDIMENTO ESPECIAL DE JURISDIÇÃO CONTENCIOSA<br />
Ação Popular  Segredo de Justiça: Não<br />
Comarca: Gravataí     <br />
Órgão Julgador: 2ª Vara Cível 1/1<br />
Data da Propositura: 17/05/2002  <br />
Local dos Autos: NE 603/2009<br />
Situação do Processo: COM CARTÓRIO<br />
Partes:<br />
PEDRO INÁCIO DOS SANTOS     AUTOR<br />
Advogado(s):   <br />
CARLOS ALBERTO SARAIVA DA ROSA   <br />
MUNICÍPIO DE GRAVATAÍ     RÉU<br />
Advogado(s):   <br />
DARIO JOSÉ KIST   <br />
MARHSAL GUILHERME BRANDINI   <br />
MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE     RÉU<br />
Advogado(s):   <br />
ANDRÉA TEICHMANN VIZZOTTO   </p>
<p style="text-align: justify;">Últimas Movimentações: Ver todas as movimentações <br />
24/08/2009   EXPEDIDO MANDADO <br />
24/08/2009   EXPEDIDA NOTA DE EXPEDIENTE &#8211; 603/2009 <br />
24/08/2009   ORDENADA INTIMAÇÃO DO MP <br />
24/08/2009   CARGA MP <br />
24/08/2009   AUTOS RETORNADOS AO CARTÓRIO <br />
603/2009   24/8/2009  2ª Vara Cível da Comarca de Gravataí</p>
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		<title>Estrada Abel de Souza Rosa em Gravataí é usada para a ‘descarga’ de lixo perigoso clandestino</title>
		<link>http://www.mafiadolixo.com/2009/04/estrada-abel-de-souza-rosa-em-gravatai-e-usada-para-a-%e2%80%98descarga%e2%80%99-de-lixo-perigoso/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=estrada-abel-de-souza-rosa-em-gravatai-e-usada-para-a-%25e2%2580%2598descarga%25e2%2580%2599-de-lixo-perigoso</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 13:44:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cromo]]></category>
		<category><![CDATA[Estrada Abel de Souza Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[Gomorra]]></category>
		<category><![CDATA[Gravataí]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo perigoso]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Saviano]]></category>
		<category><![CDATA[Wet-blue]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem leu o livro Gomorra, de autoria do jornalista Roberto Saviano, conheceu detalhes do que acontece no mercado de resíduos industriais na Itália. O despejo clandestino de lixo perigoso no Rio Grande do Sul, em nada difere do relatado na obra de Saviano. Em breve, vamos falar muito sobre o tema hoje em pauta. Ontem, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/04/lixo_industrial_banner.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1690];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1691" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/04/lixo_industrial_banner.jpg" alt="" width="717" height="180" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Quem leu o livro Gomorra, de autoria do jornalista Roberto Saviano, conheceu detalhes do que acontece no mercado de resíduos industriais na Itália. O despejo clandestino de lixo perigoso no Rio Grande do Sul, em nada difere do relatado na obra de Saviano. Em breve, vamos falar muito sobre o tema hoje em pauta. Ontem, segunda-feira (13/04), o administrador Enio Noronha Raffin e um leitor do portal Máfia do Lixo, percorreram a Estrada Abel de Souza Rosa, em Gravataí (RS). Nessa via municipal, após o número 3.700, encontramos lixo perigoso espalhado pela estrada e em área lindeira a um arroio. <a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/04/lixo_industrial_01.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1690];player=img;"><img class="alignright size-medium wp-image-1693" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/04/lixo_industrial_01-300x205.jpg" alt="" width="300" height="205" /></a>Uma quantidade significativa de “aparas de couro curtido ao cromo” (wet-blue) foram clandestinamente descarregadas nessa estrada de chão batido. São resíduos industriais da cadeia couro-calçado e considerados perigosos. Esse couro de cor azul lá descarregado é portador de cromo. Ao sofrerem as intempéries do tempo, acabam liberando o cromo, que a seguir contamina o solo e as águas. <a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/04/lixo_industrial_01.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1690];player=img;"></a>Artífices em transações de descarga clandestina de lixo perigoso no Rio Grande do Sul não possuem qualquer responsabilidade com o ambiental. São verdadeiros gênios criminosos do negócio da “descarga e aterramento” ilegal de lixos perigosos. Foi requerida a visita do Batalhão Ambiental na Estrada Abel de Souza Rosa, em Gravataí.</p>
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		<title>Sobrevôo com helicóptero vai mostrar os lixões, aterros sanitários, centrais de resíduos e estações de transbordo do lixo no RS</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 16:05:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1617" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/04/helicoptero_05_04_2007-254.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1615];player=img;"><img class="size-medium wp-image-1617" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/04/helicoptero_05_04_2007-254-300x199.jpg" alt="Aterro sanitário de Canoas operado pela Vega Engenharia Ambiental em abril de 2007" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Aterro sanitário de Canoas operado pela Vega Engenharia Ambiental em abril de 2007</p></div>
<p style="text-align: justify;">O administrador Enio Noronha Raffin programou para esse final de semana um sobrevôo com helicóptero particular, que terá por objetivo coletar fotos digitais e filmar uma área degradada cujo solo foi contaminado por metais pesados, lixões, aterros sanitários, centrais de tratamento de resíduos industriais, estações de transbordo de resíduos domiciliares e uma área que vai se utilizar de resíduo do setor coureiro-calçadista para a transformação em fertilizante. O administrador Enio Noronha Raffin pretende fotografar e filmar diversos empreendimentos públicos e privados. O último sobrevôo ocorreu em 2007. Os leitores do portal Máfia do Lixo tiveram a oportunidade de verem as fotos e lerem os comentários sobre o tema ambiental. Agora vamos repetir. Entre as cidades que serão visitadas estão a de Gravataí, Sapucaia do Sul, Canoas, Minas do Leão, Novo Hamburgo, Estância Velha, Nova Santa Rita, São Leopoldo, Portão e Porto Alegre. </p>
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		<title>Aterro Metropolitano de Santa Tecla em Gravataí no RS opera sem licenciamento ambiental</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 11:46:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação dos Moradores das Adjacências do Lixão de Santa Tecla e o Movimento de Preservação Xô Lixão participaram de todas as decisões de interesse do meio ambiente de Gravataí. A primeira entidade denunciou o Aterro Metropolitana Santa Tecla, localizado na região de Santa Tecla, no município de Gravataí (RS), o qual é fruto de um convênio entre as cidades de Esteio, Gravataí  e Cachoeirinha (Porto Alegre deixou de participar desse consórcio de municípios em 2006). <a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2008/12/lixao_santatecla_artefinal3.jpg" rel="shadowbox[sbpost-623];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-631" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2008/12/lixao_santatecla_artefinal3-223x300.jpg" alt="" width="235" height="321" /></a><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2008/12/lixao_santatecla_artefinal2.jpg" rel="shadowbox[sbpost-623];player=img;"></a>O aterro é conhecido pelos moradores como “Lixão de Santa Tecla”. O combate aos crimes ambientais no município de Gravataí (RS) começou em 06/06/2002 quando foi ajuizada uma Ação Popular, processo no. 10300180025, de autoria de Pedro Inácio dos Santos, presidente da Associação dos Moradores das Adjacências do Lixão de Santa Tecla. A ação popular requer o fechamento do Lixão de Santa Tecla, por danos ao meio ambiente (Processo no. 015/10300180025. Em 26/06/2003 a associação de moradores protocolou no Ministério Público Federal, Notícia Crime Contra a Saúde Pública e o Meio Ambiente, que recebeu o número MPF-PR-RS SCA/0029060/2003B. A seguir em 26/08/2003 o “Lixão de Santa Tecla” foi fechado pela concessão de liminar em Mandado de Segurança. Ação de autoria da Associação dos Moradores das Adjacências do Lixão de Santa Tecla. Posteriormente essa liminar teve seus efeitos cassados pelo Presidente do Tribunal de Justiça gaúcho. A referida ação foi julgada improcedente pelo TJRS. Em 02/09/2003, nova denúncia ao Ministério Público Federal conforme protocolo número MPF-PR-RS SCA/004632/2003. <span id="more-623"></span>O crime, desta vez, foi o depósito de carga viva, pintinhos, no lixão de Santa Tecla. Isso mesmo, a Avipal S/A foi flagrada depositando, como lixo, toneladas de pintos vivos, juntamente com toneladas de ovos podres, tudo com a anuência dos gestores do lixão, conforme auto de infração número 054/2003 que foi lavrado pela FMMA Fundação Municipal de Meio Ambiente de Gravataí. Isso é um crime Federal conforme disciplina a Lei 9605/98 em seu artigo 32. Já o processo número 115761224, movido pelo Município de Porto Alegre contra a FEPAM-RS, que se recusou a conceder a licença operacional para ampliação do lixão de Santa Tecla, por total falta dos estudos técnicos necessários e pelo total esgotamento da área. Na última quarta-feira (10/12/2008) o TJRS liquidou com a pretensão do Município de Porto Alegre (que já não faz mais parte do Consórcio Metropolitano do Aterro de Santa Tecla). Em abril de 2004 a Prefeitura de Gravataí obteve junto a FEPAM, conforme o processo no. 001493-0567/04-8, uma licença de operação (LO) para o aterro sanitário de Santa Tecla com prazo até 30/09/2004. A seguir em 2005 é criado o Movimento de Preservação Xô Lixão, integrado por entidades locais, ambientais e moradores de Gravataí, assim como voluntários ao combate de crimes ambientais. O Xô Lixão articulou a defesa dos interesses dos moradores de Gravataí e contribuiu para a derrubada do projeto de lei do prefeito Sergio Stasinski (PT), o qual pretendia implantar a concessão do lixo na cidade por 40 anos, conforme o projeto inicial. Em fevereiro de 2007 o Movimento de Preservação Xô Lixão consegue mobilizar a Câmara Municipal de Gravataí, a qual acaba aprovando a Lei Municipal no. 2643, de 15/02/2007, que proíbe o Município, por seus órgãos competentes, a qualquer título, construir e/ou autorizar, conceder ou permitir a construção de central de resíduos industriais, domiciliares, inertes e de saúde, bem como de aterro sanitário, na zona definida pelo Plano Ambiental de Gravataí como Patamares da Serra Geral, que incluem as regiões conhecidas como Costa do Ipiranga e Santa Tecla. Estamos no final de 2008 e o Aterro Metropolitano de Santa Tecla está funcionando sem qualquer licenciamento ambiental, recebendo 275 toneladas de lixo por dia, oriundas da cidade de Esteio, Cachoeirinha e Gravataí.</p>
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		<title>Prefeitura de Gravataí ingressa na FEPAM com pedido de instalação de aterro sanitário contrariando o que determina lei municipal</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 11:42:26 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara Municipal de Gravataí (RS) aprovou a Lei Municipal nº 2643, em 15 de fevereiro de 2007, que diz em seu Artigo 1º o seguinte: “Fica proibido o Município de Gravataí, por seus órgãos competentes, a qualquer título, construir e/ou autorizar, conceder ou permitir a construção de central de resíduos industriais, domiciliares, inertes e de saúde, bem como de aterro sanitário, na zona definida pelo Plano Ambiental de Gravataí como Patamares da Serra Geral, que incluem as regiões conhecidas como Costa do Ipiranga e Santa Tecla”. Mais recentemente, por unanimidade de votos, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul considerou improcedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Processo nº 70022100416), ajuizada pelo prefeito em exercício de Gravataí, Décio Vicente Becker, contra a Lei Municipal nº 2.643/07. O Desembargador relator Guinther Spode, no referido Processo nº 70022100416, foi taxativo, entendendo que há a “patente primazia do direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado em contraposição ao simples e formal vício de iniciativa”. “Concorrendo dois valores constitucionais, deve o julgador dar primazia a aquele que, em sua íntima convicção, houver de preponderar”. E concluiu: “a meu sentir, há de preponderar a defesa ambiental”. Em outras palavras, no município de Gravataí está proibida a construção de aterro sanitário. Em 05/08/2008 a prefeitura de Gravataí, indiferente ao que determina a Lei Municipal no. 2643 acabou ingressando com o processo administrativo no. 10527-0567/08-6 junto a FEPAM-RS, requerendo o licenciamento ambiental para a instalação de aterro sanitário. O processo em questão “aguarda análise”. Representantes do Movimento de Preservação Xô Lixão, de Gravataí, procuraram pelo administrador Enio Noronha Raffin para conhecer mais detalhes sobre o tema em questão.</p>
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		<title>Portal Máfia do Lixo tem leitores em mais de 100 países</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 09:22:04 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Em seu o 6º.ano de veiculação na internet, o Portal Máfia do Lixo tem leitores em mais de uma centena de países: Brasil, United States, Portugal, Uruguay, Germany, Argentina, United Kingdom, Spain, France, Italy, Japan, Finland, Angola, Canada, Switzerland, Mozambique, Netherlands, Australia, Chile, Mexico, Bolivia, Paraguay, Peru, Norway, Sweden, Belgium, Kenya, Austria, India, Venezuela, Cape Verde, Ecuador, Panama, New Zealand, Colombia, Ireland, South Africa, Turkey, Luxembourg, Poland, Denmark, Israel. Greece. Morocco, Algeria, Egypt, Namíbia, China, Singapore, Slovakia, Malaysia, Ukraine, Honduras, United Arab Emirates, Saudi Arábia, Lithuania. România, Ivory Coast, Mônaco, French Guiana, Rússia, Costa Rica, Nicarágua, Serbia, Senegal, Hungary, Dominican Republic, Netherlands Antilles, Czech Republic, Nigéria, Tanzânia, Pakistan, Belarus, Thailand, Cameroon, Andorra, Tajikistan, Mongólia, Philippines, Jordan, Guatemala, Kazakhstan, Slovenia, Burkina Faso, Indonésia, El Salvador, Bulgária, Hong Kong, Tunísia, Reunion, Iran, Martinique, Maldives, Bosnia and Herzegovina, Vietnam, Bahamas, Oman, Malta, Lebanon, Taiwan e Guinea-Bissau. <span id="more-439"></span>Em novembro no Brasil, o Portal Máfia do Lixo foi lido em: Porto Alegre, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Novo Hamburgo, Curitiba, Salvador, Ribeirão Preto, Canoas, Osasco, Florianópolis, Rio Grande, Pelotas, Brasília, Caxias do Sul, Fortaleza, São Caetano do Sul, São José do Rio Preto, João Pessoa, Campinas, Recife, Goiânia, Santa Maria, Campo Grande, Catanduva, Araraquara, Joinville, São Luis, Cascavel, Santos, Cuiabá, Guarulhos, Vitória, Blumenau, Parobé, Natal, Nova Iguaçu, Belém, Maceió, São José dos Campos, Apucarana, Aracaju, Navegantes, São Leopoldo, Campos dos Goaytacazes, Porto Velho, Bauru, Manaus, São Vicente, Barretos, Santo André, Porto Velho, Teresina, Hortolândia, Londrina, Ponta Grossa, Uberlândia, Teresina, Juiz de Fora, Sorocaba, Criciúma, Ipatinga, Uberaba, Sorocaba, Niterói, Vila Velha, Jundiaí, Indaiatuba, Chapecó, Americana, Passo Fundo, Lajeado, Barbacena, Barra Mansa, São Carlos, Itajubá, Guaporé, Palmeira das Missões, Rio Grande, Santa Rosa, Atibaia, Piracicaba, Botucatu, Suzano, Ouro Preto, Presidente Epitácio, Montes Claros, Barueri, Passos, Juazeiro do Norte, Erechim, Santa Cruz do Sul, Bragança Paulista, São Bernardo do Campo, Divinópolis, Santa Cruz do Sul, Cotia, Itajaí, Marabá, Imbituba, Dourados, Marília, Fernandópolis, Macapá, Taubaté, Três Corações, Viçosa, Macaé, Patrocínio, Alfenas, São Carlos, São Lourenço, Campina Grande, Umuarama, Ijui, Sapucaia do Sul, Nova Santa Rita, Sabará, Mauá, Pinheiros, Bento Gonçalves, Balneário Camburiú, Joinvile, Itapema, Jaraguá do Sul, São Francisco do Sul, São José, Tramandaí, Imbé, Capão da Canoa, Xangri-Lá, Cubatão, Franca, Betim, Mogi-Mirim, Mogi Guaçu, Mogi das Cruzes, São Sebastião, Anápolis, Ribeirão Pires, Caratinga, Itumbiara, Bebedouro, Paulínia, Salto, Valinhos, Minas do Leão, Taboão da Serra, São Caetano do Sul, Diadema, Alvorada, Gravataí, Jandira, Brusque, Içara, Petrolina, Tupã, Santana de Parnaíba, Belford Roxo, Moema, Florianópolis, Rio Branco e Tocantins, entre outras cidades.</p>
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		<title>Funcionários da GM de Gravataí iniciam férias coletivas nesta segunda-feira</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 09:13:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os funcionários do complexo da General Motors (GM) em Gravataí entram novamente em férias coletivas a partir desta segunda-feira. Até 4 de janeiro, a fábrica gaúcha, de onde até outubro saíam cerca de 800 automóveis Celta e Prisma por dia, ficará parada.Assim, dezembro haverá apenas cinco dias de produção (do dia 1º a dia 5). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os funcionários do complexo da General Motors (GM) em Gravataí entram novamente em férias coletivas a partir desta segunda-feira. Até 4 de janeiro, a fábrica gaúcha, de onde até outubro saíam cerca de 800 automóveis Celta e Prisma por dia, ficará parada.Assim, dezembro haverá apenas cinco dias de produção (do dia 1º a dia 5). Em novembro, a empresa ativou a linha de montagem somente um dia, pois os 5,2 mil empregados da GM e dos 16 sistemistas do complexo ficaram em casa por 19 dias, entre licenças remuneradas e férias coletivas. Nas plantas paulistas da GM, também haverá paradas neste fim de ano.</p>
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