Nessa terça-feira (28/06), a TV Band mostrou um crime ambiental no empreendimento da Prefeitura de Belford Roxo (RJ) no Rio de Janeiro. Policiais da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente do Rio de Janeiro (DPMA) flagraram um caminhão caçamba, à Serviço da Prefeitura de Belford Roxo (RJ), descarregando resíduos infectantes no “Lixão de Babi”. Onde estava a fiscalização da prefeitura de Belford Roxo que permitiu a entrada de lixo infectante no local?
A imagem coletada dos resíduos infectantes mostra que os mesmos não foram triturados e tratados. Certamente o lixo hospitalar lá descarregado não sofreu tratamento para a sua desinfecção, como determina a legislação brasileira. E mais, o local não pode receber resíduos de serviços de saúde.
No lixão, ao lado do caminhão com caçamba transportador do lixo hospitalar, estava uma pessoa vestindo uma camiseta onde se podia ler “À Serviço da Prefeitura de Belford Roxo”.
Em companhia desse homem se encontrava outra pessoa que portava um uniforme de cor laranja, onde estava escrito os números de um telefone e a palavra Locanty (empresa que faz coleta de lixo hospitalar no Rio de Janeiro).
No lixão de Babi há catadores. Um deles entrevistado pela TV Band diz que faz a coleta e revende o material usado para empresas.
A expressão facial do jornalista e apresentador do Jornal da Band, Ricardo Eugênio Boechat, diz tudo. O leitor vendo o vídeo da matéria da Band também vai ficar horrorizado.
Essa ocorrência mostra o que acontece no Rio de Janeiro com o lixo hospitalar. Não é de hoje que se denunciam os crimes ambientais com os resíduos de serviços de saúde e os seus destinos finais. Basta pesquisar no Google e o leitor vai conhecer outras ocorrências a partir de 2005 publicadas na internet.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro deve trabalhar com dados, com documentos a partir da origem do lixo hospitalar. Ver o quanto é produzido de lixo hospitalar no Rio de Janeiro. O quanto é coletado. O quanto é transportado. Quais as empresas que coletam e transportam os resíduos infectantes. Qual a pesagem desse lixo. Para quais destinos finais são enviados esses resíduos infectantes.
Parte desses documentos está na Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana da Prefeitura do Rio), nas sedes das empresas coletoras e nas transportadoras. É preciso conhecer também os dados das empresas que realizam os tratamentos de desinfecção do lixo hospitalar. O quanto de lixo infeccioso é tratado. Enfim, saber detalhadamente que tudo isso significa ali adiante evitar novos crimes ambientais. E certamente problemas com a saúde pública.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro deveria iniciar a investigar pelo “Lixão de Gramacho”. A TV Band poderia fazer uma matéria sobre o lixo hospitalar no Rio de Janeiro.
Certamente o caso de Belford Roxo não será um caso isolado. Ou estou errado?
O Supremo Tribunal Federal (STF) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) figuram agora no YouTube, página de vídeos online na internet. Um convênio de cooperação que torna possível aos dois órgãos oferecer vídeos ao público foi apresentado, em Brasília, pelo presidente do STF e do CNJ, ministro Gilmar Mendes, e pelos diretores geral do Google no Brasil, Alexandre Hohagen, e de Políticas Públicas e Relações Governamentais da página de pesquisa online, Ivo Correa, em cerimônia no Salão Branco da Corte. Mendes e Hohagen afirmaram, no lançamento, que o STF é a primeira suprema corte do planeta a ter uma página oficial no YouTube, acompanhando tendência global, como fazem o governo e o Congresso dos Estados Unidos, a Casa Real da Grã-Bretanha e a administração do Vaticano. De acordo com o STF, serão divulgados, entre outros, vídeos de sessões em plenário da Corte e programas realizados pela TV Justiça. (mais…)
Quatro executivos do Google receberam bônus de mais de 1,2 milhões de dólares cada por ajudarem o gigante das buscas a lidar com a crise de maneira positiva. O valor de mercado da companhia diminuiu em cerca de 120 bilhões de dólares em 2008, refletindo a preocupação de investidores de que a fraca economia mundial cause reduções na receita de publicidade online, origem principal da receita do Google. Mantendo a tradição, os três principais executivos do Google, Eric Schmidt, Larry Page e Sergey Brin, não receberam bônus, porque já são bilionários. Jonathan Rosenberg, que supervisiona os produtos do Google, recebeu 1,64 milhões de dólares, a maior recompensa. Omid Kordestani, principal executivo de vendas da companhia, e Alan Eustace, responsável pela engenharia do Google, ganharam 1,38 milhões de dólares cada. O CFO da líder de buscas online, Patrick Pichette, recebeu um bônus de 1, 24 milhões de dólares.