Cegonheiros autônomos colocam fogo em carreta cegonha na Rodovia do Contorno no Espírito Santo

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Estamos no Brasil. Mais precisamente no estado do Espírito Santo. Ontem, terça-feira (02/12), um grupo de caminhoneiros cegonheiros autônomos desempregados incendiou uma carreta cegonha que trabalha junto ao Armazém Alfadengário Terca, localizado no km 281 da BR 101, no bairro Porto Engenho, no município de Cariacica (ES). “Um ato criminoso que coloca em prejuízo o patrimônio de outro caminhoneiro cegonheiro que estava trabalhando”. Isso não é um protesto. Desde a última segunda-feira, um pequeno grupo de menos de 30 caminhoneiros cegonheiros autônomos bloqueou o acesso ao Armazém Alfadengário Terca, impedindo que caminhões cegonha de empresas privadas trafegassem nesse local. Em uma operação organizada, os alvos desse pequeno grupo de caminhoneiros cegonheiros atingiu diretamente as empresas transportadoras TranSilva Log e TransGabardo. Os caminhoneiros cegonheiros que promoveram esses atos de vandalismo teriam declarado que pertencem a “União dos Cegonheiros”. (mais…)

Cegonheiros autônomos ‘desempregados’ colocam em prejuízo empresas privadas no Espírito Santo

No Espírito Santo, desde a última segunda-feira, um pequeno grupo de menos de 30 caminhoneiros cegonheiros (autônomos e supostamente “desempregados”) bloquearam o acesso ao Armazém Alfadengário Terca (empresa operadora Terca – Cotia Armazéns Gerais S/A), localizado no km 281 da BR 101, no bairro Porto Engenho, no município de Cariacica. Essa manobra é ilegal e impede o acesso de caminhões cegonha de empresas privadas ao Armazém Alfadengário Terca. Os alvos desse pequeno grupo de cegonheiros são as empresas transportadoras TranSilva Log e TransGabardo. Os manifestantes alegam estarem desempregados, porque essas empresas transportadoras de veículos compraram os próprios caminhões cegonha e não querem mais contratar autônomos para o trabalho. Antes de tudo é importante comentar, que não há qualquer base legal para que esse grupo de “caminhoneiros cegonheiros desempregados” impeçam a trafegabilidade de outros veículos que estão trabalhando legalmente. O pequeno grupo de manifestantes se autodenomina “União dos Cegonheiros” e a principal reivindicação é a contratação de mais profissionais autônomos para realizarem o transporte de automóveis que saem das fábricas e desembarcam nos portos capixabas. (mais…)

Caso do assassinato do empresário Mario Sergio Gabardo continua sem solução

Noite de 29 de setembro de 2005, o jovem Mário Sergio Gabardo, 20 anos, estudante da Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), diretor da frota de caminhões cegonheiras da TransGabardo, tem a sua vida interrompida. Mário Sergio Gabardo é assassinado na cidade de Canoas, região metropolitana da capital gaúcha. Como aconteceu? Por volta das 21h30min da noite de 29 de setembro de 2205, Mário Sergio termina uma prova na Faculdade de Direito da PUCRS, em Porto Alegre, e logo se dirige para a cidade de Canoas para cumprir um compromisso particular. Pouco antes o futuro advogado Mário Sergio faz compras para um churrasco com seus amigos de infância. Mário Sergio chega então à rua Tomé de Souza em seu automóvel. Ao estacionar o veículo, o jovem Mário Sergio é abordado por um homem portando uma arma de fogo. O bandido desceu de um automóvel KA de cor prata. Mário Sergio está ainda dentro de seu automóvel. O assassino faz um disparo com a arma de fogo e o empresário é baleado no coração. Mário Sergio arranca o seu automóvel em alta velocidade, tenta dobrar à sua esquerda, mas bate em uma árvore. Instantes depois, o diretor da TransGabardo está morto. Três anos transcorreram e os assassinos de Mário Sergio Gabardo continuam impunes. (mais…)

Indignação, revolta, descrença no poder das autoridades da Segurança Pública

Mais uma vez, preciso falar sobre a minha indignação com a forma como a morte do meu filho Mário (20 anos, 8o. semestre de Direito) está sendo tratada. Indignação, revolta, descrença no poder das autoridades da Segurança Pública passaram a fazer parte dos meus dias. Aliás, que Segurança Pública? Basta abrir os jornais para vermos estampadas fotos de novas vítimas, cujo número cresce, assustadoramente, a cada dia.

Onde está a força de nossas autoridades? O que foi feito dela? O que aconteceu com a nossa polícia, que tanto nos orgulhou? Jovens de bem, como o Mário, são assassinados covardemente e seus assassinos se vangloriam de seus atos. E tudo continua, como se nada tivesse acontecido, ao menso para as autoridades da Segurança Pública.

Percebo uma supervalorização do material sobre o espiritual o que deprecia os valores e coloca por terra qualquer tentativa de fazer o bem. Os cidadãos de bem, pagadores de seus impostos e cumpridores de seus deveres morais, precisam ser muito fortes para não se deixar envolver pelo poder público, que parece cheirar muito mal. Infelizmente, todos os dias tomamos conhecimento de atos que nos envergonham. (mais…)

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