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	<title>Máfia do Lixo &#187; Fepam</title>
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	<description>Editor: Adm. Enio Noronha Raffin</description>
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		<title>Prefeitura de Porto Alegre faz contrato milionário com empresa dona de aterro sanitário em Minas de Leão sem concorrência</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 00:34:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aterro sanitário]]></category>
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		<description><![CDATA[A Prefeitura de Porto Alegre, governo do prefeito José Fortunati (PDT), por meio do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) publicou no Diário Oficial do Município, em 21 de dezembro de 2011, o Extrato de Termo Aditivo 78/2011, processo administrativo número 005.000560.07.3, instrumento esse que tem por objeto a “prestação de serviços de disposição final, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/EXTRATO.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4267];player=img;" title="EXTRATO"><img class="alignleft  wp-image-4273" title="EXTRATO" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/EXTRATO.jpg" alt="" width="464" height="239" /></a>A Prefeitura de Porto Alegre, governo do prefeito José Fortunati (PDT), por meio do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) publicou no Diário Oficial do Município, em 21 de dezembro de 2011, o Extrato de Termo Aditivo 78/2011, processo administrativo número 005.000560.07.3, instrumento esse que tem por objeto a “prestação de serviços de disposição final, em Aterro Sanitário de propriedade da Contratada, localizado na BR 290, km 181, em Minas do Leão (RS), para um aporte médio diário de 1.200 (mil e duzentas) toneladas de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU), classe II-A e II-B, por dia útil, provenientes do Município de Porto Alegre”.<a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/ATERRO-SANITÁRIO-SIL-SOLUÇÕES-AMBIENTAIS-LTDA.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4267];player=img;" title="ATERRO SANITÁRIO - SIL SOLUÇÕES AMBIENTAIS LTDA"><img class="alignright  wp-image-4269" title="ATERRO SANITÁRIO - SIL SOLUÇÕES AMBIENTAIS LTDA" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/ATERRO-SANITÁRIO-SIL-SOLUÇÕES-AMBIENTAIS-LTDA-1024x494.jpg" alt="" width="581" height="309" /></a></p>
<p>A publicação em questão, diz que o DMLU de Porto Alegre contratou a empresa Sil Soluções Ambientais Ltda, pelo período de 12 meses, entre 17 de dezembro de 2011 e 16 de dezembro de 2012, por “dispensa de licitação pública”.</p>
<p>Quarenta e quatro dias após a publicação de 21 de dezembro de 2011 no Diário Oficial de Porto Alegre, o DMLU da Capital gaúcha veiculou o Extrato de Contrato 10/2012, informando que foi aplicado o percentual de 5,52%, referente ao período de 17-12-2010 a 16-12-2011, pelo IGP-M, com vigência a partir de 17/12/2011 até 16/12/2012, passando a tonelada de lixo destinada na Sil Soluções Ambientais Ltda, de R$ 29,75 para o valor de R$ 31,39.</p>
<p>Certamente está bem claro para o leitor, que o DMLU não promoveu uma Concorrência Pública para destinar as 1.200 toneladas de Resíduos Sólidos Urbanos-RSU, classe II-A e II-B, por dia útil, provenientes do Município de Porto Alegre, no Aterro Sanitário da Sil Soluções Ambientais Ltda, em Minas do Leão.</p>
<p>Quando da assinatura do Instrumento 20/2007, firmado entre o Departamento Municipal de Limpeza Urbana e a Sil Soluções Ambientais Ltda, não havia outro aterro sanitário no Rio Grande do Sul que recebesse os resíduos sólidos urbanos de uma população próxima a 1.500.000 habitantes.</p>
<p>Por esse motivo a autarquia municipal da Prefeitura de Porto Alegre contratou a Sil Soluções Ambientais Ltda, sem licitação pública, visando a “prestação de serviços de disposição final, em Aterro Sanitário de propriedade da Contratada”.</p>
<p>Acontece que oito meses antes do Departamento Municipal de Limpeza Urbana assinar um novo “Termo Aditivo” (Termo Aditivo 78/2011) com a empresa Sil Soluções Ambientais Ltda, a autarquia da Prefeitura de Porto Alegre deveria ter promovido uma “Concorrência Pública”, nos moldes da Lei Federal 8.666/93 e suas alterações, evitando assim a “dispensa de licitação”, visando escolher o melhor preço para a prestação de serviço de destinação final do lixo em Aterro Sanitário.<span id="more-4267"></span></p>
<p>Oito meses antes do vencimento do TERMO ADITIVO 78/2011, previsto para acontecer em 16 de dezembro de 2011, a FEPAM concedeu (em 11 de abril de 2011) uma Licença de Operação (LO no.1926/2011-DL) para a MEIOESTE AMBIENTAL LTDA, com o objeto de “PROMOVER A OPERAÇÃO RELATIVA À ATIVIDADE DE DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS ATRAVÉS DE ATERRO SANITÁRIO”, para uma população de 1.500.000 habitantes.<a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/LO-MEIOESTE.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4267];player=img;" title="LO - MEIOESTE"><img class="alignright size-full wp-image-4268" title="LO - MEIOESTE" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/LO-MEIOESTE.jpg" alt="" width="569" height="588" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ou seja, oito meses antes do DMLU de Porto Alegre contratar novamente a Sil Soluções Ambientais Ltda, já existia um segundo Aterro Sanitário para receber os resíduos sólidos urbanos de outros municípios, incluindo a Capital gaúcha, conforme a LO NO.1926/2011-DL concedida pela FEPAM a empresa Meioeste Ambiental Ltda.</p>
<p>Se existia um segundo empreendimento, leia-se Aterro Sanitário, para atender uma população de 1.500.000 habitantes, não havia motivo de “DISPENSA DE LICITAÇÃO PÚBLICA”.</p>
<p>A autoridade pública deveria ter promovido, a partir de 11 de abril de 2011, uma Concorrência Pública para a “prestação de serviços de disposição final, em Aterro Sanitário, para um aporte médio diário de 1.200 (mil e duzentas) toneladas de Resíduos Sólidos Urbanos-RSU, classe II-A e II-B, por dia útil, provenientes do Município de Porto Alegre”, e assim evitado um Termo Aditivo milionário, que favorece a empresa Sil Soluções Ambientais Ltda.</p>
<p>Em nenhuma hipótese a licitação pública pode ser dispensada havendo mais de um fornecedor desse serviço disponível no mercado.</p>
<p>E há mais de um fornecedor de prestação de serviço de disposição final de resíduos sólidos urbanos no Rio Grande do Sul, com capacidade para atendimento de uma população de 1.500.000 habitantes, desde 11 de abril do ano passado.<a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/ATERRO-MEIO-OESTE-AMBIENTAL.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4267];player=img;" title="ATERRO-MEIO OESTE AMBIENTAL"><img class="alignright  wp-image-4270" title="ATERRO-MEIO OESTE AMBIENTAL" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2012/01/ATERRO-MEIO-OESTE-AMBIENTAL-1024x494.jpg" alt="" width="567" height="316" /></a></p>
<p>O maior exemplo da existência de dois empreendimentos com capacidade de atendimento de Porto Alegre e de outros municípios, portanto com possibilidades concorrenciais, é a recente licitação pública da Prefeitura de Pelotas (RS) &#8211; CONCORRÊNCIA N.º 02/2011 &#8211; que tem por objeto a destinação final dos resíduos sólidos urbanos em Aterro Sanitário, na qual se apresentaram duas empresas: Sil Soluções Ambientais Ltda e Meioeste Ambiental Ltda.</p>
<p>Hoje aberto os envelopes de preços da CONCORRÊNCIA N.º 02/2011, em Pelotas, a vencedora foi a empresa Meioeste Ambiental Ltda, com o seu empreendimento localizado no município gaúcho de Candiota.</p>
<p>Com a derrota da Sil Soluções Ambientais Ltda na CONCORRÊNCIA N.º 02/2011 da Prefeitura de Pelotas, fica absolutamente comprovada a alta irregularidade da contratação milionária pela Prefeitura de Porto Alegre, “por dispensa de licitação”, do Aterro Sanitário em Minas do Leão, de titularidade da Sil Soçuções Ambientais Ltda.</p>
<p>A Sil Soluções Ambientais Ltda acertou recentemente a participação do grupo SOLVÍ em seu empreendimento de Minas do Leão.</p>
<p>Com a contratação sem licitação pública da empresa Revita Engenharia Ambiental S/A, pela Prefeitura de Porto Alegre, em 14 de dezembro de 2011, o grupo Solví, que tem ainda a Vega Engenharia Ambiental S/A em seu portfólio, ganhou o segundo contrato municipal com o DMLU, sem concorrência pública. Não é uma maravilha???</p>
<p>O Ministério Público de Contas, que atua junto ao Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul e o Ministério Público Estadual, podem denunciar o TERMO ADITIVO 78/2011 da Prefeitura de Porto Alegre, publicado pelo DMLU, requerendo a sua anulação, assim como todos os instrumentos dos mais de 150 municípios gaúchos que destinam seus resíduos sólidos urbanos para o Aterro Sanitário da empresa Sil Soluções Ambientais Ltda, em Minas do Leão, contratos esses firmados por “dispensa de licitação”.</p>
<p><strong>Leia a íntegra do EXTRATO DE TERMO ADITIVO 78/2011 e do EXTRATO DE CONTRATO 10/2012</strong></p>
<p style="color: #f61208;"><strong>EXTRATO DE TERMO ADITIVO 78/2011</strong></p>
<p><strong>PROCESSO: </strong>005.000560.07.3</p>
<p><strong>CONTRATANTE: </strong>DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE LIMPEZA URBANA</p>
<p><strong>CONTRATADA:</strong>SIL SOLUÇÕES AMBIENTAIS LTDA.</p>
<p><strong>OBJETO: </strong>Prestação de serviços de disposição final, em Aterro Sanitário de propriedade da Contratada, localizado da BR</p>
<p>290, km 181, em Minas do Leão/RS, para um aporte médio diário de 1.200 (mil e duzentas) toneladas de Resíduos Sólidos</p>
<p>Urbanos-RSU, classe II-A e II-B, por dia útil, provenientes do Município de Porto Alegre.</p>
<p><strong>PRORROGAÇÃO: </strong>Do Contrato nº 20/2007, pelo primeiro período de 12 meses, que será de 17/12/2011 à 16/12/2012.</p>
<p><strong>MODALIDADE: </strong>Dispensa de Licitação</p>
<p><strong>DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA: </strong>3390.39781600</p>
<p><strong>EMBASAMENTO LEGAL:</strong>Art. 57 da Lei Federal nº 8.666/93 e suas alterações.</p>
<p>Porto Alegre, 21 de dezembro de 2011.</p>
<p><strong>Carlos Vicente B. Gonçalves, </strong>Diretor-Geral substituto.</p>
<p style="color: #f62008;"><strong>EXTRATO DE CONTRATO 10/2012</strong></p>
<p><strong>PROCESSO: </strong>005.000560.07.3</p>
<p><strong>CONTRATANTE: </strong>DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE LIMPEZA URBANA.</p>
<p><strong>CONTRATADA: </strong>SIL SOLUÇÕES AMBIENTAIS LTDA.</p>
<p><strong>OBJETO: </strong>Prestação dos serviços de disposição final, em Aterro Sanitário de propriedade da Contratada, localizado na BR 290, Km</p>
<p>181, em Minas do Leão/RS, para um aporte médio diário de 1.200 (mil e duzentos) toneladas de Resíduos Sólidos Urbanos – RSU,</p>
<p>classe II-A e II-B, por dia útil, provenientes do Município de Porto Alegre.</p>
<p><strong>REAJUSTE: </strong>dos valores decorrentes do Contrato 20/2007, no percentual de 5,52% (cinco vírgula ciquenta e dois por cento), referente</p>
<p>ao período de 17-12-2010 a 16-12-2011, pelo IGP-M, com vigência a partir de 17/12/2011 até 16/12/2012 passando o valor, por</p>
<p>tonelada, de R$ 29,75 (vinte e nove reais e setenta e cinco centavos) para o valor de R$ 31,39 (trinta e um reais e trinta e nove</p>
<p>centavos), por tonelada.</p>
<p><strong>EMBASAMENTO LEGAL: </strong>Art. 65 da Lei Federal 8666 e suas alterações.</p>
<p>Porto Alegre, 23 de janeiro de 2012.</p>
<p><strong>CARLOS VICENTE B. GONÇALVES</strong>, Diretor-Geral, em exercício.</p>
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		<title>Ministério Público do Rio Grande do Sul combate fraude em licenciamentos ambientais concedidos pela FEPAM</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 11:31:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Capão da Canoa]]></category>
		<category><![CDATA[EIA-RIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Fepam]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Tramandaí]]></category>
		<category><![CDATA[Xangri-Lá]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo as investigações do Ministério Público do Rio Grande do Sul, um funcionário da Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (FEPAM), entidade vinculada ao Governo do Estado, aprovava as licenças ambientais para loteamentos residenciais, sempre que os EIA-RIMA (estudos de impacto ambiental) eram realizados pela empresa de sua esposa. No total, foram identificadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo as investigações do Ministério Público do Rio Grande do Sul, um funcionário da Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (FEPAM), entidade vinculada ao Governo do Estado, aprovava as licenças ambientais para loteamentos residenciais, sempre que os EIA-RIMA (estudos de impacto ambiental) eram realizados pela empresa de sua esposa.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/FEPAM-EM-TRAMANDAI-LICENCIAMENTO-AMBIENTAL-UNIFICADO.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4014];player=img;" title="FEPAM EM TRAMANDAI-LICENCIAMENTO AMBIENTAL UNIFICADO"><img class="alignleft size-full wp-image-4015" title="FEPAM EM TRAMANDAI-LICENCIAMENTO AMBIENTAL UNIFICADO" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/10/FEPAM-EM-TRAMANDAI-LICENCIAMENTO-AMBIENTAL-UNIFICADO.jpg" alt="" width="615" height="413" /></a>No total, foram identificadas irregularidades em pelo menos 17 loteamentos nos municípios gaúchos de Capão da Canoa, Xangri-Lá e Tramandaí.</p>
<p>Os problemas vão desde destruição de mata nativa, aterramento de banhados, destruição de dunas e até mesmo o licenciamento em áreas diversas das estudadas.</p>
<p>A Fundação de Proteção Ambiental Henrique Luis Roessler tomou ciência da operação Ouro Verde, que realizou busca e apreensão em sua unidade no Litoral Norte.<br />
 <br />
Representantes da FEPAM compareceram na unidade que fraudava as licenças ambientais para acompanhar o trabalho dos promotores de Justiça Flávio Duarte e Ricardo Herbstrith do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Grupo Estre finca a sua bandeira em solo do Rio Grande do Sul</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 09:11:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BTG Pactual]]></category>
		<category><![CDATA[Camargo Corrêa]]></category>
		<category><![CDATA[Capela de Santana]]></category>
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		<category><![CDATA[Ecotottal Sistemas de Gestão Ltda]]></category>
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		<category><![CDATA[Estre Ambiental S/A]]></category>
		<category><![CDATA[Fepam]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Estre]]></category>
		<category><![CDATA[Licença Ambiental de Operação]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Wilson Quintella Filho]]></category>

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		<description><![CDATA[Com doze anos no mercado, o grupo Estre hoje se faz presente em diversos estados brasileiros e ainda na Argentina e Colômbia. Desde a sua fundação, em 1999, a Estre vem se destacando no mercado de gerenciamento de resíduos pelo constante desenvolvimento e aplicação de tecnologias para tratamento e disposição final de resíduos, maximizando os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com doze anos no mercado, o grupo Estre hoje se faz presente em diversos estados brasileiros e ainda na Argentina e Colômbia.</p>
<p>Desde a sua fundação, em 1999, a Estre vem se destacando no mercado de gerenciamento de resíduos pelo constante desenvolvimento e aplicação de tecnologias para tratamento e disposição final de resíduos, maximizando os benefícios e reduzindo os impactos ambientais.</p>
<p>Em sua trajetória, o grupo Estre conquistou o reconhecimento do mercado no tratamento e na disposição final de resíduos, na recuperação de áreas contaminadas, na reciclagem de resíduos da construção civil, na valorização de resíduos para a geração de energia, na manufatura reversa, na perfuração e recuperação de poços de petróleo, na construção de dutos para o transporte de hidrocarbonetos e na prestação de serviços de limpeza urbana, entre outros segmentos.</p>
<p>Em fevereiro desse ano, o grupo Estre, capitaneado pelo empresário Wilson Quintella Filho, e presidido pelo engenheiro Élio Cherubini Bergman, fechou a compra da Cavo Serviços e Saneamento S/A, empresa de saneamento ambiental pertencente até então ao grupo Camargo Corrêa. A operação, estimada em R$ 640 milhões foi estruturada e financiada pelo BTG Pactual.</p>
<p>Com a aquisição da Cavo Serviços e Saneamento S/A, o grupo Estre passou a ter uma receita anual de pelo menos um bilhão e cem milhões de reais, e uma capacidade de atuação, além das áreas de energia, petróleo, gás e meio ambiente, na gestão de resíduos, a forte participação no mercado de execução de serviços de limpeza urbana de cidades brasileiras.</p>
<p>Entre os segmentos que atua a Cavo Serviços e Saneamento S/A, um deles é o de resíduos industriais, por meio da empresa Essencis, onde tem 49,99% de participação.</p>
<p>Agora o grupo Estre finca a sua bandeira no Rio Grande do Sul.<img class="alignleft size-medium wp-image-3973" title="BANDEIRA ESTRE" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/09/BANDEIRA-ESTRE-264x300.jpg" alt="" width="264" height="300" /></p>
<p>Em 07 de Julho de 2011, a empresa gaúcha ECOTOTTAL SISTEMAS DE GESTAO LTDA (CNPJ &#8211; 08.147.193/0001-10), que tem entre os seus sócios a empresa Essencis com 65% de participação (a Cavo do grupo Estre tem 49,99%) e mais dois empresários, cada um com 17,5% por sua vez, conquistou a “Licença Ambiental de Operação” de sua central de resíduos industriais localizada no município de Capela de Santana (RS).</p>
<p>A Licença de Operação – LO-3755 / 2011-DL, concedida pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (FEPAM) a empresa ECOTOTTAL Sistemas de Gestão Ltda, permite a operação relativa a atividade de central de resíduos industriais, classes I e II, com um volume de 15.000 m³/mês, funcionando 12 meses no ano. A área do terreno da empresa em Capela de Santana possui 644.000 m².</p>
<p>A empresa ECOTOTTAL está licenciada para receber resíduos industriais diversos (exceto da produção e uso de agrotóxicos), resíduos do comércio, resíduos do setor serviços (exceto de saúde), resíduos da construção civil, sendo estes gerados de forma rotineira nos respectivos processos, decorrentes de acidentes ou oriundos de passivos ambientais, bem como resíduos eletroeletrônicos.</p>
<p>Desde o início das operações de recebimento de resíduos industriais a empresa ECOTOTTAL conquistou diversas empresas gaúchas em seu portfólio de clientes.<a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/09/ECOTOTTAL-LICENÇA-DE-OPERAÇÃO-CONCEDIDA-PELA-FEPAM-RS.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3972];player=img;" title="ECOTOTTAL-LICENÇA DE OPERAÇÃO CONCEDIDA PELA FEPAM-RS"><img class="alignright size-medium wp-image-3974" title="ECOTOTTAL-LICENÇA DE OPERAÇÃO CONCEDIDA PELA FEPAM-RS" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/09/ECOTOTTAL-LICENÇA-DE-OPERAÇÃO-CONCEDIDA-PELA-FEPAM-RS-254x300.jpg" alt="" width="254" height="300" /></a></p>
<p>Tudo indica que o Rio Grande do Sul passou a ser alvo do grupo Estre, o qual poderá vir a atuar nos segmentos de resíduos de serviços de saúde (RSS) e nos serviços de limpeza urbana e destino final de resíduos sólidos domiciliares.</p>
<p>Certamente com a bandeira do grupo Estre presente em solo do Rio Grande do Sul, as tradicionais empresas gaúchas que atuam com resíduos e serviços de limpeza urbana, vão entrar em ebulição. O tempo dirá se estou errado ou não. Vamos acompanhar.</p>
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		<title>Ministério Público de Contas no RS requer auditoria operacional na Fundação Estadual de Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 10:25:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Ministério Público de Contas (MPC), que atua junto ao Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, protocolou no último dia 18 de maio a Representação MPC nº13/2010, dirigida ao TCE, requerendo a realização de auditoria operacional na Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler – RS (FEPAM). O tema já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/05/MPC-x-FEPAM.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3054];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-3055" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/05/MPC-x-FEPAM-254x300.jpg" alt="" width="254" height="300" /></a>O Ministério Público de Contas (MPC), que atua junto ao Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, protocolou no último dia 18 de maio a Representação MPC nº13/2010, dirigida ao TCE, requerendo a realização de auditoria operacional na Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler – RS (FEPAM). O tema já fora objeto de preocupação do MPC, que encaminhou, em 2009, Representação com pedido similar. Na oportunidade, contudo, os fatos abarcavam somente a destinação final de resíduos sólidos industriais, assunto que será examinado pelo TCE em auditoria ordinária. A providência ora adotada decorre de fatos novos, cuja ocorrência indica a necessidade de verificação dos controles operacionais da FEPAM, tanto no momento do licenciamento ambiental quanto no da fiscalização preventiva de infrações, a fim de evitar o risco de danos ambientais.</p>
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		<title>Ministério Público do Estado do RS e fundação de meio ambiente firmam termo de cooperação para compartilhamento de informações</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 07:51:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde o ano passado tramita no Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul (MPE) um processo que investiga as operações de centrais de resíduos industriais gaúchas. Ontem, terça-feira (27/04), o MPE e a Fundação Estadual de Meio Ambiente (FEPAM) firmaram um “Termo de Cooperação” no gabinete da Procuradora Geral de Justiça, Simone Mariano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-3022" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/04/PREDIO-MP-RS-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" />Desde o ano passado tramita no Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul (MPE) um processo que investiga as operações de centrais de resíduos industriais gaúchas. Ontem, terça-feira (27/04), o MPE e a Fundação Estadual de Meio Ambiente (FEPAM) firmaram um “Termo de Cooperação” no gabinete da Procuradora Geral de Justiça, Simone Mariano da Rocha, para o “compartilhamento de informações oriundas de procedimentos administrativos, inquéritos civis, ações civis públicas e procedimentos investigatórios criminais relativos às centrais de resíduos industriais no Estado do RS”. Caberá à FEPAM dispor ao MPE cópias de auditorias ambientais, dos autos de infrações na hipótese serem constatadas infrações às licenças ambientais concedidas e cópia e dos compromissos ambientais eventualmente celebrados entre a fundação ambiental e as centrais de resíduos industriais. De sua parte, o MPE irá informar à FEPAM sobre inquéritos civis ou peças para apuração dos fatos relacionados com esses empreendimentos, sobre os termos de ajustamento de conduta (TAC), ações civis públicas e investigações criminais que tenham por objeto a implantação, operação ou ampliação de centrais de resíduos industriais. O Ministério Público Estadual provavelmente dará conhecimento do processo investigatório que foi aberto em 2009 e que recebeu detalhadas informações de jornalista gaúcho e técnico da área de meio ambiente sobre a operação de centrais de resíduos industriais instaladas em Gravataí, Sapucaia do Sul e Nova Santa Rita.</p>
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		<title>Pró-Ambiente em Gravataí sofre um segundo acidente em menos de 4 meses sendo que agora ocorreu um incêndio na vala de lixo industrial</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 12:08:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na última terça-feira (23/02) ocorreu um incêndio em uma célula da central de tratamento de resíduos industriais da empresa PRÓ-AMBIENTE Indústria e Comércio de Produtos Químicos e Resíduos Industriais Ltda, localizada em Gravataí, no Rio Grande do Sul. O incêndio teve grande emissão de poluentes no meio ambiente. O sinistro aconteceu na vala que recebe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2786" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/02/Fogo-na-Pro-A-1.jpg" alt="" width="578" height="403" /></p>
<p style="text-align: justify;">Na última terça-feira (23/02) ocorreu um incêndio em uma célula da central de tratamento de resíduos industriais da empresa PRÓ-AMBIENTE Indústria e Comércio de Produtos Químicos e Resíduos Industriais Ltda, localizada em Gravataí, no Rio Grande do Sul. O incêndio teve grande emissão de poluentes no meio ambiente. O sinistro aconteceu na vala que recebe os resíduos industriais de empresas gaúchas e que no ano passado, no final do mês de outubro, já havia sofrido um desmoronamento (<a href=" http://www.mafiadolixo.com/2009/10/central-de-residuos-industriais-em-gravatai-sofre-desmoronamento-de-vala-em-construcao-no-meio-de-duas-celulas-com-residuos-perigosos/" target="_blank">Leia aqui</a>). Além das Viaturas do Corpo de Bombeiros que compareceram na área da empresa Pro-Ambiente no município de Gravataí (RS) para combater o fogo, estiveram presentes na área sinistrada, a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (FEPAM) e a Fundação de Meio Ambiente de Gravataí. <a rel="attachment wp-att-2787" href="http://www.mafiadolixo.com/2010/02/pro-ambiente-em-gravatai-sofre-um-segundo-acidente-em-menos-de-4-meses-sendo-que-dessa-vez-ocorreu-um-incendio-na-vala-que-recebia-lixo-industrial/fogo-na-pro-a-2/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2787" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/02/Fogo-na-Pro-A-2.jpg" alt="" width="584" height="395" /></a>A fumaça da queima dos resíduos industriais podia ser vista a vários quilômetros de distância. As geomembranas de revestimento interno, de impermeabilização das valas, são de pead (poli etileno).  Este é um polímero plástico combustível, e mesmo que não esteja totalmente queimado, não suporta as altas temperaturas geradas por um incêndio deste porte como aconteceu na empresa Pro-Ambiente, o que implica no comprometimento imediato e ou futuro da estanqueidade da célula. Na mencionada licença de operação (L.O. 9032/2009-DL) do órgão estadual de controle, a FEPAM, só existe uma única vala licenciada na Pro-Ambiente, a de nº 15. Não existindo outra vala construída além da licenciada, significa que o empreendimento deverá ficar sem receber resíduos até que sejam elaborados os respectivos projetos de recomposição da estrutura de impermeabilização da célula. Mesmo que seja efetuada a troca da cobertura (telhado) é imprescindível a remoção de todo material residual contido na vala sinistrada para troca da impermeabilização. Assim a empresa somente poderá voltar a receber resíduos após a construção e licenciamento de uma nova vala para receber o material gerado pelas indústrias gaúchas, bem como para transferir o material da célula incendiada. No dia seguinte ao incêndio na empresa Pro-Ambiente, os focos de fumaça ainda eram visíveis no empreendimento.</p>
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		<title>Central de resíduos industriais faz audiência na cidade gaúcha de Capela de Santana para apresentar o ‘Estudo e Relatório de Impacto Ambiental’</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 08:20:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Rio Grande do Sul a empresa Ecotottal Sistemas de Gestão Ltda, que tem por diretor o administrador Paulo Ricardo Brittes, pretende apresentar o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) da Central de Resíduos Industriais de Capela de Santana. Para isso a Ecotottal Sistemas de Gestão Ltda programou com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No Rio Grande do Sul a empresa Ecotottal Sistemas de Gestão Ltda, que tem por diretor o administrador Paulo Ricardo Brittes, pretende apresentar o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) da Central de Resíduos Industriais de Capela de Santana. Para isso a Ecotottal Sistemas de Gestão Ltda programou com a Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (FEPAM) a realização de uma “audiência pública”, na data de 17/11/2009, terça-feira, às 19 horas, tendo por local o Salão da Paróquia de Santana, na Av. Coronel Orestes Lucas, 4158, em Capela de Santana, no Rio Grande do Sul. O evento faz parte do roteiro para o licenciamento ambiental da Central de Resíduos Industriais de Capela de Santana. Na audiência pública a empresa e órgão público pretendem esclarecer dúvidas sobre o tema, bem como buscar sugestões e manifestações a respeito do empreendimento em questão. O EIA/RIMA da central de resíduos industriais da empresa Ecotottal encontra-se à disposição dos interessados para consultas e considerações na Biblioteca da FEPAM, bem como na Associação Comercial, Industrial, Serviços e Agropecuária de Capela Santana (ACISACAPS). Representante do administrador Enio Noronha Raffin estará presente na cidade de Capela de Santana para participar da audiência pública.</p>
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		<title>Central de resíduos industriais em Gravataí sofre desmoronamento de vala em construção no meio de duas células com resíduos perigosos</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 13:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No município de Gravataí o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul está atento ao que acontece na área de resíduos. O competente promotor de Justiça Daniel Martini é experiente em resíduos sólidos urbanos e industriais. Isso porque Daniel Martini já conheceu o “caos” no lixo da cidade de Nápoli (Itália), acompanhou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2441" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_4.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2440];player=img;"><img class="size-medium wp-image-2441" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_4-300x267.jpg" alt="Vala em construção desmorona no meio de duas outras que possuem toneladas de lixo industriais perigosos" width="300" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">Vala em construção desmorona no meio de duas outras que possuem toneladas de lixo industriais perigosos</p></div>
<p style="text-align: justify;">No município de Gravataí o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul está atento ao que acontece na área de resíduos. O competente promotor de Justiça Daniel Martini é experiente em resíduos sólidos urbanos e industriais. Isso porque Daniel Martini já conheceu o “caos” no lixo da cidade de Nápoli (Itália), acompanhou a tentativa frustrada de instalação de um lixão privado na cidade gaúcha de Gravataí e luta pelo fechamento do aterro sanitário de Santa Tecla, o qual opera sem licenciamento ambiental. Agora certamente o promotor de Justiça Daniel Martini vai investigar o desmoronamento de uma vala de resíduos industriais perigosos na cidade de Gravataí. O acidente ambiental ocorreu na central de resíduos Pró-Ambiente Indústria e Comércio Ltda, que fica na Estrada Abel de Souza 3.700 em Gravataí (RS). Consta que no final de semana uma vala de resíduos industriais perigosos, que já possuía telhado, acabou sofrendo um desmoronamento. Essa vala estava sendo construída no meio de outras duas valas que possuem toneladas de lixo industriais perigosos enterradas. <a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2440];player=img;"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-2442" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Após o desmoronamento ocorrido no final de semana em vala de disposição de resíduos, verifica-se várias atividades para reverter o quadro gerado. As características do terreno em Gravataí, com afloramentos de água superficiais tornam as construções de alta fragilidade. O desmoronamento das laterais de outras duas valas em construção revelam as fragilidades. As fotos obtidas com exclusividade pelo portal Máfia do Lixo revelam que as laterais de duas valas já seladas escorregaram para o interior daquela que estava em construção. Resta a dúvida de que não houve rompimento do isolamento de argila compactada e geomembrana. Nas imagens é possível observar partes das lonas de cobertura das valas de resíduos perigosos que foram expostas, bem como as estruturas de suporte do telhado foram abaladas. Telhas foram removidas. Solo foi colocado com urgência sobre a base da vala em construção. <a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_2.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2440];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2443" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_2-300x292.jpg" alt="" width="300" height="292" /></a>O emprendedor informou a FEPAM e a Fundação Municipal de Meio Ambiente de Gravataí o acidente? Com o desmoronamento da célula em construção, no meio de duas células existentes, comprometeu a integridade das demais células? Como a empresa consegue receber resíduos perigosos classe 1 se a Lei Orgânica do Município de Gravataí não permite transitar com cargas perigosas em seu território? Perguntas essas que devem ser respondidas pelo Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul em Gravataí.<a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_3.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2440];player=img;"><img class="alignright size-medium wp-image-2444" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/10/pro_a_3-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
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		<title>Prefeitura de Canoas descumpre prazo estabelecido na ‘Licença de Operação’ do aterro sanitário municipal</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Feb 2009 13:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Prefeitura de Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, possui um aterro sanitário de resíduo sólido urbano, de porte excepcional e potencial poluidor alto, para uma população atendida de 324.994 habitantes, localizado na Fazenda Guajuvira, no município canoense. Esse aterro recebe a totalidade do lixo das cidades de Canoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1208" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/02/foto_lo_canoas.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1207];player=img;"><img class="size-medium wp-image-1208" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/02/foto_lo_canoas-300x263.jpg" alt="Item 4o. da Licença Operacional concedida em 25/08/2008 dá prazo de 6 meses para a Prefeitura de Canoas" width="300" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Item 4o. da Licença Operacional concedida em 25/08/2008 dá prazo de 6 meses para a Prefeitura de Canoas</p></div>
<p style="text-align: justify;">A Prefeitura de Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, possui um aterro sanitário de resíduo sólido urbano, de porte excepcional e potencial poluidor alto, para uma população atendida de 324.994 habitantes, localizado na Fazenda Guajuvira, no município canoense. Esse aterro recebe a totalidade do lixo das cidades de Canoas e de Nova Santa Rita. A responsabilidade técnica pela operação do empreendimento é da empresa Vega Engenharia Ambiental S/A, com responsabilidade solidária por parte do Município de Canoas. Conforme o processo número 006363-0567/08-3 de interesse da Prefeitura de Canoas, a Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler – RS (FEPAM) concedeu a Licença de Operação &#8211; LO N. ° 6079/2008-DL, em 25 de agosto de 2008, com prazo de vigência até 30 de dezembro de 2010. Consta nessa LO no. 6079/2008-DL que “este documento licenciatório perderá a sua validade caso os dados fornecidos pelo empreendedor não correspondam à realidade ou algum prazo estabelecido nas condições acima seja descumprido.” Ou seja, a licença de operação do aterro sanitário perde a sua validade caso a Prefeitura de Canoas descumpra algum prazo definido na LO no. 6079/2008-DL. A situação da Prefeitura de Canoas fica complicada quando se lê o item 4.o dessa Licença Operacional que diz: “Item 4º. &#8211; O empreendimento deverá solicitar, no prazo máximo de 6 (seis) meses, a Licença de Instalação para a atividade de classificação e seleção de resíduos oriundos da coleta seletiva, visando a adequação da presente Licença de Operação a situação atual do empreendimento.”</p>
<div id="attachment_1209" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/02/helicoptero_05_04_2007-257.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1207];player=img;"><img class="size-medium wp-image-1209" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/02/helicoptero_05_04_2007-257-300x199.jpg" alt="Aterro sanitário na Fazenda Guajuviras em Canoas" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Aterro sanitário na Fazenda Guajuviras em Canoas</p></div>
<p style="text-align: justify;">A Prefeitura de Canoas, conforme o que consta na FEPAM, não requereu a Licença de Instalação para a atividade de classificação e seleção de resíduos oriundos da coleta seletiva, descumprindo assim o prazo de 6 meses estabelecido no item 4º. da LO no. 6079/2008-DL. Em outras palavras, a LO no. 6079/2008-DL perdeu a sua validade. Cabe finalmente comentar que o contrato firmado por emergência, sem licitação pública, entre a Vega Engenharia Ambiental S/A e o Município de Canoas, vence logo a seguir e nova concorrência pública deverá ser realizada para os serviços de limpeza urbana e manutenção do aterro sanitário. O governo do prefeito Jairo Jorge (PT) deveria realizar uma auditoria ambiental do aterro sanitário da Fazenda Guajuviras e conhecer detalhadamente o empreendimento que foi administrado pela gestão passada.</p>
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		<title>Lixão no município de Taquara no RS polui impunemente o Rio dos Sinos</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 12:05:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apesar do Governo do Estado do RS alardear a redução do número de processos do chamado &#8220;passivo administrativo&#8221; há um estoque acumulado por todos os lados na bacia do Rio dos Sinos de outros passivos, muito mais sérios e graves. Você leitor não precisa ir longe para encontrar diversos &#8220;passivos ambientais&#8221; que se avolumam naquele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2008/12/taquara_lixao.jpg" rel="shadowbox[sbpost-675];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-676" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2008/12/taquara_lixao-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Apesar do Governo do Estado do RS alardear a redução do número de processos do chamado &#8220;passivo administrativo&#8221; há um estoque acumulado por todos os lados na bacia do Rio dos Sinos de outros passivos, muito mais sérios e graves. Você leitor não precisa ir longe para encontrar diversos &#8220;passivos ambientais&#8221; que se avolumam naquele Vale tão pujante. Um desses passivos, e que se arrasta por vários anos e diversas administrações municipais sem solução situa-se junto a área de preservação permanente do Sinos, no município de Taquara (RS). Essa obra do descaso e falta de preocupação com o rio que abastece mais de 1.500.000 habitantes é fruto de um sistema ambiental obsoleto e arcaico que se mantém à custa da total falta de fiscalização daqueles que deveriam cuidar do meio ambiente, sem falar no tratamento diferenciado dado ao tema. O lixão de Taquara, outrora recebedor de todo o lixo gerado pela cidade de 53.000 habitantes, atualmente recebe, ainda, os resíduos da construção civil, das oficinas mecânicas e de diversas indústrias, que utilizam catadores e carroceiros para se livrar do seu lixo, o que agrava o quadro de poluição do rio, do solo e dos banhados próximos. Desde 2003 a área vem recebendo &#8220;melhorias&#8221;, como cobertura com areia de fundição &#8211; resíduos classe II, devidamente proibido pela FEPAM , mas que foi &#8220;tranquilamente&#8221; utilizada para &#8220;tapear&#8221; uma recuperação ambiental de efeito duvidoso. Duvidoso, pois brotam em diversos locais o famoso &#8220;chorume&#8221;. Como não há isolamento na base daquele depósito, os líquidos extravasam para o solo, banhados, e mais grave, para as águas do já poluído e degradado Sinos. Cobrir os resíduos com areia de fundição numa área de preservação permanente de um Rio Classe 4 (CONAMA 357/05), lembrando os leitores o grave episódio de mortandade registrado em 2006 é, no mínimo, um caso de Polícia. Foram vários Termos de Compromisso Ambiental, Termo de Ajustamentos de Conduta, autos de infração, Ajuizamento de ação e tudo continua como antes. O lixão de Taquara é um exemplo de como o Estado RS cuida do seu meio ambiente. A situação social do bairro e a poluição impune do Lixão de Taquara no Sinos deveriam gerar maior interesse dos órgãos ambientais competentes. O que se verifica, entretanto, é um quadro de abandono, onde o que conta é a redução do passivo administrativo. Cuidar do meio ambiente, por enquanto, é um engodo.</p>
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		<title>Prefeitura de Novo Hamburgo descumpre TAC firmado com a FEPAM</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 09:25:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Rio Grande do Sul, a Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luis Roessler – FEPAM-RS, em 16 de outubro de 2008, encaminhou notificação a Prefeitura de Novo Hamburgo, por descumprimento das obrigações previstas nos itens 2, 4 e 5.2 do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) no. 003/2005, firmado entre essa fundação estadual e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2008/12/notificacao_nh_fepam.jpg" rel="shadowbox[sbpost-648];player=img;" title="Notificação da FEPAM a Prefeitura de NH"><img class="alignleft size-medium wp-image-649" title="Notificação da FEPAM a Prefeitura de NH" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2008/12/notificacao_nh_fepam-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>No Rio Grande do Sul, a Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luis Roessler – FEPAM-RS, em 16 de outubro de 2008, encaminhou notificação a Prefeitura de Novo Hamburgo, por descumprimento das obrigações previstas nos itens 2, 4 e 5.2 do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) no. 003/2005, firmado entre essa fundação estadual e o Município de NH, conforme processo administrativo no. 005622-05.67/05-6. No mesmo documento, ou seja, na notificação, a FEPAM concedeu o prazo de 30 dias para que a Prefeitura de Novo Hamburgo atenda o contido no TAC (Termo de Ajustamento de Conduta). O item 2 do TAC, expirou em 29/08/2008, quando a Prefeitura de Novo Hamburgo deveria ter encaminhado a FEPAM, o relatório técnico e fotográfico da remoção de todos os resíduos dispostos irregularmente na área do empreendimento [na verdade é um lixão]. O item 4 expirou em 29/07/2008, e a Prefeitura de Novo Hamburgo deixou de implantar a estação de transbordo do lixo. Descumpriu a Prefeitura de NH, conforme notificação de 16/10/2008, o item 5.2 que trata do relatório trimestral com o monitoramento do líquido percolado, das águas subterrâneas e do arroio que passa pela área do empreendimento. Ou seja, o meio ambiente de Novo Hamburgo (RS) continua sendo criminosamente agredido. E a recuperação do passivo ambiental, pelo que se vê, não é prioridade dessa gestão administrativa. Já está na hora de se tomar providências de maior impacto na solução do passivo ambiental e na responsabilização das autoridades municipais, visto que esse TAC acaba não trazendo nenhum resultado positivo.</p>
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		<title>Processo de central de resíduos industriais em São Francisco de Paula no RS tem indeferimento de licença prévia</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 09:23:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No município de São Francisco de Paula, no Rio Grande do Sul, a empresa privada ANC Comercio de Imóveis e Serviços Ltda, CNPJ 91.893.065/0001-69, com endereço na RST 453, KM 95, S/N, visava implantar uma central de recebimento e destinação de resíduo sólido industrial classe I, na região de Lajeado Grande, mais especificamente localizado no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No município de São Francisco de Paula, no Rio Grande do Sul, a empresa privada ANC Comercio de Imóveis e Serviços Ltda, CNPJ 91.893.065/0001-69, com endereço na RST 453, KM 95, S/N, visava implantar uma central de recebimento e destinação de resíduo sólido industrial classe I, na região de Lajeado Grande, mais especificamente localizado no Morro do Chapéu. A empresa dona do empreendimento de São Francisco de Paula ingressou na Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler – RS (FEPAM), com o processo administrativo Nº: 3290-05.67/07.2, em 24/04/2007, o qual recebeu em 02/12/2008 o indeferimento de licença ambiental. Com certeza os moradores do Morro do Chapéu e de Lajeado Grande, em São Francisco de Paula, foram preponderantes para esta conquista. Um representante dos moradores que são contrários a implantação desse empreendimento de resíduos industriais, diz que agora resta mais um na região e que o mesmo é alvo da comunidade.</p>
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		<title>Aterro Metropolitano de Santa Tecla em Gravataí no RS opera sem licenciamento ambiental</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 11:46:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Associação dos Moradores das Adjacências do Lixão de Santa Tecla e o Movimento de Preservação Xô Lixão participaram de todas as decisões de interesse do meio ambiente de Gravataí. A primeira entidade denunciou o Aterro Metropolitana Santa Tecla, localizado na região de Santa Tecla, no município de Gravataí (RS), o qual é fruto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação dos Moradores das Adjacências do Lixão de Santa Tecla e o Movimento de Preservação Xô Lixão participaram de todas as decisões de interesse do meio ambiente de Gravataí. A primeira entidade denunciou o Aterro Metropolitana Santa Tecla, localizado na região de Santa Tecla, no município de Gravataí (RS), o qual é fruto de um convênio entre as cidades de Esteio, Gravataí  e Cachoeirinha (Porto Alegre deixou de participar desse consórcio de municípios em 2006). <a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2008/12/lixao_santatecla_artefinal3.jpg" rel="shadowbox[sbpost-623];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-631" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2008/12/lixao_santatecla_artefinal3-223x300.jpg" alt="" width="235" height="321" /></a><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2008/12/lixao_santatecla_artefinal2.jpg" rel="shadowbox[sbpost-623];player=img;"></a>O aterro é conhecido pelos moradores como “Lixão de Santa Tecla”. O combate aos crimes ambientais no município de Gravataí (RS) começou em 06/06/2002 quando foi ajuizada uma Ação Popular, processo no. 10300180025, de autoria de Pedro Inácio dos Santos, presidente da Associação dos Moradores das Adjacências do Lixão de Santa Tecla. A ação popular requer o fechamento do Lixão de Santa Tecla, por danos ao meio ambiente (Processo no. 015/10300180025. Em 26/06/2003 a associação de moradores protocolou no Ministério Público Federal, Notícia Crime Contra a Saúde Pública e o Meio Ambiente, que recebeu o número MPF-PR-RS SCA/0029060/2003B. A seguir em 26/08/2003 o “Lixão de Santa Tecla” foi fechado pela concessão de liminar em Mandado de Segurança. Ação de autoria da Associação dos Moradores das Adjacências do Lixão de Santa Tecla. Posteriormente essa liminar teve seus efeitos cassados pelo Presidente do Tribunal de Justiça gaúcho. A referida ação foi julgada improcedente pelo TJRS. Em 02/09/2003, nova denúncia ao Ministério Público Federal conforme protocolo número MPF-PR-RS SCA/004632/2003. <span id="more-623"></span>O crime, desta vez, foi o depósito de carga viva, pintinhos, no lixão de Santa Tecla. Isso mesmo, a Avipal S/A foi flagrada depositando, como lixo, toneladas de pintos vivos, juntamente com toneladas de ovos podres, tudo com a anuência dos gestores do lixão, conforme auto de infração número 054/2003 que foi lavrado pela FMMA Fundação Municipal de Meio Ambiente de Gravataí. Isso é um crime Federal conforme disciplina a Lei 9605/98 em seu artigo 32. Já o processo número 115761224, movido pelo Município de Porto Alegre contra a FEPAM-RS, que se recusou a conceder a licença operacional para ampliação do lixão de Santa Tecla, por total falta dos estudos técnicos necessários e pelo total esgotamento da área. Na última quarta-feira (10/12/2008) o TJRS liquidou com a pretensão do Município de Porto Alegre (que já não faz mais parte do Consórcio Metropolitano do Aterro de Santa Tecla). Em abril de 2004 a Prefeitura de Gravataí obteve junto a FEPAM, conforme o processo no. 001493-0567/04-8, uma licença de operação (LO) para o aterro sanitário de Santa Tecla com prazo até 30/09/2004. A seguir em 2005 é criado o Movimento de Preservação Xô Lixão, integrado por entidades locais, ambientais e moradores de Gravataí, assim como voluntários ao combate de crimes ambientais. O Xô Lixão articulou a defesa dos interesses dos moradores de Gravataí e contribuiu para a derrubada do projeto de lei do prefeito Sergio Stasinski (PT), o qual pretendia implantar a concessão do lixo na cidade por 40 anos, conforme o projeto inicial. Em fevereiro de 2007 o Movimento de Preservação Xô Lixão consegue mobilizar a Câmara Municipal de Gravataí, a qual acaba aprovando a Lei Municipal no. 2643, de 15/02/2007, que proíbe o Município, por seus órgãos competentes, a qualquer título, construir e/ou autorizar, conceder ou permitir a construção de central de resíduos industriais, domiciliares, inertes e de saúde, bem como de aterro sanitário, na zona definida pelo Plano Ambiental de Gravataí como Patamares da Serra Geral, que incluem as regiões conhecidas como Costa do Ipiranga e Santa Tecla. Estamos no final de 2008 e o Aterro Metropolitano de Santa Tecla está funcionando sem qualquer licenciamento ambiental, recebendo 275 toneladas de lixo por dia, oriundas da cidade de Esteio, Cachoeirinha e Gravataí.</p>
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		<title>Prefeitura de Gravataí ingressa na FEPAM com pedido de instalação de aterro sanitário contrariando o que determina lei municipal</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 11:42:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Câmara Municipal de Gravataí (RS) aprovou a Lei Municipal nº 2643, em 15 de fevereiro de 2007, que diz em seu Artigo 1º o seguinte: “Fica proibido o Município de Gravataí, por seus órgãos competentes, a qualquer título, construir e/ou autorizar, conceder ou permitir a construção de central de resíduos industriais, domiciliares, inertes e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara Municipal de Gravataí (RS) aprovou a Lei Municipal nº 2643, em 15 de fevereiro de 2007, que diz em seu Artigo 1º o seguinte: “Fica proibido o Município de Gravataí, por seus órgãos competentes, a qualquer título, construir e/ou autorizar, conceder ou permitir a construção de central de resíduos industriais, domiciliares, inertes e de saúde, bem como de aterro sanitário, na zona definida pelo Plano Ambiental de Gravataí como Patamares da Serra Geral, que incluem as regiões conhecidas como Costa do Ipiranga e Santa Tecla”. Mais recentemente, por unanimidade de votos, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul considerou improcedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Processo nº 70022100416), ajuizada pelo prefeito em exercício de Gravataí, Décio Vicente Becker, contra a Lei Municipal nº 2.643/07. O Desembargador relator Guinther Spode, no referido Processo nº 70022100416, foi taxativo, entendendo que há a “patente primazia do direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado em contraposição ao simples e formal vício de iniciativa”. “Concorrendo dois valores constitucionais, deve o julgador dar primazia a aquele que, em sua íntima convicção, houver de preponderar”. E concluiu: “a meu sentir, há de preponderar a defesa ambiental”. Em outras palavras, no município de Gravataí está proibida a construção de aterro sanitário. Em 05/08/2008 a prefeitura de Gravataí, indiferente ao que determina a Lei Municipal no. 2643 acabou ingressando com o processo administrativo no. 10527-0567/08-6 junto a FEPAM-RS, requerendo o licenciamento ambiental para a instalação de aterro sanitário. O processo em questão “aguarda análise”. Representantes do Movimento de Preservação Xô Lixão, de Gravataí, procuraram pelo administrador Enio Noronha Raffin para conhecer mais detalhes sobre o tema em questão.</p>
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