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	<title>Máfia do Lixo &#187; Energia</title>
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	<description>Editor: Adm. Enio Noronha Raffin</description>
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		<title>Projeto no Senado: Empresas dispostas a explorar energia de aterros sanitários podem ganhar preferência em licitações</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 11:03:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Municípios com mais de 200 mil habitantes deve estabelecer preferência, nas licitações para a escolha de prestadores de serviço de coleta e manejo de resíduos sólidos, a empresas que demonstrem interesse em também explorar o potencial de energia elétrica dos aterros sanitários. É o que estabelece projeto (PLS 494/09), de iniciativa do senador Marcelo Crivella [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-2863" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2010/03/MARCELO-CRIVELLA-300x234.jpg" alt="" width="300" height="234" />Municípios com mais de 200 mil habitantes deve estabelecer preferência, nas licitações para a escolha de prestadores de serviço de coleta e manejo de resíduos sólidos, a empresas que demonstrem interesse em também explorar o potencial de energia elétrica dos aterros sanitários. É o que estabelece projeto (PLS 494/09), de iniciativa do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), que será examinado pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) nesta terça-feira (23). O objetivo da proposta é induzir o aproveitamento do potencial de energia desses aterros &#8211; para o autor, uma maneira de melhorar as condições ambientais e garantir a utilização de amplo recurso econômico em favor do desenvolvimento sustentável. O relator do texto, senador Jayme Campos (DEM-MT), ofereceu voto pela aprovação do projeto. Segundo ele, o texto inova e contribui para o aprimoramento do marco regulatório do setor elétrico. O senador afirma que o lixo das grandes cidades pode mesmo produzir parcela significativa da energia elétrica total consumida no país &#8211; potencial, como salientou, é reconhecido no Plano Decenal de Energia 2008/2017, elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), por encomenda do Ministério de Minas e Energia (MME). Apesar das indicações desse estudo, observa Jayme Campos, o MME não tem planos de realizar leilões com a energia dos aterros nos próximos anos, pois as prioridades em fontes renováveis são eólica, solar e hidroelétrica. O projeto seguirá depois para a Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), para exame em decisão terminativa.</p>
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		<title>Exploração do biogás de aterro sanitário volta a pauta na Câmara de Vereadores de Bauru</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 11:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O projeto de lei que autoriza o Município de Bauru a conceder à iniciativa privada a exploração do biogás produzido em aterro sanitário volta a ser discutido em plenário na sessão da Câmara de Vereadores. A votação da proposta, de autoria do Poder Executivo, foi adiada no último dia 13 de outubro, a pedido do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O projeto de lei que autoriza o Município de Bauru a conceder à iniciativa privada a exploração do biogás produzido em aterro sanitário volta a ser discutido em plenário na sessão da Câmara de Vereadores. A votação da proposta, de autoria do Poder Executivo, foi adiada no último dia 13 de outubro, a pedido do líder do governo na Câmara Municipal, Renato Purini (PMDB). De acordo com o vereador, a iniciativa teve como propósito dar mais tempo para o Legislativo estudar o projeto. A proposta do governo do prefeito Rodrigo Antonio de Agostinho Mendonça (PMDB) é conceder a exploração à iniciativa privada por um prazo de 20 anos. Na verdade uma concessão pública. Como contrapartida, o município de Bauru receberia algo em torno de R$ 15 mil a R$ 20 mil mensais, além do valor correspondente aos créditos de carbono vendidos (produto da redução das emissões dos gases que provocam o efeito estufa). O dinheiro iria para os cofres da Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru (Emdurb). Os detalhes em percentuais sobre as vantagens do Município devem constar no corpo do projeto de lei.</p>
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		<title>Exploração do biogás do aterro metropolitano de Jardim Gramacho no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 12:39:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ‘Novo Gramacho Energia Ambiental’ prevê exportar no ano que vem o gás produzido por meio da decomposição de matéria orgânica do lixo na usina do aterro metropolitano de Jardim Gramacho, em Duque de Caxias (RJ). A planta tem capacidade de produção de cerca de 160 milhões de m3/ano de biogás. A empresa negocia com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A ‘Novo Gramacho Energia Ambiental’ prevê exportar no ano que vem o gás produzido por meio da decomposição de matéria orgânica do lixo na usina do aterro metropolitano de Jardim Gramacho, em Duque de Caxias (RJ). A planta tem capacidade de produção de cerca de 160 milhões de m3/ano de biogás. A empresa negocia com duas interessadas. De acordo com a Novo Gramacho Energia Ambiental uma das interessadas no biogás é uma empresa de geração de energia do estado do Rio de Janeiro, mantida em sigilo, em respeito ao contrato de confidencialidade.O projeto demandará investimentos de R$ 91 milhões até a sua fase final, dos quais R$ 41 milhões já foram aplicados em gerenciamento do aterro sanitário, implantação do sistema de coleta de gás e tratamento do chorume. Os R$ 50 milhões restantes serão investidos na instalação de uma planta de tratamento e contenção do gás, e na construção de gasodutos. A usina que foi recentemente inaugurada tem como única fonte de receita a venda de créditos de carbono, já que queima o metano, reduzindo em 75 milhões de m³/ano a emissão do gás na atmosfera. A ideiaé fazer da exportação de biogás mais uma fonte de receita da empresa. O projeto da Novo Gramacho Energia Ambiental, o maior do mundo em crédito de carbono em aterro sanitário com aprovação da ONU, estima obter 10 milhões de créditos de carbono em 15 anos, tempo de concessão da área em contrato assinado com a Comlurb. A Novo Gramacho Energia Ambiental só não disse o quanto do total do valor de créditos de carbono é repassado aos “donos do lixo” enterrado no aterro sanitário.</p>
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		<title>Em Ribeirão Preto projeto de lei de vereador do PV declara como propriedade do município todo o lixo coletado na cidade</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 14:31:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Até hoje ainda se desconhece as causas que levaram a Prefeitura de Ribeirão Preto, em São Paulo, a privatizar o destino final do lixo da cidade. Sabe-se apenas que a vida útil do aterro sanitário acabou. Mas cabia a prefeitura resolver o problema da destinação final do lixo antes que encerrassem as operações no aterro. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/06/gilberto_abreu.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2035];player=img;"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-2036" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/06/gilberto_abreu-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Até hoje ainda se desconhece as causas que levaram a Prefeitura de Ribeirão Preto, em São Paulo, a privatizar o destino final do lixo da cidade. Sabe-se apenas que a vida útil do aterro sanitário acabou. Mas cabia a prefeitura resolver o problema da destinação final do lixo antes que encerrassem as operações no aterro. Há no mundo diversas tecnologias para aproveitamento do lixo como energia. Isso poderia ter sido pensado. E implantado, antes que se tivesse que transferir o lixo de Ribeirão Preto para o empreendimento da Estre Ambiental em Guatapará (SP). Quem ganha com o lixo de Ribeirão Preto é a iniciativa privada. Dá para entender que o lixo tenha uma destinação adequada. O que não pode acontecer é que o município deixe de receber dinheiro com a venda de “créditos de carbono”. Essa fonte de receita, “créditos de carbono”, tem prazo até 2012 para acontecer. Em outras palavras, se agora nada for feito, a cidade de Ribeirão Preto não vai receber dinheiro a partir da exploração dos créditos de carbono. Mas o lixo produz gás. O gás se transforma em energia. Ora, energia representa dinheiro. Como o lixo é público a partir da sua coleta na cidade, se faz necessário legislar sobre a exploração da energia a partir do biogás produzido pelo lixo coletado na cidade.  Na Câmara Municipal de Ribeirão Preto tramita um projeto de leio que declara como propriedade do município todo resíduo urbano coletado na cidade. O projeto, de autoria do competente vereador Gilberto Abreu (PV), pretende preservar para o município os recursos conseguidos com a venda de créditos de carbono. Pela proposta, 50% do montante deverá ser destinado aos cofres públicos de Ribeirão Preto. Não dá para esquecer a receita pela venda de energia decorrente do biogás produzido pelo lixo de Ribeirão Preto.</p>
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		<title>Santo André poderá exigir a participação nos créditos de carbono e energia do biogás do aterro privado que vier a receber o lixo da cidade</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 14:16:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Santo André, cidade do ex-prefeito Celso Daniel, tem pela frente uma audiência pública para discutir o destino final de seus resíduos sólidos urbanos. Amanhã, quinta-feira (23/04), será realizada a audiência pública de apresentação do Estudo de Impacto Ambiental da área de ampliação do aterro sanitário municipal, no Teatro Municipal de Santo André, a partir das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Santo André, cidade do ex-prefeito Celso Daniel, tem pela frente uma audiência pública para discutir o destino final de seus resíduos sólidos urbanos. Amanhã, quinta-feira (23/04), será realizada a audiência pública de apresentação do Estudo de Impacto Ambiental da área de ampliação do aterro sanitário municipal, no Teatro Municipal de Santo André, a partir das 17h30.  Ao mesmo tempo a Prefeitura de Santo André administra a dificuldade de análise do pedido de reconsideração de licenciamento ambiental para a ampliação da área. Diante de um possível caos no lixo, por não ter um aterro sanitário municipal, restará a Prefeitura de Santo André destinar os resíduos sólidos urbanos no empreendimento privado em Mauá (SP), caso não receba o licenciamento da CETESB. Essa terceirização do serviço de tratamento e aterramento do lixo da cidade de Santo André poderá refletir no bolso dos munícipes com o aumento no custo de operação, passando dos atuais cerca de R$ 25 por tonelada para cerca de R$ 65 a tonelada de lixo enterrada. Com o fim das atividades no aterro sanitário municipal, apenas para dar continuidade à sua manutenção e ao tratamento do chorume proveniente do lixo serão gastos cerca de R$ 400 mil por mês. A hipótese de terceirização do serviço ainda não é admitida pela Prefeitura. Mensalmente são depositadas cerca de 25 mil toneladas de lixo no aterro municipal. Como estratégia para prolongar de maneira emergencial o espaço a prefeitura tem depositado apenas o lixo domiciliar e estocado o entulho. Cabe lembrar ao prefeito petebista Aidan Ravin, que numa eventual terceirização dos serviços de destinação final do lixo da cidade, em aterro sanitário privado, que se faça uma negociação na participação do Município na “receita” oriunda dos créditos de carbono e produção de energia, decorrente da massa de resíduos oriundas da cidade de Santo André que vier a ser enterrada no empreendimento. Com isso a Prefeitura pode baixar significativamente os custos com a terceirização da destinação final dos resíduos de Santo André, sem aumentar a “taxa de lixo”.</p>
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		<title>Exploração privada do lixo público do município de Porto Alegre gera receita para a empresa SIL Soluções Ambientais Ltda</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 12:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1252" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/02/sil-aterro-maquina.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1250];player=img;"><img class="size-medium wp-image-1252   " src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/02/sil-aterro-maquina-300x228.jpg" alt="Mais de 290 mil toneladas/ano de lixo de Porto Alegre são enterradas no aterro sanitário em Minas do Leão onde geram créditos de carbono para a SIL" width="300" height="228" /></a><p class="wp-caption-text">Mais de 290 mil toneladas/ano de lixo da cidade de Porto Alegre são enterradas no aterro sanitário em Minas do Leão onde geram créditos de carbono para a empresa privada SIL</p></div>
<p style="text-align: justify;">Tenho questionado os administradores públicos das cidades brasileiras, sobre a participação do Município nas receitas oriundas de créditos de carbono e energia produzida nos empreendimentos – aterros sanitários privados. Vejamos o que acontece no caso do município de Porto Alegre, no Estado do Rio Grande do Sul. Sabe-se que a Prefeitura de Porto Alegre, por meio do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), contratou uma empresa privada para fazer um estudo sobre a localização de área para a instalação de um aterro sanitário. Esse contrato teria sido pago com dinheiro público. Ora, se ocorreu a contratação pelo Município para fazer determinado serviço, no caso a localização de uma área para a construção de um aterro sanitário, deve inicialmente o contratante divulgar o resultado. Caso esse estudo (pago com dinheiro público) tenha gerado um processo administrativo na FEPAM (Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler), visando o licenciamento ambiental do aterro sanitário municipal, cabe a esse mesmo contratante divulgar, aos contribuintes da capital gaúcha, o andamento da tramitação do pedido de licenciamento ambiental do aterro sanitário. O DMLU de Porto Alegre deve uma explicação. Sem aterro sanitário municipal em Porto Alegre, restou ao Departamento Municipal de Limpeza Urbana contratar a empresa SIL Soluções Ambientais Ltda para “enterrar” os resíduos sólidos urbanos gerados na capital gaúcha. A cidade de Porto Alegre enviou para o aterro sanitário da empresa SIL, durante o governo do prefeito José Fogaça (PMDB), no período entre janeiro de 2004 e agosto de 2008, o total de 1.326.396 toneladas de resíduos sólidos domiciliares urbanos. Vejamos: em 2004 foram 278.552 toneladas de lixo domiciliar, em 2005 chegou a 276.200 toneladas, em 2006 foram enviadas 287.522 toneladas, em 2007 totalizou 293.001 toneladas e de janeiro a agosto de 2008 foram 191.121 tolenadas. O lixo público da cidade de Porto Alegre é “enterrado” nas cavas da SIL, onde está produzindo gás, que capturado vai gerar energia.  E isso gera receita, dinheiro. No caso da cidade de Porto Alegre, o contrato firmado entre o Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) e a empresa SIL Soluções Ambientais Ltda não prevê a participação do Município na receita oriunda dos créditos de carbono e energia. Um acordo firmado entre a SIL Soluções Ambientais Ltda e o fundo Japan Carbon Finance (JCF), de Tóquio, consolidou a primeira operação para a venda de créditos de carbono a partir das emissões de gases gerados no aterro sanitário em Minas do Leão. O mercado de créditos de carbono é um dos mecanismos do Protocolo de Kyoto pelos quais os países podem comprar direitos de emissão de poluentes de nações em desenvolvimento que, em troca, recebem fundos ou tecnologia para reduzirem suas emissões. Com o negócio, a empresa SIL Soluções Ambientais Ltda vai receber uma receita decorrente da captura do gás. O Japan Bank for International Cooperation, que administra o fundo japonês, deverá começar a colocar dinheiro na operação a partir desse ano de 2009.  O próximo passo da empresa SIL Soluções Ambientais Ltda será produzir energia. E obter com isso mais receita. Porto Alegre está perdendo muito dinheiro com o seu lixo público. O Ministério Público de Contas (MPC), que atua junto ao Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul (TCE), poderia questionar o DMLU. Saber, por exemplo, o motivo que leva a autarquia DMLU a não exigir uma participação na receita da venda dos créditos de carbono obtida com a exploração do lixo da capital gaúcha, bem como, conhecer o resultado da contratação de empresa privada para realizar o estudo para o aterro sanitário municipal.</p>
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		<title>Pesquisa mostra as pesagens das massas de resíduos sólidos urbanos de municípios gaúchos que são destinadas em aterro sanitário privado</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 11:35:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O administrador Enio Noronha Raffin concluiu uma pesquisa sobre as pesagens das massas de resíduos sólidos urbanos (RSDU) de municípios do Rio Grande do Sul, as quais são “enterradas” no aterro sanitário privado de Minas do Leão (RS). Os dados foram considerados para uma amostragem correspondente a 1/6 do total dos municípios gaúchos, ou seja, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1217" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/02/sil_balanca_pesagem_lixo.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1216];player=img;"><img class="size-medium wp-image-1217" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/02/sil_balanca_pesagem_lixo-300x232.jpg" alt="Balança de pesagem do lixo no aterro sanitário em Minas do Leão" width="300" height="232" /></a><p class="wp-caption-text">Balança de pesagem do lixo no aterro sanitário em Minas do Leão</p></div>
<p style="text-align: justify;">O administrador Enio Noronha Raffin concluiu uma pesquisa sobre as pesagens das massas de resíduos sólidos urbanos (RSDU) de municípios do Rio Grande do Sul, as quais são “enterradas” no aterro sanitário privado de Minas do Leão (RS). Os dados foram considerados para uma amostragem correspondente a 1/6 do total dos municípios gaúchos, ou seja, o percentual de 16,12% das cidades (no RS são 496 municípios). Foram escolhidas as 80 cidades do Rio Grande do Sul que enviaram, em julho de 2004, os seus resíduos sólidos urbanos para o empreendimento em Minas do Leão. O aterro sanitário que serviu para a pesquisa possui a capacidade para receber 60.000 toneladas de RSDU por mês. Consideramos algumas informações de cada uma das cidades gaúchas, com o objetivo de obter os dados estatísticos sobre o lixo: a população, a distância do município ao aterro sanitário, a pesagem total da massa de resíduos sólidos urbanos enterrada no empreendimento, a pesagem unitária (no aterro) de cada um dos 80 municípios, o preço da tonelada do lixo transportada e destinada em Minas do Leão, entre outros itens. O ano base de referência na pesquisa foi o de 2004 e o mês o de julho. Os dados das populações dos municípios gaúchos (ano base de 2004) foram obtidos junto ao portal da Fundação de Economia e Estatística (FEE), órgão vinculado ao governo do RS. Uma das perguntas respondidas: “Quanto cada pessoa, em seu município no RS, contribuiu para a massa de resíduos sólidos urbanos que foi “enterrada” no aterro sanitário privado de Minas do Leão?” A pesquisa considerou o peso do lixo que cada um dos habitantes das cidades analisadas contribuiu para o montante de toneladas de RSDU ingressadas no empreendimento privado. O total da massa de RSDU enterrada no aterro sanitário em Minas do Leão no período analisado, correspondeu a 34.153 toneladas. Porto Alegre contribuiu para o total da massa de RSDU com 23.558 toneladas de lixo, no período entre 01/07/2004 e 31/07/2004. Ou seja, o município de Porto Alegre deteve a participação de 68,97% naquele ano. Couberam aos demais 79 municípios gaúchos analisados o percentual de 31,03%. Das 80 cidades analisadas, Santa Cruz do Sul foi o segundo município que mais contribui com lixo para o aterro sanitário de Minas do Leão, chegando a 1.792 toneladas de RSDU, no mesmo período. O terceiro município que mais contribuiu para a massa de resíduos sólidos urbanos destinados no aterro sanitário foi o de Bento Gonçalves, que chegou a 1.562 toneladas, em julho de 2004. Um dado interessante, por exemplo, mostra que cada habitante do município de Porto Alegre (em 2004 o total era de 1.395.802 pessoas) contribuiu com 650 gramas de lixo para a massa de RSDU enterrada no aterro sanitário de Minas do Leão, no período em questão. O peso do lixo, que cada habitante da cidade de Porto Alegre contribuiu para a massa de RSDU, enterrada no empreendimento privado, é bastante inferior ao que essa mesma pessoa produziu no mês de julho de 2004. Isso porque há de se considerar outras pesagens que não foram destinadas no aterro sanitário de Minas do Leão, como por exemplo, a da coleta seletiva, cujo material obtido é entregue as cooperativas de reciclagem. Outro item de pesagem descartado é o resíduo inerte, que coletado na cidade de Porto Alegre é destinado no aterro de inertes. É importante comentar que de 2004 a 2009 o número de municípios que enterram seus RSDU no aterro sanitário de Minas do Leão quase dobrou. Uma outra informação bastante interessante: “A soma das distâncias do transporte do lixo dos três municípios (Porto Alegre, Santa Cruz do Sul e Bento Gonçalves) que mais contribuíram para a massa de RSDU no aterro sanitário de Minas do Leão chegou a 542 km.” O documento da pesquisa inédita contém 90 paginas com dados sobre o lixo do Rio Grande do Sul. A pesquisa serve de subsídio para análise, por exemplo, da determinação do percentual de participação de cada município na receita de créditos de carbono e na exploração do biogás para produção de energia. Basta lembrar que a empresa Estre Ambiental S/A, em São Paulo, completou recentemente a venda de créditos de carbono, gerados por seu aterro sanitário do município de Itapevi (SP), para o banco francês Natixis S/A. A transação envolveu a venda futura de aproximadamente 500 mil créditos com o valor próximo a R$ 20 milhões.</p>
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		<title>Empresa Estre Ambiental S/A realiza a venda de créditos de carbono no valor de R$ 20 milhões</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Feb 2009 18:51:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há muito tempo venho comentando sobre a receita oriunda de créditos de carbono e energia dos aterros sanitários privados, os quais recebem os resíduos sólidos urbanos de municípios brasileiros. A empresa Estre Ambiental S/A completou recentemente a venda de créditos de carbono gerados por seu aterro sanitário do município de Itapevi (SP) para o Banco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1212" title="Aterro sanitário em Itapevi, São Paulo" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/02/estre-itapevi_googleheart.jpg" alt="Aterro sanitário em Itapevi, São Paulo" width="640" height="123" /></p>
<p style="text-align: justify;">Há muito tempo venho comentando sobre a receita oriunda de créditos de carbono e energia dos aterros sanitários privados, os quais recebem os resíduos sólidos urbanos de municípios brasileiros. A empresa Estre Ambiental S/A completou recentemente a venda de créditos de carbono gerados por seu aterro sanitário do município de Itapevi (SP) para o Banco Natixis S/A. A transação envolveu a venda futura de aproximadamente 500 mil créditos com o valor próximo a R$ 20 milhões. O aterro sanitário de Itapevi, de propriedade da Estre Ambiental S/A possui uma área de 205.546 m2 com capacidade para 3,2 milhões de toneladas de resíduos, estando licenciada para receber resíduos domiciliares, comerciais e industriais, de classes IIA e IIB. A Estre Ambiental S/A confeccionou o projeto de mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL), que captura e queima o gás metano produzido pelo aterro sanitário de Itapevi, evitando dessa maneira, a emissão de gás na atmosfera. A emissão de gases do efeito estufa é uma das principais causas da destruição da camada de ozônio e um dos pontos principais do Protocolo de Kyoto. Esse projeto irá gerar para a empresa Estre Ambiental S/A créditos de carbono para os próximos 10 anos, em uma quantidade correspondente ao volume de gás metano emitido. A operação de créditos de carbono assegura à Estre Ambiental S/A uma receita adicional importante para suas operações e incentiva a continuidade de investimentos em projetos de MDL. <a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/02/estre-itapevi_googleheart-2.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1211];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-1213" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/02/estre-itapevi_googleheart-2-300x165.jpg" alt="" width="300" height="165" /></a>Um dos focos de aplicação desses recursos será a transformação da queima do metano em energia elétrica, o que tornará a operação do centro de gerenciamento de resíduo da Estre Ambiental S/A totalmente sustentável e ainda gerará excedentes para comercialização. O projeto de aproveitamento do biogás do aterro sanitário em energia já está pronto, somente aguardando liberação dos organismos oficiais para o seu início. Com menos de 10 anos de operação, a Estre Ambiental S/A opera os aterros sanitários de Paulínia, Itapevi, Pedreira, Piaçaguera, Guatapará no Brasil e uma unidade em  Buenos Aires, na Argentina. Atualmente a empresa Estre Ambiental S/A atende 40 prefeituras brasileiras, oferecendo serviços de gerenciamento e disposição de resíduos sólidos urbanos. Para o empreendimento em Guatapará, o município de São José do Rio Preto envia  diariamente perto de 320 toneladas de lixo e Ribeirão Preto contribui com  500 toneladas de resíduos por dia. O lixo urbano destinado em aterro particular é de propriedade do Município, logo a Prefeitura deve receber uma participação pelos créditos de carbono e biogás gerados no empreendimento. Não dá para o Executivo Municipal “abrir mão” da receita gerada com créditos de carbono e energia. Se deixar de exigir a participação do Município nas receitas dos créditos de carbono e biogás, quem ganha com o lixo urbano é o empreendedor privado como estamos lendo agora.</p>
<div id="attachment_1214" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/02/estre-itapevi.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1211];player=img;" title="Aterro sanitário da Estre Ambiental S/A em Itapevi, São Paulo"><img class="size-medium wp-image-1214" title="Aterro sanitário da Estre Ambiental S/A em Itapevi, São Paulo" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/02/estre-itapevi-300x212.jpg" alt="Aterro sanitário da Estre Ambiental S/A recebe R$ 20 milhões pelos créditos de carbono" width="300" height="212" /></a><p class="wp-caption-text">Aterro sanitário da Estre Ambiental S/A recebe R$ 20 milhões pelos créditos de carbono</p></div>
<p style="text-align: justify;">Podemos perguntar: Quais os municípios que destinam seus resíduos sólidos urbanos para o aterro sanitário de Itapevi? Qual a participação na receita de R$ 20 milhões pela venda de créditos de carbono que cada município irá receber? Quando o projeto de energia da planta de Itapevi for aprovado e dele resultar receita, quanto cada município que destina seu lixo no aterro sanitário da Estre Ambiental S/A irá receber como dono do lixo? Assim como está a única vantagem é da empresa privada.</p>
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		<title>Mato Grosso será o primeiro estado brasileiro a entrar no mercado livre de energia elétrica</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 10:54:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Criado no Brasil pela Lei Federal nº 9.074, de julho de 1975, o mercado livre de energia elétrica passa a ser realidade em Mato Grosso que será o primeiro estado brasileiro a adotar esse modelo e também o primeiro consumidor livre especial da Concessionária Local (Rede Cemat). O governador do Estado, Blairo Maggi, sancionou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Criado no Brasil pela Lei Federal nº 9.074, de julho de 1975, o mercado livre de energia elétrica passa a ser realidade em Mato Grosso que será o primeiro estado brasileiro a adotar esse modelo e também o primeiro consumidor livre especial da Concessionária Local (Rede Cemat). O governador do Estado, Blairo Maggi, sancionou a Lei nº 9.093, que autoriza o Estado a ingressar no mercado livre de energia através da adesão na Câmara de Comercialização de Energia (CCEE). A Agência Nacional de Energia Elétrica &#8211; ANEEL também aprovou a adesão, através do Parecer Jurídico nº 767/2008, informando que não existe nenhum impedimento legal que proíba o Governo de Mato Grosso de ser um consumidor livre, pois, só existiam empresas privadas até o momento. <span id="more-995"></span>Prática comum no exterior, o Brasil adotou o modelo de sucesso e, hoje, já conta com mais de 700 empresas que atuam no mercado livre, atingindo aproximadamente 45% do consumo industrial do país. Estudos preliminares demonstram que a migração para o mercado livre de energia elétrica, em Mato Grosso, poderá gerar uma economia estimada de R$ 36 milhões, no prazo de cinco anos, tendo como base a migração de 95 unidades consumidoras de alta tensão distribuídas em todo o Estado. Os chamados ‘clientes livres’ podem não apenas escolher sua empresa fornecedora de energia, como também gerenciar suas necessidades da maneira que lhes convier, levando em conta vantagens como: preços, qualidade, atendimento e serviços. Os consumidores que não optam por esse modelo são chamados de clientes cativos. Estes pagam a tarifa que for estabelecida pela Agência Nacional de Energia Elétrica para a sua concessionária local e, igualmente, pagam o reajuste que a concessionária conseguir aprovar junto à agência.</p>
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		<title>BNDES vai investir R$ 4 bilhões nas Usinas do Madeira</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 10:52:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aplicará, este ano, pelo menos R$ 10 bilhões no setor elétrico, podendo os desembolsos da instituição de fomento chegarem a R$ 12 bilhões. Só para o complexo hidrelétrico do Rio Madeira, em Rondônia, que contempla as usinas de Santo Antonio e do Girau, o banco destinará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aplicará, este ano, pelo menos R$ 10 bilhões no setor elétrico, podendo os desembolsos da instituição de fomento chegarem a R$ 12 bilhões. Só para o complexo hidrelétrico do Rio Madeira, em Rondônia, que contempla as usinas de Santo Antonio e do Girau, o banco destinará em 2009 um total de R$ 4 bilhões. <span id="more-993"></span>No ano passado, os desembolsos do BNDES para o setor elétrico totalizaram R$ 7 bilhões. Apenas o complexo do Rio Madeira representará investimentos do banco de R$ 27 bilhões até 2015. Serão R$ 10 bilhões para Santo Antonio, outros R$ 10 bilhões para Girau e R$ 7 bilhões para o segmento de transmissão. O banco financia tanto a área de geração quanto as de transmissão e de distribuição. Atualmente, como financiador, o BNDES participa da construção de mais de 20 usinas hidrelétricas, que empregam mais de 20 mil trabalhadores. Algumas devem entrar em fase de operação em 2012, outras em 2014, eliminando qualquer risco de racionamento ou de apagão. Essas usinas já obedecem às regras estabelecidas pelo sistema adotado em 2004, mediante o qual a concessão vai para o investidor que oferecer a menor tarifa para o consumidor.</p>
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		<title>Cientistas defendem mais incentivos ao uso de energia limpa dos ventos no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 06:31:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo estudo feito pelo físico Fernando Barros Martins, publicado na Revista Brasileira de Ensino de Física, se todo o potencial eólico brasileiro fosse convertido, seria possível gerar cerca de 272 terawatts/hora (TWh) por ano de energia elétrica. Isso representa mais da metade do consumo brasileiro, que estava em torno de 424 Twh/ano, de acordo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Segundo estudo feito pelo físico Fernando Barros Martins, publicado na Revista Brasileira de Ensino de Física, se todo o potencial eólico brasileiro fosse convertido, seria possível gerar cerca de 272 terawatts/hora (TWh) por ano de energia elétrica. Isso representa mais da metade do consumo brasileiro, que estava em torno de 424 Twh/ano, de acordo com dados referentes ao ano de 2006. Atualmente, o Brasil utiliza menos de 1% desta tecnologia e de acordo com o responsável pelo Laboratório de Instrumentação Meteorológica do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), o físico Celso Thomaz, o pouco aproveitamento deste potencial eólico se dá principalmente por dois fatores: o econômico e o cultural. <span id="more-961"></span>“O preço do aerogerador ainda é muito alto. Dentro do nosso sistema não compensa trocar de tecnologia. É muito mais barato queimar combustível, ainda que isto esteja comprometendo a sobrevivência do planeta. O outro fator de entrave é que o Brasil não tem uma cultura de buscar essas fontes alternativas de energia, embora a gente tenha um clamor muito grande dentro da mídia, dentro da própria sociedade com o aquecimento global”, avaliou Thomaz. O chefe do Grupo de Energia e Meio Ambiente, doutor em geofísica Enio Bueno Pereira, acredita que o maior problema não é tanto o financiamento, como a absorção da mão-de-obra. “Não há reposição de pessoal para manter o conhecimento, embora o Brasil tenha excelentes institutos de pesquisas.</p>
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		<title>Usina 14 de Julho começa a operar no Rio Grande do Sul</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 09:29:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Companhia Energética Rio das Antas colocou em atividade a terceira e última usina de um complexo hidrelétrico de mesmo nome instalado no nordeste gaúcho. A primeira das duas turbinas da Usina Hidrelétrica 14 de Julho entrou em operação comercial. A Ceran é formada pela CPFL (65%), Companhia de Geração e Transmissão de Energia Elétrica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Companhia Energética Rio das Antas colocou em atividade a terceira e última usina de um complexo hidrelétrico de mesmo nome instalado no nordeste gaúcho. A primeira das duas turbinas da Usina Hidrelétrica 14 de Julho entrou em operação comercial. A Ceran é formada pela CPFL (65%), Companhia de Geração e Transmissão de Energia Elétrica (CEEE-GT), com 30%, e Desenvix, com 5%. No complexo, a usina Monte Claro opera desde 2004, com potência instalada de 130 megawatts (MW). O segundo empreendimento a gerar energia foi a usina Castro Alves, que opera comercialmente desde março do ano passado 2008, com 130 MW. A segunda unidade geradora da hidrelétrica 14 de Julho deve gerar comercialmente no primeiro trimestre deste ano. A usina fica entre os municípios de Cotiporã e Veranópolis, na margem direita, e Bento Gonçalves, na esquerda, e tem 100 MW de potência instalada.</p>
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		<title>Fotógrafa Alice Smeets ganha prêmio da Unicef</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 12:46:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<description><![CDATA[A imagem de uma menina haitiana caminhando descalça em meio à água e sujeira em um bairro pobre de Porto Príncipe, obra da fotógrafa belga Alice Smeets, foi escolhida hoje, em Berlim, como a melhor fotografia do ano pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). A foto, tirada no ano passado por Smeets, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="size-full wp-image-704 aligncenter" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2008/12/foto_unicef.jpg" alt="" width="633" height="419" />A imagem de uma menina haitiana caminhando descalça em meio à água e sujeira em um bairro pobre de Porto Príncipe, obra da fotógrafa belga Alice Smeets, foi escolhida hoje, em Berlim, como a melhor fotografia do ano pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). A foto, tirada no ano passado por Smeets, de 21 anos, em um bairro pobre da capital haitiana, mostra uma menina com um vestido branco e laços no cabelo da mesma cor, andando junto a porcos e cercada de lixo. A fotografia de Smeets foi premiada entre outras 1,45 mil imagens pela &#8220;coragem e energia que transmitem os olhos da menina, apesar de crescer em meio à miséria&#8221;, disse Eva Luise Köhler, madrinha da organização na Alemanha e esposa do presidente alemão, Horst Köhler. Em segundo lugar, o Unicef premiou uma fotografia do israelense Oded Balilty, fotógrafo da &#8220;Associated Press&#8221;, que mostra uma menina na fila para receber a porção diária de alimento em um campo de refugiados, após o terremoto que em maio castigou a província chinesa de Sichuan, no qual 70 mil pessoas morreram. O terceiro prêmio reconhece uma foto em preto e branco do fotógrafo húngaro Balazs Gardi, na qual um homem afegão segura nos braços o filho ferido.</p>
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		<title>BNDES libera crédito para usina do Madeira e registra desembolso recorde no ano</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 12:32:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O BNDES aprovou crédito de R$ 6,1 bilhões para a construção da usina hidrelétrica Santo Antônio, no complexo do rio Madeira. Trata-se do maior financiamento já concedido para um único projeto na história do banco. O apoio do BNDES chegou a 46,6% do valor do projeto, e, com a participação de outros agentes, o montante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> O BNDES aprovou crédito de R$ 6,1 bilhões para a construção da usina hidrelétrica Santo Antônio, no complexo do rio Madeira. Trata-se do maior financiamento já concedido para um único projeto na história do banco. O apoio do BNDES chegou a 46,6% do valor do projeto, e, com a participação de outros agentes, o montante financiado atinge 65,7% do investimento total. Metade do financiamento será liberado diretamente pelo BNDES e a outra metade por meio dos agentes financeiros (Santander, Bradesco, Unibanco, BES Investimento do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia). Santo Antônio terá capacidade instalada de 3.150 MW (megawatts). O projeto será implementado pelo Consórcio Construtor Santo Antônio, formado pelas construtoras Norberto Odebrecht e Andrade Gutierrez, Alstom Hydro Energia Brasil, Areva Transmissão e Distribuição de Energia, Siemens, Va Tech, Voith Siemens e Bardella. O consórcio controlador do Madeira é formado pela Odebrecht, Furnas, Andrade Gutierrez, Cemig e um fundo de participações que tem como cotistas Santander e Banif.</p>
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		<title>Consórcio procura explicar a morte de 6 toneladas de peixes no rio Madeira</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 11:57:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A direção do Consórcio de Empresas (Mesa) responsável pela construção da Usina de Santo Antônio comentou sobre a operação de resgate de peixes na área de barragem do rio Madeira. Os técnicos explicaram que as normas legais estão sendo cumpridas na operação de resgate dos peixes. Milhares de peixes ficam represados com a construção da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A direção do Consórcio de Empresas (Mesa) responsável pela construção da Usina de Santo Antônio comentou sobre a operação de resgate de peixes na área de barragem do rio Madeira. Os técnicos explicaram que as normas legais estão sendo cumpridas na operação de resgate dos peixes. Milhares de peixes ficam represados com a construção da barragem. O trabalho de mais de 50 pessoas, na área, envolve capturar as espécies para devolvê-las ao rio Madeira. A água precisa ser bombeada para manter a oxigenação necessária para a sobrevivência das espécies resgatadas dos tanques. De acordo com o diretor da Madeira Energia, uma parte dos peixes resgatados foi doada para instituições filantrópicas, mas nem todos foram resgatados devido à grande quantidade. Segundo os técnicos da empresa, 59 toneladas de peixes foram devolvidas ao rio Madeira, porém a quantidade de peixes mortos subiu de três para seis toneladas.</p>
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		<title>Ministério Público de Rondônia pede afastamento do presidente do Ibama</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 09:19:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Concessão]]></category>
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		<description><![CDATA[Os Ministérios Públicos Federal e Estadual de Rondônia pedem na Justiça o afastamento do presidente do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), Roberto Messias Franco, pela concessão da licença de instalação parcial da usina hidrelétrica de Jirau. Os órgãos ajuizaram ação de improbidade administrativa contra Franco e o diretor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os Ministérios Públicos Federal e Estadual de Rondônia pedem na Justiça o afastamento do presidente do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), Roberto Messias Franco, pela concessão da licença de instalação parcial da usina hidrelétrica de Jirau. Os órgãos ajuizaram ação de improbidade administrativa contra Franco e o diretor de licenciamento ambiental, Sebastião Custódio Pires. Para os autores da ação, a licença contraria a Constituição Federal e a Lei de Licitações, &#8220;encerrando um dos maiores crimes ambientais impostos à sociedade&#8221;. Segundo nota do MP, Pires teria desvirtuado as conclusões do parecer técnico ao apresentar o relatório ao presidente, assegurando que não haveria novos impactos ambientais na cachoeira de Jirau. No entanto, os autores da ação argumentam que &#8220;o parecer técnico deixa claro que não foi possível estabelecer uma base comparativa em relação a alguns aspectos ambientais em virtude da ausência de dados&#8221;. No último dia 19, o MP recomendou então ao presidente do Ibama que se abstivesse de expedir a licença de instalação ao consórcio Enersus (Energia Sustentável do Brasil, liderada pela francesa Suez), responsável pela obra, antes que o órgão ambiental estadual competente se manifestasse. Mesmo assim, Franco expediu a licença. Para os autores, a alteração do local de construção da usina exige concessão de nova licença prévia &#8211; primeira etapa do licenciamento ambiental &#8211; &#8220;porque somente ela tem o condão de permitir a instalação do empreendimento de acordo com as especificações constantes dos planos, programas e projetos aprovados&#8221;. Se forem condenados pela Justiça, Franco e Pires podem perder a função pública, além de pagar multa.</p>
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		<title>Safra de cana-de-açúcar cresce 14% neste ano</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 09:11:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A safra de cana cresceu 13,9% neste ano, com a produção recorde de 571,4 milhões de toneladas. A área plantada em 2008 foi de 8,5 milhões de hectares, de acordo com o último levantamento da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) divulgado nesta segunda-feira. A fabricação de açúcar será de 32,1 milhões de toneladas, com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A safra de cana cresceu 13,9% neste ano, com a produção recorde de 571,4 milhões de toneladas. A área plantada em 2008 foi de 8,5 milhões de hectares, de acordo com o último levantamento da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) divulgado nesta segunda-feira. A fabricação de açúcar será de 32,1 milhões de toneladas, com a moagem de 246 milhões de toneladas de cana. A fabricação de álcool utilizará 325,3 milhões de toneladas de cana, resultando na produção de 26,6 bilhões de litros, sendo 10,1 bilhões de litros do álcool anidro, que é adicionado à gasolina, e 16,5 bilhões de álcool hidratado, utilizado diretamente no tanque como combustível. Para o presidente da Conab, Wagner Rossi, a alta do dólar tende a favorecer o setor exportador de açúcar e de álcool. Além disso, segundo ele, nos primeiros meses do ano, os preços dos derivados da cana-de-açúcar tendem a aumentar, em razão da entressafra, estabilizando-se a partir do segundo bimestre. Ele descartou, no entanto, elevações significativas de preço em 2009, uma vez que a cotação do barril do petróleo está em baixa no mercado internacional. O diretor do Departamento de Cana-de-açúcar e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Alexandre Stratasson, informou que vão ser instalados no próximo ano mais 30 complexos para fabricação de álcool. O custo médio de cada um gira em torno de R$ 300 milhões.</p>
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		<title>França: Usina de lixo só sai do papel se gerar energia</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 11:38:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A França produz 850 milhões de toneladas de lixo por ano. O que pode parecer um problema como o de dar fim a toda essa quantidade de resíduos, surge como uma nova alternativa de produção de energia. A partir da incineração dos resíduos, o país tem ensinado ao mundo que até o que vai para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A França produz 850 milhões de toneladas de lixo por ano. O que pode parecer um problema como o de dar fim a toda essa quantidade de resíduos, surge como uma nova alternativa de produção de energia. A partir da incineração dos resíduos, o país tem ensinado ao mundo que até o que vai para a lixeira pode ter reuso garantido. Com mais de cem incineradores de resíduos domiciliares, os franceses fazem aproveitamento energético a partir do lixo há 20 anos e, desde os anos 1990, qualquer usina incineradora só sai do papel se produzir energia. Com a mudança, do total de unidades transformadoras em funcionamento, 80% já apresentam exploração de energia e até 15% da força produzida vai para a rede de distribuição doméstica. O aproveitamento energético a partir do lixo existe na França há 20 anos e, desde os anos 1990, qualquer incinerador só pode ser construído se tiver esse fim. Apesar da utilização do lixo como fonte de energia, a França também quer reduzir a produção de resíduos em até 5% por ano.</p>
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		<title>Embrapa desenvolve motor movido a lixo</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 12:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um motor que utiliza até lixo e sobras da agricultura como combustível para funcionar. Essa foi uma das novidades apresentadas por pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) na Exposição Tecnológica Mundial (Expowec 2008), realizada em Brasília. O evento terminou neste sábado (06/12). De acordo com a Embrapa, o equipamento poderia ser uma boa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um motor que utiliza até lixo e sobras da agricultura como combustível para funcionar. Essa foi uma das novidades apresentadas por pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) na Exposição Tecnológica Mundial (Expowec 2008), realizada em Brasília. O evento terminou neste sábado (06/12). De acordo com a Embrapa, o equipamento poderia ser uma boa ferramenta para conciliar a produção de energia elétrica preservação do meio ambiente. É um motor que tem algumas características próprias. Ele não serviria para o uso automotivo. Ele tem o torque constante, ou seja, faz força sempre do mesmo jeito e na mesma velocidade. Ele é muito útil para um duplo gerador produzindo energia elétrica, para movimentar uma bomba dágua, em sistemas de ventilação, como em granjas, em sistemas de troca de calor, como nos aparelhos de ar condicionado. Porque ele sempre vai trabalhar na mesma velocidade e na mesma potência. A principal preocupação com o desenvolvimento do novo motor é a preservação do meio ambiente.</p>
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		<title>Vale compra empresa por R$ 15 milhões</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 16:05:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vale]]></category>

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		<description><![CDATA[A Vale anunciou na última sexta-feira que adquiriu a empresa especializada em avaliação geológica de áreas de exploração de óleo e gás Petroleum Geoscience Technology (PGT), por R$ 15 milhões. “A aquisição da PGT está alinhada à estratégia da Vale de investir na produção própria de gás natural para suprir suas operações no Brasil e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Vale anunciou na última sexta-feira que adquiriu a empresa especializada em avaliação geológica de áreas de exploração de óleo e gás Petroleum Geoscience Technology (PGT), por R$ 15 milhões. “A aquisição da PGT está alinhada à estratégia da Vale de investir na produção própria de gás natural para suprir suas operações no Brasil e no exterior”, afirmou a empresa em um comunicado. A Vale é a maior consumidora de energia do Brasil, ficando com 4,5% toda a energia gerada no País. Principal produtora de minério de ferro do mundo, a companhia entrou no setor de petróleo e gás natural no ano passado, ao adquirir concessões de blocos nas bacias de Santos, Pará-Maranhão e Parnaíba na nona rodada de licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Desde a nona rodada, a Vale adquiriu outras participações e hoje possui um portfólio de 15 blocos a serem explorados. “Estamos adquirindo mais conhecimento em exploração de gás natural e petróleo. O objetivo é ampliar as opções de geração energética na Vale”, afirmou o diretor executivo de Não Ferrosos e Energia, Tito Martins. Criada em 2003, a PGT passará a se chamar Vale Exploração e Produção de Gás Natural-E&amp;P, e ficará ligada ao departamento de Energia da Vale. Os sócios e diretores da PGT serão aproveitados na nova estrutura, informou a mineradora em nota. “A partir da aquisição da PGT, a Vale construirá sua equipe própria de profissionais especializados”, informou, acrescentando que vai pagar pela aquisição em parcelas anuais até 2013.</p>
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