Valdir Mariano de Souza, leitor do site Máfia do Lixo, era um dos passageiros do avião Embraer 190, da empresa aérea AZUL – Voo 9136, que no dia 30/10/2011 realizou o trecho entre Fortaleza-Ceará e Teresina-Piauí.
Tudo estaria certo para o passageiro Valdir Mariano de Souza em sua viagem, se não fosse o avião Embraer 190 da AZUL – Voo 9136 ter errado de aeroporto no nordeste.
Em aproximação para o Aeroporto Senador Petrônio Portella, no Piauí, a aeronave Embraer 190 – Azul – Voo 9136 acabou pousando no aeroporto Timon/Domingos Rego, no Maranhão.
O Aeroporto Senador Petrônio Portella, no Piauí, destino final de Valdir Mariano de Souza e de outros passageiros, fica a 6 km da pista de pouso de Timon/Domingos Rego, no Maranhão.
Em email enviado ao site Máfia do Lixo, Valdir Mariano de Souza, passageiro no Voo 9136, disse que “chegando a minha casa registrei reclamação no site da Azul Linhas Aéreas, lamentando o ocorrido, pois muita gente passou mal dentro da aeronave, devido ao balanço provocado pelo piloto ao fazer o percurso entre os dois aeroportos. Havendo, inclusive um senhor de idade que teve que ficar internado em Teresina. Bem como, registrei que o piloto sequer pediu desculpas aos passageiros pelo ocorrido, e até agora não recebi nenhum retorno da companhia aérea. Parece-me que estão tentando fazer vistas grossas o minimizar o ocorrido. Ainda estou na espera de qualquer manifestação por parte da Azul e até o momento não a recebi.”
O erro da aeronave Embraer 190 da AZUL chamou a atenção dos meios de comunicação por não ser comum na aviação comercial.
Inacreditável que isso ocorra e que a empresa aérea na peça desculpas aos passageiros do Voo 9136 da AZUL.
Uma grande falha de quem deseja ser grande no mercado aéreo do Brasil.
O Ceará possuiu cerca de 250 lixões. Lá se pretende instalar 30 aterros sanitários consorciados, que vão custar algo próximo de R$ 420 milhões aos cofres públicos. A informação é do secretário das Cidades, Camilo Santana (PT).
“A gente sabe que muitos municípios têm dificuldades de construir seus próprios aterros. Foi daí que surgiu a ideia dos consórcios, que vão receber aporte financeiro do Governo do Estado”, afirmou o secretário.
Segundo ele, até agora, estão garantidos os recursos para os aterros consorciados da Região do Cariri, da Região Norte, sediado em Sobral, e da Região do Jaguaribe, que será construído em Limoeiro do Norte.
De acordo com Santana, o Governo do Estado do Ceará deverá destinar, ainda na área de saneamento, R$ 4 milhões para que os 64 municípios cearenses com menos de 20 mil habitantes elaborem seus planos municipais de saneamento básico. “Até 2014, todos os municípios terão que ter seus planos elaborados para receber repasses do Governo Federal”, explicou o secretário.
O assunto foi discutido durante reunião de quase quatro horas entre o governador Cid Gomes (PSB), secretários estaduais e 20 prefeitos representantes da Associação dos Municípios e Prefeitos do Estado do Ceará (Aprece), no Palácio da Abolição.
O primeiro aterro a ser construído, já com recursos assegurados, é o Aterro Sanitário Consorciado do Cariri.
A disputa entre os parlamentares de situação e oposição teve nessa quarta-feira (02/12) o seu episódio mais grave desta legislatura. Um requerimento de autoria dos vereadores Roberto Mesquita (PV) e Vitor Valim (PHS), rejeitado pela Câmara Municipal, por muito pouco não provocou um confronto físico, dentro do plenário, entre o vereador Acrísio Sena (PT) e o próprio Roberto Mesquita. Indignado com ataques vindos do líder da prefeita, Mesquita saiu enfurecido de sua bancada e partiu para cima do colega parlamentar. Os dois só não brigaram porque os demais vereadores intervieram. O motivo para o acirramento dos ânimos tem origem na gestão do ex-prefeito Juraci Magalhães: um contrato bilionário da Prefeitura de Fortaleza, no valor de R$ 1,71 bilhão, firmado com empresa do grupo Marquise em 2002, que outorga a concessão dos serviços de coleta de lixo na capital cearense. Além de ter acesso à cópia do contrato e de seus aditivos, o que já tinha sido garantido pela prefeita Luizianne Lins (PT), o vereador Roberto requeria as notas fiscais referentes às faturas que o Município pagou à empresa do grupo Marquise nos últimos 24 meses. Na votação do requerimento, a base da prefeita mostrou força e não aprovou a matéria. Foram 16 votos contra e oito favoráveis. Indignado com o resultado, o vereador Roberto disparou sucessivos ataques. Uma das frases do vereador Roberto foi o estopim para a confusão generalizada. Roberto, vermelho e ofegante, foi em direção a Acrísio, que não se intimidou e se levantou para enfrentar o parlamentar. A briga foi evitada pelos demais vereadores. Até o presidente da Câmara, Salmito Filho (PT), que não estava presidindo a sessão, entrou no plenário para tentar acalmar os ânimos. De qualquer forma os documentos são públicos e devem ser fornecidos pela Executiva Municipal. Caso o vereador Roberto Mesquita (PV) não tenha sucesso por meio de seu pedido parlamentar, poderá fazer uso da Lei Federal no. 9051, de 18 de maio de 1995, que obriga “que as certidões para a defesa de direitos e esclarecimentos de situações, requeridas aos órgãos da administração centralizada ou autárquica, às empresas públicas, às sociedades de economia mista e às fundações públicas da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, deverão ser expedidas no prazo improrrogável de quinze dias, contado do registro do pedido no órgão expedidor”. Conheça na íntegra a Lei Federal de Fernando Henrique Cardoso. (mais…)
Existe a suspeita de desvio de verbas de até R$ 10 milhões, de convênios firmados entre seis municípios do interior do Ceará e a Fundação Nacional da Saúde (Funasa). A principal suspeita é que os contratos foram superfaturados. As investigações recaem no período entre 2006 e 2008. O Ministério Público Federal do Ceará (MPF-CE) estima que pode chegar a R$ 10 milhões a quantia desviada em um esquema de corrupção que envolvia servidores da Funasa, no Ceará, e funcionários de pelo menos seis municípios do interior. As denúncias culminaram com a Operação Fumaça, deflagrada pela Polícia Federal (PF), que cumpriu 45 mandatos de busca e apreensão autorizados pelo juiz federal de Juazeiro do Norte Sérgio Fiúza Tahin de Sousa. A PF investiga convênios da Funasa com prefeituras e para a contratação de empresas, em que recursos públicos podem ter sido desviados através de contratos de obras fraudados e superfaturamente de licitações. Os esquemas envolveriam 20 pessoas, seis empresas, além de funcionários de seis prefeituras. Além de ter apreendido documentos e computadores nas prefeituras de Caucaia, Iguatu, Brejo Santo, Reriutaba, Nova Russas e Morrinhos, municípios em que foram detectados indícios de irregularidades, a PF realizou apreensões também na sede da Coordenadoria Regional da Funasa no Ceará. Também foram cumpridos mandados de busca em outros quatro escritórios do órgão e nas residências de servidores municipais e da Funasa. Em Iguatu, o Ministério Público Federal detectou superfaturamento em uma obra de aterro sanitário que chega a R$ 1 milhão. Segundo a PF, as investigações que resultaram na Operação Fumaça foram iniciadas há oito meses, a partir de um relatório da Controladoria Geral da União (CGU). Nesse período foram realizadas perícias e quebras de sigilo bancário, que levantaram as informações que desencadearam na operação.