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	<title>Máfia do Lixo &#187; Assassinato</title>
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	<description>Editor: Adm. Enio Noronha Raffin</description>
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		<title>`Brasil é mesmo o país da impunidade´, diz pai que teve filho assassinado</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 19:22:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Denúncias]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Sergio Gabardo]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Gabardo]]></category>
		<category><![CDATA[Transportadora Gabardo]]></category>

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		<description><![CDATA[“Lamentavelmente a cada dia que passa, firmo mais ainda minha convicção de que o nosso Brasil é mesmo o país da impunidade. E não são poucos os exemplos. Naturalmente se quisesse enumerá-los, faltaria espaço para tanta coisa. Por isso me atenho ao caso (descaso) do assassinato do meu filho Mário, ocorrido na noite de 29 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Lamentavelmente a cada dia que passa, firmo mais ainda minha convicção de que o nosso Brasil é mesmo o país da impunidade. E não são poucos os exemplos. Naturalmente se quisesse enumerá-los, faltaria espaço para tanta coisa. Por isso me atenho ao caso (descaso) do assassinato do meu filho Mário, ocorrido na noite de 29 de setembro de 2005, quando, aos 20 anos, se dirigia para uma confraternização com amigos de infância.</p>
<p>Acabou assassinado de maneira estúpida e até hoje, passados nada menos do que 69 meses, ou 2.070 dias, nunca se ficou sabendo o que realmente aconteceu naquela noite. Muito menos quem foram os responsáveis por sua morte.</p>
<p>Pasmem!</p>
<p>A falha terrível das nossas chamadas autoridades da área da segurança pública, que jamais conseguiram explicar o que aconteceu, acabou premiando os assassinos com o tão conhecido de nós, Instituto da Impunidade.</p>
<p>Desde aquela terrível noite, tenho me debatido, cobrado, bradado aos quatro ventos para que alguém consiga justificar tamanho descaso. E nada! Ninguém consegue me dar uma explicação plausível. Há tantas autoridades da área da segurança pública&#8230; políticos, inclusive de carreira, gente grande que passou pela secretaria da Segurança Pública, e que jamais consegui me dar sequer, um minuto de atenção. Nunca quiseram ouvir o clamor deste Pai que, desesperado para saber o que efetivamente aconteceu com o seu Filho, clama por Justiça!</p>
<p>Inaceitável. Talvez queiram, essas pessoas que detem cargos importantes, que eu seja vencido pelo cansaço. Mas isso nunca acontecerá, porque enquanto tiver um sopro de vida do meu peito, estarei cobrando o que me é de direito, como um cidadão que paga regiamente seus impostos e cumpre fielmente com suas obrigações cívicas. Essas autoridades me devem isso e precisam fazer jus aos altos salários que percebem, oriundos da sociedade e também para honrarem o juramento que fazem quando assumem esses cargos.</p>
<p>Ou será que tudo é para cumprir estatuto legal e não tem razão de ser?</p>
<p>Há mais de cinco anos que meu peito sangra; que a dor toma conta do meu coração e me enche os olhos de lágrimas por não saber o que aconteceu com meu filho Mário, por não saber quem foram os seus executores e por qual motivo lhe abreviaram a vida de maneira tão ardilosa.</p>
<p>Mas essas autoridades preferem fazer o tradicional “olho branco” frente ao descaso inexplicável. Não conseguem explicar simplesmente porque não há como justificar tamanha falta de consideração humana, talvez porque eu não seja tão importante quanto essas autoridades. Certamente se um caso semelhante tivesse ocorrido com um familiar seu, as coisas seriam bem diferentes, haveria sim, desfecho e os criminosos estariam pagando pelo crime que cometeram.</p>
<p>É este apenas o meu anseio: o sentimento de Justiça pulsa em mim e apenas em mim, porque para essas autoridades o assassinato cruel do Mário, aos 20 anos de idade, é somente mais um número da hedionda estatística dos crimes insolúveis.</p>
<p>Basta. Quero respeito pelo cidadão que sou. Pelo Pai do Mário que morreu cruelmente pelas mãos de assassinos impunes por conta do descaso oficial. Mãos assassinas que continuam a ceifar vidas, tendo como maior incentivo, a impunidade que pessoas investidas em cargos oficiais lhes asseguram.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-3796" title="MARIO-SERGIO-GABARDO" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/06/MARIO-SERGIO-GABARDO.jpg" alt="" width="195" height="333" />Quero sim, saber quem matou meu filho Mário e se houve algum mandante para identificá-los e encaminhar ao poder Judiciário, a fim de que sejam punidos com a atual legislação.</p>
<p>O poder público me deve isso e, como Pai, vou continuar cobrando, distribuindo correspondências eletrônicas até que essas autoridades façam a sua parte, pois esse direito ninguém pode me negar. Sérgio, Pai do Mário&#8221;<span id="more-3795"></span></p>
<p>Sérgio Gabardo teve seu filho assassinado. Um jovem empresário morto com um tiro pelas costas. Qualquer leigo no Brasil diria que o crime tem indícios de uma execução.</p>
<p>Mário Gabardo era diretor da empresa gaúcha Transportadora Gabardo, a qual presta serviços de transportes de veículos por meio de caminhões “cegonha”. O jovem empresário detinha informações estratégicas do mercado de transporte cegonheiro e de sua empresa onde era diretor de operações. Detalhes no processo de investigação do crime mostram que logo após o assassinato do empresário o “notebook” de Mário Gabardo foi roubado de dentro de sua sala na TransGabardo.</p>
<p>O crime tem testemunhas que declararam que ocorreu uma perseguição dos assassinos ao veículo de Mário Gabardo. Após o tiro pelas costas, Mário ainda conseguiu fazer manobras no seu veículo e se colocar em fuga dos assassinos. O veículo percorreu pelo menos três quadras e logo se chocou com uma árvore e seu motorista, o empresário Mário Gabardo, acabou falecendo. Essas testemunhas do crime disseram que do veículo dos bandidos, um deles desceu com arma em punho e foi conferir se o empresário estava morto. Nada foi roubado. Esses detalhes constam do processo criminal aberto na Polícia Civil Gaúcha.</p>
<p>A Polícia Federal também andou investigando o assassinato de Mário Gabardo.</p>
<p>Duas áreas de segurança pública, uma estadual e outra federal, atuaram na tentativa de elucidação do assassinato do jovem empresário gaúcho. E até hoje os assassinos ainda não foram sequer identificados.</p>
<p>O pai, o empresário Sérgio Gabardo continua investigando a morte de seu filho. Todos os meses envia email as autoridades públicas cobrando a elucidação do assassinato de Mário.</p>
<p>Hoje (29/06) é mais um desses dias em que Sérgio Gabardo andou cobrando uma resposta das autoridades gaúchas que cuidam da segurança pública. E adivinhem se os bandidos ainda continuam impunes? Temos que lembrar os leitores que estamos no Brasil.</p>
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		<title>Indignação, revolta, descrença no poder das autoridades da Segurança Pública do Rio Grande do Sul</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 12:46:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Canoas]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Mário Gabardo]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
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		<description><![CDATA[Não há qualquer dúvida que a segurança pública no Brasil vai de mal a pior. Basta ficar atento aos noticiários policiais e o leitor terá detalhes dos inúmeros casos de assassinatos que ocorrem no Brasil. Certamente a grande maioria deles está a espera de uma profunda investigação das autoridades de segurança pública. Os processos criminais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não há qualquer dúvida que a segurança pública no Brasil vai de mal a pior.</p>
<p>Basta ficar atento aos noticiários policiais e o leitor terá detalhes dos inúmeros casos de assassinatos que ocorrem no Brasil. Certamente a grande maioria deles está a espera de uma profunda investigação das autoridades de segurança pública. Os processos criminais se avolumam nas prateleiras dos órgãos de segurança pública no Brasil.</p>
<p>Falta tudo na segurança pública. Homens e mulheres policiais, armamentos, equipamentos de segurança, veículos, combustível, delegacias, salários compatíveis com a função e o risco, e muitos outros itens que poderia aqui citar. Mas falta mesmo vontade política.</p>
<p>Um desses casos ocorreu no Rio Grande do Sul em 2005.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/05/SERGIO-GABARDO-EMPRESÁRIO-QUE-TEVE-SEU-FILHO-ASSASSINADO-EM-2005.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3745];player=img;" title="SERGIO GABARDO TEVE SEU FILHO ASSASSINADO EM 2005"><img class="alignleft size-full wp-image-3746" title="SERGIO GABARDO TEVE SEU FILHO ASSASSINADO EM 2005" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/05/SERGIO-GABARDO-EMPRESÁRIO-QUE-TEVE-SEU-FILHO-ASSASSINADO-EM-2005.jpg" alt="" width="348" height="326" /></a>Sérgio Gabardo teve seu filho assassinado. Um jovem empresário morto com um tiro pelas costas. Qualquer leigo no Brasil diria que o crime tem indícios de uma execução.</p>
<p>Mário Gabardo era diretor da empresa gaúcha Transportadora Gabardo, a qual presta serviços de transportes de veículos por meio de caminhões &#8220;cegonha&#8221;. O jovem empresário detinha informações estratégicas do mercado de transporte cegonheiro e de sua empresa onde era diretor de operações. Detalhes no processo de investigação do crime mostram que logo após o assassinato do empresário o &#8220;notebook&#8221; de Mário Gabardo foi roubado de dentro de sua sala na TransGabardo.</p>
<p>O crime tem testemunhas que declararam que ocorreu uma perseguição dos assassinos ao veículo de Mário Gabardo. Após o tiro pelas costas, Mário ainda conseguiu fazer manobras no seu veículo e se colocar em fuga dos assassinos. O veículo percorreu pelo menos três quadras e logo se chocou com uma árvore e seu motorista, o empresário Mário Gabardo, acabou falecendo. Essas testemunhas do crime disseram que do veículo dos bandidos, um deles desceu com arma em punho e foi conferir se o empresário estava morto. Nada foi roubado.</p>
<p>Esses detalhes constam do processo criminal aberto na Polícia Gaúcha.</p>
<p>A Polícia Federal também andou investigando o assassinato de Mário Gabardo.</p>
<p>Duas áreas de segurança pública, uma estadual e outra federal, atuaram na tentativa de elucidação do assassinato do jovem empresário gaúcho.</p>
<p>E até hoje, passados 2.040 dias da data da morte de Mário Gabardo, os assassinos ainda não foram sequer identificados.</p>
<p>O pai, o empresário Sérgio Gabardo continua investigando a morte de seu filho. Todos os meses envia email as autoridades públicas cobrando a elucidação do assassinato de Mário.</p>
<p><span id="more-3745"></span>Ontem (29/05) foi mais um desses dias em que Sérgio Gabardo andou cobrando uma resposta das autoridades gaúchas que cuidam da segurança pública.</p>
<p>O leitor pode ler a seguir a íntegra do email de Sérgio Gabardo.</p>
<p>&#8220;Nessa segunda-feira, 29 de maio, se completou nada menos do que 68 meses do brutal assassinato do meu filho Mário, um jovem de apenas 20 anos de idade e que, por isso mesmo, tinha um futuro promissor e uma vida inteira pela frente. Como lembram, Mário foi assassinado na noite de 29 de setembro de 2005, quando se dirigia à casa de amigos para uma costumeira confraternização com colegas de infância. Não chegou ao local, porque foi assassinado covardemente com um tiro certeiro.</p>
<p>De lá para cá, e já se passaram 2.040 dias, e até hoje não conseguiram me provar quem assassinou o meu querido filho Mário ou quem foram os mandantes do bárbaro crime.</p>
<p>Tenho me debatido para cobrar das chamadas autoridades da área da segurança pública, explicações sobre a causa e os responsáveis pela morte do meu filho Mário. Mas nada! Nenhum esclarecimento capaz de me convencer sobre quem mandou assassinar meu filho Mário, ou sobre quem efetivamente tirou sua vida!</p>
<p>O sentimento de Justiça, e não o de vingança, está presente em mim desde aquela terrível noite. Tento, mas não consigo obter qualquer resposta dessas chamadas autoridades que tem a obrigação e o dever de fazer a sua parte, esclarecendo esse crime, assim como dezenas de outros que ficam constando apenas como simples caso insolúveis, engordando as estatísticas hediondas da falta de segurança.</p>
<p>Fiquei por longos três meses em silêncio absoluto, esperando que alguma autoridade me desse as respostas de que tanto procuro. Mas nada!</p>
<p>É um descaso tão hediondo quando o crime que tirou o Mário do nosso convívio!</p>
<p>Repugnante!</p>
<p>Naturalmente que nada irá suprimir a intensa dor que sinto pela perda do meu filho Mário. Mas se essas autoridades da segurança pública fizessem a sua parte, identificando ou autores e/ou os mandantes para encaminhá-los à Justiça, me sentiria, como todo o Pai, um pouco melhor, ao saber que a Justiça dos homens estaria sendo feita.</p>
<p>Inadmissível! Inaceitável!</p>
<p>A dor que carrego no peito, se depender dessas autoridades, movidas pelo descaso, será eterna para mim, pois falta, além da vontade política de solucionar o caso, vontade de agir, principalmente para tentar reverter os erros cometidos desde o início dos trabalhos de investigação. Um erro seguido do outro. E foram tantos, que servem de justificativa para não encontrarem quem assassinou o meu filho Mário ou quem o mandou matar.</p>
<p>Sempre trataram e continuam a tratar o caso com descaso, repito, repugnante. A políticos recorri, àqueles mesmos que na hora das campanhas eleitorais, recorrem a gente, cidadãos, pedindo apoio. Mas quando precisamos, parece faltarem-lhe forças para fazer mover a máquina das autoridades da segurança pública.</p>
<p>Inacreditável, mas parece que todos, indistintamente, querem me levar, como a centenas de outros pais, à derrota pelo cansaço. Mas jamais irei esmorecer. Enquanto tiver um sopro de vida, estarei cobrando o que me é de direito. O poder público constituído me deve isso. Sou um cidadão pagador dos meus impostos e, como cidadão, mereço respeito, consideração e a contrapartida do Estado.</p>
<p>Permanecerei cobrando eficácia dessas autoridades de segurança pública até solucionarem esse crime e mostrarem à sociedade, quem matou ou mandou matar meu filho Mário. É para isso também, que essas autoridades recebem altos salários pagos por cada um de nós.</p>
<p>Não aceito passivamente o descaso e a falta de interesse dessas autoridades.</p>
<p>Não calarei até que me tragam a resposta que busco, em nome da Justiça!</p>
<p>Sergio, pai do Mário.&#8221;</p>
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		<title>Assassinos do empresário Mário Sérgio Gabardo estão impunes há 2.038 dias</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 15:14:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Canoas]]></category>
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		<category><![CDATA[Mário Sergio Gabardo]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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		<description><![CDATA[Nessa sexta-feira (29/04/2011) acordei cedo pela manhã como sempre faço. O relógio digital em cima da mesa de cabeceira marcava 5h. Abri a janela e notei o lindo dia. O sol forte e o céu azul com nuvens brancas mostravam o esplendor da natureza. São inúmeras as maneiras com que a natureza contempla nosso cotidiano, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: small;">Nessa sexta-feira (29/04/2011) acordei cedo pela manhã como sempre faço. O relógio digital em cima da mesa de cabeceira marcava 5h. Abri a janela e notei o lindo dia. O sol forte e o céu azul com nuvens brancas mostravam o esplendor da natureza.</span></div>
<div><span style="font-size: small;">São inúmeras as maneiras com que a natureza contempla nosso cotidiano, por vezes, monótono, vazio, corriqueiro, sem muitas novidades.</span></div>
<div><span style="font-size: small;">Mas hoje 29 de abril é transbordado de noticias. Entre as milhares novidades no Planeta Terra, há pelo menos uma que não será noticiada nos veículos de comunicação do Brasil.</span></div>
<p><span style="font-size: small;"> </p>
<p></span></p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/04/MARIO-SERGIO-GABARDO.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3664];player=img;"></a><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/04/MARIO-SERGIO-GABARDO.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3664];player=img;" title="MARIO-SERGIO-GABARDO"><img class="alignleft size-full wp-image-3666" title="MARIO-SERGIO-GABARDO" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/04/MARIO-SERGIO-GABARDO.jpg" alt="" width="195" height="333" /></a>A notícia da imensa saudade que toma conta dos pais de Mário Sérgio Gabardo, que enche os olhos de uma Pai e de uma Mãe, com lágrimas de emoção, de revolta e de indignação, frente ao gigantesco descaso com que as autoridades da área da segurança pública do Rio Grande do Sul tratam o assassinato de seu único filho, um jovem de apenas 20 anos, que tinha certamente um futuro brilhante pela frente, e que foi brutalmente assassinado na noite de 29 de setembro de 2005.</p>
<p>São 2.038 dias de saudades do jovem empresário Mário Sérgio Gabardo.</p>
<p>Um caso policial ainda sem solução pela polícia civil gaúcha.</p>
<p>A Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul até a presente data ainda não conseguiu colocar na cadeia os assassinos de Mário Sérgio Gabardo.</p>
<p>Os assassinos continuam impunes.</p>
<p>Na noite de 29 de setembro de 2005, o jovem Mário Sérgio Gabardo, com apenas 20 anos, estava ingressando em uma residência de amigos na cidade gaúcha de Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, quando foi alvejado por um tiro.</p>
<p>Mesmo mortalmente ferido, Mário Sérgio colocou o seu automóvel em fuga.</p>
<p>Os dois assassinos perseguiram o jovem empresário, por três quadras. Novos tiros no trajeto de fuga do empresário foram disparados pelos bandidos, conforme testemunha.</p>
<p>Na fuga Mário Sérgio acabou tendo o seu automóvel colidido contra uma árvore.</p>
<p>Um dos assassinos desceu do veículo em que se encontrava e foi lá conferir se Mário Sérgio estava morto.</p>
<p>A seguir, se colocaram os dois assassinos em fuga.</p>
<p>Mário Sérgio Gabardo deu entrada no hospital da cidade de Canoas, onde veio a falecer.</p>
<p>Declaração de testemunha aponta para uma execução.</p>
<p>Mário Sérgio Gabardo era diretor da empresa TransGabardo, uma das maiores transportadoras cegonehiras do Brasil. Atende a empresa, com exclusividade, a Hyundai em todo o país.</p>
<p>Por ser um jovem empresário de sucesso na TransGabardo, Mário Sérgio detinha estratégicas informações sobre a empresa e o mercado de transporte de veículos novos.</p>
<p>O processo policial de Mário Sérgio Gabardo está na prateleira dos &#8220;crimes não solucionados&#8221; pela Secretaria de Segurança Pública gaúcha.</p>
<p>Dizem pessoas experientes em casos policiais que só um milagre para encontrar os assassinos do jovem empresário.</p>
<p>O pai de Mário Sérgio Gabardo, o empresário Sergio Mário Gabardo é incansável.</p>
<p>Jamais irá descansar se não encontrar os assassinos de seu filho Mário Sérgio.</p>
<p>Talvez nessa sexta-feira (29/04) será mais um dia comum para muitas pessoas.</p>
<p>Certamente hoje não será um dia qualquer para o pai do Mário Sérgio, que tem em seu coração cravado o 29.</p>
<p>Hoje, 29 de abril, a saudade bate no fundo do coração da família Gabardo.</p>
<p>Bate mais forte no peito de um Pai que perdeu o seu filho amado, seu amigo e seu companheiro de todas as horas.</p>
<p>É mais um dia para lembrar os erros cometidos pelos agentes públicos nos trabalhos de investigação do assassinato de Mário Sérgio.</p>
<p>Sergio Mário Gabardo, Pai de Mário Sérgio, continua sem saber o que realmente aconteceu naquela trágica noite de 29 de setembro de 2005.</p>
<p>Passaram-se 68 meses e Sérgio Mário ainda não sabe quem matou o seu único filho e, pior, quem foram os mandantes e os dois assassinos, e por qual o motivo decidiram ceifar a vida de Mário Sérgio.</p>
<p>É doloroso demais para um Pai perder o filho amado e ser tratado com tamanho descaso por quem deveria garantir a segurança dos cidadãos. Sergio Mário Gabardo vai prosseguir o seu caminho, em mais uma missão de cobrar publicamente o que lhe é de direito como cidadão comum. Sergio Mário Gabardo continuará escrevendo todo o dia 29, diretamente ou por meio de seus amigos, como faço agora.</p>
<p>Relembre nesse dia 29 o Caso Mário Sérgio Gabardo.<span id="more-3664"></span></p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/04/PROCESSO-MARIO-SERGIO-GABARDO.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3664];player=img;" title="PROCESSO-MARIO-SERGIO-GABARDO"><img class="alignleft size-full wp-image-3667" title="PROCESSO-MARIO-SERGIO-GABARDO" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/04/PROCESSO-MARIO-SERGIO-GABARDO.jpg" alt="" width="298" height="448" /></a>O jovem empresário Mário Sérgio Gabardo, aos 20 anos, não tinha motivo para desconfiar que vivia suas últimas horas, ao entardecer do dia 29 de setembro de 2005, quando saiu da empresa em que era sócio com seu pai, a Transportadora Gabardo Ltda, por volta das 18h30.</p>
<p>Mário Sérgio tinha dois compromissos para a noite dessa quinta-feira de primavera.</p>
<p>A Transportadora Gabardo fica localizada no bairro Anchieta, próximo ao Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, no RS.</p>
<p>Mário Sérgio saiu dali e se dirigiu para a faculdade que cursava na universidade PUCRS, localizada na Avenida Ipiranga, onde deveria prestar prova no curso de Direito. Ele estava cursando o 8º. semestre.</p>
<p>Concluída a prova, o jovem diretor de frota de caminhões cegonheiros da TransGabardo dirigiu-se para a cidade de Canoas, situada na região metropolitana de Porto Alegre, colada a capital gaúcha, onde morava.</p>
<p>Mário Sérgio tinha por hábito, nas noites de quinta-feiras, realizar um churrasco com amigos, em uma casa particular na rua Tomé de Souza, em Canoas, sempre que sua agenda lhe permitia.</p>
<p>Na noite de 29 de setembro de 2005, por volta das 20h50m, o jovem empresário Mário Sérgio, já havia deixado o seu automóvel Peugeot 307, cor cinza, automático, ano 2005, placas IXX 0307, no estacionamento do Shopping Bourbon Zaffari Canoas.</p>
<p>Nesse momento Mário Sérgio falava ao telefone celular com o Anderson, um amigo pessoal.</p>
<p>Mário Sérgio disse a Anderson que estava no supermercado e que fazia as compras para o churrasco daquela quinta-feira.</p>
<p>Conforme a nota fiscal da Companhia Zaffari Comércio e Indústria, encontrada posteriormente entre seus pertences no carro Peugeot 307, Mário Sérgio passou pelo caixa do supermercado às 21h18m.</p>
<p>A nota fiscal discrimina as suas compras: coxa de frango, costela bovina, costela de ovino, lingüiça toscana, pão, alho, carvão, cerveja e refrigerantes.</p>
<p>A atendente de nome Tatiane realizou a operação de registro dessas compras, encerrando exatamente às 21h20m.</p>
<p>Mário Sérgio gastou apenas dois minutos para passar as suas compras no caixa do supermercado e realizar o pagamento no valor de R$ 66,77 (em setembro de 2005).</p>
<p>Depois Mário Sérgio se desloca para o estacionamento do shopping. Descarrega as compras do carrinho do supermercado e as coloca no porta-malas de seu automóvel Peugeot 307.</p>
<p>Mário Sérgio ficou entre 20h50 e 21h30 na área do Shopping Bourbon Zaffari Canoas. Ele estava a poucos minutos de sua morte.</p>
<p>A seguir o jovem empresário Mário Sérgio tomou o rumo da casa do amigo, que mora na rua Tomé de Souza, no bairro Niterói, em Canoas, onde seria realizado o churrasco.</p>
<p>A distância percorrida entre o Shopping Bourbon Zaffari Canoas e a casa da rua Tomé de Souza, possui em linha reta, não mais do que dois quilômetros.</p>
<p>Mário Sérgio, como morador de Canoas sabia que a cidade era dividida pela BR 116. Com toda a certeza escolheu um caminho seguro entre os dois pontos (shopping e o local do churrasco) para trafegar com seu Peugeot 307 naquele horário da noite.</p>
<p>Do shopping chegou à rua Humaitá e a seguir ingressou na rua Venâncio Aires, percorrendo-a no sentido centro-bairro. Pela rua Venâncio Aires, o empresário Mário Sérgio, em seu automóvel Peugeot 307, passou por cinco quadras até alcançar a esquina da rua Tomé de Souza.</p>
<p>Mário Sérgio quase na esquina da rua Venâncio Aires com a rua Tomé de Souza, exatamente às 21h37m38, faz uma ligação de seu telefone celular para o aparelho celular de seu amigo Anderson que está no local da confraternização.</p>
<p>A ligação durou 30 segundos, tempo suficiente para que o amigo Anderson soubesse de que ele estava nas imediações da casa da rua Tomé de Souza e que fosse aberto o portão da garagem de acesso ao interior do imóvel, onde ingressaria com seu carro (como sempre fazia rotineiramente nas quinta-feiras a noite).</p>
<p>O Peugeot 307 parou na esquina da rua Venâncio Aires com a rua Tomé de Souza.</p>
<p>O empresário Mário Sérgio deu o sinal de que ingressaria com seu carro a sua esquerda, na rua Tomé de Souza. Ao realizar a manobra com o Peugeot 307, dobrando a esquerda na Tomé de Souza, Mário Sérgio cumprimentou o manobrista da Galeteria Piatto Bello, que estava postado a frente dos veículos estacionados na área do restaurante. Esse lhe retribuiu com um aceno de mão.</p>
<p>O funcionário da Piatto Bello viu o Peugeot 307 de Mário Sérgio dobrar na rua Tomé de Souza. Também viu que atrás do Peugeot 307 vinha um automóvel Ford KA, cor prata, o qual realizou a mesma manobra.</p>
<p>Até essa altura, Mário Sérgio não dava indicativo de se sentir ameaçado ou perseguido, tanto que acenou para o manobrista do restaurante Piatto Bello.</p>
<p>O jovem empresário, diretor da TransGabardo, estava a poucos metros da casa particular onde se realizaria a confraternização habitual com seu grupo de amigos.</p>
<p>Mário Sérgio, dirigindo o seu Peugeot 307 trafega mais alguns metros na rua Tomé de Souza, não mais de 30 metros, e vira o carro para a esquerda, após uma árvore, embicando-o em direção ao portão da casa de número 258, para ingressar na área interna do imóvel, onde se encontraria com os amigos para o churrasco semanal habitual.</p>
<p>Dentro de seu carro, Mário Sérgio aguardou por algumas frações de segundos para que fosse aberto o portão da casa de no.258.</p>
<p>Nesse momento, encosta em perpendicular ao carro de Mário Sérgio e paralelo a rua, de forma repentina, com luzes apagadas, por meio de uma manobra brusca, o automóvel Ford KA prata, que o estava perseguindo, sem que tivesse desconfiado do que estava prestes a acontecer.</p>
<p>O veículo Ford KA prata parou na contra mão da rua Tomé de Souza, junto à calçada do lado esquerdo, muito próximo do Peugeot 307 de Mário Sérgio.</p>
<p>Do automóvel Ford Ka prata, saltou pela porta dianteira do lado direito (a do carona), um homem de 1m80 de altura, com uma arma na mão direita, gritando para que Mário Sérgio saísse do carro.</p>
<p>&#8220;Desce do carro, desce do carro&#8221;, gritava o homem, empunhando a arma na direção de Mário Sérgio.</p>
<p>Ato imediato, segurando a arma do crime, agora com as duas mãos, como se fosse um experiente atirador e executor, o assassino dispara dois tiros.</p>
<p>Um desses tiros disparados realiza a trajetória de &#8220;fora para dentro do Peugeot 307, da esquerda para a direita, de trás para a frente&#8221;, vindo a destroçar o vidro da porta lateral esquerda traseira.</p>
<p>Esse projétil penetra no corpo de Mário Sérgio, na &#8220;região escapular esquerda, acaba lacerando o lobo superior do pulmão esquerdo, ventrículo esquerdo, e se aloja no interior do saco pericárdico&#8221; (tecido fibroso que envolve o coração) do jovem empresário.</p>
<p>Gravemente ferido, o empresário Mário Sérgio consegue, inacreditavelmente, engatar uma marcha a ré no seu Peugeot 307, e a seguir acelera o veículo para a frente, percorrendo alguns metros pela rua Tomé de Souza e entrando à esquerda na rua Conde de Porto Alegre, no sentido do centro da cidade de Canoas.</p>
<p>O automóvel Ford KA prata, de luzes apagadas, com os dois assassinos dentro do veículo, sai correndo atrás do Peugeot 307 de Mário Sérgio, fazendo o mesmo percurso, perseguindo-o a uma pequena distância.</p>
<p>Os dois carros percorrem duas quadras da rua Conde de Porto Alegre, sentido bairro-centro em Canoas.</p>
<p>Ainda na rua Conde de Porto Alegre, esquina com a rua da Figueira (segunda rua paralela com a rua Tomé de Souza), uma testemunha declarou ter ouvido três disparos de arma de fogo e a seguir novamente mais tiros. Essa mesma testemunha recorda de um barulho de uma colisão de carro.</p>
<p>O Peugeot 307 acabou subindo a calçada e colidindo com uma árvore na rua Conde de Porto Alegre, quase esquina com a rua da Figueira.</p>
<p>Mário Sérgio dentro do Peugeot 307 estava afivelado ao seu cinto de segurança, desmaiado, sem qualquer reação.</p>
<p>Consta que o veículo Ford KA prata, parou junto ao Peugeot 307, e dele desceu o assassino que deu o tiro mortal, se aproximando de Mário Sérgio. O assassino observou sua vítima por alguns instantes, e então voltou para o carro Ford Ka.</p>
<p>A seguir se colocaram em fuga. O veículo Ford KA prata, onde estava o assassino e seu comparsa motorista, desceu a rua Conde de Porto Alegre de ré, com as luzes apagadas, tendo entrado a seguir, também de ré, na rua FAB (Força Aérea Brasileira), uma abaixo da rua da Figueira.</p>
<p>Em seguida, engataram marcha a frente pela mesma rua FAB e saíram, duas quadras depois, na avenida Getúlio Vargas que margeia a BR 116 (estrada federal que atravessa a cidade e a corta em duas), sentido para o centro de Canoas.</p>
<p>Imediatamente juntaram-se vários moradores em volta do Peugeot 307, cuja atenção foi despertada pelos tiros, pela freada de pneus e pelo barulho da colisão com a árvore.</p>
<p>Passaram essas pessoas a serem testemunhas dos fatos ali ocorridos.</p>
<p>Uma delas pediu socorro por telefone, e logo a brigada militar, uma ambulância e policiais civis se fizeram presentes no local.</p>
<p>O jovem empresário Mário Sérgio Gabardo foi transferido nessa ambulância para o Hospital Nossa Senhora das Graças, em Canoas, e lá declarado morto.</p>
<p>Isso aconteceu há 2.038 dias. E ainda hoje nada se sabe sobre os assassinos. Esses estão impunes, se não mortos, conforme dizem as estatísticas que &#8220;bandidos não vivem muito tempo&#8221;.</p>
<p>Certamente Sérgio Mário Gabardo está ainda hoje a procura dos assassinos de seu filho Mário Sérgio.</p>
<p>Sérgio Gabardo é admirado por todos que o conhecem. E por ser um &#8220;homem de fibra e incansável&#8221;, vai continuar cobrando das autoridades de segurança pública do Rio Grande do Sul a elucidação do assassinato de seu filho Mário Sérgio Gabardo.</p>
<p>Enquanto Sérgio Mário Gabardo não ver os assassinos de seu filho na cadeia, não se ouvirá de sua pessoa, dizer que &#8220;agora posso descansar, cumpri meu compromisso com a minha familia e com a sociedade brasileira&#8221;.</p>
<div><span style="font-size: small;">Deus é o Pai. Ele criou a natureza. Criou o Homem. E Deus, após a morte do jovem Mário Sérgio, deu a familia Gabardo um novo herdeiro.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<p><span style="font-size: small;"> </p>
<p></span></p>
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		<title>Sergio, pai do Mário, luta para identificar e prender os assassinos de seu filho</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 14:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Canoas]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Sergio Gabardo]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Sergio Mário Gabardo]]></category>
		<category><![CDATA[TransGabardo]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos em janeiro de 2005 (ano de dois mil e cinco). O cidadão brasileiro Sergio Mário Gabardo, é um homem honrado, trabalhador e empresário. Possui uma família, um único filho homem. O jovem Mário Sergio Gabardo, 20 anos, seu filho, é estudante do curso de Direito da PUCRS, também um homem honrado, trabalhador e empresário. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1100" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><img class="size-medium wp-image-1100 " title="Mário Sergio Gabardo" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/01/mario_sergio_gabardo_08-240x300.jpg" alt="Lista de crimes no Rio Grande do Sul: os assassinos do jovem Mário não forma identificados" width="240" height="300" /><p class="wp-caption-text">Lista de crimes no Rio Grande do Sul: os assassinos do jovem Mário não foram identificados pela polícia gaúcha</p></div>
<p style="text-align: justify;">Estamos em janeiro de 2005 (ano de dois mil e cinco). O cidadão brasileiro Sergio Mário Gabardo, é um homem honrado, trabalhador e empresário. Possui uma família, um único filho homem. O jovem Mário Sergio Gabardo, 20 anos, seu filho, é estudante do curso de Direito da PUCRS, também um homem honrado, trabalhador e empresário. O pai Sergio Mário Gabardo iniciou sua vida profissional transportando tomate. “Comeu poeira”. Mais tarde, Sergio Mário ingressou no ramo do transporte de automóveis. Formou a TransGabardo (uma das grandes empresas cegonheiras do Brasil). Sergio Mário é um empresário de sucesso, conhecido no Brasil. Naquele ano de 2005, podíamos ver uma família brasileira que venceu pelo trabalho, que contribuiu ano a ano com seus impostos para que o Brasil seguisse o seu caminho como um país. Tudo estava certo. Mas, Deus reservava para essa família algo que poucos brasileiros já vivenciaram. Na noite de 29 de setembro de 2005, o seu filho Mário Sergio Gabardo, diretor da frota de caminhões cegonheiras da TransGabardo, teve a sua vida interrompida. Mário Sergio é brutalmente assassinado. O crime ocorreu na cidade de Canoas, na região metropolitana do município de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Por volta das 21h30min naquela noite de 29 de setembro, Mário Sergio termina uma prova na Faculdade de Direito da PUCRS, em Porto Alegre, e logo se dirige para a cidade de Canoas, onde reside e possui muitos amigos. Mário Sergio faz compras para uma confraternização, um churrasco, onde estariam presentes os amigos. Chega então à rua Tomé de Souza na cidade de Canoas, em seu automóvel. Ao estacionar o veículo, o jovem é abordado por um homem portando uma arma de fogo. O bandido desceu de um Ford KA de cor prata. Mário Sergio está ainda dentro de seu automóvel. O assassino faz um único disparo com a arma de fogo. O projétil acerta o coração de Mário Sérgio. Na gíria se diria “coisa de profissional”. Mário Sergio ainda consegue arrancar o seu automóvel, em alta velocidade, tenta dobrar à sua esquerda, mas bate em uma árvore. Mário Sergio Gabardo está morto. Os assassinos fogem em alta velocidade. O assassinato de Mário Sergio Gabardo provavelmente ingressa na “Lista” da Secretaria Estadual de Segurança do RS como mais um “crime ainda não solucionado”. Uma vergonha para a sociedade. Hoje, 29 de janeiro de 2009, a família Gabardo ainda sofre com o assassinato de Mário Sergio. Nesta data completa 3 anos, três meses e 4 dias do assassinato de Mário Sergio Gabardo.</p>
<div id="attachment_1101" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/01/gabardo_ok_2.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1099];player=img;" title="Sergio Mário Gabardo"><img class="size-medium wp-image-1101" title="Sergio Mário Gabardo" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/01/gabardo_ok_2-300x281.jpg" alt="“Quem seriam esses assassinos? Teriam assassinado meu filho a mando de alguém?” " width="300" height="281" /></a><p class="wp-caption-text">“Quem seriam esses assassinos? Teriam assassinado meu filho a mando de alguém?” </p></div>
<p style="text-align: justify;">Um crime sem solução? “Quem seriam esses assassinos? Teriam assassinado meu filho a mando de alguém?” Apenas duas perguntas que até hoje Sergio Mário Gabardo ainda não tem as respostas. Sergio Mário Gabardo tem a forte convicção de que os assassinos serão presos pelas autoridades de Segurança Pública do Rio Grande do Sul. Mas não fica esperando pelas autoridades públicas. Como cidadão brasileiro e como pai, Sergio Mário Gabardo pressiona para que as autoridades de segurança pública cumpram o seu papel. Somente assim o assassinato de Mário Sergio Gabardo não passará definitivamente para o esquecimento público. Recebo hoje mais um email do meu amigo Sergio. Vamos ler. “Uma vez mais, venho à presença dos senhores para dizer que mais um mês se passou, sem que eu tenha notícias do ocorrido com meu filho Mário. Ele foi morto em 29 de setembro de 2005 e, até o momento, as autoridades envolvidas no caso não conseguiram identificar os autores ou mandantes. Ele tinha, apenas, 20 anos e era um filho como todos os pais gostariam de ter. Apesar da pouca idade, aliada à humildade e vontade de crescer, Mário destacou-se profissionalmente, conquistando o respeito de todos os funcionários e clientes da empresa. Estava pronto para assumir a empresa em janeiro de 2006. Isso tudo não era novidade no mercado e estávamos incomodando outras empresas do ramo. Eu recebi muitas ameaças dirigidas à minha pessoa e à empresa, muitas delas registradas, além de várias coincidências que eu poderia relacionar aqui, mas que não vem ao caso, pois estão tramitando em outra esfera. Como começou o processo: o assassinato do Mário foi tratado pelas autoridades que chamaram a perícia como “carro atingido por arma de fogo”, sem nenhuma referência a sua morte. Como esse é o início que desencadeou todo o processo, imaginem o desfecho. No dia seguinte, enquanto seu corpo estava sendo velado, o computador pessoal de Mário desapareceu misteriosamente de sua mesa de trabalho, mas isso foi considerado como outro caso, sem relação com a morte dele e simplesmente ignorado, apesar da empresa ter fornecido cópia da fita de filmagem e insistido para que fosse investigado. Se os senhores estão cansados de ler meus textos, um dia por mês, tentem se colocar no meu lugar. Como pai que teve seu então único filho assassinado, eu vejo relação entre todas as situações expostas acima. Mas estou sozinho nessa luta. <a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/01/mario_sergio_gabardo_local_assassinato.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1099];player=img;" title="Mapa da Cidade de Canoas no Rio Grande do Sul"><img class="alignright size-medium wp-image-1102" title="Mapa da Cidade de Canoas no Rio Grande do Sul" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/01/mario_sergio_gabardo_local_assassinato-300x193.jpg" alt="Mapa da Cidade de Canoas no Rio Grande do Sul" width="300" height="193" /></a>O Estado, representado pelas autoridades que se dizem competentes, não se fez presente, nem mesmo para dizer que compreendia a minha dor de pai, ou que sentia muito. E isso, mesmo depois de muito insistir para ser recebido por algumas dessas autoridades. Será que não há uma única autoridade, nessa imensa lista, que tenha poder para mandar investigar o assassinato do Mário com o respeito que ele, como cidadão, merecia? Sou um cidadão comum, não um político, nem autoridade nesse meio. Mas será que isso justifica o descaso com que venho sendo tratado? Onde estão os Ministérios Públicos Estadual e Federal ou a Polícia que sempre nos encheu de orgulho? Só percebe a situação real da segurança pública (que de segurança só tem o nome) quem enfrenta uma situação semelhante a minha. Não espere que chegue a sua vez para fazer alguma coisa. Nesse dia, pode não haver mais segurança, nem mesmo no nome, pois pode ter sido substituída por “impunidade pública”, como de fato já foi. Para mim, o dia é o 29. Qual será o de vocês, pais de família, que ainda acredita na força de nossa justiça, como eu acreditava? Peço a Deus que proteja suas famílias, na certeza de que Ele não nos abandona, pois a justiça dos homens já não merece a minha consideração e de nem um cidadão Brasileiro. Sérgio, pai do Mário.</p>
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		<title>Índio Raoni recebe título de doutor honoris causa Universidade Federal de Mato Grosso</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 10:59:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Universidade Federal de Mato Grosso decidiu homenagear o líder caiapó Raoni Txucarramãe, de 76 anos, com o título de Doutor Honoris Causa. Raoni tornou-se mundialmente famoso no início da década de 1990, quando, junto com o cantor britânico Sting, percorreu o mundo para divulgar a causa da preservação da Amazônia e em defesa da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade Federal de Mato Grosso decidiu homenagear o líder caiapó Raoni Txucarramãe, de 76 anos, com o título de Doutor Honoris Causa. Raoni tornou-se mundialmente famoso no início da década de 1990, quando, junto com o cantor britânico Sting, percorreu o mundo para divulgar a causa da preservação da Amazônia e em defesa da demarcação da terra indígena Menkragnoti, no sul do Pará, na divisa com Mato Grosso. Antes disso, em 1976, ele protagonizou o documentário &#8220;Raoni: a Luta pela Amazônia&#8221;, do francês Jean Pierre Dutilleux. Em 1980, virou notícia ao assumir participação no ataque e assassinato, a golpes de borduna (porrete de madeira), de um grupo de 11 peões que havia entrado na terra indígena. Parece que todo mundo endoidou de vez no Brasil. Um País não pode ter futuro se não tem uma elite pensante. E as universidades são responsáveis pela formação dessas elites pensantes. Quando uma universidade, pública, e federal, dá um título de Doutor Honoris Causa para um índio que cometeu a proeza de matar peão a bordunaço, então tudo está perdido. Se queriam homenageá-lo, que lhe dessem uma medalha por qualquer razão, mas jamais o título de Doutor Honoris Causa. Entretanto, como essas universidades públicas se tornaram em centros de fraudes, onde teses ostensivamente plagiadas são aprovadas e concedem título de doutor para criminosos, então por que Raoni não poderia se tornar ele também um Doutor? Os caras da universidade enlouqueceram de vez, virou tudo doido de pedra.</p>
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		<title>&#8216;Estado errou ao perseguir Chico Mendes e pede desculpas&#8217;, diz Comissão de Anistia</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 12:50:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça aprovará nesta quarta-feira, 10, a condição de anistiado político do líder seringueiro Chico Mendes pelos graves constrangimentos causados a ele, sua família e companheiros quando enquadrado na Lei de Segurança Nacional durante a ditadura militar. &#8220;O Estado Brasileiro está reconhecendo que errou e pede desculpas por esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça aprovará nesta quarta-feira, 10, a condição de anistiado político do líder seringueiro Chico Mendes pelos graves constrangimentos causados a ele, sua família e companheiros quando enquadrado na Lei de Segurança Nacional durante a ditadura militar. &#8220;O Estado Brasileiro está reconhecendo que errou e pede desculpas por esse erro&#8221;, disse Sueli Bellato, vice-presidente da Comissão de Anistia. A viúva de Chico Mendes, Ilzamar, afirmou que o período em que Chico Mendes esteve enquadrado na LSN foi um dos mais terríveis de sua vida. Ela estava grávida de Elenira e os dias que antecediam as viagens a Manaus, onde Chico respondia ao processo, eram de absoluta angústia e sofrimento. &#8220;O Chico temia não voltar a Xapuri e sofria com a situação da família. Muitas vezes ficávamos sem alimento. Esse tempo foi de muito sofrimento&#8221;, disse Ilzamar. O julgamento do no Teatrão com a presença do ministro da Justiça, Tarso Genro, e cerca de dez conselheiros da Comissão de Anistia. Chico Mendes, Lula, Jacó Bittar e José Francisco (membro da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura, Contag) foram enquadrados na LSN porque participaram de um ato realizado em Brasiléia em 1980  em protesto ao assassinato do sindicalista Wilson Pinheiro. Para o aparelho repressor, eles estariam incitando a população a ir contra decisão judicial. O pedido de anistia foi protocolado em 2005.</p>
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		<title>Vice-presidente do CREMERS é executado com 5 tiros na saída de restaurante em Porto Alegre</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 10:28:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O médico Marco Antonio Becker foi assassinado a tiros por volta das 22h30min desta quinta-feira, na Rua Ramiro Barcelos, em Porto Alegre (RS). Becker era médico oftalmologista e vice-presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (CREMERS). De acordo com o relato de uma testemunha do crime, Becker foi abordado por dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2008/12/gol_porta_tiros_mab.jpg" rel="shadowbox[sbpost-377];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-392" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2008/12/gol_porta_tiros_mab.jpg" alt="" width="401" height="288" /></a>O médico Marco Antonio Becker foi assassinado a tiros por volta das 22h30min desta quinta-feira, na Rua Ramiro Barcelos, em Porto Alegre (RS). Becker era médico oftalmologista e vice-presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (CREMERS). De acordo com o relato de uma testemunha do crime, Becker foi abordado por dois homens em uma moto logo depois de entrar em seu veículo, um automóvel Gol branco ano 1988. O médico estava no tradicional restaurante “Alfredo”, na esquina da Ramiro Barcelos com a Cristóvão Colombo, onde havia jantado. Becker caminhou cerca de 50 metros em direção ao automóvel, quando uma motocicleta Falcon, cor prata, com dois homens sem capacetes passaram a segui-lo lentamente. Becker já havia entrado no veículo e dado a partida quando o caroneiro da motocicleta sacou uma arma e disparou 5 tiros contra o vidro do motorista. As balas atingiram o peito do médico, que ainda tentou pedir socorro abrindo a porta. Os dois assassinos fugiram. Gravemente ferido, Marco Antonio Becker tombou junto ao cordão da calçada e acabou morrendo no local. Uma testemunha chegou a ser ameaçada pelos dois assassinos, que o interpelaram pouco antes do ataque ao médico. “Eles perguntaram se eu conhecia o homem. Eu disse que não. Então eles mandaram eu sair dali, ou levaria bala” teria dito a testemunha. O caso está sendo tratado pela Polícia Civil como uma execução. “Não levaram nada da vítima. Não há dúvidas de que foi um assassinato. Temos agora de saber se ele tinha algum inimigo ou algum tipo de desavença com alguém”, afirmou a delegada Vandi Lemos Tatsch.</p>
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		<title>Ex-prefeita acusada de mandar matar radialista no CE deve ser julgada pelo Tribunal do Júri</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 09:46:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Vale]]></category>

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		<description><![CDATA[Compete ao Tribunal do Júri julgar e processar a ex-prefeita de Limoeiro do Norte (CE) Maria Arivan de Holanda Lucena. A decisão é da Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao julgar a reclamação da ex-prefeita contra denúncia recebida pela juíza de Direito da 1ª Vara da cidade. Maria Arivan é acusada pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Compete ao Tribunal do Júri julgar e processar a ex-prefeita de Limoeiro do Norte (CE) Maria Arivan de Holanda Lucena. A decisão é da Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao julgar a reclamação da ex-prefeita contra denúncia recebida pela juíza de Direito da 1ª Vara da cidade. Maria Arivan é acusada pelo Ministério Público estadual de ser a autora intelectual do assassinato do radialista Nicanor Linhares Batista. O crime já é objeto de inquérito em curso na Corte Especial do STJ, porque o marido da ex-prefeita, magistrado do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, é acusado de ser co-autor. Com a reclamação, ela quer evitar a separação dos processos, o que a levaria a ser julgada pelo Tribunal do Júri. Como o marido é desembargador federal, a competência para julgar o caso é da Corte Superior. A defesa pediu o arquivamento da denúncia sob a alegação de que haveria dupla autuação da justiça criminal para os mesmos fato e pessoa. Os advogados sustentaram que a competência tanto do STJ quanto do Tribunal de Júri são constitucionais, devendo predominar a jurisdição de maior graduação. <span id="more-360"></span>Ambas as ações estão sob a relatoria do ministro Hamilton Carvalhido. O inquérito – já convertido em ação penal devido ao oferecimento de denúncia pelo Ministério Público Federal (MPF) – aguardava a conclusão do julgamento da reclamação para que possa ser julgado. O relator, ministro Hamilton Carvalhido, votou pela parcial procedência da reclamação, declarando nulo o recebimento do aditamento da denúncia pela juíza, já que Maria Arivan estava vinculada ao processo em trâmite no STJ, excluindo-a, portanto, da condição de investigada no Tribunal. Além disso, declinou, para o mesmo juízo de primeiro grau, a competência para processar e julgar Maria Arivan, observadas as formalidades legais. Segundo o ministro Carvalhido, concorrem, no caso, duas competências constitucionais, afastando a incidência da norma legal que determina a unidade de processo em julgamento em razão da continência. Assim, o desembargador deve ser julgado e processado no seu foro privilegiado (STJ) e Maria Arivan no Tribunal do Júri, garantia constitucional inclusive.  O radialista Nicanor Linhares Batista foi assassinado a tiros por pistoleiros, no dia 30 de junho de 2003, no interior da Rádio Vale do Jaguaribe, de sua propriedade, na cidade de Limoeiro do Norte. Segundo o Ministério Público, existem fortes e fundadas suspeitas de que os mandantes teriam sido o desembargador e sua mulher, Maria Arivan, na época prefeita da cidade. Entre os indícios de autoria, está a forte inimizade entre o casal e o radialista, o que era de conhecimento público. O conflito começou durante a campanha eleitoral de 2000, quando o magistrado apoiou o candidato adversário de Maria Arivan, e se acirrou nos anos seguintes, com as freqüentes críticas do radialista à administração da prefeita. Nicanor Linhares Batista recebeu muitas ameaças atribuídas ao casal e ao dono de outra emissora de rádio. Segundo a denúncia do Ministério Público, pouco antes de morrer, ele teria dito a várias pessoas que, se algo lhe acontecesse, os três seriam responsáveis. Também constam na denúncia diversas agressões do desembargador contra o radialista, inclusive uma tentativa de homicídio que não se concretizou porque Nicanor conseguiu fugir.</p>
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		<title>Prefeito de Unaí, suspeito de mandar assassinar três auditores fiscais e um motorista em 2003, recebe condecoração da Assembléia de Minas Gerais</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 15:49:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Unaí]]></category>

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		<description><![CDATA[A condecoração do fazendeiro e prefeito de Unaí (MG), Antério Mânica (PSDB) pela Assembléia Legislativa de Minas Gerais causou indignação ao muitas pessoas. Antério recebeu a Medalha da Ordem do Mérito em cerimônia no Palácio das Artes. O prefeito de Unaí é acusado (junto com seu irmão Norberto) de ter encomendado a execução de quatro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-147" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2008/11/anterio_-manica-300x205.jpg" alt="" width="300" height="205" />A condecoração do fazendeiro e prefeito de Unaí (MG), Antério Mânica (PSDB) pela Assembléia Legislativa de Minas Gerais causou indignação ao muitas pessoas. Antério recebeu a Medalha da Ordem do Mérito em cerimônia no Palácio das Artes. O prefeito de Unaí é acusado (junto com seu irmão Norberto) de ter encomendado a execução de quatro integrantes de uma equipe fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em 28 de janeiro de 2003. O crime ficou conhecido como Chacina de Unaí. Três auditores fiscais &#8211; Eratóstenes de Almeida Gonçalves, Nelson José da Silva e João Batista Soares Lages &#8211; e o motorista da equipe, Aílton Pereira de Oliveira, morreram no ataque violento com armas de fogo na Chacina de Unaí. Os fiscais atingidos morreram na hora, mas Aílton, mesmo ferido à bala, conseguiu conduzir o carro até a estrada principal, chegou a ser socorrido, mas acabou não resistindo. Nesta última sexta-feira (28/11), a Chacina de Unaí completou 58 meses. Ainda não houve julgamento sobre o caso. Em janeiro, de serão cinco anos sem que os culpados tenham sido punidos. Na opinião de Rosa Jorge, que preside o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), a homenagem dos deputados estaduais mineiros foi uma afronta. &#8220;No momento em que se fala em ética, condecorar alguém sob o qual pesa uma acusação de ser mandante dos assassinatos de agentes do Estado é um absurdo&#8221;, declara a dirigente sindical. A despeito das acusações, o prefeito de Unaí foi reeleito nas eleições municipais deste ano com quase 60% dos votos válidos.</p>
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		<title>Caso do assassinato do empresário Mario Sergio Gabardo continua sem solução</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 15:33:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Canoas]]></category>
		<category><![CDATA[Gabardo]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>

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		<description><![CDATA[Noite de 29 de setembro de 2005, o jovem Mário Sergio Gabardo, 20 anos, estudante da Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), diretor da frota de caminhões cegonheiras da TransGabardo, tem a sua vida interrompida. Mário Sergio Gabardo é assassinado na cidade de Canoas, região metropolitana da capital [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-139" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2008/11/mario_sergio_gabardo_08.jpg" alt="" width="235" height="293" />Noite de 29 de setembro de 2005, o jovem Mário Sergio Gabardo, 20 anos, estudante da Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), diretor da frota de caminhões cegonheiras da TransGabardo, tem a sua vida interrompida. Mário Sergio Gabardo é assassinado na cidade de Canoas, região metropolitana da capital gaúcha. Como aconteceu? Por volta das 21h30min da noite de 29 de setembro de 2205, Mário Sergio termina uma prova na Faculdade de Direito da PUCRS, em Porto Alegre, e logo se dirige para a cidade de Canoas para cumprir um compromisso particular. Pouco antes o futuro advogado Mário Sergio faz compras para um churrasco com seus amigos de infância. Mário Sergio chega então à rua Tomé de Souza em seu automóvel. Ao estacionar o veículo, o jovem Mário Sergio é abordado por um homem portando uma arma de fogo. O bandido desceu de um automóvel KA de cor prata. Mário Sergio está ainda dentro de seu automóvel. O assassino faz um disparo com a arma de fogo e o empresário é baleado no coração. Mário Sergio arranca o seu automóvel em alta velocidade, tenta dobrar à sua esquerda, mas bate em uma árvore. Instantes depois, o diretor da TransGabardo está morto. Três anos transcorreram e os assassinos de Mário Sergio Gabardo continuam impunes. <span id="more-131"></span>A época Mário Sergio era o único filho do empresário cegonheiro Sergio Mário Gabardo, sócio majoritário da empresa gaúcha Transportes Gabardo (TransGabardo), uma das duas maiores do Brasil. Na TransGabardo o escritório do empresário cegonheiro Sergio Mario ainda hoje está repleto de  imagens do filho Mário Sergio, as quais estão distribuídas em cada espaço da sala. Pôster, fotos, cartões, desenhos de colégio, mensagens e carros em miniatura adornam mesas, prateleiras, estantes e paredes. Uma imagem de Nossa Senhora Aparecida e de Santo Antônio estão presentes. Mas, enquanto os assassinos do jovem Mário Sergio usufruem da liberdade, certamente fazendo novas vítimas, o pai Sergio Mário continua amargando a dor e o sofrimento sem sequer saber o que exatamente aconteceu naquela dramática e inesquecível noite de 29 de setembro. O empresário Sergio Mário Gabardo está na busca dos assassinos de seu filho. “O que teria ocorrido? Quem seriam esses assassinos? Teriam assassinado meu filho a mando de alguém?” Perguntas que até hoje Sergio Mário Gabardo ainda não tem as respostas. Todo o ano, sempre no dia 29 de cada mês, Sergio Mário vai a Igreja Santo Antônio, em Porto Alegre, onde reza por seu filho Mário Sergio. O frade capuchinho Achylles Chiappin, formado em Teologia e Filosofia, capelão em entidades de Porto Alegre (em março desse ano completou 50 anos de ordenação sacerdotal), autor do livro que tem por título “Confidências Espirituais de Mario Quintana”, sempre diz a Sergio para confiar na Justiça Divina. Eu confio na Justiça Divina. Tenho a convicção de que os assassinos de Mário Sergio Gabardo serão presos pelas autoridades de Segurança Pública do Rio Grande do Sul. É só aguardar para conferir.</p>
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		<title>Indignação, revolta, descrença no poder das autoridades da Segurança Pública</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 19:36:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Gabardo]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma vez, preciso falar sobre a minha indignação com a forma como a morte do meu filho Mário (20 anos, 8o. semestre de Direito) está sendo tratada. Indignação, revolta, descrença no poder das autoridades da Segurança Pública passaram a fazer parte dos meus dias. Aliás, que Segurança Pública? Basta abrir os jornais para vermos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-162" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2008/11/sergio_gabardo-300x281.jpg" alt="" width="300" height="281" />Mais uma vez, preciso falar sobre a minha indignação com a forma como a morte do meu filho Mário (20 anos, 8o. semestre de Direito) está sendo tratada. Indignação, revolta, descrença no poder das autoridades da Segurança Pública passaram a fazer parte dos meus dias. Aliás, que Segurança Pública? Basta abrir os jornais para vermos estampadas fotos de novas vítimas, cujo número cresce, assustadoramente, a cada dia.</p>
<p>Onde está a força de nossas autoridades? O que foi feito dela? O que aconteceu com a nossa polícia, que tanto nos orgulhou? Jovens de bem, como o Mário, são assassinados covardemente e seus assassinos se vangloriam de seus atos. E tudo continua, como se nada tivesse acontecido, ao menso para as autoridades da Segurança Pública.</p>
<p>Percebo uma supervalorização do material sobre o espiritual o que deprecia os valores e coloca por terra qualquer tentativa de fazer o bem. Os cidadãos de bem, pagadores de seus impostos e cumpridores de seus deveres morais, precisam ser muito fortes para não se deixar envolver pelo poder público, que parece cheirar muito mal. Infelizmente, todos os dias tomamos conhecimento de atos que nos envergonham.<span id="more-4"></span></p>
<p>Até quando vamos assistir a isso? Quem terá coragem para enfrentar esses bandidos que já se sentem donos da situação e mandam, de fato? Sim, pois são eles que estão mandando. Sabem que se forem presos, logo virão os Direitos Humanos para ajudá-los e a própria justiça colaborará para que voltem à liberdade, com a autorização implícita (e porque não dizer explícita) para que continuem matando. Mas, onde estão os Direitos Humanos e a justiça para os que perdem seu único filho pelo total descaso das autoridades?</p>
<p>Quando, afinal, terei paz com a certeza de que a justiça foi feita? Procuro encontrar formas de sensibilizar essas ditas autoridades públicas e fazer a minha parte no sentido de contribuir para que se mexam, enquanto ainda há tempo, e não esperem que suas próprias famílias sejam destruídas para saber o que é a dor de perder um filho. Procuro sensibilizar, também, a população para que não se escondam como se isso estivesse longe de acontecer com eles, pois a violência está batendo em suas portas e a qualquer momento um integrante pode ser arrancado de seu convívio, pura e simplesmente.</p>
<p>Autoridades:</p>
<p>Vocês que estão no poder, não apenas para receber o seu salário e enganar o povo, mas para trabalhar de fato, em prol de uma sociedade mais limpa, façam alguma coisa para evitar que mais famílias sejam mutiladas. Recobrem a consciência, resgatem os valores morais que estão se perdendo e tomem as rédeas da situação.</p>
<p>O Mário não deixou vazio um espaço em meu peito de pai, apenas, ou da minha família, mas de todos que o conheceram. Sua humildade, seu senso de justiça, seu jeito marcante de ser, garantem a falta que fará à sociedade diante da promessa de ser um grande homem, que zelava pelo bem acima de tudo e acreditava no poder público. Pergunto-me, muitas vezes, como ele se sentiria se, antecipadamente, ele soubesse do descaso com que as autoridades públicas lidariam com a sua morte.</p>
<p>Não há respostas que me satisfaçam. Não há consolo. Busco, apenas, a justiça dos homens.</p>
<p>Sérgio, Pai do Mário<br />
Mais uma vez, preciso falar sobre a minha indignação com a forma como a morte do meu filho Mário (20 anos, 8o. semestre de Direito) está sendo tratada. Indignação, revolta, descrença no poder das autoridades da Segurança Pública passaram a fazer parte dos meus dias. Aliás, que Segurança Pública? Basta abrir os jornais para vermos estampadas fotos de novas vítimas, cujo número cresce, assustadoramente, a cada dia.</p>
<p>Onde está a força de nossas autoridades? O que foi feito dela? O que aconteceu com a nossa polícia, que tanto nos orgulhou? Jovens de bem, como o Mário, são assassinados covardemente e seus assassinos se vangloriam de seus atos. E tudo continua, como se nada tivesse acontecido, ao menso para as autoridades da Segurança Pública.</p>
<p>Percebo uma supervalorização do material sobre o espiritual o que deprecia os valores e coloca por terra qualquer tentativa de fazer o bem. Os cidadãos de bem, pagadores de seus impostos e cumpridores de seus deveres morais, precisam ser muito fortes para não se deixar envolver pelo poder público, que parece cheirar muito mal. Infelizmente, todos os dias tomamos conhecimento de atos que nos envergonham.</p>
<p>Até quando vamos assistir a isso? Quem terá coragem para enfrentar esses bandidos que já se sentem donos da situação e mandam, de fato? Sim, pois são eles que estão mandando. Sabem que se forem presos, logo virão os Direitos Humanos para ajudá-los e a própria justiça colaborará para que voltem à liberdade, com a autorização implícita (e porque não dizer explícita) para que continuem matando. Mas, onde estão os Direitos Humanos e a justiça para os que perdem seu único filho pelo total descaso das autoridades?</p>
<p>Quando, afinal, terei paz com a certeza de que a justiça foi feita? Procuro encontrar formas de sensibilizar essas ditas autoridades públicas e fazer a minha parte no sentido de contribuir para que se mexam, enquanto ainda há tempo, e não esperem que suas próprias famílias sejam destruídas para saber o que é a dor de perder um filho. Procuro sensibilizar, também, a população para que não se escondam como se isso estivesse longe de acontecer com eles, pois a violência está batendo em suas portas e a qualquer momento um integrante pode ser arrancado de seu convívio, pura e simplesmente.</p>
<p>Autoridades:</p>
<p>Vocês que estão no poder, não apenas para receber o seu salário e enganar o povo, mas para trabalhar de fato, em prol de uma sociedade mais limpa, façam alguma coisa para evitar que mais famílias sejam mutiladas. Recobrem a consciência, resgatem os valores morais que estão se perdendo e tomem as rédeas da situação.</p>
<p>O Mário não deixou vazio um espaço em meu peito de pai, apenas, ou da minha família, mas de todos que o conheceram. Sua humildade, seu senso de justiça, seu jeito marcante de ser, garantem a falta que fará à sociedade diante da promessa de ser um grande homem, que zelava pelo bem acima de tudo e acreditava no poder público. Pergunto-me, muitas vezes, como ele se sentiria se, antecipadamente, ele soubesse do descaso com que as autoridades públicas lidariam com a sua morte.</p>
<p>Não há respostas que me satisfaçam. Não há consolo. Busco, apenas, a justiça dos homens.</p>
<p>Sérgio, Pai do Mário</p>
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