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	<title>Máfia do Lixo &#187; Ação Ambiental</title>
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	<description>Editor: Adm. Enio Noronha Raffin</description>
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		<title>OSCIP denuncia desmatamento de árvore símbolo do Paraná em área de empresa que está instalando um aterro sanitário em Mandirituba</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Jan 2011 13:34:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Aterro sanitário]]></category>
		<category><![CDATA[Cavo Serviços e Saneamento S/A]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público ou OSCIP é criada por iniciativa privada, que obtêm um certificado emitido pelo poder público federal, por meio do Ministério da Justiça do Brasil. A OSCIP é regulada pela Lei Federal nº 9.790, de 23 de março de 1999. Em Mandirituba, município brasileiro do estado do Paraná [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público ou OSCIP é criada por iniciativa privada, que obtêm um certificado emitido pelo poder público federal, por meio do Ministério da Justiça do Brasil. A OSCIP é regulada pela Lei Federal nº 9.790, de 23 de março de 1999.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;" title="CIDADE DE MANDIRITUBA - PARANÁ"><img class="size-full wp-image-3504 alignnone" title="CIDADE DE MANDIRITUBA - PARANÁ" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-1.jpg" alt="" width="538" height="357" /></a></p>
<p>Em Mandirituba, município brasileiro do estado do Paraná com uma população de 22.123 habitantes, a engenheira florestal Ionara Marcondes, conjuntamente com diversos membros da sociedade mandiritubense, criaram uma OSCIP e a denominaram de “Ação Ambiental”.</p>
<p>Hoje essa entidade, a OSCIP Ação Ambiental, tem por presidente a engenheira florestal Ionara Marcondes.</p>
<p>A OSCIP Ação Ambiental vem desde 2002 lutando contra a instalação de um aterro sanitário privado em uma área do município de Mandirituba, cidade essa que na década de 1970 era conhecida como Capital da Ameixa.</p>
<p>Mandirituba fica na região metropolitana de Curitiba.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-2.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;" title="AREA DA CAVO EM MANDIRITUBA"><img class="size-full wp-image-3505 alignnone" title="AREA DA CAVO EM MANDIRITUBA" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-2.jpg" alt="" width="538" height="357" /></a></p>
<p>Na última quarta-feira (26/01), a engenheira florestal Ionara Marcondes fez um sobrevôo de helicóptero na área privada da Cavo Serviços e Saneamento S/A (empresa essa que vem a ser a última sucessora da Companhia Auxiliar de Viação e Obras – CAVO) que está implantando um aterro sanitário na cidade de Mandirituba.</p>
<p>A Cavo Serviços e Saneamento S/A é a proprietária de uma área de terra na cidade de Mandirituba e recentemente essa empresa obteve duas licenças ambientais (a LP e LI) para a instalação de seu aterro sanitário privado.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-3.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;" title="AREA LOCALIZADA NO GOOGLE"><img class="size-large wp-image-3506 alignnone" title="AREA LOCALIZADA NO GOOGLE" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-3-1024x562.jpg" alt="" width="491" height="270" /></a></p>
<p>Os licenciamentos ambientais, prévio (LP) e de instalação (LI), para a área de Mandirituba, foram obtidos pela Cavo Serviços e Saneamento S/A fundamentado numa decisão judicial em caráter liminar, concedida pela Juíza de Direito Patrícia Bergonse da Comarca de Fazenda Rio Grande no Paraná.</p>
<p>Ou seja, os licenciamentos ambientais (LP e LI) fornecidos pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) a empresa Cavo Serviços e Saneamento S/A para a área do aterro sanitário na cidade de Mandirituba estão “sub judice”.<span id="more-3503"></span></p>
<p>Em Mandirituba há lei que proíbe a instalação de aterro sanitário.</p>
<p>E mais, o processo judicial ingressado em 2002 (número 239) pela OSCIP Ação Ambiental contra a Cavo, na Comarca de Fazenda Rio Grande, onde a entidade questiona o processo administrativo dessa empresa que tramita no Instituto Ambiental do Paraná (IAP), está em grau de recurso no Tribunal de Justiça do Paraná (TJ) para ser encaminhado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) em Brasília.</p>
<p>Nesse ação judicial (239/02) há uma denuncia dessa entidade que diz que o processo de licenciamento do aterro sanitário da empresa Cavo em Mandirituba foi conduzido pelo então diretor e funcionário do quadro do próprio instituto licenciador, o IAP.</p>
<p>Esse ex-diretor e funcionário do “quadro” do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) teria sido cedido por seu órgão público de origem, ainda em 2002, a um município paranaense.</p>
<p>Em 2002, o então diretor e funcionário do IAP era inacreditavelmente também sócio da empresa limitada, a qual mantinha um contrato privado com a Cavo, que vem a ser a titular empreendedora e interessada na obtenção das licenças ambientais, prévia (LP) e de instalação (LI) e de operação (LO) de seu aterro sanitário junto ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP).</p>
<p>Na verdade, a empresa do ex-diretor e funcionário do IAP mantinha uma relação profissional com a Cavo, cuja cópia do contrato particular está nos autos do processo de número 239/2002 da Comarca de Fazenda Rio Grande, e tudo aponta para improbidade administrativa.</p>
<p>É escandaloso esse contrato privado em questão, onde um funcionário público é sócio de empresa prestadora de serviço para terceiros interessados em obter licenciamentos ambientais no IAP local onde era diretor. Dá para acreditar que isso tenha acontecido? Mas caros leitores, acreditem, aconteceu!!!</p>
<p>Desconhece-se publicamente que o IAP tenha aberto qualquer sindicância interna para apurar a improbidade administrativa de seu funcionário.</p>
<p>O contrato particular entre esse ex-diretor e funcionário do IAP e a empresa Cavo é um escândalo.</p>
<p>Essa irregularidade administrativa passou por longe dos olhos da presidência do IAP. Ou estou enganado?</p>
<p>Esse tema será tratado aqui no site Máfia do Lixo na sua íntegra, cujo processo vai ser comentado e transcrito, folha por folha, para que o leitor possa acompanhar detalhadamente o andamento processual 239/2002 da Comarca de Fazenda Rio Grande e que envolve o licenciamento ambiental de aterro sanitário em Mandirituba.</p>
<p>Durante anos a engenheira florestal Ionara Marcondes manteve silenciosamente a fiscalização, como cidadã brasileira, na reserva ambiental de Mandirituba, em especial na área privada da Cavo, onde hoje se instala um aterro sanitário.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-4.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;" title="BOLETIM DE OCORRENCIA NA DELEGACIA DO MEIO AMBIENTE"><img class="alignleft size-full wp-image-3507" title="BOLETIM DE OCORRENCIA NA DELEGACIA DO MEIO AMBIENTE" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-4.jpg" alt="" width="357" height="491" /></a>Em sua ultima fiscalização na reserva de Mandirituba e na área da Cavo, a engenheira florestal Ionara Marcondes relata as irregularidades que apontou em sua denúncia registrada na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente do Estado do Paraná, conforme B.O. no. 2011/83002, de 28 de janeiro de 2001.</p>
<p>Lá na Delegacia de Proteção do Meio Ambiente do Estado do Paraná está transitando um processo de investigação civil, aberto por iniciativa do Ministério Público Estadual, cujo conteúdo trata da área da Cavo em Mandirituba.</p>
<p>Diz a engenheira florestal Ionara Marcondes que “em sobrevoo a área da Cavo em Mandirituba, no Paraná, no dia 26/01/2011, foram observados alguns crimes ambientais:</p>
<p>1. Derrubada de árvores de grande porte: Foi possível observar que a empresa Cavo, embora tendo somente a licença de instalação (LI), derruba árvores no terreno. O tronco da espécie que aparece na foto coletada pela própria engenheira florestal, na data acima, é uma Araucária/Pinheiro-do-paraná, e que se pode ver que esse “Símbolo do Paraná” está derrubado na área que já foi desmatada pela empresa.<br />
2. Em novembro de 2010 toda essa área privada estava coberta por capoeirinha, onde existiam presentes muitas espécies ameaçadas de extinção entre elas a “Cedrella fissilis” com 15cm de diâmetro, o que garantiria futuramente uma floresta como a de entorno dessa área, hoje o que se vê é solo exposto. A foto mostra a área privada antes do desmatamento – capoeirinha em regeneração natural com espécies da flora ameaçadas de extinção. P. ex.: Cedrella fissilis – cedro-rosa e Araucaria angustifolia – pinheiro-do-paraná.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-5.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;" title="ARAUCARIA DERRUBADA"><img class="size-full wp-image-3508 alignnone" title="ARAUCARIA DERRUBADA" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-5.jpg" alt="" width="553" height="293" /></a></p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-5.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;"></a><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-6.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;"><img class="size-full wp-image-3509 alignnone" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-6.jpg" alt="" width="531" height="398" /></a></p>
<p>3. Derrubada de vegetação em torno de várzeas/banhados: Segundo o Código Florestal (Lei 4771/1965) as áreas de banhados são consideradas Áreas de Preservação Permanente (APP) e a vegetação ao seu redor deve ser mantida intacta por um raio mínimo de 100m. O que se vê na imagem é que além de abrir uma estrada sobre o banhado foram derrubadas árvores e canalizado o curso da nascente. Em todas as áreas onde haviam nascentes o que se observa hoje é que o único grande objetivo é fazer as nascentes desaparecerem cobrindo-as com o solo e o resto da vegetação; expondo as nascentes à maior luminosidade e insolação, propiciando o assoreamento; canalizando as nascentes e cortando a vegetação de suas margens.</p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-7.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;" title="NASCENTES SENDO COBERTAS POR SOLO"><img class="size-full wp-image-3510 alignnone" title="NASCENTES SENDO COBERTAS POR SOLO" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-7.jpg" alt="" width="614" height="271" /></a></p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-8.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;"><img class="size-full wp-image-3511 alignnone" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-8.jpg" alt="" width="614" height="372" /></a></p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-8.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;"></a><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-9.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;"><img class="size-full wp-image-3512 alignnone" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-9.jpg" alt="" width="560" height="382" /></a></p>
<p>4. O solo outrora coberto por capoeirinha agora esta exposto dando espaço para erosão e arraste da camada superficial para as áreas mais baixas do relevo, causando também o assoreamento das nascentes. As nascentes que apresentavam águas límpidas e cristalinas hoje são vermelhas devido à terra que é levada pelas chuvas para dentro delas.<a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-10.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;"><img class="size-full wp-image-3513 alignnone" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-10.jpg" alt="" width="560" height="394" /></a></p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-11.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;" title="COMO ERA ANTES NA AREA DA CAVO"><img class="size-full wp-image-3514 alignnone" title="COMO ERA ANTES NA AREA DA CAVO" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-11.jpg" alt="" width="548" height="480" /></a></p>
<p><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-12.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;"><img class="size-full wp-image-3515 alignnone" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-12.jpg" alt="" width="520" height="420" /></a></p>
<p>5. Nascentes com Águas cristalinas antes da destruição das florestas.</p>
<p>6. As exuberantes Florestas com Araucária, protegidas pela Lei da Mata Atlântica darão lugar ao Aterro Sanitário privado, que visa lucros, que receberá lixo de pelo menos vinte municípios paranaenses. O projeto da Cavo prevê a derrubada de vinte e nove hectares de Florestas com Araucária em Estágio Médio e Avançado de Sucessão Florestal.</p>
<p>7. Ao fundo da área da Cavo é possível observar um grande pesque e pague onde se localizam também as várzeas dos rios Maurício e dos Patos, dois importantes rios da Região, cuja qualidade das águas é Classe II.<a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-13.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3503];player=img;" title="PESQUE E PAGUE LINDEIRO A AREA DA CAVO"><img class="size-full wp-image-3516 alignnone" title="PESQUE E PAGUE LINDEIRO A AREA DA CAVO" src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/01/FOTO-13.jpg" alt="" width="538" height="357" /></a></p>
<p>Dois dias após ter fiscalizado a área da Cavo em Mandirituba, a presidente da OSCIP Ação Ambiental fez uma profunda análise nas fotos coletadas e comparou com fotografias que tem em sua posse e mostram o terreoo da empresa há dois e três anos passados.</p>
<p>Com as informações obtidas, a engenheira florestal Ionara Marcondes compareceu na data de 28 de janeiro desse ano na Delegacia de Proteção do Meio Ambiente do Paraná onde registrou o Boletim de Ocorrência no. 2011/83002.</p>
<p>Nessa segunda-feira (31/01) a OSCIP Ação Ambiental protocola representações em órgãos públicos federais, estaduais e municipais, requerendo providências das autoridades quanto ao denunciado na Delegacia de Proteção do Meio Ambiente do Paraná.</p>
<p>Na primeira semana de fevereiro desse ano termina o prazo para que o prefeito de Mandirituba sancione a “Lei do Plebiscito”, aprovada na Câmara Municipal, e que vai permitir que os moradores dessa cidade digam se são A FAVOR (SIM) ou CONTRA (NÃO) a instalação do aterro sanitário privado da Cavo.</p>
<p>Caso o prefeito de Mandirituba não se manifeste certamente a Câmara Municipal vai decidir.</p>
<p>Os moradores de Mandirituba estão atentos as decisões que envolvem a instalação do aterro sanitário da Cavo.</p>
<p>A “Capital da Ameixa” pode ficar conhecida como a “Capital do Lixo”.</p>
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		<title>Instituto Ambiental do Paraná aponta crime ambiental provocado pelo lançamento de chorume do aterro da Caximba no rio Iguaçu em Curitiba</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 22:23:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2657" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/12/cavas-ao-lado-do-rio-Iguaçu.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2656];player=img;"><img class="size-medium wp-image-2657  " src="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2009/12/cavas-ao-lado-do-rio-Iguaçu-300x199.jpg" alt="Rio Iguaçu e cavas que recebem o chorume do aterro sanitário da Caximba em Curitiba" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Rio Iguaçu e cavas que recebem o chorume do aterro sanitário da Caximba em Curitiba</p></div>
<p style="text-align: justify;">O Centro de Operações Policiais Especiais (COPE) da Polícia Civil do Estado do Paraná, que está investigando as denúncias da entidade “Aliança para o Desenvolvimento Comunitário da Caximba” e da ONG “Ação Ambiental”, de crime ambiental no rio Iguaçu, corpo hídrico esse que margeia o aterro sanitário da Caximba (empreendimento de titularidade do Município de Curitiba), tem agora mais dados técnicos para adicionar nos autos do processo do inquérito policial. Os competentes delegados Miguel Stadler e Francisco Alberto Caricati, que conduzem o processo em questão, devem requerer ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP) as cópias dos laudos emitidos pela Diretoria de Estudos e Padrões Ambientais (DIPAM) que apontam comprometimento da qualidade da água do rio Iguaçu, principalmente nos níveis de toxicidade, medidos pelos efeitos em daphnias (pequenos crustáceos de água doce que servem de alimento para peixes). Em água de rios, a legislação permite “fator 1” de toxidade para esse organismo vivo, sendo que o resultado obtido pelo IAP foi de “64”. A lei é clara sobre crime ambiental. O IAP realizou uma campanha completa de monitoramento da qualidade da água, em novembro desse ano, avaliando a qualidade do efluente lançado nas cavas do rio Iguaçu e no próprio rio, antes e depois do local de lançamento do chorume. As coletas foram realizadas nos pontos chamados Caximba 03, Caximba 05, Caximba 06, Cava Preta e Caximba 14. Outro parâmetro avaliado pelo IAP foi a Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), usada para mensurar a quantidade de matéria orgânica presente em um efluente ou corpo hídrico. O parâmetro de DBO permitido pela legislação do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) é, no máximo, 5 miligramas por litro. Em um dos pontos monitorados, os níveis de DBO apresentaram índices de 56 miligramas por litro, dez vezes superior aos níveis permitidos. Também foram avaliados os níveis de Demanda Química de Oxigênio (DQO) que, além do oxigênio, mede a presença de substâncias químicas. Os níveis de DQO permitidos são de 150 miligramas por litro e os resultados das análises apontaram níveis de 2.640 miligramas por litro. O presidente do IAP notificou, nesta quarta-feira, a Prefeitura de Curitiba. A notificação inclui a possibilidade de multa diária em função da desconformidade ambiental. Os laudos técnicos do IAP serão enviados para a prefeitura de Curitiba e Secretaria Municipal do Meio Ambiente, juntamente com a notificação. Esqueceu o presidente do IAP de encaminhar cópias dos laudos emitidos pela Diretoria de Estudos e Padrões Ambientais ao COPE da Polícia Civil do Paraná. Já ta na hora do Ministério Público do Estado do Paraná cancelar o TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) firmado com o Município de Curitiba, o qual não está sendo cumprido.</p>
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		<title>Entidade ‘Ação Ambiental’ ingressa com um pedido de informações sobre o lixo de Mandirituba</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 10:04:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A presidenta da entidade “Ação Ambiental” ingressou com um “pedido de informações” sobre os resíduos sólidos urbanos da cidade de Mandirituba (PR). É de conhecimento público que o Município de Mandirituba é refém de Curitiba, pois possui uma dívida referente a destinação final do lixo no aterro da Caximba. Não cumpre com o compromisso financeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A presidenta da entidade “Ação Ambiental” ingressou com um “pedido de informações” sobre os resíduos sólidos urbanos da cidade de Mandirituba (PR). É de conhecimento público que o Município de Mandirituba é refém de Curitiba, pois possui uma dívida referente a destinação final do lixo no aterro da Caximba. Não cumpre com o compromisso financeiro pelo menos há mais de nove meses. Isso significa que são os contribuintes do Município de Curitiba que estão pagando pela destinação do lixo de Mandirituba no aterro sanitário da Caximba. Os itens requeridos pela entidade “Ação Ambiental” são quatro: (1) Fornecer as cópias das planilhas de pesagens dos resíduos sólidos urbanos do Município de Mandirituba (PR), que são destinados no aterro sanitário da Caximba, em Curitiba, mês a mês, referente aos anos de 2007, 2008 e 2009; (2) Fornecer cópias dos pagamentos realizados pelo Município de Mandirituba ao Município de Curitiba, referente ao destino final dos resíduos sólidos urbanos destinados no aterro sanitário da Caximba, em Curitiba, citando mês a mês cada valor e o peso, referente aos anos 2007, 2008 e 2009; (3) Informar se o município de Mandirituba se encontra inadimplente com o Município de Curitiba referente aos pagamentos dos resíduos sólidos urbanos destinados no aterro sanitário da Caximba, detalhando os valores e os meses, desde o ano de 2007 até o ano de 2009 e (4) Fornecer cópia do contrato e termos aditivos firmados entre o Município de Mandirituba e o Município de Curitiba tendo por objeto a destinação final dos resíduos sólidos urbanos no aterro sanitário da Caximba. Os dados vão contribuir para a entidade conhecer detalhadamente o que acontece com o lixo da cidade de Mandirituba.</p>
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		<title>Secretaria de Meio Ambiente de Curitiba promove uma reunião com a entidade que combate a instalação do SIPAR em Mandirituba</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 07:01:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Aterro sanitário]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
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		<description><![CDATA[Nessa segunda-feira (28/09) a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, da Prefeitura de Curitiba, realizou uma reunião com a entidade “Ação Ambiental”, na tentativa de promover uma “mobilização conjunta” visando a instalação do SIPAR (Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos) na cidade de Mandirituba. A coordenadora de resíduos da secretaria municipal de Meio Ambiente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nessa segunda-feira (28/09) a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, da Prefeitura de Curitiba, realizou uma reunião com a entidade “Ação Ambiental”, na tentativa de promover uma “mobilização conjunta” visando a instalação do SIPAR (Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos) na cidade de Mandirituba. A coordenadora de resíduos da secretaria municipal de Meio Ambiente, Marilza Dias, que vem a ser também a presidenta da Comissão de Licitação da concorrência bilionária do SIPAR, foi quem marcou o encontro. Interessante é que vereadores e o prefeito de Mandirituba não estiveram presentes na reunião. Lá na secretaria municipal de Meio Ambiente compareceram somente os representantes da entidade “Ação Ambiental”, os quais ouviram as manifestações da coordenadora de resíduos. O Consórcio Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos – CONRESOL, formado por Curitiba e mais 16 municípios da região metropolitana, e que tem por presidente o prefeito Beto Richa (PSDB), obteve uma licença ambiental prévia (LP) do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), para a instalação do SIPAR em Mandirituba. A entidade “Ação Ambiental” é contrária a instalação do SIPAR e do aterro sanitário da empresa Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A em Mandirituba. Pelo que se sabe nos “bastidores do lixo” não há acordo com a entidade “Ação Ambiental” para que o SIPAR seja instalado em Mandirituba. Tudo indica que o SIPAR em Mandirituba vai ser discutido na Justiça do Paraná.</p>
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		<title>Processo de licenciamento de aterro sanitário em Mandirituba é questionado na Justiça do Paraná</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 14:52:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enio Raffin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Alberto Baccarim]]></category>
		<category><![CDATA[AMAR]]></category>
		<category><![CDATA[Aterro sanitário]]></category>
		<category><![CDATA[Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A]]></category>
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		<description><![CDATA[A Ação Civil Pública de nulidade de licenciamento por imoralidade administrativa e danos, processo no. 239/2002 que tramita na Justiça do Paraná, junto ao 1º. Ofício de Fazenda Rio Grande, e que tem por autoras duas entidades, a Associação de Defesa do Meio Ambiente de Araucária – AMAR e a Ação Ambiental, impede a instalação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Ação Civil Pública de nulidade de licenciamento por imoralidade administrativa e danos, processo no. 239/2002 que tramita na Justiça do Paraná, junto ao 1º. Ofício de Fazenda Rio Grande, e que tem por autoras duas entidades, a Associação de Defesa do Meio Ambiente de Araucária – AMAR e a Ação Ambiental, impede a instalação de aterro sanitário em Mandirituba (PR) em área de propriedade da empresa Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A (do Grupo Camargo Correa). O processo no. 239/2002 trata de Ação Civil Pública interposta por essas duas associações, cujas atividades se desenvolvem no âmbito da defesa e proteção ao meio ambiente, visando a nulidade do processo de licenciamento de aterro sanitário apresentado pela CAVO, e elaborado sob a coordenação do servidor do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) Alberto Baccarim. O tema será devidamente esmiuçado aqui no portal Máfia do Lixo a partir de hoje. Poucos moradores de Mandirituba sabem que a área de terra que o IAP concedeu uma Licença Prévia (LP), para que o Consórcio Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos venha a instalar a usina de lixo, é lindeira a gleba de terras da Cavo. Atualmente a empresa privada Cavo presta serviço de limpeza urbana, manutenção e operação do aterro sanitário da Caximba, em Curitiba, e integra o consórcio Pró-Ambiente na concorrência bilionária do SIPAR (Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos). O que divide as duas áreas em Mandirituba é a cerca de arame. A gleba de terra da CAVO é bem maior que a área aprovada pelo IAP. Se por qualquer motivo concorrencial a licitação do Consórcio Intermunicipal não for conclusa, certame esse que tem por escolha uma empresa ou consórcio, pelo qual se pretende instalar a indústria do lixo, pode, em tese, ao “pular a cerca”, acabar sendo implantando, em Mandirituba, um aterro sanitário para receber os resíduos de Curitiba e de 16 municípios da região metropolitana. A Câmara de Vereadores de Mandirituba está contribuindo para que a cidade receba o lixo de outros municípios. Ontem, terça-feira (11/08), os vereadores colocaram em pauta a votação do “regime de urgência’ de projeto de lei, o qual altera a Lei Municipal que hoje impede o Município de Mandirituba receber lixo de outras cidades.</p>
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