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Quando morrem os pais, perde-se o passado, mas quando morre um filho perde-se o futuro

Meu irmão Sérgio Gabardo, envia email todo o dia 29 de cada mês para me lembrar que os assassinos de seu filho Mário Sergio Gabardo ainda não foram  identificados e estão impunes, livres da Justiça e da cadeia. Sergio o Pai de Mário, diz que “Quando morrem os pais, perde-se o passado, mas quando morre um filho perde-se o futuro…..”.

Transcrevo o email de Sérgio Gabardo na sua íntegra.

Neste sábado, dia 29, está completando 73 meses da morte do meu filho Mário, um jovem de apenas 20 anos, que teria um futuro brilhante pela frente, que teve sua vida ceifada por criminosos impunes até hoje. Mário foi morto na noite de 29 de setembro de 2005 quando se dirigia para um churrasco de confraternização com amigos de infância, como fazia praticamente todas as semanas. Mas, nessa noite, não chegou a encontrar seus amigos, pois foi impedido por um assassino cruel e desalmado, talvez a mando de alguém não menos cruel, frio e calculista.

São 2.190 dias de muita saudade e uma certeza: jamais vou receber um abraço do meu filho Mário de novo. E uma dor imensurável de um pai que perdeu o filho de maneira tão abrupta. Este sofrimento me atinge diariamente e me faz chorar de dor e de saudade.  E até hoje, apesar das centenas, milhares de apelos encaminhados às ditas autoridades responsáveis, não sei o por quê meu filho Mário foi assassinado.

Nesse tempo todo, nada me dizem essas autoridades. Não possuem nenhum argumento capaz de me convencer a respeito do que efetivamente aconteceu naquela trágica e inesquecível noite. A respeito de quem assassinou meu filho Mário ou a respeito de quem foi o mandante desse crime.

E o que dizer da Polícia da cidade de Canoas, onde aconteceu este homicídio inexplicável? Sucateada, sem as mínimas condições humanas, técnicas e de infra-estrutura para uma investigação séria e a contento. Além, é claro da ausência completa de vontade política, numa demonstração de que está a andar acéfala. O mesmo ocorre, lamentavelmente, com o Ministério Público, que ostenta o título de o guardião da sociedade e que tem, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), garantida a sua prerrogativa constitucional de investigação.

É impossível se conviver com tamanho descaso. Passaram, nesse período, dois prefeitos pela cidade (Canoas) onde ocorreu o homicídio. Não vi qualquer manifestação de cobrança das autoridades competentes. A imagem da cidade está bem abaixo dos interesse eleitoreiros. É melhor calar, porque rende mais votos, do que cobrar um trabalho sério da Polícia local.

Todos nós sabemos que quando essas autoridades querem, quando imbuídas de vontade política e técnica, descobrem os assassinos para encaminhá-los ás barras da Justiça. Exemplos não nos faltam. O caso do assassinato da juíza carioca é a mais pura e inequívoca comprovação de que é possível sim, se chegar aos verdadeiros assassinos e aos seus mandantes.

Essa é uma prova cabal da eficiência da Polícia quando exigida, quando há pressão política e dos meios de comunicação, aliado ao prestígio das vítimas ou de seus familiares. Talvez isso tenha faltado na elucidação do assassinato do meu filho Mário. Fosse eu um influente político ou com parentesco de autoridade da área da segurança pública, o resultado da investigação teria sido outro. Mas sou apenas e tão somente um cidadão de bem, que paga regiamente os seus impostos, para ter o mais absoluto e hediondo descaso das autoridades como recompensa.

Enquanto cumpro com minhas obrigações civis, os assassinos e/ou mandantes do assassinato do meu filho Mário são recompensados com o instituto da impunidade.

Lamentável!Inaceitável!Entendo, nesse tempo todo, que o descaso é uma arma que essas autoridades utilizam como uma forma de tentar calar-me.

Jamais conseguirão, porque enquanto houver um sopro de vida em meu corpo e minha mente, estarei bradando por Justiça.
Quero sim, seja em que tempo for, que os assassinos do meu filho Mário e/ou os mandantes sejam identificados e punidos legalmente pelo bárbaro crime que cometeram. Bárbaro porque o meu filho Mário era um jovem de bem, não tinha inimizades, não devia nada a ninguém. Foi assim que o criei e foi assim que ele seguiu minhas orientações.

Nunca conseguirão me impedir, como pai, de saber o que realmente aconteceu naquela noite de 29 de setembro de 2005. Essas autoridades me devem isso. É também para isso, que recebem seus gordos salários, pagos com os impostos pagos pelos contribuintes.

E eu sou um deles. Sergio, Pai do Mário

Tem`gato´no lixo hospitalar

O site Máfia do Lixo vem denunciando há muito tempo as irregularidades que acontecem na coleta, transporte, tratamento e destinação final do lixo hospitalar no Brasil.

Recentemente o site Máfia do Lixo, que tem por editor o administrador Enio Noronha Raffin, apontou a monumental irregularidade na falta de tratamento dos resíduos de serviços de saúde dos estabelecimentos públicos do estado do Rio, bem como a destinação final que ocorre no “aterro sanitário” de Gramacho, localizado no município de Duque de Caxias, a beira da Baía da Guanabara.

O empreendimento também conhecido popularmente por “Lixão de Gramacho” é de titularidade da Comlurb da Prefeitura Municipal de Rio de Janeiro.

Nesse último final de semana, a Rede Globo divulgou matéria no programa Fantástico, onde mostra o lixo hospitalar sem tratamento sendo enterrado em lixões, aterros e empreendimentos sem licenciamentos ambientais.

Para conseguir os flagrantes, o jornalista Maurício Ferraz e a equipe da Globo viajaram para cidades do Sudeste, do Centro-Oeste e do Nordeste do Brasil.

Os jornalistas encontraram resíduos de serviços de saúde queimados, sem tratamentos, e sendo enterrados em uma vala comum. Todas as ocorrências são crimes ambientais, previsto na legislação brasileira.

A reportagem especial do Fantástico mostrou um escândalo que ameaça a saúde pública, causado justamente por quem deveria cuidar dela. Em um mês de investigação jornalística, a equipe da Globo flagrou todo o caminho do crime ambiental: da origem, nos hospitais, ao destino final, nos lixões.

Em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, o lixo do hospital regional, o maior da rede pública do estado, fica em um depósito, onde há resíduos do Grupo A.

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), lixo do Grupo A é o que apresenta risco de infecção pela possível presença dos chamados agentes biológicos – ou seja, vírus e bactérias.

O caminhão da empresa privada responsável pelo serviço, roda cerca de 10 quilômetros, entra no lixão e joga tudo lá, sem nenhum tratamento. Crime ambiental que dá cadeia na hora. Um catador afirmou: “jogaram lixo residencial para tampar o lixo hospitalar”. Inacreditável.

Em Santo Antônio do Descoberto, em Goiás, a 45 quilômetros de Brasília, os resíduos dos 61 mil habitantes vão para um lixão que fica praticamente dentro da cidade.

Lá a reportagem do Fantástico encontrou crianças e adolescentes trabalhando. Um menino de 11 anos ajudava os funcionários da prefeitura a descarregar o lixo.

Foi registrado pelas câmeras do Fantástico o momento em que um caminhão da prefeitura Santo Antônio do Descoberto chega, com lixo comum e lixo hospitalar, tudo junto.

A equipe da Globo registra outro flagrante em Luziânia, Goiás, também no entorno de Brasília, com 160 mil habitantes. O Instituto Médico Legal da cidade atende oito municípios da região. Segundo os catadores do lixão, uma vez por semana chega o lixo do IML. Lá também foi encontrado resíduo de hospitais e clínicas. No local, havia ainda o filtro usado em sessões de hemodiálise. O material é infectante, só que é jogado junto com o lixo comum. A máquina vem, criminosamente, e mistura tudo.

Em Tapejara, no Paraná, a polícia descobriu um depósito clandestino com quase 100 toneladas de lixo hospitalar. A empresa que armazenava os resíduos foi multada em R$ 150 mil. Os responsáveis pelo crime ambiental devem responder já justiça.

Em Belford Roxo, no Rio de Janeiro aconteceu um flagrante que já foi noticiado no site Máfia do Lixo. Nesse caso ocorreu a prisão de funcionários da empresa privada. Certamente o jornalista Datena, hoje na TV Record, teria dito: cadeia neles!!!

Em Aracaju, a capital sergipana, os jornalistas da Globo flagraram lixo hospitalar sendo enterrado, sem nenhum tratamento.

Lá em Aracaju, os resíduos saem do Hospital Estadual de Urgência, um dos principais de Sergipe. Depois, tudo é jogado no lixão da cidade.

O destino agora é São Paulo. Durante a apuração dessa reportagem, a equipe da Globo esteve em cinco dos principais hospitais públicos da capital paulista. (mais…)

`Brasil é mesmo o país da impunidade´, diz pai que teve filho assassinado

“Lamentavelmente a cada dia que passa, firmo mais ainda minha convicção de que o nosso Brasil é mesmo o país da impunidade. E não são poucos os exemplos. Naturalmente se quisesse enumerá-los, faltaria espaço para tanta coisa. Por isso me atenho ao caso (descaso) do assassinato do meu filho Mário, ocorrido na noite de 29 de setembro de 2005, quando, aos 20 anos, se dirigia para uma confraternização com amigos de infância.

Acabou assassinado de maneira estúpida e até hoje, passados nada menos do que 69 meses, ou 2.070 dias, nunca se ficou sabendo o que realmente aconteceu naquela noite. Muito menos quem foram os responsáveis por sua morte.

Pasmem!

A falha terrível das nossas chamadas autoridades da área da segurança pública, que jamais conseguiram explicar o que aconteceu, acabou premiando os assassinos com o tão conhecido de nós, Instituto da Impunidade.

Desde aquela terrível noite, tenho me debatido, cobrado, bradado aos quatro ventos para que alguém consiga justificar tamanho descaso. E nada! Ninguém consegue me dar uma explicação plausível. Há tantas autoridades da área da segurança pública… políticos, inclusive de carreira, gente grande que passou pela secretaria da Segurança Pública, e que jamais consegui me dar sequer, um minuto de atenção. Nunca quiseram ouvir o clamor deste Pai que, desesperado para saber o que efetivamente aconteceu com o seu Filho, clama por Justiça!

Inaceitável. Talvez queiram, essas pessoas que detem cargos importantes, que eu seja vencido pelo cansaço. Mas isso nunca acontecerá, porque enquanto tiver um sopro de vida do meu peito, estarei cobrando o que me é de direito, como um cidadão que paga regiamente seus impostos e cumpre fielmente com suas obrigações cívicas. Essas autoridades me devem isso e precisam fazer jus aos altos salários que percebem, oriundos da sociedade e também para honrarem o juramento que fazem quando assumem esses cargos.

Ou será que tudo é para cumprir estatuto legal e não tem razão de ser?

Há mais de cinco anos que meu peito sangra; que a dor toma conta do meu coração e me enche os olhos de lágrimas por não saber o que aconteceu com meu filho Mário, por não saber quem foram os seus executores e por qual motivo lhe abreviaram a vida de maneira tão ardilosa.

Mas essas autoridades preferem fazer o tradicional “olho branco” frente ao descaso inexplicável. Não conseguem explicar simplesmente porque não há como justificar tamanha falta de consideração humana, talvez porque eu não seja tão importante quanto essas autoridades. Certamente se um caso semelhante tivesse ocorrido com um familiar seu, as coisas seriam bem diferentes, haveria sim, desfecho e os criminosos estariam pagando pelo crime que cometeram.

É este apenas o meu anseio: o sentimento de Justiça pulsa em mim e apenas em mim, porque para essas autoridades o assassinato cruel do Mário, aos 20 anos de idade, é somente mais um número da hedionda estatística dos crimes insolúveis.

Basta. Quero respeito pelo cidadão que sou. Pelo Pai do Mário que morreu cruelmente pelas mãos de assassinos impunes por conta do descaso oficial. Mãos assassinas que continuam a ceifar vidas, tendo como maior incentivo, a impunidade que pessoas investidas em cargos oficiais lhes asseguram.

Quero sim, saber quem matou meu filho Mário e se houve algum mandante para identificá-los e encaminhar ao poder Judiciário, a fim de que sejam punidos com a atual legislação.

O poder público me deve isso e, como Pai, vou continuar cobrando, distribuindo correspondências eletrônicas até que essas autoridades façam a sua parte, pois esse direito ninguém pode me negar. Sérgio, Pai do Mário” (mais…)

DMLU e QUALIX-SUSTENTARE lavam as ruas e avenidas de Porto Alegre com chorume da coleta de lixo da capital gaúcha

O Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), uma autarquia da Prefeitura de Porto Alegre, é o órgão responsável pela limpeza urbana da capital gaúcha. Em novembro de 2007 essa autarquia assinou contrato com a empresa QUALIX Serviços Ambientais Ltda (que mudou de nome para SUSTENTARE). O contrato tem por objeto a coleta de resíduos sólidos urbanos (coleta de lixo) da cidade.

Nessa segunda-feira (28/03), o administrador Enio Noronha Raffin e o jornalista Vitor Vieira fizeram uma fiscalização nos serviços de coleta de lixo domiciliar na cidade de Porto Alegre. Pode-se constatar o péssimo serviço que o DMLU e a empresa QUALIX-SUSTENTARE estão proporcionando ao contribuinte da Taxa do Lixo da capital.

No bairro Menino Deus, em Porto Alegre, bem próximo a sede do DMLU (Azenha, 631), o caminhão coletor de lixo da QUALIX-SUSTENTARE (numero 31642), sem placa na dianteira e com pneu careca e uma monumental “bexiga”, estava trafegando na avenida Getúlio Vargas na altura da avenida Bastian, quando foi localizado. (mais…)

Presidente do IAP esconde documento público

O presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Vitor Hugo Burko está de saída hoje, quarta-feira (31/03), desse órgão estadual responsável pelas emissões das licenças ambientais para os aterros sanitários e outros empreendimentos privados e públicos. O IAP é subordinado ao Governo do Paraná. Vitor Hugo Burko pretende fazer parte da lista de seu partido político para concorrer nas eleições desse ano a uma vaga na Assembléia Legislativa. Acontece que antes de deixar a presidência do IAP, Vitor Hugo Burko descumpre a Lei Federal no. 9051/95. Burko não reconhece a Lei das Certidões, como é conhecida a Lei Federal nº 9051/95. Esta lei federal dá o direito a qualquer cidadão brasileiro de requerer informações em qualquer órgão público, da administração direta ou indireta, por meio de certidão, e obter essas informações no prazo de 15 dias corridos a partir da data da protocolização do pedido. O presidente da ADECOM (Aliança para o Desenvolvimento Comunitário da Caximba), Jadir Lima, ingressou com um pedido de cópias de documentos públicos e certidões junto ao Instituto Ambiental do Paraná, dirigido ao presidente Vitor Hugo Burko, na data de 11 de março de 2010. Ou seja, o prazo de 15 dias previstos na Lei Federal no. 9051/95 finalizou em 26 de março desse ano. No documento protocolado (07.779.311-9) constam trinta e um questionamentos de interesse público que objetivam o esclarecimento de fatos relevantes que tratam do lixo de Curitiba e de 18 municípios paranaenses da região metropolitana, incluindo é claro o “Lixão da Caximba”. São documentos públicos que ainda não foram revelados aos paranaenses. Jadir Lima esteve ontem terça-feira (30/03) pessoalmente no IAP para saber dos documentos públicos e só recebeu respostas negativas. O que será que está contido nesses documentos públicos que não pode ser entregue de acordo com a Lei Federal 9051/95? Qual o motivo que leva o presidente do IAP Vitor Hugo Burko a esconder um documento público? Na data dessa quarta-feira será impetrado na Justiça do Paraná um Mandado de Segurança onde o presidente do Instituto Ambiental do Paraná, Vitor Hugo Burko terá que se explicar. O pedido da ADECOM é para que imediatamente seja cumprida a Lei Federal 9051/95 e o presidente do IAP entregue documentos que está tentando esconder em sua saída do Instituto Ambiental do Paraná.

LEI Nº 9.051, DE 18 DE MAIO DE 1995.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:

Art. 1º As certidões para a defesa de direitos e esclarecimentos de situações, requeridas aos órgãos da administração centralizada ou autárquica, às empresas públicas, às sociedades de economia mista e às fundações públicas da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, deverão ser expedidas no prazo improrrogável de quinze dias, contado do registro do pedido no órgão expedidor.

Art. 2º Nos requerimentos que objetivam a obtenção das certidões a que se refere esta lei, deverão os interessados fazer constar esclarecimentos relativos aos fins e razões do pedido.

Art. 3º (Vetado).

Art. 4º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 5º Revogam-se as disposições em contrário.

Brasília, 18 de maio de 1995; 174º da Independência e 107º da República.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

O leitor pode conhecer a íntegra dos questionamentos e pedido de certidões da ADECOM.

1) Atualmente, quais as reais condições do Aterro Sanitário de Curitiba?
2) O titular do empreendimento do Aterro Sanitário de Curitiba foi multado por alguma ilegalidade na operação? Qual(is) a(s) data(s) da(s) multa(s) e que valor(es)  foi (foram) recolhido(s) aos cofres públicos (IAP)? Quais o(s) motivo(s) que originou(ram) a(s) multa(s)? (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS). 
3) Há motivo ou enquadramento na Lei CA para solicitação de interdição do empreendimento?
4) Qual o volume total de resíduos sólidos domiciliares dispostos no Aterro Sanitário de Curitiba de janeiro de 2009 a fevereiro de 2010? (FAVOR ANEXAR CÓPIA DAS PLANILHAS MENSAIS DE DISPOSIÇÃO). 

5) Atualmente, quantos processos administrativos com pedido de licenciamento ambiental para instalação de aterro(s) sanitário(s) e/ou usinas de tratamento de resíduos sólidos domiciliares, foram solicitados ao IAP? Quais os titular(e)s do(s) empreendimento(s)? E em qual(is) município(s) se localiza(m) este(s) empreendimento(s)  no Estado do Paraná? (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS). 
6)  Atualmente, existem processos de pedido de licenciamento na Região Metropolitana de Curitiba? Quais são os municípios sedes destes empreendimentos? (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS). 
7) Qual a área total e a capacidade de disposição final de resíduos sólidos domiciliares de cada um destes empreendimentos?  (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS).
8) Qual o total de resíduos sólidos domiciliares gerados mensalmente em cada um dos 19 municípios que fazem parte do SIPAR, no ano de 2009? (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS). 
9) Citar qual(is) município(s) que possuem processos de pedido de licenciamento, atualmente, que tramitam no IAP, possuem capacidade de dispor 2.400 t/dia? Quem é o titular do empreendimento? (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS). 
10) Considerando o item (9), qual o prazo máximo previsto para o início da operação deste(s) empreendimento(s)? (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS). 
11) Existem estações de transbordo para os resíduos sólidos domiciliares no Paraná? Está previsto estação(ões) de transbordo dos resíduos sólidos domiciliares para o Aterro Sanitário a ser implantado pelo SIPAR?  Onde se localiza(m)?  (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS). 
12) Qual o valor em reais pago pela destinação final dos resíduos sólidos domiciliares por tonelada no Aterro de Curitiba? (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS). 
13) Qual a diferença entre Aterro Sanitário e Usina de tratamento de resíduos sólidos domiciliares? Existe algum pedido de licenciamento de usina para tratamento de resíduos sólidos domiciliares no Estado do Paraná? Qual(is) município(s) se localiza(m) e qual o titular do(s) empreendimento(s) e qual o tipo(s) de tratamento? (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS). 
14) Quanto à estabilidade dos maciços do Aterro Sanitário de Curitiba, existe algum dado técnico ou relatório sobre as condições destes no referido empreendimento? (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS). 
15) O Aterro Sanitário de Curitiba pode receber resíduos de saúde (hospitalar)?
16) Se o Aterro Sanitário de Curitiba está recebendo resíduos hospitalares o empreendimento é passível de interdição?
17) Anexo documento protocolado no COPE e já de conhecimento do IAP. O que entende o IAP sobre o crime ambiental que esta ocorrendo no Aterro Sanitário de Curitiba? E quais as providências tomadas por este órgão, na pessoa do Sr. Presidente, para denunciar os agentes públicos responsáveis?
18) Para a reconformatação geométrica pode o Aterro de Curitiba receber outros materiais que não os resíduos sólidos domiciliares? Quais?
19) O IAP já recebeu o plano de encerramento do Aterro Sanitário de Curitiba? (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS). 
20) Quais as compensações ambientais previstas para o bairro do Caximba? (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS). 
21) O IAP acha suficiente o número de flairs existentes no Aterro Sanitário de Curitiba para a queima da quantidade de gás metano que o aterro gera?  (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS). 
22) O empreendimento do Aterro Sanitário de Curitiba possui projeto para a comercialização de créditos de carbono e exploração da energia?  (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS). 
23) Qual a situação atual do T.A.C? Está sendo cumprido? O Aterro Sanitário de Curitiba possui licença de operação vigente fornecida pelo IAP? (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS). 
24) Qual a situação atual do recobrimento das células no Aterro Sanitário de Curitiba? A quantidade de material está correto? A qualidade do material de recobrimento atende as normas legais? As células estão sendo recobertas conforme legislação vigente? (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS). 
25) A situação do lençol freático no bairro do Caximba e entorno está sendo monitorado? Quais os resultados? (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS RELATÓRIOS E ANÁLISES ORIGINAIS). 
26) Qual a qualidade do chorume gerado no Aterro Sanitário de Curitiba e lançado no Rio Iguaçu? (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS). 
27) O IAP tem conhecimento da existência de creche e escola implantadas a menos de 500 metros do pé do Aterro Sanitário de Curitiba? Que providencias o IAP tomou? E a legislação não foi cumprida pelo Aterro Sanitário de Curitiba?
28) Existe monitoramento pelo órgão fiscalizador ou pelo titular do empreendimento do Aterro Sanitário de Curitiba no que diz respeito à qualidade do ar da água no bairro do Caximba? (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS). 
29) Existem vetores no empreendimento do Aterro Sanitário de Curitiba? Qual a causa destes vetores e qual o prejuízo aos moradores do bairro do Caximba?
30) Informar se existe processo de pedido de licenciamento ambiental para aterro sanitário no município de Itaperuçu/PR, para disposição de resíduos sólidos domiciliares? Qual o titular do empreendimento? Possui licença prévia e de instalação? Qual a capacidade diária em tonelada para a disposição dos resíduos? Qual a previsão do início de operação? Este empreendimento possui EIA-RIMA? Este empreendimento pode ser utilizado em caráter emergencial para o consórcio formado por 19 municípios da Região Metropolitana de Curitiba? (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS). 
31) É de conhecimento público que 3 áreas foram indicadas pelos órgãos do Estado do  Paraná IAP/MINEROPAR para que o SIPAR realizasse o EIA-RIMA e todos os procedimentos necessários solicitado pelo IAP para o alicenciamento ambiental de uma das três áreas. As áreas se localizam nos seguintes municípios: Fazenda Rio Grande Mandirituba e Curitiba (bairro Caximba). Solicitamos ao IAP cópia do ofício encaminhado ao SIPAR que define estas três áreas como áreas prioritárias para o licenciamento do Aterro Sanitário que irá receber os resíduos sólidos domiciliares após o encerramento do Aterro Sanitário de Curitiba. (FAVOR ANEXAR CÓPIA DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS).

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