A containerização da coleta de lixo domiciliar de Porto Alegre tem sérios problemas na área central da capital gaúcha.
Por onde se anda no centro da cidade se vê lixo em torno das caixas distribuídas em uma área que envolve 125 mil habitantes.
Nessa terça-feira (27/09), um dos pontos turísticos de Porto Alegre estava tomado de lixo. Muito lixo.
E isso acontece quando a cidade de Porto Alegre está sediando o 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, evento promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), entre os dias 25 e 29 desse mês. Esse congresso reúne 6.000 pessoas, técnicos, estudantes, e representantes de empresas privadas, órgãos do governo estadual, municipal e federal, vindos de todas as partes do Brasil.
Se os 6.000 participantes do 26º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental fizerem um roteiro turístico pela área central de Porto Alegre, certamente vão ver o lixo fora das caixas metálicas locadas pelo Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) junto a empresa Conesul Soluções Ambientais Ltda.
É uma vergonha para qualquer gaúcho ver a sua cidade nessas condições. A Prefeitura de Porto Alegre precisa fiscalizar o lixo. Certamente os custos envolvidos com a operação da containerização da coleta de lixo domiciliar de Porto Alegre são superiores aos valores da coleta de lixo tradicional. Então a containerização tem que trazer resultados para a cidade e para os contribuintes da taxa do lixo. E pelo que se está vendo no centro de Porto Alegre, a containerização não está atendento os objetivos propostos pela autarquia municipal de limpeza urbana. Ou estou enganado?
Porto Alegre continua a mesma, Porto Alegre continua suja!