Secretário de Serviços da Prefeitura de São Paulo ameaça anular os contratos de varrição

O secretário municipal Alexandre de Moraes, que responde por duas pastas do governo Kassab, disse que “qualquer paralisação é conluio, é locaute. Se faltar gari, a empresa tem a obrigação de contratar outros funcionários, isso está previsto no contrato. Anulo [o contrato, em caso de greve], as cinco empresas já foram avisadas”. As declarações do secretário municipal de Serviços, Alexandre de Moraes, se reportam a tentativa de garis de São Paulo de promoverem uma greve na próxima semana na capital paulista. O corte de verba nos serviços de varrição de São Paulo é a polêmica. As empresas contratadas pelo Município de São Paulo reclamam de corte de R$ 53 milhões na verba anual de R$ 300 milhões para o serviço. O prefeito Gilberto Kassab garante que até o final do ano serão investidos R$ 903 milhões em todos os serviços de limpeza urbana. “É o mesmo valor do ano passado. Não é preciso mais”, argumenta o prefeito Kassab.

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