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Processo de licenciamento de aterro sanitário em Mandirituba é questionado na Justiça do Paraná

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A Ação Civil Pública de nulidade de licenciamento por imoralidade administrativa e danos, processo no. 239/2002 que tramita na Justiça do Paraná, junto ao 1º. Ofício de Fazenda Rio Grande, e que tem por autoras duas entidades, a Associação de Defesa do Meio Ambiente de Araucária – AMAR e a Ação Ambiental, impede a instalação de aterro sanitário em Mandirituba (PR) em área de propriedade da empresa Cavo Serviços e Meio Ambiente S/A (do Grupo Camargo Correa). O processo no. 239/2002 trata de Ação Civil Pública interposta por essas duas associações, cujas atividades se desenvolvem no âmbito da defesa e proteção ao meio ambiente, visando a nulidade do processo de licenciamento de aterro sanitário apresentado pela CAVO, e elaborado sob a coordenação do servidor do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) Alberto Baccarim. O tema será devidamente esmiuçado aqui no portal Máfia do Lixo a partir de hoje. Poucos moradores de Mandirituba sabem que a área de terra que o IAP concedeu uma Licença Prévia (LP), para que o Consórcio Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos venha a instalar a usina de lixo, é lindeira a gleba de terras da Cavo. Atualmente a empresa privada Cavo presta serviço de limpeza urbana, manutenção e operação do aterro sanitário da Caximba, em Curitiba, e integra o consórcio Pró-Ambiente na concorrência bilionária do SIPAR (Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos). O que divide as duas áreas em Mandirituba é a cerca de arame. A gleba de terra da CAVO é bem maior que a área aprovada pelo IAP. Se por qualquer motivo concorrencial a licitação do Consórcio Intermunicipal não for conclusa, certame esse que tem por escolha uma empresa ou consórcio, pelo qual se pretende instalar a indústria do lixo, pode, em tese, ao “pular a cerca”, acabar sendo implantando, em Mandirituba, um aterro sanitário para receber os resíduos de Curitiba e de 16 municípios da região metropolitana. A Câmara de Vereadores de Mandirituba está contribuindo para que a cidade receba o lixo de outros municípios. Ontem, terça-feira (11/08), os vereadores colocaram em pauta a votação do “regime de urgência’ de projeto de lei, o qual altera a Lei Municipal que hoje impede o Município de Mandirituba receber lixo de outras cidades.

  1. Essa historia do lixão de Mandirituba ja virou palhaçada, todo mundo sabe que isso virou uma briga politica!!!…O ex-prefeito Adir Palu era de acordo com o lixão em Mandirituba enquanto ele estava no poder, pois com isso ele e algumas pessoas de seu interrese iriam se beneficiar com os lucros, mas como as coisas não aconteceram de acordo o que ele esperava e ele nao ganhou as eleiçoes ele fica fazendo arruasas junto com outros para empatar as coisas. Ele nunca foi a favor do povo de Mnadirituba e sim a favor dele é só não percebe quem não quer!!!
    O povo de Mandirituba tem que acordar pra vida, e seguir em frente e nao ir atras de gente com dor de cotovelo, não procurou fazer nada pelo povo enquanto teve na prefeitura e sim apenas por eles…Agora deixa o prefeito atual trabalhar em paz e deixa as coisas acontecerem!!! O lixão se é bem projetado vai beneficiar muito a Mandirituba!!!

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