Defensores do Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos (Sipar) de Curitiba e RM querem polemizar a decisão da Justiça do Paraná no processo da ADECOM, que recebeu recentemente uma liminar proíbindo a instalação de aterro sanitário no bairro Caximba (onde já tem um lixão). Falam a quatro ventos nos bastidores do lixo, que a Justiça do Paraná proibiu a instalação de aterro sanitário na Caximba e que não proíbe o SIPAR naquele local. Ora, basta lembrar aos “defensores” do SIPAR, que em 07/11/2007, o secretário de Meio Ambiente de Curitiba, José Antônio Andreghetto, afirmou a veículo de comunicação “que o Sipar foi pensado para substituir a idéia do aterro”. Na mesma matéria a secretária executiva do Consórcio Intermunicipal do Lixo, Marilza Dias disse que “projetamos um sistema que contemple o máximo aproveitamento dos materiais e exija minimamente o uso de um aterro”. Ora, reconhecem esses agentes públicos o uso de um aterro sanitário. Em outras palavras, o SIPAR não prevê o aproveitamento de 100% do lixo em seu primeiro ano de operação, seja na Caximba, Fazenda Rio Grande ou em Mandirituba. A previsão do SIPAR é que isso aconteça em 6 anos.
Veja o quadro da evolução do aproveitamento do lixo pelo SIPAR. Logo, o SIPAR precisa se utilizar de um aterro sanitário para “enterrar” o lixo que não será aproveitado nos primeiros seis anos de operação. Os documentos EIA/RIMA que estão arquivados no Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e que tratam das áreas licenciadas para instalação do SIPAR dizem tudo. Os defensores da tentativa do imbróglio (Aterro x SIPAR) devem ler o EIA/RIMA da área da Caximba em Curitiba.
Olha o que desperta atenção ao um bom tempo é a fidelidade canina, que esta dona Marilza e o ilustre secretário Andreguetto, defedem esta CAVO.
Já não seria hora do ministerio público chamar esta gente para dar explicação.Ou melhor chamem o chefe BETO RICHA\.