A gripe suína ou A(H1N1) fez com que os administradores do Porto do Recife fizessem um investimento de R$ 400 mil na compra de um incinerador para ajudar no controle da doença. A aquisição do incinerador é necessária porque a Anvisa determinou que todo o lixo dos navios terá que ser incinerado. O capitão de navio vindo do exterior deverá informar 48 horas antes de atracar a situação de saúde dos tripulantes. Os trabalhadores que subirem a bordo dos navios internacionais também deverão usar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), incluindo máscaras. O lixo será destinado ao incinerador do Porto do Recife. Espera-se que o incinerador esteja instalado ainda esse ano.
Não é necessário o porto assumir esse custo da compra, instalação, operação, manutenção e etc do incenerador. Assim como outros portos, inclusive o Porto de Santos, o lixo é coletado por empresas tercerizadas licenciadas para coleta e transporte que levam o lixo para empresas outras empresas licenciadas a dar a destinação final exigida por lei. E quem paga esses custos é o gerador do lixo, ou seja o Armador (empresa dona do navio). Fica ai a dica. O que temos que ter no Brasil é fiscalização, exigir das embarcações quando atracarem que comprovem o último descarte de lixo e se for o caso exigir que faça o descarte no porto em que está atracado, através da logística exposta acima.
anvisa tem que acompanhar pois atualmente nenhuma firma incinera o lixo de navios
alguma’ coisa mudou pois nao se incinera quase nada ou nada
um absurdo pois o lixo de navio ou lixo de taifa cozinha vem de todo lugar
antigamente todo lixo era queimado
aqui em santos nao existe nenhum incinerador