O consumo de energia elétrica caiu 2,4% nos quatro primeiros meses deste ano, segundo dados da EPE (Empresa de Pesquisa Energética) divulgados nesta segunda-feira. O setor industrial exerceu maior influência neste resultado, em função da redução de 11,6% no consumo entre janeiro e abril deste ano, na comparação com igual período em 2008. Ao mesmo tempo, as classes residencial e comercial continuam em alta. As residências foram responsáveis por demanda 6,6% maior de janeiro a abril. Já o consumo comercial teve alta de 6,1%, na comparação com o primeiro quadrimestre de 2008. Somente em abril, o consumo no País caiu 0,4%, em relação a período correspondente no ano passado. A indústria teve retração de 8,9% em seu consumo de energia elétrica, na mesma comparação.
A indústria dos medicamentos genéricos espera chegar a 2019 com o dobro de seu tamanho atual, atingindo 35% do mercado farmacêutico total, conforme disse nesta segunda-feira Odnir Finotti, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró-Genéricos). Hoje, os genéricos detêm 18% do mercado e movimentaram US$ 2 bilhões de março de 2008 a março de 2009. Para alcançar esse objetivo, a indústria conta com a liberação das patentes de três grandes medicamentos: o Diovan (para o combate à hipertensão), o Liptor (usado no controle do colesterol, é o medicamento mais vendido no mundo) e o Viagra (contra disfunção erétil), que movimentam cerca de R$ 500 milhões, segundo a Pró-Genéricos.
Um juiz do Rio Grande do Sul negou um pedido de prisão preventiva contra 15 indiciados em processo policial por envolvimento em uma quadrilha de furto de caminhões por causa da superlotação dos presídios do Estado. O pedido, feito pela Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos de Porto Alegre, fazia parte da “Operação Tentação” da Polícia Civil gaúcha. O delegado responsável pela operação, Heliomar Franco, disse que investigava a quadrilha desde novembro do ano passado. No entendimento do juiz da 4ª Vara Criminal de Canoas, Paulo Augusto Oliveira Irion, os crimes foram cometidos “sem violência ou grave ameaça” e por isso não havia necessidade de prisão. Em sua decisão, o juiz afirma que cortes superiores já decidiram que, dada a situação precária dos presídios, eles só devem receber novos presos em “caráter excepcionalíssimo”. Os criminosos furtam caminhões à beira da rodovia BR-116. Os policiais implantaram um localizador dentro de um caminhão com as características mais recorrentes nos furtos e o usaram como “isca” para chegar até o local onde os veículos eram desmanchados. Em seguida a polícia fez escutas e identificou a quadrilha, formada por 19 pessoas de várias cidades. Nos seis meses da operação foram presas 11 pessoas, mas a polícia acreditava que deveria prender ou manter presas 15 pessoas, inclusive dois receptadores, para concluir a investigação.
Um estudo da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) identificou locais na Amazônia para a possível construção de sete usinas hidrelétricas que, somadas, poderiam gerar 14.245 megawatts de potência. No total, poderiam ser construídas três usinas no rio Tapajós e outras quatro no curso do Jamanxim, afluente do primeiro, ambos no Estado do Pará. Estas sete usinas hidrelétricas forneceriam o equivalente a 13,6% da energia gerada atualmente por instalações do gênero no País e também exigiriam inundar uma área equivalente a 3.021,79 quilômetros quadrados de floresta. O estudo foi elaborado pela Eletronorte e pela construtora Camargo Correa. O próximo passo para a implantação das usinas será a elaboração dos estudos de viabilidade, que também deverão receber a aprovação da Aneel. Atualmente, diversas construtoras estão elaborando projetos para implantar usinas hidrelétricas na região amazônica.
Uma denúncia de coleta e destinação irregular de lixo hospitalar foi protocolada junto à Promotoria de Justiça de Cacoal. Os vereadores Val Andrade (PP), Fernando Farias (PTB), Valdomiro Corá (PV), Euzébio Sherrer Brizon (PPS) e Uriety Prado Veloso (PMDB) solicitaram ao Ministério Público que investigue a coleta e destinação irregular de lixo hospitalar em uma área às margens da RO 383, ao lado de uma escola pública, onde são descarregadas toneladas de lixo comum todos os dias. Compõem a denúncia fotografias de um flagrante realizado no local, quando uma caminhonete da Prefeitura Municipal fazia o descarregamento de lixo hospitalar produzido nos hospitais públicos locais. A coleta e destinação final dos resíduos sólidos no município de Cacoal tem sido uma das principais preocupações da Câmara Municipal, já que o depósito desses resíduos é feito sem o devido cuidado com a área escolhida, gerando conseqüências ao Meio Ambiente e à Saúde Humana. Além de ter sido implantado em uma área irregular, às margens da rodovia RO 383, o “Lixão” de Cacoal não respeita as normas ambientais e sanitárias. Está bem próximo ao novo aeroporto, que está na fase final de sua construção e que deve começar a operar em breve. É bom lembrar que Urubus causam acidentes com aviões.