O Vaticano e o próprio Papa Bento XVI têm tido várias intervenções em favor de uma “economia verde” e do respeito pelo meio ambiente, traduzidas em gestos práticos. A reciclagem, por exemplo, é já uma realidade implantada no Vaticano: um ano após o início da coleta diferenciada de lixo no pequeno Estado, 42% dos containeres para os resíduos são destinados a materiais recicláveis. Esta realidade confirma o crescimento da preocupação ecológica no Vaticano. Outro sinal da preocupação ecológica é o fato de o próprio Estado da Cidade do Vaticano ter sido o primeiro a chegar ao objetivo de “emissões zero” de carbono, com a criação, em 2007, de uma zona florestal em território húngaro. Do Papa e dos seus colaboradores têm chegado diversos apelos em favor de uma economia sustentável e respeitadora do ambiente, em defesa do acesso universal à água como um direito humano e mesmo na promoção de um turismo mais ecológico.
O recente Compêndio da Doutrina Social da Igreja apresenta uma série de números dedicados a este tema. No ponto 481 pode ler-se que “os atuais problemas ecológicos, de caráter planetário, apenas podem ser eficazmente enfrentados através de uma cooperação internacional capaz de garantir uma maior coordenação do uso dos recursos da terra”. Mais à frente, é referido que “os graves problemas ecológicos exigem uma efetiva mudança de mentalidade que induza a adotar novos estilos de vida”.
Quer dizer… o pastor alemão fazer uma “floresta” na hungria é ecológico…
Já, criar uma floresta aqui neççalatrina é sinônimo de deserto verde…
E viva o abobalhamento midiático…