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Indústria vai gerar energia com os resíduos sólidos urbanos de Curitiba e de 15 municípios da região metropolitana
Curitiba, no Paraná, e mais 15 municípios da região metropolitana estão com sérios problemas na destinação final do lixo. Hoje descarregam algo em torno de 2,4 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos no aterro sanitário da Caximba. Uma licitação pública busca resolver o monumental problema. A vida útil do aterro sanitário de Caximba se esgota em seguida . Para a solução da destinação do lixo se idealizou o SIPAR (Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos), que pode passar a processar 100% dos resíduos sólidos urbanos. Na verdade é uma indústria que tem por matéria-prima os resíduos de Curitiba e de mais 15 cidades da região metropolitana. Segundo a prefeitura de Curitiba, essa indústria vai reciclar, produzir composto orgânico e gerar energia, a partir das 2,4 mil toneladas de resíduos que hoje são destinadas no aterro da Caximba. Apenas uma parcela de 15% de rejeitos já processados é que poderá ser tratada em aterro sanitário ou por meio da mineralização. A instalação da indústria não poluente seguirá critérios rigorosos em relação ao meio ambiente. Todo esse cuidado será fiscalizado pelos órgãos ambientais competentes. No SIPAR o lixo será depositado em local fechado. A proposta do Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos, que substituirá o aterro sanitário da Caximba, é de uma indústria de reciclagem e geradora de energia. O Consórcio Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos vai oportunizar cerca de 150 empregos diretos e benefícios financeiros estimados em quase R$ 5 milhões anuais para o município em que estiver instalada a indústria. Para a seleção das áreas, o Consórcio Intermunicipal de Resíduos Sólidos considerou um estudo técnico. Indicou três áreas: Municípios de Mandirituba, Fazenda Rio Grande e Curitiba. Nesta semana ainda o IAP deve divulgar qual a cidade que deve receber o SIPAR.
