Estre Ambiental quer implantar um aterro sanitário na cidade de Itaboraí

A Comissão de Defesa do Meio Ambiente da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro promove audiência pública para discutir o projeto de instalação do aterro sanitário de Itaboraí, que vai receber o lixo não só da cidade como também de Niterói, São Gonçalo e Maricá através de consórcio regional, que é estimulado pela Secretaria estadual do Ambiente. O aterro sanitário vai processar cerca de cinco mil toneladas de lixo por dia, tem capacidade para operar durante 34 anos e vai acabar com os lixões destas cidades e absorver o lixo industrial que será produzido pelo Complexo Petroquímico da Petrobras (Comperj) que está sendo construído em Itaboraí. O aterro de Itaboraí será instalado num área de 2 milhões de metros quadrados, mas só será ocupado metade do espaço físcio. O projeto prevê a produção de energia, que será distribuída à comunidade que fica no entorno do empreendimento. O projeto é da empresa Estre Ambiental, que quer implantar em Itaboraí um aterro sanitário. Problemas com o licenciamento ambiental foram detectados. A empresa Estre Ambiental pretende enterrar a massa de resíduos correspondente a 5 mil toneladas por dia. A Estre Ambiental já teria comprado uma fazenda em Itapacorá, onde seria colocado em prática o projeto.

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57 Responsesto “Estre Ambiental quer implantar um aterro sanitário na cidade de Itaboraí”

  1. Nos, moradores de Itaboraí, repudiamos veemente a instalaçao do aterro sanitario em nossa cidade para a captaçao do lixo de cidades vizinhas,assim como nao mandamos o nosso lixo para as cidades do nosso entorno. Fomos traidos, quando soubemos tudo já havia sido tramado contando inclusive, com a conivencia daqueles que nós elegemos para nos representar. Se fizermos um plebiscito veremos que a população nao quer ser depositaria de lixo. A cidade de tantos vultos famosos, quer ser a cidade do progresso.Há nesse momento especialistas de varios matizes que com falacias tentam envolver os incautos. Seus argumentos nao resistem ao mais simplorio dos racicionios. Fora o lixão e seus defensores, inimigos do povo e presidiarios de suas consciências.

  2. Emilio disse:

    Não se trata apenas de lixo, mas sim de resíduos. Se o aterro fosse receber somente o resíduo sólido urbano, já seria temeroso, mas receber o resíduo de serviço de saúde…Um desastre total…

  3. Beto disse:

    Itaboraí sempre sugada pelos poderosos. Foi-se a época da cana-de-açúcar, da laranja, das olarias, e agora, que pensávamos ser o novo eldorado, eis que vem este lixão aprovado na calada da noite. Pobre itaboraí que sofre pela ganância de seus políticos gananciosos, filhos desta terra, que só pensam em dinheiro. Onde está a Câmara de Vereadores que nada fazem, onde está o Sr. Prefeito Sérgio Soares? São omissos ou coniventes? Parece-me que são os dois ao mesmo tempo. O Povo de Itaboraí precisa saber o que está por vir com este lixão. ô vida de gado!!!

  4. Vanessa Guedes disse:

    Eu como moradora da cidade de Itaboaí,estou numa campanha contra a instalação do aterro sanitário na cidade, porque de nada adianta discutir e a discurssão ficar só no campo da idéias enquanto os interessandos neste aterro já estão trabalhando para efetivar o projeto. Por isso participei da última audiência no Rotary Club de Itaboraí e estou pegando assinaturas para um abaixo assinado e com panfletos para conscientizar e informar a população que a verdade é que em sua grande maioria não tem idéia do que está acontecendo. Quanto aos políticos eu que estou acompanhando de perto estou vendo a luta de alguns vereadores, como Geraldo Saraiva, Levi do Mercado, Elson Paz, Deoclésio Machado, Valdir Batista, Irmão Caio, Lucas Borges e Severino Bil. Mas também sei que são apenas oito e precisam de nove para mudar a lei orgânica do município para impedir este despropósito, e são cinco os que são a favor do lixão ou seja não tão nem aí pra nossa cidade, Alzenir Santana, Netinho cardoso, Niodir Salles, Marcos Araújo e Carlinhos da Farmácia, gravem bem os nomes para não votar novamente em que não se importa com a nossa cidade.

  5. David Mendes disse:

    Prezados,
    Boa Tarde.

    Infelizmente creio que está havendo uma grande distorção com relação aos conceitos envolvidos, concordo que até ocorrem certos desconfortos para a população quando se instala um aterro sanitário (diferente de lixão), porém, os benefícios são maiores. Por esse motivo, lhes encaminho alguns conceitos e informações que tlavez sejam interessantes:
    > Aterro Sanitário NÃO É LIXÃO – Existe uma diferença entre os dois tipos de execução, no primeiro, existem várias normas regulamentadoras tanto para a escolha de local quanto para a execução do projeto desde os aspectos mais relevantes até os menos significativos. Quanto se executa um aterro impermeabiliza-se o solo afim de impedir a poluição do solo e dos lençóis freáticos e o material utilizado para essa impermeabilização é testado por orgãos idônios. Talvez a maior diferença entre um lixão e um aterro sanitário seja que no lixão os resíduos são simplesmente jogados e deixados sob a ação da natureza servindo como alimento para animais, fonte de renda para pessoas e criadouro de vetroes de doenças, já no aterro sanitário, o lixo é coberto com argila e isolado das ações acima citadas.
    > Outro dado importante também, é a diferenciação de um aterro para o outro, segundo a legislação brasileira, existem tipos de aterros específicos para determinados tipos de resíduos, no caso do projeto da cidade em questão, acredito que não há risco de recebimento de lixo hospitalar, considerando que este deve ser destinado em lugar adequado decrito na lei.
    Concluindo, além dessas normas que regulam a implantação de um aterro, há também o ganho da geração de empregos para parte da população e a contra-partida ambiental gerada pela intervenção do empreendimento na área. A empresa é obrigada a manter, monitorar e contribuir positivamente para o desenvolvimento da área de implantação, proporcionando assim um desenvolvimento sustentável.
    Portanto, se querem debater com qualidade a execução deste aterro, conheçam todas as faces da questão para não se transformarem em marionetes de pseudo-ambientalistas.

    Abraços.

  6. Narrimã disse:

    Creio que a população está indignada por esse fato esta tão mal divulgado em nossa cidade!Muitas pessoas nem sabem desse projeto! Acho que seria bem melhor se os responsáveis fossem mais claros com os cidadãos.Nem todos tem acesso a internet para ficar pesquisando como estou fazendo(não adiantou muito,não tem muita informação!).Acho uma vergonha o que esses politicos estão fazendo, porque na época das eleições andam pra cima e pra baixo com carros de som na maior altura divulgando a sua candidatua e por que não fazem o mesmo com tal projeto?? Temos o direito de saber os projetos que querem implantar em nosso município e também de opinar!Sejam mais transparentes é isso que queremos!! E vamos lutar contra esse projeto sim!

    OBS:Acho que os políticos tem tantas coisas mais “importantes” para tratar,como:educação,saúde,saneamento básico (que por sinal aqui em Itaboraí é uma porcaria!), e tantas outras coisas,porque se preocpar com isso logo agora!Olhem para as necessidades da cidade!

  7. rubem filho disse:

    Os projetos propostos sempre parecem bem estruturados quando estão nos papéis e nas mãos dos empresários envolvidos, mas se a população não está a favor do aterro sanitário e a LEI ORGÂNICA do município proíbe por que muda – lá só para beneficiar poucos interresados, por que não escutar o que a população quer; nós não estamos numa democracia ou é só fachada na hora do vamos ver quem manda afinal somos nós que pagamos e moramos aqui ou quem é de fora que não aturar 300 caminhões de lixo entrando e saindo do município será que eles vão querer morar aqui ou vão administrar de bem longe os lucros obtidos. Itaboraí há anos atrás foi considerada a cidade da laranja por que não encorajar ao plantio novamente, a fábricas de suco para exportação, convenha que emprego surja de qualquer tipo de empreendimento instalado na cidade, então o caso não é a formação de empregos e sim exploração de terras ainda baratas e interece de poucos. Lei é para ser seguida e não mudada para beneficiar a poucos. Obrigado e vamos lutar contra o “lixão”.

  8. Emilio disse:

    Prezado Senhor David Mendes,
    Realmente existe tal diferenciação com relação a aterros e “lixões”, que existem empresas sérias para a execução de tais projetos, mas existe realmente a intenção da disposição do resíduo de serviço de saúde no Aterro de Itaboraí, além da disposição dos resíduos oriundos do COMPERJ neste aterro. Seria ele um aterro destinado a resíduos das classes I (perigosos), IIA (não inertes) e IIB (inertes) ? Duvido muito…

  9. Maria disse:

    Sou moradora de uma cidade que abriga um aterro da Empresa que pretende se instalar na cidade de vcs. Acredito que vcs tenham toda razão e devem mesmo procurar informações sobre o assunto.
    Infelizmente a problematática do lixo existe e é pertinente. Todos nós somos responsáveis sobretudo porque continuamos consumindo e gerando resíduos e as empresas o fazem devido ao nosso consumo e geram resíduos também, somos responsáveis por eles! Nós é quem consumimos os produtos! Não temos parado para discutir e mudar nossas atutudes, e não dá pra constinuar depositando lixos a céu aberto, ou em aterros que não sigam a lesgilação, que não invistam em tecnologia e sejam sérios. Graças a Deus hj temos essa empresa que gerencia nossos resíduos, antigamente tínhamos um lixão que atraia animais, mal cheiro e contaminações. É lógico temos inconvenientes, toda empresa gera inconvenientes, impactos diretos e indiretos e ninguém quer ficar guardando lixo do vizinho no quintal, mas enquanto não mudamos nossos hábitos, enquanto não investimos na reciclagem, compostagem e minimização do consumo temos que garantir a minimização dos impactos para o meio ambiente.
    Reflitam sobre o assunto!
    Boa sorte!

  10. Emilio disse:

    Sempre que existe algo de errado por trás de um empreendimento, apela-se para a geração de empregos na região. Ora, se imaginar que o “aterro” seja realmente sério, os empregos gerados serão em número muito pequeno, já que as máquinas farão boa parte do trabalho. se não for um empreendimento sério e se tornar um lixão, irão se formar bolsões de pobreza e “catadores” ao seu redor, colocando em risco a saúde dos próprios catadores e da população em geral, pois esses catadores serão verdadeiros vetores das mais diversas doenças. Agora, além do “aterro” de Itaboraí, querem “plantar” outro “aterro” entre Araruama e Saquarema, fora o que querem “plantar” em Paracambi e isso tudo com o aval do governo do estado…

  11. Cristina disse:

    Acho uma vergonha o que esses politicos estão fazendo, porque na época das eleições andam pra cima e pra baixo com carros de som na maior altura divulgando a sua candidatua e por que não fazem o mesmo com tal projeto?? Nem todos tem acesso a internet.Temos o direito de saber os projetos que querem implantar em nosso município e também de opinar!Sejam mais transparentes é isso que queremos!! E vamos lutar contra esse projeto sim!
    Ao invés de pensar em lixo, por que não pensar na saúde e educação do município que estão um LIXO?!
    Não podemos aceitar essa situação.
    Temos que lutar sim!

  12. Valeria Natal disse:

    Prezados Senhores.

    Acho que estão subestimando a inteligência dos habitantes da Cidade de Itaboraí!!!!!

    Será que os moradores da Cidade de Itaboraí precisam de um “Aterro Sanitário” para “conseguir” emprego?????

    Será que os moradores da Cidade não conseguirão trabalhar no Complexo Petroquímico?

    Será que dos 40 mil empregos que Petrobrás criará não sobrará nenhum para os habitantes da Cidade???? Terão que trabalhar no “LIXÃO”????????

    Estamos aguardando a obra do COMPERJ, principalmente, porque trará para a Cidade um grande desenvolvimento.

    Tenho conhecimento, que existe um projeto para +/- 4.200 unidades entre casas e prédios, para moradores e futuros moradores da Cidade. Projeto esse, que pode acabar, pois NIGUÉM quer morar próximo ao LIXÃO ou como eles gostam de falar ATERRO SANITARÁRIO.

    A Cidade de Macaé/Rio das Ostras é o nosso grande exemplo de desenvolvimento com Petrobrás. Os “governantes” daquelas Cidades foram INTELIGENTES e deve agradecer todos os dias a Petrobrás. E os nossos “governantes” onde estão ???

    Acho que ainda temos tempo para não deixar esse desastre acontecer!!!

    Tenham certeza que lutarei e muito.
    Abraços.
    Valéria Natal

  13. Romulo disse:

    não queremos lixo em Itaboraí, pessoas como eles que querem fazer isso não são pessoas mais sim mostros…

  14. Pedro Ernesto Cunha disse:

    Gostaria de informar que todos os politicos de Itaborai concordam com o lixaão, e todas as associações de moradores votaram a modificação do zoneamento de Itaborai a pedido do Sr secretário Paulo Toledo; algumas associações receberam R$ 5.000,00 para aprovar a modificação do plano diretor distrital; inclusive enganando aos demais dizendo que os bairros estavam errados e o nome das ruas idem; uns são muito burros analfabetos os que sabem ler e compareceram as audiencias publicas da SEPLAN sabiam que o plano diretor seria alterado; muitos achavam que o Sr Paulo Toledo é DEUS; agora ficam na demagocia fazendo lista etc. deveriam ter vergonha na cara e assumirem tais erros.

  15. A Valéria Natal fala em aumento da população de Itaboraí em ritimo acelerado, que realmente vai acnteçer, então isso quer dizer que vamos gerar muito mas lixo. e oque vamos fazer? vamos continuar fomentando os lixões que já existem na cidade? bem Macaé e Rio das Ostras, assumiram a responsabilidade Ambiental e tem Aterro Sanitário, ao contrário de Itaboraí. A população de Itaboraí e seus políticos precisam assumir suas responsabilidades precisamos sim tratar do lixo.

  16. Nilton Ribeiro disse:

    @David Mendes
    Senhor David, o senhor não disse onde reside mas provavelmente não é em Itaboraí. O que a cidade não concorda é copm um negócio que começou mau, mudando a lei de zoneamento da cidade na calada da noite, sem debater coma população, que fez uma audiência pública também na calada da noite sem divulgação. E finalizando se é tão bom negócio um município ter um aterro sanitário, porque o empreendiomento da Estre não está sendo disputado por nenhum outro município? LIXO NO MUNICÍPIO DOS OUTROS É COLÍRIO.

  17. Tenho acompanhado o debate, da construção do aterro sanitário em Itaboraí, que muitos teimam em chamar de lixão. ACORDA ITABORAÍ; temos que tratar do lixo SIM com responsabilidade, o aterro sanitário gera emprego, gera renda, gera divisa, isso é responsabilidade social. SIM ao aterro sanitário. NÃO ao lixão que hoje existe no nosso município. NÃO aos políticos de Itaboraí que não sabem nem o que é um aterro sanitário, SIM aos políticos que apóiam essa idéia. Espero que toda essa mobilização não de em nada e Itaboraí ganhe com a construção do aterro sanitário, isso sim em uma demonstração de progresso, não podemos ignorar o lixo que geramos, o quanto antes aprendermos a cuidar dele menos impacto ao meio ambiente causaremos.

  18. Adriano Martins disse:

    @Valeria Natal Macaé e Rio das Ostras Juntamente com Nova Iguaçú e mas um município, que não me recordo agora são os unicos que posuem um aterro sanitário no estado do Rio de janeiro. Onde é depositado hoje o LIXO de Itaboraí, você sabe?
    o lixo precisa ser tratado não podemos ignorar essa realidade, quanto antes começarmos a cuidar do lixo menos impacto causaremos a nosso meio ambiente. Itaboraí precisa de uma aterro sanitário, ou do contrário veremos muitos lixões em Itaboraí.

  19. Pedro Ernesto Cunha disse:

    Aproveito para dizer que fazer listas não resolve, precisamos é dormir na frente das casas dos interessados e responsáveis pelo lixo ou aterro sanitário de Itaboraí…Pensem nisso a população em frente casas, prefeitura, câmera de vereadores…precisamos pertubar os tais interessados…Um povo unido com inteligência jamais será vencido.

  20. Pedro Ernesto Cunha disse:

    Como morador de Perobas Itaboraí, recebi hoje um panfleto de setembro de 2008 no qual uma entidade que desconheço se diz AMAPRA; faz um elogio ao Sr Paulo Toledo que na época era secretário municipal responsável pela modificação do plano diretor; hoje em abril tal entidade se diz vitima do tal secretário que foram enganados pelo Sr Paulo Toledo; porém eles esqueceram de devolver tudo que ganharam na gestão do Sr secretário de Cosme.

  21. André Munhos disse:

    Dr. Adriano Martins, sociólogo ambientalista -, realmente esperávamos “acontecer”, “crescer”, deixar de aparecer como a “Cidade” miserável do Rio de Janeiro, aproveitando as instalações da Petrobrás. Com a instalação do “Aterro Sanitário” nós seremos conhecidas como a “Cidade do Lixão”.
    O que faremos com o lixo????? O mesmo que as Cidades de Macaé/Rio das Ostras fizeram até 2007, pois, as obras do “Aterro Sanitário” que atenderia aquelas Cidades só começaram em janeiro de 2008. A área do novo aterro foi escolhida cuidadosamente pela Prefeitura, principalmente, com a preocupação da distância do local da região de moradia da população.
    Ora, a área que estão querendo construir o “Aterro Sanitário”, seria uma área onde poderíamos construir moradias, pois do outro lado da Cidade, está sendo instalada a Petrobrás.
    Como o Sr. Nilton escreveu, o senhor não deve morar em Itaboraí!!!! O senhor é um ambientalista, professor, provavelmente com outros interesses nas instalações desse “Aterro Sanitário” ….
    Nós, gostaríamos de aproveitar esse momento de crescimento da Cidade com a Petrobrás, esperávamos, novos empregos (40 mil), não os 100 empregos diretos que o Sr. Pedro da empresa Estre propagou. O Vereador Geraldo Saraiva, afirmou que “… em recente encontro de prefeitos acontecido aqui em Itaboraí na COPERJ, quando dez, doze prefeitos estiveram com o atual prefeito Sérgio Soares, todos eles não aceitaram o empreendimento desse porte em São Gonçalo, Tanguá, Cachoeira de Macacu… Por que Itaboraí?” Para ganhar uma restauração de uma Capela???? Merecemos mais Dr. Adriano.

  22. Prezado David Mendes! Quando chamamos de lixão não estamos nos referindo ao lixo despejado de qualquer maneira e sem nenhum tratamento. Muito lixo, 500 toneladas diarias, lixão. Apenas isto! Nao estamos discutindo aqui, o tratamwento que será dado ao lixo e nem dizendo que o mesmo não será tratado dentro das mais modernas tecnicas. A nossa discussão, Nilton Ribeiro sintetizou muito bem, é a seguinte: se isto é tão bom e vai trazer mais beneficios do que maleficios, por que os demais municipios nao reinvindicam para si tal empreendimento? Prezado David, eles pagarão para jogar seus lixos aqui! Meu caro,nos os moradores de Itaboraí deixamos para quem interessar possa, os tais beneficios. Para terminar, nada melhor do que citar Nilton Ribeiro: LIXO NO MUNICÍPIO DOS OUTROS É COLÍRIO.

    Antonio Gomes Lacerda

  23. Emilio disse:

    O lixo de Itaboraí de destinado em área próxima ao cemitério, não é um aterro controlado, assim como não é controlado a destinação do lixo da Cidade do Rio de Janeiro (Gramacho – Duque de Caxias). Realmente não dá para ser da forma como é destinado hoje, mas pelo menos é o resíduo somente da cidade. Sabendo-se que os resíduos do COMPERJ teriam que ser destinados em aterros classe I (perigosos), será que o aterro que a empresa quer fazer atenderá a esse quesito ? E além disso, existe realmente a intenção da destinação do resíduo do serviço de saúde dos outros municípios, como fica isso ? A manipulação desse resíduo será feita de maneira adequada ? Outra questão, onde ocorreu a audiência pública desse aterro ? Onde foi divulgada a dita audiência ? Quem compareceu ? Acho que assuntos dessa relevância deveriam ser tratados com maior transparência e responsabilidade.

  24. Onde estiver uma pessoa lutando contra a instalação do lixão ( Centro de Tratamento de Residuos, Aterro Sanitario, etc, )em itaborai, para reciclar o lixo de outros municipios,lá estarei tambem! Itaboraí quer uma universidade pública de qualidade, um hospital público com tecnologia de primeiro mundo. Por que ninguem cogita destas hipoteses? Para nós só lixão, daqui a pouco um presidio, passado algum tempo um prostíbulo, e coisas do gênero. Aterro sanitário apenas para o nosso lixo! LIXO ALHEIO EM NOSSO MUNICIPIO PARA OS OUTROS É COLÍRIO! Vamos lutar com todas as nossas forças contra esse lixão! Enquanto isto estaremos vendo quem está nessa luta e quem está jogando para a plateia!

  25. Em Itaboraí, lixo só o nosso! Por favor nos ajudem nesta luta!

  26. Se o aterro sanitario para cuidar do lixo alheio fosse bom, estriam disputando quem iria ficar com o aterro. Estamos dando de graça para quem quiser o emprego de catador de lixo. Pode levar para seu municipio.Nunca falamos que nao queremos aterro sanitario! Queremos ateerro sanitario sim, apenas para o nosso lixo! Se o aterro é tão bom por que os outro municipios vao pagar para jogar seus lixos em itaboraí? Eles nao gostam de empregos de catadores de lixo? Lixo aqui só o que nos produzimos. Outra coisa, nao precisamos aprender a diferença entre aterro e lixão que voce encontra na internet ou em qualquer publicação especializada. Quando falamos em lixão estamos falando no aumentativo de lixo. Apenas isso!

  27. Itaboraienses essa luta é nossa! Lixo alheio em nosso municipio, jamais!
    Aterro sanitario só para o nosso lixo! Quem quiser levar a Estre ambiental, para sua cidade, e lá fazer um aterro sanitário com todos os requintes tecnologicos para receber o lixo dos demais municípios e com isso ter milhares de empregos de catador de lixo ou coisa semelhante,fique à vontade!
    Antonio gomes Lacerda

  28. Emilio disse:

    Antonio, estou com o povo de Itaboraí contra o aterro consorciado e por um aterro somente para a população de Itaboraí. Quando tento explicar sobre a diferença entre os tipos de aterro, é porque o COMPERJ vai necessitar de um aterro específico para seus resíduos, e sendo ele pertencente ao município de Itaboraí, daí a preocupação. Onde o COMPERJ fará a destinação de seus resíduos, pois se ele é de Itaboraí, o município deveria se preocupar em fazer um aterro apropriado, tanto para esses resíduos, como os resíduos de seus habitantes, devidamente controlado e monitorado, quem sabe até gerando energia aproveitando-se dos gases liberados pelo aterro? Sonho? Acho que não…Quero um futuro melhor e grandioso para os Itaboraienses, só isso. Um grande abraço…Mobilizem-se Itaboraienses, a cidade merece só o melhor.

  29. Pedro Erenesto Cunha disse:

    Gazeta Mercantil
    Manchete: Crise congela negociações para formar polo petroquímico do Rio
    O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, disse ontem que a crise global deixou os potenciais parceiros na formação do Complexo Petroquímico do Sudeste (Comperj) em dificuldades para obter recursos e formar a sociedade, que prevê investimentos totais de US$ 8,5 bilhões. Gabrielli indicou que as empresas podem decidir entrar no projeto apenas após a construção da refinaria, mas neste caso o custo deverá ser maior.

    O presidente da Petrobras afirmou que a estrutura societária do Comperj depende de encontrar saídas que permitam a participação dos grupos privados sem que haja uma transferência de valores da Petrobras para as demais empresas e vice-versa. “O problema é que a crise atropelou o processo. Se os grupos privados estavam descapitalizados em um momento de alta, agora, no período de baixa, fica mais difícil”, afirmou o executivo em entrevista à Gazeta Mercantil. (págs. 1 e C1)

    Foto legenda: Gabrielli: custo será maior para quem entrar após a construção da refinaria

    A cidade de Itaboraí parece estar dormindo muito…

  30. Rose Kelly disse:

    Como moradora da cidade convoco a todos a participar:
    - no dia 21/05 às 18:00 horas na câmara de vereadores a votação do projeto de lei sobre a instalação do aterro sanitário em Itapacorá;
    - e no dia 22/05 da passeata contra essa implantação, encontro às 9:00 em frente ao Esporte Clube Comercial, vista-se de preto e traga sua família.
    Vamos vencer essa luta através da união, da cidadadnia e da democracia participativa.

  31. marco antonio mascarenhas disse:

    Ninguem é contra aterro sanitário. Temos consciencia que temos de dar um destino ao nosso próprio lixo. O que somos contra é receber o lixo de quinze outros municipios para enriqueçer empresários de São Paulo e Itaboraí.Parem portanto, com esta discussão acadêmica sobre a importancia de um aterro sanitário. A questão não é esta.

  32. Roberto Andrade disse:

    Estou impressionado com a ignorância de muitos aqui!! Questionam a instalação do aterro sanitário por diversos motivos, mas vamos analisar alguns FATOS:
    - Quem fica repetindo muito “não ao lixão”, deveria começar a guardar o seu lixo doméstico em casa mesmo, pois quando você coloca o seu lixo para ser recolhido, ele vai para um lixão. Se não for para o lixão de Itambi, vai para o dos outros. (bem, mas aí você não está preocupado, porque não mora em Itambi e nem nos outros municípios)
    - Segundo fato, essas pessoas demonstram ser muito mal informadas: São Gonçalo já está implantando um aterro sanitário para o dela e de Niterói, Tanguá também está seguindo o mesmo caminho, e a baixada já tem o seu. Você estão preocupados em receber “lixão” de quem?? Vocês querem que o lixo da Petrobrás vá para onde???
    - O aterro sanitário que será imnplantado em Itaboraí (e com certeza será) busca os residuos sólidos, o lixo industrial. Ele não está preocupado com a casca de banana ou o resto do arroz da casa de vocês não.
    - Procurem visitar Itambi e vejam a tristeza que é aquele “lixão” lá. Lixão esse abastecido por vocês, que em momento algum vieram a nenhum blog defender o fechamento. É fácil demais falar. Mas isso é hipocrisia.
    - Essa causa que vocês defendem, “lixão não”, é uma ignorância. Qualquer cidade desenvolvida possui um aterro sanitário decente. E se vocês desejam o progresso dessa cidade, é melhor analisar muito bem antes de ficar escrevendo “abobrinha”. Teve vereador que é contra o aterro que disse que não queria receber o “cocô” de outros municípios. Alguém por acaso defeca na pazinha e joga na lixeira??? Por favor, vamos ser sérios em nossas análises.
    A descrição dada pelo David Mendes resume tudo, ratificado pelo depoimento da Maria, que possui na cidade dela um aterro da Estre.

    Era o que eu tinha a dizer.

  33. Concordo plenamente com o senhor Marco Antonio. Nao queremos ser a lixeira de outros municipios. Esse é o problema! Cada um cuide do seu lixo!
    Antonio Gomes Lacerda

  34. walter Dion disse:

    O lixo é um mal necessário produzido por nós mesmo.Se geramos temos por obrigação dar um destino correto.
    O perigo e a empresa ESTRE, esta sim administrada por dois picaretas conhecidos como o REI DA SOJA, o velho gaga OLACIR DE MORAES e W QUINTELA
    elementos de alta periculosidade no mercado vide PAULINEA, o lixo é fácil de reclicar. Agora estes picaretas nem Jesus conseque acabar.

  35. Cátia disse:

    Você sabe a diferença entre lixão, aterro controlado e aterro sanitário?

    Um lixão é uma área de disposição final de resíduos sólidos sem nenhuma preparação anterior do solo. Não tem nenhum sistema de tratamento de efluentes líquidos – o chorume (líquido preto que escorre do lixo). Este penetra pela terra levando substancias contaminantes para o solo e para o lençol freático. Moscas, pássaros e ratos convivem com o lixo livremente no lixão a céu aberto, e pior ainda, crianças, adolescentes e adultos catam comida e materiais recicláveis para vender. No lixão o lixo fica exposto sem nenhum procedimento que evite as conseqüências ambientais e sociais negativas.

    Já o aterro controlado é uma fase intermediária entre o lixão e o aterro sanitário. Normalmente é uma célula adjacente ao lixão que foi remediado, ou seja, que recebeu cobertura de argila, e grama (idealmente selado com manta impermeável para proteger a pilha da água de chuva) e captação de chorume e gás. Esta célula adjacente é preparada para receber resíduos com uma impermeabilização com manta e tem uma operação que procura dar conta dos impactos negativos tais como a cobertura diária da pilha de lixo com terra ou outro material disponível como forração ou saibro. Tem também recirculação do chorume que é coletado e levado para cima da pilha de lixo, diminuindo a sua absorção pela terra ou eventuamente outro tipo de tratamento para o chorume como uma estação de tratamento para este efluente.

    Mas a disposição adequada dos resíduos sólidos urbanos é o aterro sanitário que antes de iniciar a disposição do lixo teve o terreno preparado previamente com o nivelamento de terra e com o selamento da base com argila e mantas de PVC, esta extremamente resistente. Desta forma, com essa impermeabilização do solo, o lençol freático não será contaminado pelo chorume. Este é coletado através de drenos de PEAD, encaminhados para o poço de acumulação de onde, nos seis primeiros meses de operação é recirculado sobre a massa de lixo aterrada. Depois desses seis meses, quando a vazão e os parâmetros já são adequados para tratamento, o chorume acumulado será encaminhado para a estação de tratamento de efluentes. A operação do aterro sanitário, assim como a do aterro controlado prevê a cobertura diária do lixo, não ocorrendo a proliferação de vetores, mau cheiro e poluição visual.

    O estado do Rio de janeiro é composto por 92 Municípios, em resíduos sólidos, se encontra com:

    04 Aterros Sanitários Licenciados:
    Rio das Ostras, Nova Iguaçu, Piraí, Macaé;

    13 Aterros “Controlados”:
    Angra dos Reis, Caxias (Gramacho), Nova Friburgo, Resende, Teresópolis, Barra do Piraí, Rio Bonito, Santa Maria Madalena, Petrópolis, Miracema, Maricá, Porciúncula, Natividade;

    06 Aterros Sanitários em Licenciamento:
    Macaé (novo), Rio de Janeiro (Paciência), Nova Friburgo (novo), Paracambi, São Pedro da Aldeia, Campos;

    4 Unidades de Triagem e Compostagem em fase de implantação;
    53 Unidades de Triagem e Compostagem implantadas, desde 1977, sendo que 26 unidades operando normalmente;
    62 Vazadouros (lixões), sendo 48 com catadores, crianças, animais de corte e vetores.

    Fonte: http://www.lixo.com.br

  36. Cátia disse:

    Holdings como a PETROLEO (Petrobrás) não pode mandar seus resíduos para lixões ou aterros controlados sob pena de perderem sua certificação ambiental, por isso, nós moradores de Itaboraí podemos ficar tranquilos que o que se pretende realmente é a instalação de um ATERRO SANITÁRIO.
    O fato de receber resíduos de outros municípios também não é agravante, pois como o empreendimento é para tratamento do resíduo, o município (Itaboraí) receberá dos outros municípios os $$$$ valores devidos a recepção desse material o que aumentará significativamente o orçamento municipal, além disso, para a produção do gás, venda de crédito de carbono, quanto mais resíduo melhor!

  37. Cátia disse:

    além de tudo estamos numa época onde as palavras de ordem são os 5 Rs:
    _Reduzir
    _Reciclar
    _Reaproveitar
    _Reutilizar
    _Repensar

  38. Emilio disse:

    O aterro sanitário foi aprovado, assim como outros projetos que podem criar situações graves do ponto de vista ambiental (Porto Sudeste), infelizmente são projetos que trarão (?) benefícios para as populações próximas a eles (sic). Estamos vivendo uma nova Era de projetos aprovados pelas autoridades estaduais (INEA)e federais (IBAMA/MMA), usando de estratégias (Rolo Compressor) muito bem orquestradas. Esperamos que o Estado do Rio de Janeiro consiga gerir esses projetos com êxito, e que as consequências sejam as menores possíveis. Enquanto isso, só nos resta ver o que vai acontecer. Espero que as empresas envolvidas trabalhem corretamente (?) e consigam demonstrar que podem fazer um trabalho de acordo com as normas vigentes e nos surpreender com um show (sic) de tecnologia.

  39. Marilene Santos disse:

    A nossa linda cidade sera chamada cidade do lixao,e isso eu nao aceito.

  40. Cátia disse:

    ????????????????????????????
    Mas Itaboraí já tem lixão!!!
    o aterro existente nem é sanitário nem é controlado!
    É LIXÃO QUE EXISTE HOJE!!!!!
    E a população não se incomoda nem nunca se incomodou com isso, aliás em Itaboraí virou moda esse campanha NÃO AO LIXÃO!!!!
    Parabéns!!!! que bom que o povo está acordando!….
    mas peraí, porque que esse movimento quer impedir o aterro sanitário, dizendo que ele será lixão, se hoje a cidade TEM UM LIXÃO e ninguém se incomoda com o chorume produzido que se infiltra pelo lençol freático, nem com os vetores, e principalmente,com as inúmeras famílias que vivem naquele espaço buscando sua sobrevivência em condições sub-humana!

  41. Provavelmente quem defende o aterro sanitario para tratar o lixo alheio em Itaborai, não mora na cidade ou então, quem sabe, é sócio do empreendimento. Com certeza nós podemos receber os $$$ de outras fontes que não o lixo. Hoje, filhos de itaboraí dizem que a cidade perdeu de ser a capital do antigo estado do Rio de Janeiro por um voto. Esse voto foi dado por um filho da cidade. Provavelmente num futuro não muito distante os novos filhos da cidade dirão que são conhecidos como oriundos da cidade do lixão por obra e graça daqueles que hoje reclamam dos seus antepassados. O tempo é o senhor da razão!
    Antonio Gomes Lacerda

  42. Pedro Ernesto Cunha disse:

    Vejo que a população se desmobilizou em Itaboraí, logo agora que o Promotor de Justiça Dr.Thiago abriu vários inqueritos para apura responsabilidades e recomendou ao Estado Inea que não dê a licença; também a PGR está investigando as fraudes em Itaboraí que são tantas…

  43. Cátia disse:

    Moderador, esse fórum é apenas para quem escreve o que o senhor(a) quer ou para ampliar o debate???
    tem posts meus que nao estão sendo publicados???

  44. Sâmela Souza disse:

    Sou moradora de Itaboraí e Ambientalista. Pelo projeto apresentado não vai ser “LIXÃO” nem “ATERRO” na verdade vai ser uma central de tratamento de resíduos, todo resíduo hospitalar e da comperj vao sofrer todo um processo antes de ir para o attero em si, e esse processo é bastante confiavel. Realmente o lixo vizinho podera ser um encomodo, porém a população de Itaboraí tende a triplicar, e com os resíduos da COMPERJ penso que não teram capacida pra processar e tratar tão lixo diariamente e se tiverem também não vai ser tão ruim. Afinal de conta a população de Itabpraí em sua maioria é pobre. Essa sem duvidas será uma grande oportunidade pra o nosso povo, pessoas carentes.

  45. Sâmela Souza disse:

    Marilene só pra lembrar Itabpraí não é cidade LINDA, nem LIMPA.
    ITABORAÍ CIDADE DA POEIRA. Será que dá pra ficar pior?

  46. CEAI disse:

    A CEAI é contra a instalação do CTR (lixão) em Itaboraí nos moldes em que o mesmo se apresenta.

  47. Pedro Ernesto Cunha disse:

    Tenho novidades, o MPE abriu o processo 54/2009 para apurar irregularidades no lixão ou CTR tanto faz…A máfia politica municipal está assustada pois a tal sessão na camara não existe,informação essa dada pelo vereador Lucas Borges ao Promotor Thiago…a comperj demitiu milhares de trabalhadores sem muitas explicações dia 22/07/2009…a obra do comperj parece que vai virar palanque politico, pois daqui uns meses LULA aparece e diz que vai salvar o comperj e os empregos esse filme é antigo…Itaboraí caminha para o caos politico…Resta agora torcer para algumas prisões sejam efetuadas…

  48. Não me afastei da luta! As contingencias da vida não me deixa conversar com voces. Continuo firme e com os mesmos propósitos. Lixo alheio em Itaboraí,não! Enquanto tiver voz estarei sempre gritando contra o lixão e a favor de mais empregos (não de lixeiros), mais escolas , mais hospitais, onibus universitario e tudo o mais que vier a dignificar a historia dessa cidade. Por fim não esqueçam daqueles que aprovaram a vinda do lixão. Dentre em breve eles estarão pedindo o meu, o seu, o nosso voto dizendo que vão fapela cidade. Mais o quê? Lembram quqndo estiveram no Rotary, dizendo que estavam contra o lixão? Lembrem=-se sempre de seus nomes. Os nomes e as fotos dos judas estão no excelente blog da CEAI. Não deixem de ver!

  49. As contingências da vida não me deixam conversar com vocês.

  50. Karla Karina disse:

    Eu como AMBIENTALISTA, acredito que pensar no contexto social de um empreendimento tão danoso ao meio ambiente, é uma incoerência. Um aterro ou CTR como quiserem, que afirma possuir tanta tecnologia não terá a necessidade de mão-de-obra que justifique esse tal contexto social que “salvaria” algumas dezenas de itaboraienses do desemprego. Sobre o meio ambiente, não há absolutamente nenhuma atividade nesse sentido que ofereça risco zero de poluição e contaminação. Se assim fosse, as cidades disputariam sua instalação.

    Acredito haver uma manipulação da opinião pública do município, na sistemática divulgação dos benesses sociais do lixão e da maravilhosa tecnologia da empresa que foi escolhida sabe-se lá como.

    Gente!! Já não basta a poluição que o COMPERJ trará?

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