Um em cada três aterros do interior está acima do limite

Dos 42 aterros sanitários localizados em cidades paulistas com mais de 100 mil habitantes, 14 estão com a vida útil esgotada e já receberam mais lixo do que permite a sua capacidade. Entre as cidades que sofrem com o problema, estão Sorocaba, Bauru, Piracicaba, Ribeirão Preto, Araraquara e São Carlos. De acordo com a Companhia Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), os depósitos que excederam a capacidade terão de encerrar as suas atividades neste ano ou em 2010. Para tentar contornar o problema, algumas prefeituras, como as de Ribeirão Preto e Piracicaba, enviam os resíduos para lixões privados. Como a situação envolve saúde pública, o Ministério Público acompanha os casos. O órgão já solicitou o fechamento do aterro de Bragança Paulista e pede que o de Araraquara seja lacrado em breve. Presidente Prudente vai construir um novo aterro. Dos 137 depósitos de lixo considerados críticos pela Cetesb no ano passado, 108 deixaram o ranking dos piores. No entanto, 29 ainda são considerados muito ruins e outros 67, ruins. Os dados fazem parte de um inventário a ser divulgado neste mês.

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