Uma semana após ter o pedido de ampliação do aterro sanitário do bairro Cidade São Jorge negado pela Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) fará nova tentativa para salvar o projeto e permanecer depositando em seu próprio território os resíduos coletados no município. “A Cetesb entendeu que as informações que nós prestamos ainda eram um pouco inconsistentes no sentido da altura do aterro e, portanto, fez análise negativa e solicitou novos estudos. Estamos preparando as informações e vamos apresentá-las até a próxima semana para que seja feita a reavaliação do conceito emitido”, explicou o diretor de Gestão Ambiental do Semasa, Jarbas Elias Zuri Júnior. Em funcionamento desde 1986, o aterro de Santo André está próximo do seu limite de capacidade. Se a CETESB não permitir que o local receba mais lixo, a administração terá de buscar uma saída para não comprometer o serviço de coleta e disposição dos resíduos. A Prefeitura de Santo André, por meio da Semasa pede a expansão da área do aterro sanitário dos atuais 4.700 metros quadrados para 6.357 metros quadrados, permitindo a disposição de lixo até o fim do ano.