Álvaro Dias é o preferido para ser governador do Paraná

No Paraná, tanto o senador Álvaro Dias quanto o prefeito de Curitiba, Beto Richa, ambos do PSDB, lideram a corrida com 39% das intenções de voto cada em dois cenários pesquisados pelo Instituto Datafolha. Em terceiro, aparece o senador Osmar Dias (PDT), com 27% e 31% das intenções, respectivamente. Veja como seria a eleição se o PT não apresentasse candidato e com Álvaro Dias à frente do PSDB: Álvaro Dias (PSDB) – 39%; Osmar Dias (PDT) – 27%; Rubens Bueno (PPS) – 8%; Orlando Pessuti (PMDB) – 6%. Veja como seria o cenário se o PT não apresentasse candidato e com Beto Richa à frente do PSDB: Beto Richa (PSDB) – 39%; Osmar Dias (PDT) – 31%; Orlando Pessuti (PMDB) – 7%; Rubens Bueno (PPS) – 6%. Veja como seria o cenário se o PT apresentasse candidato e com Álvaro Dias à frente do PSDB: Álvaro Dias (PSDB) – 52%; Rubens Bueno (PPS) – 10%; Orlando Pessuti (PMDB) – 8%; Paulo Bernardo (PT) – 3%. Veja como seria o cenário se o PT apresentasse candidato e com Beto Richa à frente do PSDB: Beto Richa (PSDB) – 52%; Rubens Bueno (PPS) – 10%; Orlando Pessuti (PMDB) – 8%; Paulo Bernardo (PT) – 4%.

Angela Amin é a preferida em Santa Catarina

A deputada federal Angela Amin (PP) aparece como o principal nome ao governo de Santa Catarina, segundo a pesquisa do Instituto Datafolha. A ex-prefeita de Florianópolis lidera os três cenários pesquisados entre potenciais candidatos no estado, com índices que vão de 32% a 37%. Veja o cenário em que não há candidato do PMDB: Angela Amim (PP) – 32%; Leonel Pavan (PSDB) – 17%; Ideli Salvatti (PT) – 16%; Afrânio Boppré (PSOL) – 4%. Veja o cenário em que não há candidato do PSDB e que o PMDB tem à frente Dário Berger: Angela Amim (PP) – 34%; Dário Berger (PMDB) – 17%; Ideli Salvatti (PT) – 15%; Afrânio Boppré (PSOL) – 3%. Veja o cenário em que não há candidato do PSDB e que o PMDB tem à frente Eduardo Moreira: Angela Amim (PP) – 37%; Ideli Salvatti (PT) – 15%; Eudardo P. Moreira (PMDB) – 7%; Afrânio Boppré (PSOL) – 4%.

Geraldo Alckmin lidera corrida para o governo de São Paulo em 2010

O ex-governador e atual secretário estadual de Desenvolvimento, Geraldo Alckmin (PSDB), lidera a primeira pesquisa Datafolha de intenção de voto com possíveis candidatos ao governo de São Paulo, divulgada na edição deste domingo pelo jornal Folha de S. Paulo. Alckmin, que foi derrotado ainda no primeiro turno das eleições para prefeito em 2008, aparece com 41% das intenções de voto, contra 13% da ex-prefeita Marta Suplicy (PT), derrotada no segundo turno à prefeitura. O ex-prefeito Paulo Maluf (PP) conta com 12% das intenções de voto se as eleições fossem hoje; Luiza Erundina (PSB) tem 7%; Soninha Francine (PPS) tem 5% e Paulinho da Força (PDT), 3%.

Hélio Costa larga com vantagem em Minas Gerais

Em Minas Gerais, o ministro das Comunicações, Hélio Costa (PMDB), tem vantagem sobre os demais possíveis candidatos. Em quatro cenários pesquisados pelo Instituto Datafolha, ele lidera com intenções de voto, com índices que variam de 37% a 43%. Veja como seriam as eleições se fossem hoje, com o PSDB na disputa, e o ministro das Comunicações, Hélio Costa, à frente do PMDB: Hélio Costa (PMDB) – 41%; Patrus Ananias (PT) – 11%; Antonio Anastasia (PSDB) – 5%; Maria da Consolação Rocha (PSOL) – 4%. Veja como seriam as eleições se fossem hoje, sem o PSDB na disputa, e com o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, à frente do PT: Hélio Costa (PMDB) – 43%; Patrus Ananias (PT) – 13%; Maria da Consolação Rocha (PSOL) – 5%. Veja como seriam as eleições se fossem hoje, com o PSDB na disputa, e com o ex-prefeito Fernando Pimentel à frente do PT: Hélio Costa (PMDB) – 37%; Fernando Pimentel (PT) – 24%; Antonio Anastasia (PSDB) – 4%; Maria da Consolação Rocha (PSOL) – 3%.

Dezenas de milhares protestam contra a máfia em Nápoles

Dezenas de milhares de pessoas participam de uma passeata em Nápoles no sábado em protesto para lembrar as vítimas da máfia e exigir um fim ao crime organizado no sul da Itália. Organizadores disseram que cerca de 150 mil pessoas de todas as regiões da Itália e de 30 outros países participaram da manifestação, tornado-a um dos maiores protestos contra os poderosos cartéis do crime nos últimos anos. Parentes de vítimas, alguns vestidos com roupas brancas e segurando fotos de seus entes queridos, conduziam a manifestação, à medida que os nomes de cerca de 900 pessoas mortas pela máfia foram lidos em alto-falantes. Uma faixa foi carregada com os dizeres: “Vocês não os mataram. Eles estão caminhando entre nós”. A marcha foi organizada pela Libera (Livre), uma associação de grupos da sociedade civil envolvida em muitas atividades contrárias à máfia, incluindo compra de fazendas e edifícios confiscados da máfia.

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