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Mogi das Cruzes : Continua a batalha para impedir que a Construtora Queiroz Galvão S/A consiga implantar um aterro sanitário

Ainda envolvida numa batalha para impedir que a Construtora Queiroz Galvão S/A consiga a licença ambiental para implantar um aterro sanitário no Distrito Industrial do Taboão, a Prefeitura de Mogi das Cruzes tem sido procurada por várias empresas que comercializam tecnologias para a disposição e o tratamento de resíduos sólidos. O secretário municipal do Verde e Meio Ambiente antecipou que o Município está aberto a conhecer as soluções existentes no mercado e algumas empresas estão inclusive apresentando seus projetos na Administração. Mas já avisou que o Município só vai cuidar e investir nisto a médio prazo. Sem aterro próprio, a Prefeitura de  Mogi das Cruzes envia atualmente os resíduos sólidos urbanos para o aterro sanitário da Empreiteira Pajoan, em Itaquaquecetuba, sendo que a responsabilidade é da Stralu, empresa do Grupo Julio Simões que cuida da limpeza pública, o que inclui a coleta e destinação final dos resíduos domésticos. Os trabalhos de reciclagem, também, estão em fase inicial. A Construtora Queiroz Galvão ainda não desistiu da ideia de instalar um aterro sanitário regional no Distrito Industrial do Taboão, com capacidade para receber mais de mil toneladas diárias de resíduos domésticos e industriais. Depois de conseguir judicialmente que a Secretaria de Estado do Meio Ambiente fosse obrigada a reabrir o processo de licenciamento do empreendimento, a empresa ganhou um prazo para apresentar mudanças no Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto ao Meio Ambiente (EIA/Rima) e, assim, tentar viabilizar o seu processo. Segundo a Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, a Construtora Queiroz Galvão S/A continua dentro do prazo para apresentação das modificações, sendo que até agora nada foi protocolado.

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