Inscreva-se: Artigos | Comentários | Email
Busca no site
Prefeitura de Araxá municipaliza a coleta de lixo
O contrato firmado entre a Prefeitura de Araxá, Minas Gerais, e a empresa Elo Ambiental, responsável pela coleta de lixo no município, terminou na última quarta-feira (18/02). O prefeito determinou a prorrogação do contrato até o próximo dia 30 de março. Após esta data o serviço será municipalizado. A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, da Prefeitura de Araxá, já toma providências para a aquisição de caminhões de lixo e contratação de coletores e motoristas para assumirem os serviços de limpeza urbana e meio ambiente. A decisão foi tomada após reuniões de técnicos com o prefeito Jeová Moreira da Costa. A municipalização vai melhorar a qualidade da prestação serviço, com menor custo e maior benefício à comunidade. É o que espera o prefeito Costa.

Espero que realmente diminua os custos e melhore o atendimento ao público. Ainda temos esperanças numa boa gestão.
Tenho certeza que foi a melhor escolha para o nosso municipo.
Bom Dia!
Estou observando que a mudança na coleta do lixo ainda não surtiu efeito, tendo em vista que no meu bairro o lixo das lixeiras estão se acumulando, os animais como cavalos e caes estão destroçando, as moscas estão se deliciando e nós estamos correndo risco de doenças, e o atendimento na saúde não está legal, então mais um motivo para não deixarem o acumulo de lixo pela cidade sem coleta, sera que no centro esta acontecendo isso?)Sou eleitora do atual Prefeito e sempre o senti digno e honesto, estou ficando decepcionada com a atitude da Prefeitura, mas sei que o boicote por parte da oposição existe, o nosso Prefeito precisa ficar atento para não cair em amaldilhas, não levar tudo a ferro e foice isso pode nos prejudicar, como já esta acontecendo.
Boa sorte Dr Jeova e Miguel Junior.
Maria Helena
Na minha opiniao foi encerado o contrado com a Elo ambiental sem ter ja de antemao providenciado funcionarios e veiculos para prestar os servicos.
Ficando,assim a populaçao mais uma vez sendo prejudicada com o acumulo de lixo espalhados pelas ruas.
não somos bobos ,quanto aos motivos não me cabe ,mais é uma falta de respeteito de responsabilidade cortar a coleta sem previsão de normalização !!!e nossos impostos ?pagamos para sermos sucatiados ,fazem a coleta quando quizerem?isso é falta de senso de organização se vai parar com a elo tem que haver outra forma que funcione …..ou o lixo deve ficar na rua parar os cachoros rasgarem o sacos e cidade ficar cheirando podre……tenham pelo menos vontade de realizar um bom trabalho..desculpe a franqueza..
@Maria Helena Marcelino
Boa noite,
Até o presente, a coleta no centro (av. vereador joão sena) continua um grande problema, já q não tem ou ninguém sabe ainda um horário específico da coleta e o lixo já permaneceu na rua durante até 3 dias.
Tbm sou eleitor do atual prefito e espero melhoras, pq anteriormente a coleta sempre passava todos os dias e no mesmo horário.
AUDIÊNCIA PÚBLICA DEBATE A COLETA
E O MANEJO DO LIXO NA CIDADE DE SALVADOR
A produção de resíduos é uma das questões mais citadas quando nos referimos aos problemas ambientais na contemporaneidade. Nesse contexto, e com o intuito de debater sobre a coleta do lixo no município de Salvador, o mandato da vereadora Vânia Galvão (PT – SSA) está realizando a Audiência Pública intitulada Concessão do Serviço de Limpeza Urbana e Coleta dos Resíduos Sólidos do Município de Salvador. O encontro será no dia 27 de maio, às 09 horas, no auditório do Centro Cultural da Câmara, anexo da Prefeitura do Município. Dentre os convidados para a mesa, estão: Fábio Mota, superintendente da Secretaria Municipal de Serviços Públicos (SESP); Álvaro da Silveira Filho, Presidente da LIMPURB; Mª de Fátima Espinheira, coordenadora do Fórum Lixo e Cidadania; Joilson Santana, representante do Complexo de Cooperativas de Catadores; Professor Lin Kan, Engenheiro Ambiental; Edmundo Kroger, coordenador do Cecup e do Fórum dos Direitos da Criança e do Adolescente; Cristina Seixas, da 6ª Promotoria do Meio Ambiente e Almiro Sena, coordenador da Promotoria de Combate ao Racismo, ambos do Ministério Público do Estado da Bahia.
O aspecto da regularidade e eficiência dos contratos firmados pelo Poder Executivo Municipal para a realização da coleta dos resíduos sólidos, deixa evidente a necessidade de discutir o sistema de limpeza urbana na cidade de Salvador. Tendo a sua gestão antes composta por um regime misto, entre a iniciativa privada e o poder público, envolvendo empresas terceirizadas e concessionárias do serviço público, a prefeitura apresentou recentemente à Casa Legislativa um Projeto de Lei que visa obter autorização para celebrar, precedido de concorrência pública, um contrato de concessão dos serviços de limpeza urbana, manejo dos resíduos sólidos e exploração do aterro sanitário do município. Essa iniciativa tem mobilizado autoridades e grupos organizados da sociedade civil que dialogam com a questão, a fim de acompanhar como esse novo Projeto será efetivamente implementado.
Em decorrência do estímulo ao consumo desenfreado, produzimos uma excessiva quantidade de lixo diário e a falta de um sistema de coleta e reciclagem que contemple a demanda de resíduos produzidos provoca uma maior propensão às epidemias e doenças para toda a população, especialmente nos locais onde os serviços de saneamento básico são precários. Catadores e grupos que trabalham com a questão ambiental têm auxiliado no sistema de manejo e reciclagem dos referidos resíduos, propondo o aproveitamento do que é possível e a redução de danos na armazenagem. Esta seria, de fato, uma alternativa viável aos problemas vivenciados, se fosse adotada de maneira efetiva e se houvesse uma articulação mais estreita entre os referidos grupos e o poder público. No entanto, das milhares de toneladas de lixo geradas por mês na cidade de Salvador, apenas uma ínfima parcela é reciclada.
Nesse sentido, pesquisadores e engenheiros sanitários estão cada vez mais preocupados com a capacidade dos aterros para abrigar a enorme quantidade de resíduos sólidos produzidos na cidade, que já vem provocando graves ameaças à higiene sanitária de algumas regiões. A coleta dos resíduos sólidos é, sem dúvida, de grande importância para a administração pública, tanto no que se refere à qualidade de vida dos cidadãos, quanto no que toca os impactos ambientais decorrentes da má gestão da recolha e armazenamento do lixo.
O Fórum Lixo e Cidadania entrou com ação no Ministério Público solicitando estudos técnicos mais apurados e um novo PBLU – Plano Básico de Limpeza Urbana já que por falta de estudos técnicos a sociedade civil entendia que nem emendas cabia ao Plano , bem como este não contemplava a coleta seletiva para a cidade e nem a inclusão social de catadores e o estímulo a formação de cooperativas.
São essas as temáticas que a Audiência Pública visa abordar, no entendimento de que, através do diálogo com os diversos atores sociais envolvidos, é possível apontar soluções mais eficazes para o problema.
AUDIÊNCIA PÚBLICA DEBATE A COLETA
E O MANEJO DO LIXO NA CIDADE DE SALVADOR
A produção de resíduos é uma das questões mais citadas quando nos referimos aos problemas ambientais na contemporaneidade. Nesse contexto, e com o intuito de debater sobre a coleta do lixo no município de Salvador, o mandato da vereadora Vânia Galvão (PT – SSA) está realizando a Audiência Pública intitulada Concessão do Serviço de Limpeza Urbana e Coleta dos Resíduos Sólidos do Município de Salvador. O encontro será no dia 27 de maio, às 09 horas, no auditório do Centro Cultural da Câmara, anexo da Prefeitura do Município. Dentre os convidados para a mesa, estão: Fábio Mota, superintendente da Secretaria Municipal de Serviços Públicos (SESP); Álvaro da Silveira Filho, Presidente da LIMPURB; Mª de Fátima Espinheira, coordenadora do Fórum Lixo e Cidadania; Joilson Santana, representante do Complexo de Cooperativas de Catadores; Professor Lin Kan, Engenheiro Ambiental; Edmundo Kroger, coordenador do Cecup e do Fórum dos Direitos da Criança e do Adolescente; Cristina Seixas, da 6ª Promotoria do Meio Ambiente e Almiro Sena, coordenador da Promotoria de Combate ao Racismo, ambos do Ministério Público do Estado da Bahia.
O aspecto da regularidade e eficiência dos contratos firmados pelo Poder Executivo Municipal para a realização da coleta dos resíduos sólidos, deixa evidente a necessidade de discutir o sistema de limpeza urbana na cidade de Salvador. Tendo a sua gestão antes composta por um regime misto, entre a iniciativa privada e o poder público, envolvendo empresas terceirizadas e concessionárias do serviço público, a prefeitura apresentou recentemente à Casa Legislativa um Projeto de Lei que visa obter autorização para celebrar, precedido de concorrência pública, um contrato de concessão dos serviços de limpeza urbana, manejo dos resíduos sólidos e exploração do aterro sanitário do município. Essa iniciativa tem mobilizado autoridades e grupos organizados da sociedade civil que dialogam com a questão, a fim de acompanhar como esse novo Projeto será efetivamente implementado.
Em decorrência do estímulo ao consumo desenfreado, produzimos uma excessiva quantidade de lixo diário e a falta de um sistema de coleta e reciclagem que contemple a demanda de resíduos produzidos provoca uma maior propensão às epidemias e doenças para toda a população, especialmente nos locais onde os serviços de saneamento básico são precários. Catadores e grupos que trabalham com a questão ambiental têm auxiliado no sistema de manejo e reciclagem dos referidos resíduos, propondo o aproveitamento do que é possível e a redução de danos na armazenagem. Esta seria, de fato, uma alternativa viável aos problemas vivenciados, se fosse adotada de maneira efetiva e se houvesse uma articulação mais estreita entre os referidos grupos e o poder público. No entanto, das milhares de toneladas de lixo geradas por mês na cidade de Salvador, apenas uma ínfima parcela é reciclada.
Nesse sentido, pesquisadores e engenheiros sanitários estão cada vez mais preocupados com a capacidade dos aterros para abrigar a enorme quantidade de resíduos sólidos produzidos na cidade, que já vem provocando graves ameaças à higiene sanitária de algumas regiões. A coleta dos resíduos sólidos é, sem dúvida, de grande importância para a administração pública, tanto no que se refere à qualidade de vida dos cidadãos, quanto no que toca os impactos ambientais decorrentes da má gestão da recolha e armazenamento do lixo.
O Fórum Lixo e Cidadania entrou com ação no Ministério Público solicitando estudos técnicos mais apurados e um novo PBLU – Plano Básico de Limpeza Urbana já que por falta de estudos técnicos a sociedade civil entendia que nem emendas cabia ao Plano , bem como este não contemplava a coleta seletiva para a cidade e nem a inclusão social de catadores e o estímulo a formação de cooperativas.
São essas as temáticas que a Audiência Pública visa abordar, no entendimento de que, através do diálogo com os diversos atores sociais envolvidos, é possível apontar soluções mais eficazes para o problema.
CONTATOS
Para quem não mora em Araxá, essa notícia parece que foi um “passo a frente”, mas não é bem assim, vou explicar quem é que “manda” em Araxá, e de quebra na coleta de lixo também: aqui em Araxá, como em toda cidade, tem a panela que manda (tem mais dinheiro), e dentro dessa panela está o Ricardo Chaer, procurador do município de Araxá faz mais de 20 anos (seus dois filhos, também são procuradores das cidades vizinhas, será merecimento ou coincidência ?!?, o irmão dele Azis Chaer é (foi) seu testa de ferro na empresa que fazia a coleta do lixo em Araxá, e como mudou a administração pública, mudaram também as conseções, que por conincidência, sempre vencem na virada de um mandado para outro. Mas a coleta vai voltar a ser terceirizada, só está faltando acertar os novos ponteiros “financeiros” do novo serviço a ser prestado, e com certeza o nome da empresa beneficiada será outro também, mas pertencendo aos antigos donos.
Meu Nome é Rodrigo Fernandes, moro em Araxá desde 1988,tenho 31 anos estudo eng. civil e sou comerciante.
a Prefeitura excluiu a Elo, mas adquiriu dela equipamentos obsoletos, por uma valor altamente considerével. Mais de 500 mil
Alugou caminhões suplementares por significativo valor mensal.
Será que realmente economizou, ou trocou 6 por meia duzia.
Vejo nos domingos lixos deixados e atacados por cachorros famintos que rasgam os sacos e deixam o lixo solto na calçada.Se a Prefeitura não recolhe lixo aos domingos porque não instruir que pessoas que não os deixem ao léu ao alcance de cachorros sem dono e que perambulam pela cidade sem que sejam amparados com recolhimento ao canil municipal, que na verdade não se sabe se é pior ou melhor do que estarem na rua.