Os mais de 2,5 milhões de habitantes das sete cidades da Grande ABC produzem cerca de 2.000 toneladas de lixo por dia. A coleta, o transporte, a triagem e o descarte de todo esse material consomem cerca de R$ 51,6 milhões por ano. São Bernardo lidera. Maior população da região, com cerca de 800 mil habitantes, a cidade produz, mensalmente, 19 mil toneladas de resíduos, gastando R$ 1,5 milhão com o serviço. Santo André recolhe pouco menos, algo em torno de 18.500 toneladas por mês, mas empenha o mesmo valor mensal no tratamento do lixo. Em seguida está Diadema, que produz 8.600 toneladas, pagando R$ 990 mil. Mauá gera outras 7.000 toneladas a cada 30 dias e gasta R$ 150 mil. São Caetano calcula recolher cerca de 5.000 toneladas. Ribeirão Pires registra outras 2.000 toneladas, consumindo R$ 101 mil mensais. Rio Grande da Serra coleta 550 toneladas por mês. O serviço gera despesa de R$ 60 mil. Com exceção de Santo André, que acondiciona o material em área municipal, as demais cidades encaminham seu lixo para aterro sanitário instalado em Mauá que é administrado e operado pela empresa Lara.