A maioria dos 103 milhões de livros didáticos distribuídos pelo Ministério da Educação, do governo de Lula, para o ensino fundamental (1º a 5º ano) e médio (6º ao 9º ano) não deverá trazer as novas regras ortográficas, que começam a vigorar a partir do dia 1° de janeiro. As editoras, que começaram a distribuir os livros para as escolas no fim de outubro para o ano letivo de 2009, não foram obrigadas a fazer as adaptações ao acordo ortográfico, idealizado para unificar a grafia da língua de oito países que falam e escrevem português. Ficou a cargo de cada editora fazer ou não as mudanças nos livros didáticos. O governo gastou cerca de R$ 702 milhões com a compra dos 103 milhões de livros. (mais…)
A Petrobras informou ontem, terça-feira, que as usinas de biodiesel de Candeias (BA) e de Quixadá (CE) superaram suas metas de produção previstas para 2008. Segundo a empresa, as duas unidades, operadas pela Petrobras Biocombustível, chegam ao final deste ano com uma produção total de 8,8 milhões de litros de biodiesel entregues ao mercado, ultrapassando os 8 milhões de litros vendidos nos dois leilões de biodiesel realizados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) neste segundo semestre do ano. As duas usinas iniciaram sua produção em outubro deste ano, marcando a entrada da Petrobras na produção comercial de biodiesel. Em três meses, Candeias e Quixadá entregaram, cada uma, o total de 4,4 milhões de litros de biodiesel. A Usina de Candeias, a primeira que foi inaugurada, em 29 de julho passado, já iniciou a entrega antecipada do biodiesel vendido no 12º leilão, contratado para o 1º trimestre de 2009. A Petrobras deve concluir a sua terceira usina de biodiesel que já está em fase de condicionamento operacional, devendo iniciar a produção em janeiro próximo, no município de Montes Claros (MG). Juntas, as três usinas têm capacidade de produzir 170 milhões de litros de biodiesel por ano. A primeira produção comercial de biodiesel comercializado no leilão da ANP foi entregue pela Petrobras em 3 de outubro de 2008.

Aterro de Campo Grande poderá receber diariamente 600 toneladas de lixo
A cidade de Marataízes, no Espírito Santo, conhecida como a “pérola sul capixaba”, está localizada a 127 km de Vitória. Marataízes possui uma população de pouco mais de 36 mil habitantes. O município faz fronteira ao Norte e a Oeste com Itapemirim, a Sul com Presidente Kennedy e a Leste com o Oceano Atlântico. Diversas são as localidades rurais, privilegiadas por belas lagoas, praias ainda virgens, extensas lavouras de abacaxi, cana, maracujá e mandioca. O descaso com a coleta de lixo em Marataízes vem gerando protesto de moradores e veranistas, contra a prefeitura. A situação fugiu do controle do departamento de limpeza urbana, que há vários dias não vem recolhendo o lixo doméstico. O resultado não poderia ser outro. Além do aspecto de abandono, o mal cheiro toma conta das ruas do balneário de Marataízes. Na tarde do último domingo (28/12), a insatisfação começou a tomar proporções maiores. Moradores revoltados com a situação acabaram por depositar uma grande quantidade de lixo na entrada principal do atual prédio da Administração Municipal.
O contribuinte da capital gaúcha, que busca fiscalizar os serviços públicos municipais, e que ingressa no site da Prefeitura de Porto Alegre (RS), para conhecer o cronograma do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) para a “capina de ruas”, acaba frustrado. O DMLU apenas informa que tem um cronograma para o serviço de capina em toda a cidade de Porto Alegre. E que a cada mês, algumas regiões da cidade receberão o serviço de capina, realizado pelas 11 equipes do DMLU. Sabe-se que esse departamento possui um cronograma, uma planilha mensal, com nomes de ruas e suas metragens, por onde deverá “passar a capina”.
O DMLU no site, não informa o contribuinte. Essa autarquia deveria publicar a planilha do serviço de capina (manual e mecânica), com os nomes das ruas e as suas respectivas metragens, para que os contribuintes de Porto Alegre tivessem como acompanhar a qualidade do serviço prestado que é pago com dinheiro público.
Até parece que o DMLU não deseja ser fiscalizado pelo contribuinte de Porto Alegre. Basta trafegar por algumas vias públicas da capital gaúcha para ver que está faltando o serviço de capina. E provavelmente podem achar uma explicação com a chegada recente do verão.