Município de Fazenda Rio Grande realiza audiência do aterro sanitário nesta terça-feira

Essa semana tem três audiências públicas para tratar do lixo na Região Metropolitana de Curitiba, Paraná. As audiências acontecem a partir desta terça-feira (09/12), quarta-feira (10/12) e quinta-feira (11/12) nos municípios de Fazenda Rio Grande, Mandirituba e Curitiba, respectivamente. As audiências vão apontar em que cidade será instalado o novo aterro sanitário, o qual servirá ao Consórcio Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos Urbano, formado por Curitiba e outros 15 municípios da região metropolitana. Nestas audiências serão apresentados os estudos ambientais para a implantação do Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos de Curitiba (SIPAR). As audiências públicas serão coordenadas pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP), órgão estadual responsável por avaliar os estudos ambientais que definirão a área de instalação do sistema. As audiências começam às 19h. Além de conhecer detalhes dos estudos, a população interessada poderá tirar dúvidas com os técnicos. O novo sistema de tratamento que será implantado para tratar o lixo que hoje é depositado no aterro sanitário da Caximba usará tecnologias para reciclagem, compostagem e aproveitamento do lixo como insumo energético. Uma comissão do Consórcio Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos Urbano está analisando as propostas técnicas apresentadas por duas empresas individuais e seis consórcios que participam da licitação. A audiência em Fazenda Rio Grande será realizada nesta terça-feira, na Escola Marlene Barbosa (rua Professor Alfredo Gonchorovski, s/nº), às 19h.

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One Responseto “Município de Fazenda Rio Grande realiza audiência do aterro sanitário nesta terça-feira”

  1. Estudante disse:

    Sou estudante da area , porem atualmente estou na europa complementando meus estudos. estou acompanhando diariamente o que se passa com a situaçao do Aterro , e em uma breve analise concluo: Sao maiores os contras do que os pros a favor da implantacao do aterro em faz rio grande, uma vez que a area definida nao é ideal para a implantaçao de um aterro, quem conece um pouco sabe que esta muito proximo de area urbana, é uma regiao de nascentes, agricultura, e pra finalizar desapropriaria uma area de ensino e pesquisa. Tudo bem, que existem tecnologias que sanariam todos esses problemas mas todos sabemos que esta nao é a realidade atual dos aterros brasileiros. Esta nitido que a implantaçao do aterro em Faz Rio Grde é uma jogada politiica que se iniciou no mandato de Antonio Wandcher e agora continua com um acordo firmado entre Beto Richa e Chico Santos. é preciso entender que a soluçao pros residuos solidos urbanos nao é minimizar a distancia da fonte até o destino e sim procurar sintonizar tecnologia e meio ambiente de forma a impactar o minimo possivel em uma area que tenha possibilidade de sustentar a geraçao durante anos sem causar prejuizos ao meio ambiente e ao meio biotico, o que nao é o caso de fazenda rio grande. Se nos EUA e Europa, os residuos sao transportados por mais de 150 Km até um destino adequado e duradouro, pq no Brasil , que tem como principal transporte modal o rodoviario nao podemos fazer o mesmo??? Nao podemos deixar acontecer o q aconteceu com a caximba, uma area mal planejada, em fase de crescimento urbano escolhida so pq é proxima da capital.

    Abraçs

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