1000 DIAS DE EMERGÊNCIA NO LIXO DE PORTO ALEGRE

1000 DIAS DE EMERGÊNCIA NO LIXO DE PORTO ALEGRE

GOVERNO DO PREFEITO JOSÉ FORTUNATI MANTÉM PORTO ALEGRE SOB A ‘GESTÃO DA EMERGÊNCIA’ NA COLETA DE LIXO DOMICILIAR   Nesta terça-feira, 09 de setembro de 2014, o governo do prefeito José Fortunati (PDT) e de seu vice-prefeito Sebastião Melo (PMDB) completa 1.000 dias de emergência no lixo de Porto Alegre. Desde 14 de dezembro de 2011 que a “gestão do lixo” de Porto Alegre é emergencial, sem que ...

(mais...)

Caminhão compactador de lixo domiciliar mata 1 pessoa, fere 3 outras e destrói 7 veículos sento dois incendiados - Foto - Mauro Vieira - RBS

993 DIAS DE EMERGÊNCIA NO LIXO DE PORTO ALEGRE: CAMINHÃO COMPACTADOR DE LIXO ‘A SERVIÇO DO DMLU’ MATA UMA PESSOA DEIXA 3 FERIDOS E DESTRÓI 7 VEÍCULOS

O governo do prefeito pedetista José Fortunati mantém Porto Alegre há muito tempo sob a emergência do lixo, via empresas privadas contratadas sem licitação pública, dito pelo Departamento Municipal de Limpeza Urbana – DMLU de forma emergencial. Isso acontece desde 14 de dezembro de 2011, quando o DMLU contratou a primeira empresa: Revita Engenharia S/A, do grupo Solví. Recomendamos a leitura do texto que tem por título ...

(mais...)

TCE DO RIO GRANDE DO NORTE MANTÉM SUSPENSÃO DA LICITAÇÃO DA COLETA DE LIXO EM PARNAMIRIM

TCE DO RIO GRANDE DO NORTE MANTÉM SUSPENSÃO DA LICITAÇÃO DA COLETA DE LIXO EM PARNAMIRIM

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte ratificou medida cautelar proferida monocraticamente pelo conselheiro Carlos Thompson Costa Fernandes, no processo seletivo e prioritário nº 009256/2014-TC, que determinou a suspensão da licitação para execução dos serviços de limpeza pública do município de Parnamarim/RN. A decisão foi baseada na análise de denúncia formulada à Corte de Contas, em razão de pretensas irregularidades na ...

(mais...)

ONG EXIGIRÁ PUNIÇÃO DOS RESPONSÁVEIS POR ‘ATERRO INDUSTRIAL’

ONG EXIGIRÁ PUNIÇÃO DOS RESPONSÁVEIS POR ‘ATERRO INDUSTRIAL’

A entidade que luta há anos pela retirada do passivo ambiental da Vale na Ponta de Tubarão, em Vitória (ES), divulgou nota ressaltando sua disposição em cobrar o indiciamento por crime ambiental das empresas, instituições públicas e demais responsáveis pelo aterro do pó e pelotas de minério que se acumulam na Praia de Camburi.  Em reunião com o Ministério Público Estadual (MPES) na semana passada, para ...

(mais...)

PROGRAMA ELEITORAL DIZ QUE O ESTADO DE GOIÁS TERIA DOADO 50 CAMINHÕES DE LIXO PARA A PREFEITURA DE GOIÂNIA

PROGRAMA ELEITORAL DIZ QUE O ESTADO DE GOIÁS TERIA DOADO 50 CAMINHÕES DE LIXO PARA A PREFEITURA DE GOIÂNIA

Programa eleitoral em Goiás afirmou que o Estado teria doado 50 caminhões compactadores para a gestão municipal de Goiânia. O procurador geral do município de Goiânia, Carlos Freitas, não confirma a informação veiculada durante horário eleitoral pela coligação “Garantia de um Futuro Melhor para Goiás” do governador e candidato à reeleição Marconi Perillo (PSDB). “Repudiamos, veementemente, a afirmação distorcida do programa eleitoral do candidato Marconi Perillo, pois ...

(mais...)

1000 DIAS DE EMERGÊNCIA NO LIXO DE PORTO ALEGRE

Logo-11-ANOS-MAFIA-DO-LIXOGOVERNO DO PREFEITO JOSÉ FORTUNATI MANTÉM PORTO ALEGRE SOB A ‘GESTÃO DA EMERGÊNCIA’ NA COLETA DE LIXO DOMICILIAR

 

GIF-1000DIASEMERGENCIANOLIXO

Nesta terça-feira, 09 de setembro de 2014, o governo do prefeito José Fortunati (PDT) e de seu vice-prefeito Sebastião Melo (PMDB) completa 1.000 dias de emergência no lixo de Porto Alegre.

Imagem-TV-COM-26-12-2012-FortunatiDesde 14 de dezembro de 2011 que a “gestão do lixo” de Porto Alegre é emergencial, sem que tenha o governo do prefeito José Fortunati realizado e concluído uma licitação pública para a coleta de lixo domiciliar, e decorrente deste certame firmado um contrato regular com a empresa vencedora, assim como determina a Lei Federal no. 8.666/93, popularmente conhecida como “Lei das Licitações”.

O órgão municipal responsável pela limpeza pública de Porto Alegre, o Departamento Municipal de Limpeza Urbana – DMLU que é comandado por André de Oliveira Carus, ex-candidato a vereador pelo PMDB na capital, mantém ainda outros contratos emergenciais na autarquia da cidade que tanto amamos.

Com a absoluta certeza o prefeito José Fortunati perdeu muito tempo procurando instalar uma “gestão do lixo” para o seu governo em Porto Alegre, já que hoje 1.472.482 moradores, distribuídos em oitenta e um bairros do município, ainda recebem a coleta de lixo domiciliar de forma emergencial.

Enquanto o prefeito José Fortunati ficou discutindo a “gestão do lixo”, aquela que tanto desejava implantar em Porto Alegre, o tempo passou. E o preço do serviço da coleta de lixo domiciliar, sob a emergência, aumentou a cada seis meses.

Transcorreram 1.000 dias, série interrupta e eterna de tempo em que ocorreram sucessivas contratações sem licitações públicas dos serviços de coleta de resíduos domiciliares, coleta seletiva, capina, coleta de resíduo público e serviço de remoção, transporte e descarga com equipamento do tipo roll-on/roll-off.

Não há cidade do Brasil que tenha permanecido 1.000 dias em emergência no lixo, com sucessivos contratos firmados com empresas privadas, sem que essas tenham se submetidas a uma concorrência pública como determina a Lei das Licitações, com prazo de até 60 meses.

Em 1.000 dias, o Departamento Municipal de Limpeza Urbana – DMLU da Prefeitura de Porto Alegre assinou seis contratos emergenciais, sem licitações públicas, com duas empresas privadas para operar a coleta de lixo domiciliar.

No período entre dezembro de 2011 e novembro de 2013, o Departamento Municipal de Limpeza Urbana – DMLU firmou quatro contratos emergenciais, sucessivos, com a empresa privada Revita Engenharia S/A, do grupo Solví, tendo por objeto a operação da coleta de lixo domiciliar em Porto Alegre.

O grupo Solví é contumaz financiador de campanhas eleitorais de prefeitos no Brasil.

Em Porto Alegre, o grupo Solví por meio de sua empresa Vega Engenharia Ambiental S/A financiou a campanha eleitoral do então candidato José Fogaça (hoje no PMDB), quando esse concorreu a prefeito da capital gaúcha. A doação foi informada na prestação de contas do candidato em 2004, conforme consta no Tribunal Superior Eleitoral.

Vega, Revita, CRVR, RG Ambiental, SL Ambiental e Farroupilha Ambiental pertencem ao grupo Solví e operam no Rio Grande do Sul.

Recentemente, em 16 de agosto de 2014, a “Revista Veja” publicou texto que tem por título “Planilha da contadora de Youssef registra R$ 8 mi em dinheiro sujo”, onde aparece na lista, em primeiro lugar, a Revita Engenharia S/A.

O texto da “Revista Veja” pode ser lido na sua íntegra aqui.

Depois de quatro contratos emergenciais, sucessivos, a empresa privada Revita Engenharia S/A deixou de operar a coleta de lixo domiciliar de Porto Alegre.

Em dezembro de 2013 assumiu em seu lugar a empreiteira W.K. Borges Cia Ltda, que por sua vez também presta serviços a empresa do grupo Solvi em algumas cidades do Rio Grande do Sul.

A W.K.Borges está hoje no seu segundo contrato sem licitação pública, dito pelo DMLU de forma emergencial para a operação da coleta de lixo domiciliar na capital gaúcha.

Somente em 2014, o DMLU já pagou a W.K. Borges o montante de R$ 18.575.786,39 (dezoito milhões e quinhentos e setenta e cinco mil e setecentos e oitenta e seis reais e trinta e nove centavos) para coletar o lixo domiciliar de Porto Alegre.

 BANNER- 2

O serviço de coleta de lixo domiciliar na capital gaúcha é de baixa qualidade.

HOMEM E MULHERO Blog Máfia do Lixo vem avisando há muito tempo as autoridades que fiscalizam esse serviço público e seus contratos, de que na emergência, além de baixa qualidade, o preço a cada seis meses sempre é elevado acima dos índices inflacionários divulgados no Brasil.

E que na emergência, a manutenção dos veículos é sempre deficiente, coloca em risco a operação do serviço de coleta de lixo domiciliar e a população.

E na emergência os acidentes com caminhões de lixo são frequentes.

Recentemente, em 1º. de setembro de 2014, veio mais uma tragédia anunciada.

Um caminhão de lixo da empresa W. K. Borges “á serviço do DMLU”, sem freios, deixou um morto, três feridos, e demoliu sete veículos tendo dois deles incendiados na zona sul de Porto Alegre. O motorista de um dos veículos incendiados morreu carbonizado.

E esse não foi o único acidente com caminhão de lixo “à serviço do DMLU”, que tenha por resultado uma vítima fatal. Basta lembrar outro acidente em junho desse mesmo ano.

Caminhão de lixo da W.K. Borges operando na emergência da coleta domiciliar, “à serviço do DMLU, sem freitos, bate em 7 veículos, fere 3 pessoas e mata 1 motorista

O mais inacreditável e surpreendente do recorde alcançado pelo governo Fortunati-Melo é que o vice-prefeito Sebastião Melo (PMDB), quando vereador em Porto Alegre, condenava o Partido dos Trabalhadores (PT) por manter contratos emergenciais na área do lixo no Departamento Municipal de Limpeza Urbana – DMLU.

Basta perguntar ao ex-diretor geral do DMLU, o professor petista Darci Barnech Campani, cuja gestão a frente da autarquia foi denunciada pelo ex-vereador Sebastião Melo (PMDB), o qual encaminhou representação ao Ministério Público de Contas (MPC) gaúcho apontando as contratações de empresas privadas na coleta de lixo, sem que essas tivessem participado de licitação pública como manda a Lei Federal no. 8.666/93, com prazos de até 60 meses.

Ontem era contra, hoje terça-feira (09/09/2014) a cidade de Porto Alegre completa 1.000 dias na emergência do lixo.

Porto Alegre continua a mesma, Porto Alegre continua suja! E sob a emergência do lixo via contratos sem licitações públicas, onde só interessa a iniciativa privada.

QR-CODE-0002-13-01-2014-MÁFIA-DO-LIXO

993 DIAS DE EMERGÊNCIA NO LIXO DE PORTO ALEGRE: CAMINHÃO COMPACTADOR DE LIXO ‘A SERVIÇO DO DMLU’ MATA UMA PESSOA DEIXA 3 FERIDOS E DESTRÓI 7 VEÍCULOS

Logo-11-ANOS-MAFIA-DO-LIXOO governo do prefeito pedetista José Fortunati mantém Porto Alegre há muito tempo sob a emergência do lixo, via empresas privadas contratadas sem licitação pública, dito pelo Departamento Municipal de Limpeza Urbana – DMLU de forma emergencial. Isso acontece desde 14 de dezembro de 2011, quando o DMLU contratou a primeira empresa: Revita Engenharia S/A, do grupo Solví.

Recomendamos a leitura do texto que tem por título “EMPRESA DE LIXO APARECE EM PRIMEIRO LUGAR NA PLANILHA DA CONTADORA DO DOLEIRO YOUSSEF QUE ABASTECE A CORRUPÇÃO” publicado no Blog Máfia do Lixo em 20/08/2014.

Depois de quatro contratos emergenciais com o DMLU, a Revita Engenharia S/A deixou de operar a coleta de lixo domiciliar de Porto Alegre. Assumiu em seu lugar a empreiteira W.K. Borges Cia Ltda, que por sua vez também presta serviços a empresa do grupo Solvi em algumas cidades do Rio Grande do Sul.

O serviço público de coleta de lixo domiciliar foi entregue para duas empresas privadas. Essas dominaram esse serviço público de Porto Alegre, por 993 dias sucessivos, sem que tivessem as duas empresas se submetidas  a uma concorrência nos moldes previstos pela Lei das Licitações, por prazo de até 60 meses.

Hoje o DMLU atinge a meta de 993 dias de emergência no lixo da cidade que tanto amamos. Mais sete dias pela frente, e o governo Fortunati e a gestão do DMLU vão comemorar 1.000 dias de emergência no lixo de Porto Alegre. Inacreditavel!!!

Nunca se viu tanta emergência no DMLU quanto agora na gestão do governo do prefeito José Fortunati.

Quem atualmente opera a coleta de lixo domiciliar emergencial em Porto Alegre é a empresa: W.K.Borges (W.K. Borges Cia Ltda)

A W.K.Borges está no seu segundo contrato sem licitação pública, dito pelo DMLU de forma emergencial para a operação da coleta de lixo domiciliar na capital gaúcha. Somente em 2014 o DMLU já pagou a W.K. Borges o montante de R$ 18.575.786,39 (dezoito milhões e quinhentos e setenta e cinco mil e setecentos e oitenta e seis reais e trinta e nove centavos) para coletar o lixo domiciliar de Porto Alegre.

Esse contrato emergencial (2º.) firmado entre DMLU e W.K. Borges expira no início de dezembro de 2014, quando a empresa privada atinge 12 meses.

Com esse prazo a empresa conquista o seu primeiro “Atestado de Capacidade Técnica” de operação em emergência para uma capital com 30.000 toneladas de resíduos por mês, o que lhe oportuniza participar de licitações públicas nas maiores cidades brasileiras.

O serviço de coleta de lixo domiciliar na capital gaúcha é de baixa qualidade.

O Blog Máfia do Lixo vem avisando há muito tempo as autoridades que fiscalizam esse serviço público e seus contratos, de que na emergência, além de baixa qualidade, o preço a cada seis meses sempre é elevado acima dos índices inflacionários divulgados no Brasil.

Já vimos anteriormente com a empresa Qualix, que prestou serviços ao DMLU, que a manutenção dos caminhões compactadores de resíduos é vital para a operação da coleta de lixo domiciliar.

Na emergência, a manutenção dos veículos é sempre deficiente, coloca em risco a operação do serviço de coleta de lixo domiciliar e a população. A manutenção dos caminhões compactadores de resíduos, popularmente conhecido por “caminhões de lixo” é também de baixa qualidade. E na emergência os acidentes são frequentes.

Basta lembrar das estatísticas da EPTC de Porto Alegre. O Blog Máfia do Lixo em 04/08/2013 publicou o texto que tem por título “Acidentes com caminhões de lixo em Porto Alegre mostram que há algo de errado na operação da coleta” que sugerimos a leitura.

Nessa segunda-feira, 1º. de setembro de 2014, veio a tragédia anunciada.

Caminhão compactador de lixo domiciliar mata 1 pessoa, fere 3 e destrói 7 veículos sendo dois incendiados – Foto – Mauro Vieira – RBS

Um acidente com um caminhão de lixo “á serviço do DMLU”, sem freios, deixou um morto, três feridos, e demoliu sete veículos tendo dois deles incendiados na zona sul de Porto Alegre.

O caminhão de lixo desgovernado, “sem freios”, provocou o acidente com outros sete veículos na Estrada Afonso Lourenço Mariante, no Bairro Belém Velho, na capital gaúcha.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o caminhão compactador, carregado de lixo domiciliar, bateu em três veículos, arrastou um quarto, raspou em um quinto, tombou sobre um sexto e, após colidir com um sétimo carro, incendiou.

O motorista do automóvel arrastado por cerca de 300 metros morreu carbonizado.

Entre os feridos, está Oscar da Silva Teixeira Júnior, 27 anos, que teve traumatismo craniano, sangramento no nariz e uma fratura na perna direita. Já Bruno Werf de Souza, 21 anos, teve escoriações no braço direito e nas costas e Vitor Mateus Cento, 41 anos, apresentava dores no pescoço. A quarta pessoa é Daniele Palmeira de Souza, 30 anos, que está grávida. Segundo a EPTC, não teve ferimentos, mas ficou bastante nervosa com o acidente.

O gari da empreiteira, Cristiano Rosa, 38 anos, estava na traseira do caminhão de coleta de lixo domiciliar. Ele pulou após perceber que o veículo perdeu o controle. Disse que outros dois colegas deveriam fazer a coleta do lixo junto com ele, e que no momento do acidente, por pouco, o caminhão não bateu em um ônibus.

“O motorista conseguiu sinalizar que estava sem freios”, afirmou Rosa.

Caminhão de coleta de lixo domiciliar “À SERVIÇO DO DMLU` provoca acidente em Porto Alegre – 1o./09/2014 – Foto – Mauro Vieira – RBS

O acidente gerou incêndio no local. Dois caminhões do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul participaram do combate às chamas. Ao todo foram utilizados 10 mil litros de água para apagar o fogo. A estrada em Porto Alegre ficou bloqueada nos dois sentidos. Até as 21h20min, ainda não tinha sido liberada.

O Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul deve abrir “inquérito civil” para investigar o acidente. Falta de freios em um caminhão coletor de lixo domiciliar operando na emergência é falta de manutenção. E falta de fiscalização do Departamento Municipal de Limpeza Urbana – DMLU que contratou por duas vezes sucessivas, de forma emergencial, a empresa dona do caminhão de lixo que matou uma pessoa, deixou três feridos e demoliu sete veículos.

A Delegacia Regional do Trabalho (DRT) no Rio Grande do Sul deve investigar o quadro de funcionários da empreiteira dona do caminhão de lixo. Verificar se estão fornecendo equipamentos de segurança aos garis e motoristas. E conhecer se a trafegabilidade de caminhão coletor de lixo acidentado mantinha pendurado os “garis” no estribo. Basta ler acima, o gari Cristiano Rosa, declarou que estava na traseira do caminhão de coleta de lixo domiciliar. Isso é um indício. Verificar o numero do caminhão compactador e conhecer se estava em operação na artéria (via) pública, ou apenas se dirigindo para a descarga, já que um Bombeiro declarou que o veículo estava carregado de lixo. Se o caminhão estava fora de sua zona de coleta, o gari não poderia estar na “traseira” (estribo) do veículo.

Um acidente que deve ser investigado pela Polícia Civil, Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul, Ministério Público de Contas, Delegacia Regional do Trabalho, e Sindicato dos Empregados.

Se faz urgentemente necessário promover a regularidade contratual da operação da coleta de lixo domiciliar  da capital gaúcha, que hoje vive a emergência e que vai completar daqui a uma semana o total de 1.000 dias sem que se faça e conclua as licitações públicas em Porto Alegre.

Porto Alegre continua a mesma, Porto Alegre continua suja! Assistindo caladamente a emergência do lixo e os acidentes com caminhões de lixo, causando mortes, feridos e destruição de veículos.

TCE DO RIO GRANDE DO NORTE MANTÉM SUSPENSÃO DA LICITAÇÃO DA COLETA DE LIXO EM PARNAMIRIM

Logo-11-ANOS-MAFIA-DO-LIXOA Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte ratificou medida cautelar proferida monocraticamente pelo conselheiro Carlos Thompson Costa Fernandes, no processo seletivo e prioritário nº 009256/2014-TC, que determinou a suspensão da licitação para execução dos serviços de limpeza pública do município de Parnamarim/RN.

A decisão foi baseada na análise de denúncia formulada à Corte de Contas, em razão de pretensas irregularidades na Concorrência Pública nº 005/2014, envolvendo valor de R$ 64.010.850,00, pelo prazo de 30 meses.

As principais irregularidades encontradas no edital referem-se à exigência de execução da técnica de capina química em área urbana, podendo acarretar risco à saúde da população e ao meio ambiente, a indícios de afronta ao caráter competitivo do certame e ao patrocínio da defesa dos agentes públicos envolvidos diretamente pelo Procurador-Geral do município, em flagrante conflito de interesse, vez que o ato de se defender em processos dessa natureza é de ordem pessoal, tanto que todas as notificações foram endereçadas aos responsáveis, e não ao município de Parnamirim.

Ao justificar a decisão monocrática da medida cautelar, o conselheiro relator afirma “a iminência de lesão ao erário, risco à saúde da população e ao meio ambiente do Município de Parnamirim”.

O relator determina a suspensão do processo licitatório, ou acaso já celebrado o contrato com a empresa vencedora, que este seja suspenso pelo prefeito Mauricio Marques, “devendo comprovar tal medida a esta Corte de Contas no prazo improrrogável de cinco dias”.

ONG EXIGIRÁ PUNIÇÃO DOS RESPONSÁVEIS POR ‘ATERRO INDUSTRIAL’

Logo-11-ANOS-MAFIA-DO-LIXOA entidade que luta há anos pela retirada do passivo ambiental da Vale na Ponta de Tubarão, em Vitória (ES), divulgou nota ressaltando sua disposição em cobrar o indiciamento por crime ambiental das empresas, instituições públicas e demais responsáveis pelo aterro do pó e pelotas de minério que se acumulam na Praia de Camburi. 

Em reunião com o Ministério Público Estadual (MPES) na semana passada, para discutir o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que vai definir o melhor método para a retirada do material, a Associação dos Amigos da Praia de Camburi (AAPC), disse ter notado simpatia por parte da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam), da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama) e do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) pela proposta de capeamento do material.

O MPES, no entanto, garantiu à AAPC que o acordo só será assinado com a concordância da sociedade civil.

A entidade ressalta que a proposta de aterro do minério como solução para o material que se decompõe na região não partiu da sociedade civil e reiterou que “não se aterra poluente químico persistente”.

Para a AAPC, a Vale tem tomado medidas pífias em prol da sociedade. A associação também promete mostrar os erros no processo e no plano de aterramento.

Paulo Pedrosa - Presidente da Associação dos Amigos da Praia de Camburi

Paulo Pedrosa – Pres. da Assoc. dos Amigos da Praia de Camburi

A entidade que tem por presidente Paulo Pedrosa também foi informada que a reunião final sobre o passivo ambiental deve acontecer no dia 30 de outubro. Na mesma data, deverá ser apresentado o parecer técnico da Semmam e do Iema, atestando os estudos da Vale sobre o melhor método de retirada do passivo de Camburi.

O passivo ambiental da Vale, composto por pó e pelotas de minério já em avançado estágio de degradação, foi derramado indiscriminadamente pela mineradora, que já reconheceu a responsabilidade sobre o poluente, entre os anos de 1969 e 1984.

A AAPC avalia que a toxidade do passivo pode aumentar com o tempo e ocasionar desastres ambientais. Por isso, o aterro não é uma solução aceita pela entidade.

A Associação defende a dragagem como melhor alternativa para a retirada do passivo e lembra que o material dragado deverá ser deposto em locais adequados (como aterros industriais licenciados) e não no mar, como preveem as sugestões da mineradora.

As reivindicações da associação são de conhecimento da mineradora desde de 2009.

Na ocasião, a AAPC entregou um documento à mineradora que, dentre várias outras medidas, exigia a limpeza da areia e a despoluição da praia no que se refere ao minério.

Em setembro de 2013, a AAPC protocolou no MPES um parecer técnico independente sobre os relatórios do Projeto de Recuperação da Região Norte da Praia de Camburi.

No documento, a entidade confronta a versão dos estudos das empresas Aplysia e Ecoconservation, contratadas pela Vale para definir como será feita a retirada do minério acumulado na praia.
Nesses estudos, a empresa evidencia o caráter tóxico do minério mas, segundo a AAPC, aborda rasamente o problema, e ainda compara a biota do local com amostras de outros lugares de atividades diferentes, como regiões portuária, costeira e oceânica.

A associação também aponta incoerências e divergências de amostragens nos estudos da flora e fauna locais, além de falta de embasamento científico para a escolha dos organismos a serem avaliados.

A Associação dos Amigos da Praia de Camburi (AAPC), entidade que luta há anos pela retirada do passivo ambiental da Vale na Ponta de Tubarão, em Vitória, tem por presidente Paulo Pedrosa. A AAPC está no Facebook que você pode conhecer aqui.

PROGRAMA ELEITORAL DIZ QUE O ESTADO DE GOIÁS TERIA DOADO 50 CAMINHÕES DE LIXO PARA A PREFEITURA DE GOIÂNIA

Programa eleitoral em Goiás afirmou que o Estado teria doado 50 caminhões compactadores para a gestão municipal de Goiânia.

O procurador geral do município de Goiânia, Carlos Freitas, não confirma a informação veiculada durante horário eleitoral pela coligação “Garantia de um Futuro Melhor para Goiás” do governador e candidato à reeleição Marconi Perillo (PSDB).

“Repudiamos, veementemente, a afirmação distorcida do programa eleitoral do candidato Marconi Perillo, pois entendemos que teve o propósito tão somente de confundir a opinião pública e denegrir a imagem da administração”, defende o procurador geral Freitas.

Confira na íntegra a nota divulgada pela Secretaria Municipal de Comunicação de Goiânia:

“Diante das informações erradas apresentadas no programa eleitoral do candidato Marconi Perillo, julgo extremamente importante esclarecer para a população de Goiânia e de Goiás a verdade sobre o convênio assinado pela Prefeitura de Goiânia e o Estado para a compra de caminhões coletores de lixo. No dia 27 de junho foi firmado um convênio no valor de R$ 5.668.450,00 (cinco milhões, seiscentos e sessenta e oito mil, quatrocentos e cinquenta reais) com a contrapartida do município de R$ 200 mil (duzentos mil reais) para a compra específica de 23 caminhões coletores de lixo, e não 50 caminhões, como foi colocado, maldosamente, no programa eleitoral do candidato Marconi Perillo. Após assinatura do convênio, ficou definido que o valor para compra dos caminhões seria repassado em duas parcelas de R$ 2.834.225,00 (dois milhões, oitocentos e trinta e quatro mil, duzentos e vinte e cinco reais), sendo que a primeira parcela deveria ter sido depositada na conta da Prefeitura de Goiânia no Banco do Brasil de nº 18389-X no dia 30 de junho passado. E a outra parcela, 60 dias após. Todos os dados constam nos documentos assinados pelas partes. No entanto, no dia 30 de junho o Estado não realizou o depósito como acertado em convênio. No dia quatro de julho, último prazo para as transferências de recursos em função do período eleitoral, o Estado depositou a quantia em conta errada de nº 18389-0, o que ocasionou o estorno do valor pelo Banco Central. O Estado, alegando a incapacidade de efetuar novo depósito, em função da proibição prevista na legislação eleitoral, deixou de fazê-lo. Destacamos, para o conhecimento de todos, que a Prefeitura de Goiânia não recebeu do Estado qualquer recurso para a coleta de lixo na capital, e que os serviços estão sendo feitos exclusivamente com equipamentos da administração. Repudiamos, veementemente, a afirmação distorcida do programa eleitoral do candidato Marconi Perillo, pois entendemos que teve o propósito tão somente de confundir a opinião pública e denegrir a imagem da administração. Ressaltamos ainda que toda documentação está à disposição dos órgãos da imprensa e de qualquer cidadão. Carlos de Freitas – Procurador Geral do Município de Goiânia.”

Lixo-em-GoiâniaEm março de 2014 o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), promoveu um ato inusitado arremessando um “saco de lixo” em um coletor de caminhão compactador de resíduos.

A foto digital ganhou as redes sociais e gerou críticas à atitude do petista.

PREFEITURA DE TERESINA CONFIRMA CONTRATAÇÃO SEM LICITAÇÃO PÚBLICA DE EMPRESA DO GRUPO SOLVI

Logo-11-ANOS-MAFIA-DO-LIXOA empresa REVITA ENGENHARIA S/A já havia sido contratada pela Prefeitura de Teresina (PI) em 2013. Os contratos foram sem licitação pública, ditos emergenciais, para a operação da capina, varrição e aterro sanitário da “Cidade Menina”. O governo do prefeito tucano Firmino da Silveira Soares Filho pretende privatizar o lixo de Teresina. Basta ler a sua “proposta” entregue ao TSE em 2012 quando concorreu a prefeito da capital do Piauí.GOVERNO TUCANO

Desde o sábado último, 16 de agosto de 2014, quem vem operando a coleta de lixo domiciliar da cidade de Teresina é a empresa privada VEGA ENGENHARIA AMBIENTAL S/A, do grupo SOLVÍ, que por sua vez é dono da REVITA ENGENHARIA S/A.

O funcionário público de Teresina, senhor Vicente Filho, que vem a ser o superintendente executivo da Secretaria de Desenvolvimento Urbano – SEMDUH, declarou que “por determinação do Tribunal de Contas do Estado, tivemos que cancelar o contrato com a Empresa Sustentare, que parou as atividades na última sexta (15)”.

E que “tivemos que fazer um contrato emergencial (leia-se sem licitação pública) com a empresa Vega, de São Paulo, que deverá realizar os serviços até que outra empresa seja contratada”, disse Vicente Filho.

Vicente explicou ainda que “a Vega (leia-se VEGA ENGENHARIA AMBIENTAL S/A) acabou contratando profissionais que não conheciam todas as rotas de coleta de resíduos domiciliares de Teresina” e que hoje há problemas com a operação desse serviço público.

LIXO NA RUA EM TERESINA

“Estamos trabalhando para o serviço ser normalizado em até 15 dias, porém os moradores que tiverem tendo problemas com a coleta de lixo, podem entrar em contato com a gente, que iremos passar a reclamação à empresa responsável pela coleta”, afirmou o superintendente executivo da Secretaria de Desenvolvimento Urbano.

A SEMDUH da Prefeitura de Teresina afirmou ainda que “deverá realizar uma Audiência Pública para tratar sobre a licitação para contratação de uma nova empresa”. A licitação deverá acontecer até dezembro deste ano. Vamos acompanhar.

EMPRESA DE LIXO APARECE EM PRIMEIRO LUGAR NA PLANILHA DA CONTADORA DO DOLEIRO YOUSSEF QUE ABASTECE A CORRUPÇÃO

Logo-11-ANOS-MAFIA-DO-LIXOEm 16 de agosto de 2014, a revista VEJA publicou texto que tem por título “Planilha da contadora de Youssef registra R$ 8 mi em dinheiro sujo”. Lá consta a informação de que “documento indica que dois deputados federais e um ex-ministro eram beneficiários das comissões pagas pelo doleiro Alberto Youssef”.

MEIRE-POZA-05.jpg-size-598Consta que a “entrevista com a contadora Meire Poza publicada na última edição de VEJA teve um desdobramento imediato. Na quarta-feira passada, Meire prestou depoimento ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara como testemunha no processo de cassação do deputado baiano Luiz Argôlo (ex-PP, atual SDD). O parlamentar é um dos políticos que aparecem na lista de beneficiários do esquema bilionário de lavagem de dinheiro chefiado pelo doleiro Alberto Youssef. Ele vinha até então se valendo de manobras protelatórias para tentar salvar seu mandato e contava com a simpatia de uma parte dos seus pares, porque jurava não haver provas que pudessem incriminá-lo. Esse otimismo, no entanto, começou a ruir quando a contadora reafirmou tudo o que dissera: Argôlo era sócio nos negócios escusos do doleiro e recebeu gordas comissões da quadrilha que, entre outras atividades, intermediava pagamentos de propina a políticos corruptos — as famosas malas de dinheiro”.

A revista VEJA teve acesso a uma planilha que revela o método usado pelos criminosos para dar aparência legal ao dinheiro movimentado em malas.Lista de empresas da lista da contadora do doleiro

A “Planilha” elaborada com base nas notas frias que a empresa de Meire Poza emitiu,  mostra que o grupo faturou 8 milhões de reais em apenas quinze operações distribuídas pelos anos de 2012 e 2013.

“Comparado às transações globais da quadrilha na Petrobras e em outros negócios com prefeituras e governos estaduais, o valor parece insignificante. Mas ele é apenas uma amostra da dimensão da engrenagem criminosa. As operações relacionadas na planilha dizem respeito exclusivamente às transações feitas a partir de notas fiscais do escritório da contadora”, diz a revista VEJA.

“O método é sempre o mesmo. A pedido do doleiro Alberto Youssef, Meire Poza emitia notas frias para simular a prestação de serviços de consultoria. As empresas simulavam a contratação do escritório da contadora e transferiam o dinheiro combinado. Quando a bolada entrava na conta de Meire, ela repassava aos beneficiários”, fez consta a revista VEJA na referida matéria.

A lista da contadora do doleiro Alberto Youssef, publicada na revista VEJA, abre com uma empresa de lixo.

Consta na “planilha” em primeiro lugar a empresa REVITA ENGENHARIA S/A, em 06/09/2012, que repassou o montante de R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais) de um total de R$ 8.070.516,60 (oito milhões e setenta mil e quinhentos e dezesseis reais e sessenta centavos), correspondendo ao percentual de 7,43% do montante do dinheiro sujo.

A REVITA ENGENHARIA S/A pertence ao poderoso grupo Solví comandado pelo senhor Carlos Leal Villa. Essa empresa privada opera em diversas cidades brasileiras.

Do Norte ao Sul do Brasil alguns municípios tem seus serviços de limpeza urbana operado pela REVITA. Essa empresa privada já operou em Porto Alegre por meio de quatro contratos sem licitações públicas durante o governo do prefeito pedetista José Fortunati.

Atua hoje nas cidades gaúchas de Canoas, Novo Hamburgo, Pelotas, entre outras. É dona da Companhia Rio Grandense de Valorização de Resíduos S/A (CRVR) que detém o monopólio da destinação final do lixo no Rio Grande do Sul.

No Norte do Brasil, em Teresina (Piauí), a empresa REVITA foi contratada sem licitação pública, dito por emergência, no governo do prefeito tucano Firmino da Silveira Soares Filho. A empresa capina, faz a varrição e opera o aterro sanitário da “Cidade Menina”.

Lixo não tem bandeira política.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...